Você não precisa estar certo

Caro Leitor, No papel de investidores e/ou empresários, não estamos interessados em verdades; esse é um fetiche que cabe apenas aos cientistas. No mundo das […]

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Você não precisa estar certo

Caro Leitor,

No papel de investidores e/ou empresários, não estamos interessados em verdades; esse é um fetiche que cabe apenas aos cientistas.

No mundo das finanças ou dos negócios, você não precisa estar certo. Frequentemente, você só precisa estar certo o bastante. Ou, ainda melhor, estar menos errado do que os outros.

Muitas vezes, como na fábula do leão, você só precisa correr mais rápido do que o seu concorrente.

Nenhum investidor ou empresário de sucesso precisa ter deduzido a equação da Relatividade Geral.

É claro que isso não significa que todos os experimentos do mundo dos negócios produzem resultados tão inquestionáveis quanto Einstein produziu.

Mas eles funcionam justamente por abdicarem da necessidade de estarem sempre certos.

A Empiricus também não precisa estar sempre certa. Mas, quando estivermos errados, que seja graças a uma ideia obrigatoriamente boa e honesta.

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Nosso editor André Franco encontrou, em Nova York, uma única criptomoeda com potencial para multiplicar seu dinheiro em 93 vezes . E, se você está preocupado com a queda do mercado de cripto, saiba que essa valorização astronômica tem TUDO A VER com a recente queda do Bitcoin. Acesse aqui e entenda tudo sobre essa oportunidade de multiplicação, que estamos chamando aqui na Empiricus de A CHANCE DO SÉCULO.

Então, talvez caiba a pergunta: por que, em Ciências, você precisa estar tão certo?

A moeda de troca dos acadêmicos não é o dinheiro, mas sim o status e a reputação. Isso resulta em um peso gigantesco sobre o erro.

Se você erra no mundo dos investimentos ou dos negócios, você pode deixar de ganhar dinheiro, pode ter que recomeçar tudo do zero ou, no pior dos cenários, se afundar em dívidas impagáveis.

Mas nada disso compromete, necessariamente, sua reputação ou seu caráter.

As pessoas que fazem negócios e que investem sabem que a taxa de fracasso é grande, e existe um forte senso social de coragem por ter tentado.

No limite, é o empresário e o investidor, dosando o tamanho de suas posições e de suas emoções, quem vai determinar se o fracasso financeiro foi parcial ou total, e se deve ser autoconvertido em fracasso moral.

Eu tomaria o cuidado para que o fracasso seja sempre parcial e não seja nunca moral.

Acho que essa é a melhor recomendação que a Empiricus pode dar aos seus leitores.