Falta quanto para o IPO de EMPF3?

Quinta-feira passada, durante a conversa ao vivo que fiz com o Felipe para a galera da Empiricus Premium, recebi uma pergunta bem original: E aí, Rodolfo, para quando […]

Quinta-feira passada, durante a conversa ao vivo que fiz com o Felipe para a galera da Empiricus Premium, recebi uma pergunta bem original:

E aí, Rodolfo, para quando está marcado o IPO da Empiricus?

Para ontem, hehehe!

Assim que aprendermos a falar inglês vamos listar na Nasdaq – que é onde a galera hype das fintechs bochechudas está listando agora.

Eu, como bom bochechudo, preciso também surfar esta onda.

Mas não sei se conseguimos, viu?

Sem qualquer falsa modéstia, a Empiricus dá lucro-caixa há dez anos, e isso é um baita problema para IPOs lá fora.

Lembra do Professor Jay Ritter, aquele do clássico artigo sobre performance de IPOs em longo prazo?


Leitura recomendada

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Recentemente, ele publicou outro estudo legal, destacando a nova era de IPOs verdes, a despeito de resultados vermelhos.

Em 1980, menos de um quarto das debutantes americanas tinha prejuízo quando da listagem.

Hoje, a proporção de bottom line no vermelho já ultrapassa os 80%.

 

O fenômeno é sintetizado elegantemente por um head de IB amigo nosso: “Lucrou em algum momento? Tá fodido, Rodolfão! Lucrou recorrente? Aí fodeu geral”.

Estamos fodidos, portanto, e seguimos com o capital fechado.

Confesso que minha primeira reação foi de exuberância irracional, aquela mesma que cunhou a bolha pontocom nos EUA em 1999.

Mas, pensando bem, não é uma analogia perfeita. Não sei se exatamente como farsa, mas a história se repete como outra coisa, ainda aguardando interpretação.

Estamos mergulhados, cada vez mais, em um novo cenário corporativo, no qual prejuízos ou lucros viram notas de rodapé.

O que conta mesmo é o winner takes all – aquele que chegar primeiro leva tudo.

Não por vantagem de incumbente, nem pela pica das galáxias, mas simplesmente porque negócios como Waze, Facebook, Google etc passam a se confundir com a própria realidade (trânsito, interações sociais, busca por informação).

E, ao menos fora do domínio quântico, não há espaço para duas realidades. Ou você é a realidade ou está fora.

Corroborando essa mudança estrutural, há um fator tangível devidamente pontuado por Jay Ritter.

A despeito dos prejuízos, as vendas das debutantes de 2019 são dez vezes maiores do que as vendas das debutantes em 1999.

As empresas da bolha pontocom tinham meses de existência em powerpoint, enquanto as techs atuais possuem anos de vida comprovada.

Mais importante, aquelas eram promessas etéreas; estas de hoje são efetivamente úteis para fazer pagamentos, viajar pelo mundo, transportar-se nas cidades, conhecer pessoas, pesquisar produtos, ouvir música, etc…

Aquelas tinham mil usuários futuros; estas têm milhões de usuários presentes.

A Empiricus reúne hoje 330 mil assinantes. Sigamos em frente, fodidos, e com foco total na honesta labuta de cada dia, rumo ao primeiro milhão.

Abraço!
Rodolfo

PS. Quer conhecer mais sobre os benefícios da Empiricus Premium? Vem que tem.

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