Outubro de 2018
10/2018

Aprenda a Investir em Imóveis com 5 mil reais

Caro Leitor,

Você já começou a investir em seu próprio futuro? Como tem organizado essas aplicações até o momento?

Imóveis combinam perfeitamente com estratégias de enriquecimento seguras, por casarem rendimentos recorrentes com valorização do capital investido.

O brasileiro gosta de investir em imóveis, e tem razões históricas para justificar esse gosto.

Dado o consenso em torno do tema, precisamos então fazer uma nova pergunta:

Como tornar o investimento em imóveis ainda mais acessível?

Minha solução preferida está nos Fundos de Investimento Imobiliário, mais conhecidos pela sigla de FIIs.

Com um montante em torno de R$ 5.000, você começa a aplicar em FIIs de maneira simples e vantajosa, recebendo aluguéis mensais sobre uma parte de imóveis comerciais, residenciais, galpões, hospitais, escolas, hotéis, agências bancárias etc…

Sabe aquele predião na Av. Paulista que você adora ver decorado no Natal? Um pedaço dele pode ser seu, e você aluga esse pedaço para ganhar dinheiro todo mês.

O rendimento distribuído pelos FIIs possui isenção fiscal – ou seja, imposto zero. O único imposto eventualmente cobrado do cotista refere-se aos 20% sobre o ganho de capital de quem queira vender suas cotas.

Outra vantagem é a proteção contra a inflação, pois ativos imobiliários são tipicamente atualizados por indicadores de preços como o IGP-M e IPCA.

E um incentivo adicional vem do rumo dos juros brasileiros, que convergem para um dos menores patamares históricos. Quanto menor a Selic ao longo do tempo, melhor tende a ser a performance dos FIIs.

Não custa lembrar também que, ao comprar uma cota no lugar de um imóvel, você se livra do entediante trabalho de administração, que fica 100% a cargo de uma instituição com expertise no assunto. Você não precisará discutir com seu inquilino nem procurar um encanador para resolver o vazamento da prumada.

Fundos Imobiliários

Um fundo de investimento imobiliário (FII) nada mais é do que um fundo que aplica seus recursos exclusivamente em ativos do setor imobiliário, sejam eles imóveis já construídos ou ainda na planta, residenciais ou comerciais ou títulos e valores mobiliários do setor (outros FIIs, LCI, CRI, ações, etc.).

Os FIIs são ativos de renda com boa previsibilidade de caixa, pagamento mínimo mensal de 95% do lucro líquido (em forma de proventos) e proteção contra a inflação. Por esses motivos, são comparados a títulos de renda fixa.

Enxergamos um grande potencial para os FIIs, tanto do ponto de vista de valorização dos ativos quanto de novas emissões de cotas.

Saímos de um Patrimônio Líquido (PL) de R$ 3 bilhões em 2007 para mais de R$ 70 bilhões em 2017. Em outras palavras, um crescimento surpreendente de mais de 20 vezes.

A queda da taxa Selic também beneficia os fundos imobiliários.

Se a economia melhora, a demanda por bens e serviços aumenta, uma vez que a população passa a consumir mais, estimulando as empresas a investirem.

Com o mercado consumidor se expandindo e as empresas crescendo, o segmento de tijolos se beneficia, especialmente os setores de shopping centers, escritórios e galpões.

Tendo em vista esse cenário, a vacância cai e os preços dos aluguéis dos imóveis sobem, beneficiando os fundos imobiliários. As lajes corporativas já começaram a dar sinais de recuperação no primeiro semestre.

De acordo com a Buildings, a vacância do segmento A+ caiu novamente em São Paulo, atingindo 21%, ante 23% no 2T17. Com as entregas de espaços diminuindo, a tendência é de maior absorção líquida, portanto, menor vacância ao longo dos próximos anos.

 

Se quiser saber mais sobre o assunto, conheça nossa publicação Fundos imobiliários.

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