Você tem falado bem da Empiricus?

Aqui vai o meu mais novo enigma: você gosta da Empiricus? Sim? Não? Talvez um dia? Quem sabe depois de umas três caipirinhas… Nunca seremos amados […]

Você tem falado bem da Empiricus?

Aqui vai o meu mais novo enigma: você gosta da Empiricus?

Sim? Não?

Talvez um dia? Quem sabe depois de umas três caipirinhas…

Nunca seremos amados por todos, e estou completamente ok com isso.

A rigor, é uma questão ultrapassada para mim; dialética que virou síntese, lá atrás.

Se eu quisesse ser amado por todos, teria fundado uma startup de hidratante aloe vera, ou quem sabe uma fintech que nem parece fintech, de tão fofinha.

Aliás, assim que as fintechs engordarem um pouco, protuberando bochechas, serei o primeiro a apertá-las.

Até lá, continuo alimentando meus outros hábitos de tio velho, com vontade de ser tio ricco, dentre os quais predomina a tergiversação ao léu.

 

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Então, desculpe, voltando:

Você gosta da Empiricus? Conhece alguém que desgosta?

Se conhecer, peço-lhe o favor de encaminhar a mensagem abaixo.

#

Por que você deve defender o direito de a Empiricus existir, mesmo que não aprecie a nossa linguagem?

Isso tem a ver com (i) liberdade de expressão e (ii) a existência de uma mínima força reativa contra o monopólio dos bancos.

Sobre o primeiro ponto: a Empiricus é 100% publicadora de ideias de investimento, não encostamos em um só centavo das suas aplicações financeiras.

Você mesmo lê essas ideias, julga se elas fazem sentido e decide se quer ou não investir nelas.

Essa última decisão cabe apenas a você (como tem que ser).

Não somos banco, não somos corretora, não ganhamos comissão nenhuma. Nossa fonte de receitas se dá justamente pelas assinaturas que oferecemos.

Isso nos confere liberdade de expressão – o que, cumpre lembrar, é muito diferente de um cheque em branco. Estamos submetidos 24/7 a todas as regras e responsabilidades de uma sociedade civil e democrática.

Ao mesmo tempo em que não ganhamos em cima de você, ganhamos ou perdemos sempre COM você.

É o que chamamos de skin in the game. Aqui dentro do escritório, entre quatro paredes, explicitamos o que isso realmente significa: botar o cu na reta.

Quem não bota o cu na reta ou não tem cu ou não tem reta. Fique à vontade para escolher o que é pior.

Nosso skin in the game funciona assim: se as ideias que publicamos são ruins, as 330 mil pessoas que nos assinam hoje vão parar de assinar, decretando nossa falência.

Se as ideias são boas, nossos atuais assinantes ficarão mais felizes e atrairemos também novos assinantes ao longo do tempo. É um negócio autorregulado pelo próprio mercado.

E aí? Afinal, as ideias da Empiricus são boas ou ruins?

Você é quem tem que conhecer e julgar. A nosso favor, lembro apenas que começamos com zero assinantes, dez anos atrás.

Agora, sobre o segundo ponto: força reativa contra o monopólio financeiro.

Se os quatro maiores bancos (Itaú, Bradesco, BB, Caixa) detêm 76% de todos os depósitos das famílias brasileiras e são também os maiores anunciantes da imprensa, quem é que poderá criticá-los ou mesmo elogiá-los sinceramente, sem viés?

Precisamos de empresas de fora do sistema, independentes, com opinião própria, para poder avaliar os produtos bancários sob uma distância segura. É como funciona nos Estados Unidos.

No Brasil, a Empiricus é hoje a maior dessas empresas, e espero que não seja a única.

Felizmente, não existem barreiras à entrada no nosso segmento. Quanto mais vozes críticas, melhor para todos nós, a despeito de quaisquer preferências particulares.

Os bancos também esperam que não sejamos os únicos, mas por motivos diferentes. Eles trabalham obstinadamente pelo nosso desaparecimento.

Então é isso, e não é um pedido pessoal. Precisamos defender o direito de a Empiricus existir, e de outras Empiricus existirem.

Dependemos de empresas independentes, capazes de criticar (ou mesmo elogiar) os bancos, sempre sem viés.

Se você quer falar mal da Empiricus, eu respeito.

Só não podemos falar mal de liberdade de expressão e de livre mercado.


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