Bia é a inteligência humana da Empiricus

Nós somos bons investindo? Não quero dizer eu e você, mas “nós” como humanidade. O ser humano, com todos os seus defeitos e vieses, faz […]

Compartilhe:
Bia é a inteligência humana da Empiricus

Nós somos bons investindo?

Não quero dizer eu e você, mas “nós” como humanidade.

O ser humano, com todos os seus defeitos e vieses, faz um bom trabalho?

Alguns certamente fazem. A despeito dos boatos que rolam por aí, Warren Buffett e George Soros não são ciborgues, nem extraterrestres.

Mas nem precisamos ir tão longe.

Aqui na Empiricus, colecionamos milhares de depoimentos de pessoas físicas que passaram a investir melhor e se mostram muito contentes com o novo rumo de suas finanças.

“Gostaria de agradecer ao PRP, mudou a minha forma de investir. Em pouco mais de 1 ano na série, já consegui multiplicar por 3 meu patrimônio, não só com investimentos, mais pela mudança no mindset. Hoje tenho realmente uma diversificação, e obrigado por apresentar a minha nova paixão: fundos imobiliários.” — Milton G.

“O Vacas Leiteiras é uma das melhores séries da Empiricus, recomendo a qualquer pessoa. Assinei a série em julho e investi estrategicamente meu saldo líquido financeiro daquele mês quase todo em ações da XXXX, ao ver a data-ex dessa vaca, ao tempo que queria testar a eficácia da série. Os dividendos a serem recebidos são suficientes para pagar o preço da assinatura anual. Agora é só investir na próxima vaca. Obrigado, Sérgio Oba.” — Ricardo S.

“Beatriz, você é extremamente correta, clara nas informações, e suas orientações expressam oportunidades de verdade para os seus leitores. Vale a pena ser assinante do Você Investidor.” — Cleide B.

Em pleno século XXI, competindo com alternativas cada vez mais tecnológicas, nós (seres humanos) realmente não temos muito do que reclamar.

Eu sei que o discurso hype do momento é falar de artificial intelligence e machine learning, mas a verdade é que nenhum robô puro de investimentos deu certo até agora.

Veja o caso do Wealthfront nos EUA – fintech símbolo do robot advisory, com mais de 120 programadores de altíssimo nível na equipe.

Não deu certo como robô puro, e apenas assumiu um novo norte quando combinou tecnologia com a boa & velha habilidade humana.

Até os fundos quant da Renaissance só performam absurdamente bem porque Jim Simons sempre fez questão de contratar pessoas fora da curva, selecionadas sobretudo pelas capacidades de autocrítica e de versatilidade em situações inusitadas.

Será, por exemplo, que os robôs investidores conseguiriam identificar esta maravilhosa oportunidade de arbitragem?


Tenho sérias dúvidas.

Também duvido que consigamos confiar em um robô investidor antes de podermos confiar em carros que sejam capazes de dirigir sozinhos. A complexidade da primeira tarefa (investir) é várias vezes maior que a da segunda (dirigir).

Veja, não sou ludita. Adoro tecnologia. Ficarei feliz de procurar um robô financeiro depois que as ruas estiverem repletas de carros autônomos.

Mas, até essa hora chegar, prefiro continuar aprendendo a investir com as ideias da Bia Cutait no Você Investidor. Ela é humana e bastante inteligente.

Para tarefas que dependam de lógica formal e escala, as máquinas de fato saem em larga vantagem. Inteligência artificial vai bombar aí.

O desafio de investir, porém, é bem maior do que isso, bem mais interessante.

Eu não troco a nossa Bia por autômato nenhum.