O que falta na sua rotina de investidor?

Estive me perguntando nesses últimos meses e, particularmente, nesses últimos dias chuvosos: O que é a porra da inteligência artificial? Todo mundo que deseja posar […]

O que falta na sua rotina de investidor?

Estive me perguntando nesses últimos meses e, particularmente, nesses últimos dias chuvosos:

O que é a porra da inteligência artificial?

Todo mundo que deseja posar de inteligente e moderninho só fala nisso agora.

Nas ciclovias paulistanas, aspirantes a Tio Ricco ouvem audiobooks sobre inteligência artificial enquanto aceleram seus patinetes motorizados.

Eu não sei nada de tecnologia, mas, por algum mínimo trato com a palavra, desconfio de coisa errada.

Você gosta de tomar suco artificial de caixinha?

Curte um churras com picanha artificial?

Algum fetiche específico por sexo artificial?

Então por que, pela primeira vez na vida, um negócio artificial passa a ser cool, hype, descolado, mais legal que a variedade natural?

Que doideira.

 

Leitura recomendada

Luciana Seabra mostra como lucrou (e ajudou os leitores a lucrarem) muito com ações sem precisar comprar ações. Ela ensina os assinantes da sua séria a investirem da mesma forma que os maiores investidores profissionais do mercado financeiro. E tudo depende de uma simples atitude, que pode te mostrar esse novo mundo de rentabilidade em menos de 24 horas. Veja aqui o recado que ela gravou.
 

Bem, gostemos ou não, é a nova tendência. Só nos resta bebê-la, comê-la, beijá-la.

Sempre de maneira séria, pois a Empiricus é uma empresa séria.

Apenas brincamos, de vez em quando, porque somos sérios.

Os verdadeiros fanfarrões jamais serão capazes de brincar, e só agora começam a se despir de seus ternos, por obrigação.

Ao que nos é de direito, existem três conceitos importantíssimos que fundamentam o desenvolvimento da inteligência artificial.

O primeiro deles é conhecido popularmente (?) como a Lei de Ashby.

1) Qualquer organismo encabido de controlar deve ter pelo menos tantos graus de complexidade quanto o ecossistema passível de controle.

Ou, dito de outra forma, a CET consegue, na melhor das hipótese, não atrapalhar o trânsito.

O segundo conceito, originalmente proposto por von Neumann, estabelece o seguinte:

2) Qualquer descrição de um sistema complexo só pode ser reduzida até a mimese do próprio sistema.

Ou, dito de outra forma, o Waze consegue ajudar o trânsito pois ele é uma representação do próprio trânsito, e não um mapa do Guia Quatro Rodas. Tentativas de simplificar o Waze seriam apps de merda.

E por fim:

3a) Qualquer sistema simples o bastante para ser decifrado por nós não será suficientemente complexo a ponto de exibir inteligência genuína.

3b) Qualquer sistema complexo a ponto de exibir inteligência genuína será complicado demais para decifrarmos.

No que diz respeito a investimentos (até que enfim!), um corolário interessante surge dessa terceira lei.

É perfeitamente factível construir processos ou sistemas verdadeiramente inteligentes sem que possamos compreendê-los de fato.

A humanidade não precisa – e, talvez, jamais possa – entender 100% de como um cérebro funciona para ser capaz de construir um cérebro que funcione.

Isso remete exatamente àquilo que eu e o Felipe gostamos de dizer sobre o Buffett, sobre o Soros ou sobre qualquer desses raros gênios das finanças.

O fato de eles terem enorme sucesso e ganharem rios de dinheiro não implica que suas práticas de investimento sejam compreensíveis, e muito menos replicáveis.

O conhecimento tácito de Buffett-Soros é várias vezes mais complexo do que as fórmulas, técnicas e anedotas observáveis de fora.

Mesmo as brilhantes biografias Bola de Neve (Buffett) e O Investidor Mais Influente do Mundo (Soros) – que certamente merecem leitura – funcionam apenas como Guias Quatro Rodas e jamais conseguirão transmitir o tal conhecimento tácito.

Reconhecer esse ponto evita inúmeros desenganos durante sua formação como investidor.

Você não tem que copiar o Buffett, copiar o Soros, copiar ninguém.

Ninguém fica rico lendo ou fazendo curso de Value Investing (veja que os escritores e professores geralmente são de classe média).

Sua prática é o seu melhor aprendizado, e nada será capaz de reduzi-la ou sintetizá-la.

A Empiricus não quer lhe ensinar nada. Jamais poderíamos, seria um gesto inútil e de pura arrogância.

Queremos apenas ajudá-lo a ativar e desenvolver sua própria rotina de investimentos. Essa rotina é o que lhe fará rico.

Não é difícil construir bons hábitos de investidor, provavelmente não exigirá mais do que 6 minutos por dia.


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