Lições a aprender com esta Nova Selic

Tem uma galera por aí fritando os miolos para tentar imaginar como vai ser a Nova Normal do mundo financeiro pós-COVID.

Tem uma galera por aí fritando os miolos para tentar imaginar como vai ser a Nova Normal do mundo financeiro pós-COVID.

Será que o home office vai arruinar os yields dos FIIs de lajes corporativas?

CVC migra para um business de realidade virtual?

Os ônibus da Marcopolo passarão a ocupar duas faixas?

Sei não.

Acho tudo isso uma grande viagem, exercícios arrogantes de futurologia influenciados por um presente bastante atípico.

As brigas históricas entre Viés de Disponibilidade versus Lindy Effect são largamente dominadas pelo Lindy.

Então, não gosto muito de falar sobre Nova Normal, ficar imaginando coisas...

Prefiro falar sobre a Nova Selic, que já está aí para quem quiser ver e sentir no bolso.

Puxo o assunto tomando emprestada (a juros historicamente baixos) a mensagem enviada nessa semana por uma das assinantes do nosso Programa de Riqueza Permanente®.


Em primeiro lugar, os juros reais negativos convidam a um flerte com aportes em outras moedas e, mais geralmente, em ativos gringos como os indicados pelo Money Rider.

Isso é ótimo para o investidor brasileiro sair da toca tupiniquim.

Podemos montar parte de nosso colchão de liquidez em dólar, e podemos também tomar um risco diferente com ações de Big Techs como Amazon, Apple, Google, etc…

Contudo, sobre a reserva de emergência denominada em moeda local, pouca coisa muda.

Talvez a provocação lançada por esta Selic minúscula desperte a tentação de sair por completo do CDI.

Não faça isso.

Reserva de emergência não é feita para buscar retornos diretamente, mas sim para proteção e liquidez.

Tesouro Selic ganha perto de nada, mas perde perto de nada também.

Até a próxima!

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