Outubro de 2018
10/2018

O investimento censurado

Estão tentando calar a maior oportunidade de ganhar dinheiro da história do mercado financeiro. Veja o que fazer quanto a isso.

Você costuma fazer pesquisas no Google?

Possui um perfil no Facebook?

Já usou o Twitter alguma vez?

É quase inevitável que tenha respondido “sim” a pelo menos uma das perguntas acima. No mundo digital em que vivemos hoje, as redes sociais e ferramentas de internet são unanimidade.

Google, Facebook e Twitter são casos de sucesso de empresas puramente digitais. Foram criadas por empreendedores visionários e empregam grandes profissionais no mundo inteiro. São exemplos de sucesso para a grande maioria das pessoas.

Os modelos de negócio trazem algo em comum: são plataformas de uso gratuito, sustentadas pela receita gerada por anúncios. Certamente você já recebeu aquela promoção de dois sapatos por R$ 99 no Facebook ou uma sugestão de passagem barata para os Estados Unidos ao fazer uma pesquisa no Google. Modelos semelhantes e que, pelo jeito, dão certo.

Mas, recentemente, essas empresas se tornaram semelhantes por outros motivos também…

Todas passaram a proibir anúncios de criptomoedas em suas plataformas. Começou com o Facebook em janeiro deste ano, seguido por Twitter e, agora em junho, o Google. Outras redes também entraram nessa, como Instagram e Snapchat.

Fonte: Tecnoblog

 

Fonte: G1

Fonte: G1

As proibições causaram impacto negativo visível no mercado de criptomoedas, ajudando a puxar os preços de suas máximas históricas. O bitcoin, por exemplo, que é a moeda mais representativa em um universo de mais de 1.600 ativos, saiu de US$ 20 mil para bater a mínima em US$ 6 mil.

Apesar das proibições, existe uma grande contradição no discurso dessas gigantes da internet.

Embora tenham banido os anúncios de suas plataformas, todas elas reconhecem o poder da tecnologia das criptomoedas: o blockchain, uma estrutura de registro que pode funcionar de maneira altamente segura.

E aí fica a pergunta: se essas empresas entendem que a tecnologia fundamental das criptomoedas é disruptiva, por que se opõe à nova classe de ativos?

Por que o CEO do Twitter afirma que o bitcoin pode se tornar uma moeda mundial, mas decidiu banir anúncios de ICOs (Initial Coin Offering) da sua plataforma?

Por que Mark Zuckerberg estuda a possibilidade de integrar criptomoedas à sua rede social…

… mas não permite que empresas do meio falem sobre o assunto?

O que eles sabem que você não sabe?

Bem, vamos voltar alguns passos nessa história.

Por trás da censura

Como disse, o Facebook foi a primeira das grandes plataformas a impedir que anúncios de criptomoedas fossem divulgados. Quando a medida foi tomada, o esclarecimento dado pela empresa foi de que o objetivo era proteger os usuários de scams e outros esquemas fraudulentos.

De fato, práticas maliciosas utilizando anúncios de novas moedas digitais se proliferaram pelas redes sociais e, ainda hoje, é preciso ter cuidado com links acessados, sempre conferindo a fonte do conteúdo.

Porém, há uma série de empresas sérias no mercado de ativos digitais, comprometidas em fomentar e fortalecer o ecossistema, de forma a popularizar as criptomoedas e ajudar novos investidores a navegarem por esse mercado. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais, aqui na Empiricus, não paramos de produzir conteúdo sobre criptomoedas: para que você possa ter a orientação correta.

A partir do momento em que não há uma mínima distinção, por parte das empresas de internet entre esquemas fraudulentos e empresas qualificadas, mata-se a inovação. Corta-se, na raiz, o fluxo de informações. Vira censura.

O movimento de Facebook, Google, Twitter e demais redes sociais é, pelo menos, mal organizado. Há algum interesse escuso em forçar o mercado de criptomoedas para baixo? É possível. Mas o que realmente interessa para o investidor é como ganhar dinheiro com isso.

Como ganhar dinheiro com o investimento censurado

Neste momento, não há dúvidas de que a proibição dos anúncios de criptomoedas afetou negativamente o mercado. Uma menor exposição do tema faz com que menos pessoas cheguem até as criptomoedas.

E, quando falamos sobre o processo de formação de preço desses ativos, estamos falando basicamente de redes de usuários, assim como as próprias redes sociais, que vêem seu valor aumentar conforme mais pessoas as utilizam. É o que chamamos de efeito de rede.

Sendo assim, com menos pessoas novas tendo exposição ao mercado através dos anúncios na internet, os preços dos ativos sofrem. Somado a isso, tivemos um processo forte de definições regulatórias ao redor do mundo, que também trouxe instabilidade no curto prazo.

Porém, isso abriu também uma janela de oportunidade, de pagar barato por ativos de qualidade nesse mercado. Além disso, o processo proibitivo levado à frente por Facebook e seus pares se parece muito com o avanço da regulação em países como China e Coreia do Sul: primeiro houve uma proibição total para, então, começar o abrandamento.

Desde o ano passado, os dois países asiáticos em questão tomaram duras medidas regulatórias, especialmente no que diz respeito aos ICOs (Initial Coin Offerings), as ofertas de novas moedas, e à operação de corretoras especializadas. Contudo, à medida que o tempo passou e os órgãos reguladores estudaram mais o mercado, começaram a criar medidas mais específicas e pró-mercado.

Podemos esperar o mesmo das gigantes da internet. Inicialmente proibiram a veiculação de anúncios de criptomoedas de forma geral e, no futuro próximo, deverão começar a reavaliar as regras, afastando esquemas fraudulentos, mas permitindo empresas verificadas.

Esse é um processo natural de se esperar por dois motivos:

  1. Hoje, as empresas de internet estão deixando uma fortuna na mesa ao não veicular tais anúncios. E lembre-se: elas vivem basicamente disso;
  2. O entendimento sobre o mercado no momento da proibição era muito pequeno e isso está começando a mudar. O próprio Facebook já criou uma divisão interna para estudo e aplicação do blockchain em seu negócio.

Aliás, sobre esse segundo ponto, há quem ainda acredite que o bitcoin (e qualquer outra criptomoeda) não vale nada, mas o blockchain (a tecnologia), sim. Trata-se de um erro fundamental. Não é possível dissociar a tecnologia do ativo. Um blockchain só é bom se seu ativo subjacente é forte. Sem esse ativo, o blockchain nada mais é que uma estrutura de registro sem valor.

Facebook, Google, Twitter e seus pares já entenderam que o blockchain é um dos principais desenvolvimentos tecnológicos dos últimos anos. Aos poucos, passarão também a perceber o real valor das criptomoedas.

E conforme as proibições de anúncios em suas plataformas começarem a ser revistas, naturalmente as criptomoedas ganharão mais exposição, alimentando o efeito de rede e refletindo no seu preço.

Para o que estamos olhando agora

Dado o que foi exposto até agora, temos os seguintes pontos:

  • As criptomoedas ficaram mais baratas após a censura das empresas de internet;
  • A volta da exposição desses ativos ao público geral abrirá oportunidades para que mais pessoas os conheçam;
  • Cada vez mais é consenso no mercado de que as criptomoedas vieram para ficar;
  • É crescente o interesse nessa classe de ativo, dada sua possibilidade de trazer retornos expressivos para quem investe nela;
  • A barreira de entrada para comprar bitcoin e outras moedas digitais é pequena. É possível fazer sua primeira compra com poucos reais.

A conclusão é simples e inevitável: estamos diante de um investimento barato e com alto potencial de retorno. E, no momento, os desdobramentos da proibição de anúncios nas redes sociais tem apenas efeitos positivos para trazer ao mercado (não há como “proibir mais”).

Por isso, nossa sugestão é que, se você ainda não possui criptomoedas, que destine pelo menos uma pequena fatia do seu patrimônio a essa classe de ativos. Você pode investir pouco e ganhar muito. Simples assim.

Nossas duas principais sugestões são: bitcoin (BTC) e ether (ETH). Trata-se dos dois maiores ativos do mercado, com projetos sólidos e enorme potencial de adoção em larga escala no mercado.

Ambos tendem a ser os principais beneficiados de uma retomada macro do mercado, além de terem ficado bastante baratos com a queda desde o início do ano, em grande parte provocada pelas proibições que discutimos aqui.

O bitcoin (BTC) é a porta de entrada para qualquer pessoa no mercado de criptoativos, além de estar no radar de investidores institucionais e grandes empresas que aguardam apenas uma melhor definição regulatória para poder aportar capital no mercado.

Já o ether (ETH) é o ativo base da rede do Ethereum, a plataforma que funciona como um supercomputador, capaz de rodar aplicações descentralizadas como os smart contracts (contratos inteligentes). O Ethereum possui um potencial elevado de adoção em massa, inclusive entre empresas.

Ao possuir esses dois ativos, você estará preparado para capturar os ganhos da retomada do mercado de criptomoedas.

E melhor: seu lucro não será censurado.

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