Uma loja virtual para chamar de sua

Saiba como escolher uma plataforma para o seu e-commerce

Uma loja virtual para  chamar de sua

Caro leitor,

quando você faz compras pela internet, sua experiência é sempre igual? Ou a atratividade do site, a forma de apresentação dos produtos e a facilidade de preenchimento dos dados cadastrais estimula você a calibrar o “carrinho”?

Assim como eu, você deve reconhecer que a experiência varia — e muito! — conforme a empresa. Por isso, o espaço de hoje será ocupado pelo André Zara, que vai apresentar um retrato do tão disputado setor de comercio eletrônico. Pelo que vi, não é tarefa nada simples ser bem-sucedido nesse meio…

Considere esta news um aquecimento para o relatório Você Investidor  de dezembro, no qual o André vai ensinar você a escolher a melhor plataforma de e-commerce para começar um negócio virtual ou uma filial on-line do seu comércio físico.

Eu também contribuo para o próximo relatório, com um tema bastante demandado aqui: o da sucessão patrimonial. Como a morte é nossa única certeza na vida, melhor começar a pensar em vida no futuro que você vai deixar para seus herdeiros.

A Natália Flach, editora do WBC, ainda vai falar sobre outro assunto de grande interesse entre nossos leitores: o de bitcoins, a misteriosa moeda virtual. Vale a pena entrar nesse mercado?

Confira no Você Investidor de dezembro!

Um abraço,

Beatriz

O que é um pontinho no meio de 53 mil de pontinhos tentando fazer uma venda na internet? Uma loja virtual no Brasil!

A piada não tem graça, eu sei!

Mas sempre que eu penso sobre e-commerce, lembro da piada dos pontinhos. Pode ser meio bobo, mas eu vejo um pequeno comércio on-line dessa forma: um ponto isolado no meio de milhares de páginas da internet tentando atrair a atenção de consumidores e fazer uma venda – sem poder contar com o fluxo de pessoas passando na rua, como uma loja no mundo físico.

Uma pesquisa sobre o varejo on-line, realizada pelo Sebrae e divulgada em junho deste ano, nos ajuda a entender a relação entre lucratividade e o porte da empresa.

De acordo com o estudo, 51 por cento dos comércios virtuais do País são lucrativos. Para atingir esse resultado positivo, as empresas têm uma média de 80 pedidos mensais.

Esse é o panorama geral. No entanto, quanto menor for o porte da empresa, menor a chance de ganhos – apenas 43 por cento das empresas na categoria microempreendedor individual (MEI), que são negócios com faturamento de até 60 mil reais, mostraram-se lucrativas. O resto empatava (31 por cento) ou tinha prejuízo (26 por cento), de acordo com a análise do Sebrae.

Enquanto isso, 62 por cento das médias e grandes empresas (com faturamento maior do que 3,6 milhões de reais) do varejo eletrônico apresentaram-se lucrativas. Isso é preocupante, porque existe muito dinheiro rolando no comércio on-line brasileiro e a maior parte das pequenas empresas não está conseguindo obter a sua parte.

Segundo o último relatório WebShoppers, principal análise sobre o e-commerce no Brasil, feito pela Ebit, o faturamento do segmento foi de 19,6 bilhões de reais no primeiro semestre deste ano, um crescimento de 5,2 por cento em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para o ano fechado de 2016, a previsão de faturamento do setor é de 44,6 bilhões de reais, um aumento de 8 por cento em relação a 2015, portanto acima da inflação esperada.

E a tendência das compras virtuais continua forte. Segundo o relatório, 23,1 milhões de consumidores virtuais realizaram pelo menos uma compra no primeiro semestre de 2016, volume 31 por cento maior que em 2015, fortalecido pela migração das vendas do varejo físico para o canal on-line, por causa de menores preços e comodidade de compra.

Então, qual é o problema?

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Planeje, por favor

Para quem está pensando em abrir o próprio negócio ou expandir a empresa para o mundo on-line, o comércio virtual apresenta como grande atrativo o fato de não exigir uma estrutura tão pesada como a do mundo físico. Dá para fazer um investimento inicial mais baixo, ter uma equipe mais enxuta, trabalhar de casa etc.

No entanto, a menor exigência não poder ser confundida com improviso. A falta de planejamento continua a ser uma das principais razões da mortalidade de empresas, e isso vale para as do mundo virtual. Você se lembra da newsletter que escrevi sobre o tema?

De acordo com a pesquisa do Sebrae, os dois principais motivos (intimamente ligados) para o fechamento das lojas virtuais foram o baixo faturamento e a falta de planejamento/conhecimento sobre o setor.

“As pessoas acham que é só criar uma loja virtual que, instantaneamente, haverá demanda de compradores. Mas é o contrário, especialmente porque muita gente está de olho nesse mercado, o que aumenta a concorrência. Por isso, muitos negócios virtuais fecham ou vendem pouco”, afirma Maurici Junior, sócio da IHouse Ecommerce Experts, consultoria de comércio virtual e agência de marketing digital.

Diretamente vinculada a essa falta de planejamento está a escolha da plataforma para operar um comércio virtual. “Como muitos empreendedores não entendem exatamente que ferramentas vão precisar, acabam contratando plataformas com funcionalidades que não necessitam. O resultado é o desperdício de dinheiro e até problemas para entregar o que prometem aos clientes”, explica Maurici.

Existe ainda o caso clássico do empresário que investe quase todo o dinheiro na plataforma e esquece que vai precisar de capital de giro, investir pesado em marketing on-line para atrair visitantes, comprar estoque, etc.

Por isso, no relatório Você Investidor de dezembro, vou explicar como escolher a melhor plataforma de e-commerce para você começar o seu negócio virtual ou uma filial on-line do seu comércio físico:

  • Como o tipo de negócio afeta a escolha da plataforma?
  • Quais são as plataformas mais populares e as tecnologias disponíveis?
  • Qual fatia do orçamento você deve reservar para investir e manter a plataforma?
  • Como experimentar o mundo do e-commerce de graça e testar se os seus produtos realmente vendem, antes de contratar uma plataforma?

E eu ainda vou recomendar a melhor plataforma para você começar. Após conversar com diversos especialistas e pesquisar o mercado, vou contar qual é a plataforma boa e barata para se entrar no comércio virtual.

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Sonho virtual

No começo deste ano, eu fiz um curso, com quatro meses de duração, sobre como fazer planos de negócios na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Foi uma experiência muito interessante, especialmente pela interação com os outros participantes, pessoas que já tinham uma empresa ou estavam interessadas em empreender.

Um caso chamou minha atenção logo no começo do curso. Um rapaz de 26 anos havia recém-iniciado um e-commerce para vender camisetas de uma marca criada por ele com mais dois amigos. O rapaz estava muito animado pelas boas vendas iniciais e apostava que a loja virtual iria decolar rapidamente. Assim, poderia abandonar a carreira de advogado e trabalhar no conforto da sua casa.

Seu investimento na plataforma foi pesado: gastou algo em torno de 15 mil reais no desenvolvimento, para fazer algo com um belo design e muitas funcionalidades. Sua ideia era que, para vender, ele precisaria, acima de tudo, parecer muito profissional.

Conforme as semanas do curso passavam, fui notando o seu descontentamento com as vendas. Quando o interroguei sobre o assunto, percebi que as boas vendas iniciais tinham sido resultado de sua rede de contatos e dos seus sócios. A lição que ele estava aprendendo é que, no começo, todo mundo ajuda os amigos, mas, depois de um certo momento, seria necessário encontrar clientes interessados realmente no produto.

Um dia, ele apareceu na aula de terno e gravata e com o rosto triste. Havia voltado a exercer o Direito para pagar as suas contas pessoais, enquanto o e-commerce não decolava.

No último dia do curso, data marcada para entregarmos os planos de negócios que passamos quatro meses construindo, os professores destruíram seu planejamento. Era confuso: falava mais sobre as oportunidades do e-commerce no Brasil do que sobre como a sua empresa iria aproveitar.

Foi algo triste de presenciar, pois, desde o começo, ele cometeu um erro básico para o empreendedor: criou um produto para ele, sem focar em atender a demanda do mercado. Antes de concluir esta newsletter, fui conferir a loja virtual dele… e não consegui mais encontrá-la!

Mão na massa

Não consigo deixar de pensar nos 15 mil reais que o rapaz investiu na plataforma de e-commerce. Se ele tivesse planejado melhor, poderia ter gasto muito menos e usado o dinheiro para promover ações que o ajudassem a vender mais – o que realmente importa para criar uma empresa sustentável.

Por isso, se você está pensando em abrir uma loja virtual, por favor, leia o relatório Você Investidor de dezembro. Isso vai levá-lo a economizar muita dinheiro e permitir testar sua ideia de negócios de forma econômica.

Ao trabalho!

 

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