Novembro de 2018
11/2018

Invista na Amazon, Netflix, Google, Facebook e Spotify

Veja como é possível ganhar dinheiro com as gigantes digitais

Caro leitor,

Em algum momento da sua vida, muito provavelmente, você já deve ter pensado “Queria eu ter criado a Amazon” ou “Ah, se eu fosse o Mark Zuckerberg…”

Quem não gostaria de ter sido o criador de uma dessas grandes empresas digitais, que não só revolucionaram a vida de muita gente, como deixaram bilionários os seus fundadores?

Talvez você nunca tenha uma ideia como essas. Mas isso não quer dizer que você não possa ganhar dinheiro com essas empresas.

E não estou falando em criar campanhas no Google AdWords ou fazer um post patrocinado no Facebook. Muito menos lançar um livro pela Amazon, uma série na Netflix ou uma música que vá estourar no Spotify.

Não é nada tão complicado ou custoso assim.

O que você acharia da ideia de ser sócio dessas empresas? E por um valor bem menor do que possa imaginar?

Você vai precisar de apenas R$ 1 mil e um computador conectado à internet.

Isso mesmo. Com R$ 1 mil você seria capaz de escalar a montanha de rentabilidade abaixo:

Fonte: Buscador de Fundos Empiricus

Nos últimos 12 meses, os R$ 1 mil teriam se transformado em R$ 1.156,10 sem você precisar fazer absolutamente nada para isso.

Agora, aumente um pouco a quantia e faça as contas. Em um ano:

R$ 5 mil = R$ 5.780,50

R$ 15 mil = R$ 17.314,50

R$ 50 mil = R$ 57.800,00

Veja nas próximas linhas de que maneira é possível investir nas gigantes da internet.

Por que comprar ações americanas?

Uma boa estratégia de investimentos é focada na diversificação dos ativos. Dessa maneira, o investidor potencializa seus retornos e mitiga os riscos de perda. E investir em ações americanas enquadra-se perfeitamente nesse contexto.

Além de se expor ao mercado norte-americano, uma economia mais forte e resiliente que a brasileira, também é uma forma do investidor se beneficiar com a volatilidade do dólar.

Uma vez que temos um ano marcado por incertezas no Brasil (Eleições 2018), ter uma parte dos ativos no exterior pode trazer o equilíbrio necessário para a carteira.

E ainda, você não gostaria de ganhar uma fatia dos lucros dessas gigantes digitais? Amazon, Google, Facebook, Netflix e outras mundialmente conhecidas dificilmente se desvalorizarão.

Mesmo em cenários catastróficos, a possibilidade dessas companhias serem impactadas é bem pequena.

Veja como as ações dessas empresas se comportaram desde o IPO (sigla em inglês para Oferta Pública Inicial).

Google

Lançada na Bolsa há menos tempo do que a Amazon, por exemplo, a ação de uma das maiores e mais atuais empresas de tecnologia subiu +2.070% desde 2004.

Fonte: Bloomberg

Facebook

A rede social mais popular de todos os tempos – e mais novata na Bolsa americana entre as três ações analisadas nesta carta – cresceu +534% desde 2012.

Fonte: Bloomberg

Amazon

Em 20 anos, as ações da Amazon tiveram uma alta de impressionantes +82.711%.

Fonte: Bloomberg

Spotify – a próxima da lista

Junte às ações americanas um tempero especial sueco. Recentemente, o Spotify, empresa de serviço de música por streaming, protocolou pedido de registro para abertura de capital na comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos, a SEC (Securities and Exchange Commission).

A expectativa é de que as ações do Spotify estejam listadas na Bolsa de Nova York (Nasdaq) até o final do primeiro trimestre de 2018. O processo corre em sigilo.

O simples fato de protocolar o pedido foi o suficiente para que o valor de mercado da empresa aumentasse 20% e atingisse US$ 19 bilhões.

Outro ponto que levou o valor de mercado a subir foi a compra de ações do Spotify pela divisão de música chinesa Tencent Holdings. Ambas as companhias anunciaram, em dezembro, que comprariam parcelas minoritárias entre si, mas não passaram detalhes financeiros sobre o investimento.

Como investir no exterior?

Basicamente, há duas formas de investir em ações no exterior. A primeira delas é comprando as ações das empresas listadas na Bolsa. Você pode fazer isso diretamente nos Estados Unidos ou via B3, a Bolsa brasileira.

A segunda opção é por meio de fundos de investimentos que possuem papéis estrangeiros na carteira.

Vamos por partes.

#1 Investindo diretamente na Bolsa americana

Por si só, um cidadão brasileiro pode abrir conta em uma corretora dos EUA, e assim comprar e vender ações de empresas dos índices Nasdaq e Dow Jones.

Para abrir uma conta bancária no exterior, você pode ter ajuda do seu banco, se ele possuir filiais nos Estados Unidos, ou ir diretamente a uma instituição financeira local.

Na segunda opção, você deve estar presente fisicamente no país e cumprir com as exigências burocráticas, em que é exigido passaporte válido, documento de identificação do país de origem e comprovante de residência e de renda.

A conta-corrente dá direito a um cartão de débito e crédito, a utilizar dos serviços de transferência bancária, a acessar plataformas de investimentos e até financiamentos. Tudo vai depender da aprovação de sua análise de crédito – bem parecido com o que acontece no Brasil.

Na hora de investir em ações, você pode optar pelo home broker do banco em que abriu a conta-corrente ou por uma corretora independente situada no país.

Prefira plataformas que estejam aptas a atender brasileiros, considerando não só a habilidade de orientação e os custos envolvidos, como também a facilidade de entendimento e comunicação. Isso é fundamental.

Há diversas plataformas desenvolvidas para atender clientes na América Latina e, em alguns casos, há profissionais que até falam português.

Feito isso, basta transferir o dinheiro e comprar as ações das empresas de seu interesse.

Nos EUA, a corretagem é mais referenciada em ordem (quantidade de ações) do que em volume. Paga-se US$ 1 para comprar 500 ações da Apple (AAPL) por US$ 64 mil, da mesma forma que se paga US$ 1 para comprar 100 ações do Groupon (GRPN) por US$ 700.

Fique atento aos custos, eles podem variar de acordo com a corretora e pelo canal que a operação for executada (home broker ou mesa de operações). Em geral, o home broker é mais barato, já que não há intermediação humana.

#2 Comprando ações americanas na Bolsa brasileira

Se você achou muito complicado o processo de abertura de conta e investimento no exterior, saiba que há alternativa para fazer isso diretamente na B3, a Bolsa de Valores brasileira via BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Os BDRs são contratos negociados na B3 que equivalem à ação da empresa estrangeira cotada no exterior.

Há dois tipos de BDRs, ambos emitidos por uma instituição financeira depositária. Um deles é o BDR Patrocinado, que resulta de um acordo com a empresa estrangeira. O outro é o BDR Não-Patrocinado, que funciona sem esse envolvimento. Por meio deste último formato, a Bolsa brasileira hoje tem papéis de cerca de 80 companhias americanas.

Mas, infelizmente, isso não quer dizer que eles estejam acessíveis a todos os investidores.

Em primeiro lugar, por causa do preço. Comprar BDR na B3 é caro.

O BDR da Amazon custa R$ 2.081,04. O da Netflix sai por R$ 708,60. Os mais “baratos” são os do Facebook (R$ 288,30) e os da Google (R$ 150,00).

Em segundo lugar, por uma questão regulatória, apenas investidores qualificados, aqueles que possuem entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão aplicados, que podem comprar esses papéis.

A essa altura, você deve estar frustrado achando que nunca poderá ganhar dinheiro com essas empresas.

Não se preocupe! Nosso trabalho aqui na Empiricus é justamente mostrar ao investidor pessoa física quais são as alternativas para que ele possa aplicar seu dinheiro e ter retornos tão bons quanto os investidores profissionais.

E é o que vamos fazer no próximo tópico.

#3 Fundos de Investimento em Ações Estrangeiras

Se você ainda não tem R$ 1 milhão para investir (esperamos sinceramente que esse dia chegue e que de alguma forma possamos te ajudar nisso), a alternativa para investir nessas grandes empresas de tecnologia é por meio de fundos de investimentos.

Talvez seu gerente do banco nunca tenha contato a você, mas com pouco dinheiro, a partir de R$ 1 mil, você consegue aplicar em fundos que têm em sua carteira os BDRs dessas grandes empresas de tecnologia.

Ainda bem que na Empiricus podemos contar com a Luciana Seabra, nossa especialista em fundos, editora-analista pela série Os Melhores Fundos de Investimentos.

Luciana vasculha toda a indústria de fundos para fazer chegar até você as melhores opções de investimento do mercado.

Quando não encontra nada satisfatório, ela gasta sola de sapato e horas de conversa para mostrar aos grandes gestores a importância de abrir as portas de seus renomados fundos para o varejo.

E foi isso o que uma grande gestora fez.

Lembra do primeiro gráfico desta publicação? Olhe mais uma vez:

Fonte: Buscador de Fundos Empiricus

Trata-se de um fundo que investe em gigantes como Amazon, Facebook e Google.

De quanto você precisa para investir nele?

Apenas R$ 1 mil. Isso mesmo, MIL REAIS.

Com o dinheiro que talvez esteja parado na poupança ou em uma aplicação ruim que o gerente do banco lhe indicou, você pode investir nas gigantes da tecnologia.

Enquanto um fundo de ações tradicional oferecido ao varejo pode chegar a no máximo 20% em ações de empresas estrangeiras, esta opção pode chegar a 100%, por meio de BDRs.

Outra vantagem está em relação ao recolhimento do Imposto de Renda.

Ao investir diretamente em ações, você tem que fazer todo o cálculo do imposto devido. E isso dá um trabalhão.

Já ao aplicar no fundo, você não precisa fazer nada. Tudo isso fica a cargo do gestor.

Mas essa é apenas uma parte do seu portfólio de investimentos. Lembre-se que uma boa estratégia é focada na diversificação dos ativos, balanceando aplicações mais arriscadas com as mais conservadoras.

E para saber onde colocar o seu dinheiro, nada melhor que contar com a experiência de quem conhece e é respeitada pelo mercado.

Na série Os Melhores Fundos de Investimento, Luciana Seabra traz uma visão completa de todas as categorias de fundos disponíveis no mercado brasileiro.

Este é o único lugar em que você realmente vai encontrar a melhor alternativa para fazer seu patrimônio crescer. Ou, por acaso, da última vez que você foi na sua agência você ouviu do seu gerente: “Olha, agora você pode investir na Amazon, Google e Facebook com apenas mil reais”?

Acho que não.

E para conhecer o conteúdo da série Os Melhores Fundos de Investimento, você também não vai gastar muito.

Por apenas 12 parcelas de R$ 14,90, você terá acesso a:

– Publicação especial: “Investindo no Exterior com apenas R$ 1 mil”;

– Publicação especial: “3 fundos para ganhar (também) com as adversidades em 2018”;

– Livro digital: “Conversa com Gestores de Ações Brasileiros”, por Luciana Seabra;

– Plantão de Dúvidas;

– Acesso gratuito à newsletter diária Day One PRO: resumo de tudo o que a equipe de editores-analistas da Empiricus está debatendo sobre oportunidades de investimento;

– Atualizações semanais sobre o mercado de fundos de investimento;

– Guias e conteúdos especiais;

– Tabela “O que Comprar”: resumo de todas as aplicações indicadas pela editora-analista.

E mais, na Empiricus zelamos por um relacionamento próximo e de parceria com nossos assinantes, por isso, temos uma cláusula de confiança, que você não encontrará em nenhum outro lugar.

Oferecemos 20 dias para que você conheça todo o conteúdo da série. Se dentro desse período, você considerar que não era o que esperava ou não lhe está sendo útil no momento, pode pedir o cancelamento que o valor pago pela assinatura será reembolsado integralmente.

Esse é nosso compromisso com você.

Queremos que nossos conteúdos realmente contribuam para seu crescimento pessoal e financeiro.

Você não perde absolutamente nada em apenas conhecer a série.

Não perca mais tempo com fundos de investimento ruins.

Quero conhecer os Melhores Fundos de Investimento

Um abraço,

Equipe Empiricus

 

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