Maio de 2018
08/05/2018

Maconha? Só se for para ganhar dinheiro

Conheça a sugestão da Empiricus para lucrar — em dólares — com o setor mais promissor da atualidade

Caro leitor,

Aqui na Empiricus temos um propósito muito bem definido: o de pesquisar, analisar e publicar ideias úteis de construção de riqueza a nossos leitores.

É com essa nobre missão que nosso time de analistas atua garimpando os mais diversos mercados, até mesmo aqueles ainda desconhecidos, capazes de gerar lucros de grande magnitude.

Não importa quão controverso ele seja, se acharmos que o assunto merece uma investigação e pode torná-lo milionário, não mediremos esforços para compartilhar uma visão analítica detalhada sobre as possibilidades de investimentos atreladas a ele.

Ainda assim, o tema que vou tratar nas linhas abaixo talvez lhe tire um pouco da sua zona de conforto. Nem tanto pela necessidade de se investir no exterior, mas principalmente por ainda ser encarado como um tabu no Brasil — a despeito dos sucessivos avanços em alguns dos países mais desenvolvidos do planeta.

Falo da pujante indústria da maconha, um dos setores mais promissores da atualidade e que já vem entregando resultados bastante positivos a quem decidiu aplicar em algumas de suas ações.

Veja o gráfico abaixo:

Trata-se do North American Marijuana Index, índice criado em janeiro de 2015 para monitorar as principais ações de empresas que operam na indústria legal de cannabis nos Estados Unidos e no Canadá, dois dos países com legislações mais brandas em relação ao cultivo e consumo da erva.

Note como de meados de julho de 2016 até o fim de 2017 o índice quintuplicou sua pontuação. Isso significa que, na média, os papéis das companhias presentes no indicador valorizaram-se nada menos que 400% em apenas 18 meses.

E, se pegarmos alguns — ou vários — casos isolados, podemos ver variações muito superiores. Ao longo de 2016, por exemplo, houve 64 empresas do setor de maconha que se valorizaram acima de 1.000%. Possuir uma quantia aplicada em apenas uma delas já bastaria para mudar sua vida.

Não à toa, nos últimos meses o assunto tem marcado presença constante no noticiário, o que reforça minha crença de que estamos diante de um caminho previsível, daquelas oportunidades que aparecem uma ou duas vezes na vida.

Mas o que justifica tamanho otimismo com uma indústria que ainda padece de um intenso preconceito no Brasil?

A resposta está em uma palavra ainda distante por aqui: legalização.

Em alguns dos Estados mais importantes dos EUA, como Califórnia e Colorado, e em breve em todo o território canadense, muita gente já pode fazer na rua o que até pouco tempo vinha fazendo escondido: acender seus cigarros de maconha.

Antes de continuar, quero deixar bem claro que a Empiricus não está promovendo nenhuma apologia nem levantando bandeira a favor ou contra a liberação. 

Como especialista de mercado, me sinto apenas no dever de compartilhar minha visão analítica sobre esse investimento capaz de torná-lo milionário.

Tudo de maneira lícita, num mercado com potencial gigantesco e com o benefício adicional de se constituir uma reserva financeira no exterior.

Sim, o investimento em maconha lá fora atende a objetivos estritamente financeiros de lucro. Em dólares e dentro da lei.

Não é mais novidade para ninguém que a indústria da cannabis está “bombando”. Nos EUA, enquanto o uso recreativo avança, o uso medicinal – com mais ou menos liberdade – já é permitido em 43 dos 50 Estados.

O Canadá, por sua vez, está perto de tornar realidade uma das mais polêmicas promessas eleitorais do primeiro-ministro do país, Justin Trudeau: ser o primeiro país do G7 a legalizar o consumo recreativo da erva.

Somente nesses dois países, já são cerca de 300 empresas dedicadas à maconha, com ações negociadas em Bolsa ou no chamado mercado de balcão.

Os empreendedores desse mercado podem ter diferentes motivações, mas são unânimes em apontar o potencial de crescimento como a principal delas.

Segundo a empresa de research Statista, o mercado legal de cannabis nos EUA deve crescer nada menos que 300% em uma década, saindo de US$ 6,56 bilhões em 2016 para US$ 24,07 bilhões em 2025.

Se colocarmos na conta os demais países que estão legalizando o uso recreativo ou medicinal da maconha, como o próprio Canadá, a Austrália, a Alemanha, dentre vários outros, a cifra prevista ultrapassa os US$ 50 bilhões.

Para se ter uma ideia, é um montante superior ao movimentado pela indústria de refrigerantes nos EUA ou pela de cerveja no Canadá.

Ou seja, em alguns anos a maconha será um produto cotidiano e você terá perdido a grande chance de ganhar um bom dinheiro com ela se não fizer nada agora.

Lembrando que você não precisa ser o produtor nem o distribuidor. Mas pode mudar seu patamar financeiro por meio do investimento em ações de cannabis no exterior.

Para isso, é importante que não tenha receio de abrir sua conta para operar lá fora. Ao contrário do que a maioria pensa, não é caro nem complicado ter aplicações em outro país.

Eu me comprometo a ajudá-lo nisso, demonstrando o passo a passo.

De antemão, posso afirmar que abrir conta lá fora é parecido com o processo de transferência para uma corretora brasileira, ou seja, é tudo via computador ou aplicativo.

É preciso esclarecer que a Empiricus não aplica o dinheiro por você, portanto, não recebemos nenhum tipo de comissão, corretagem ou emolumento sobre valores investidos.

Acreditamos que você deva investir com independência porque somos também uma empresa independente de análises de investimento.

Ganhamos quando nossos clientes obtêm êxito com as recomendações que elaboramos e, por isso, pagam para ter acesso a elas.

Também é importante frisar que, embora existam inúmeras ações de maconha a preços ridículos, não sairemos comprando sem critério.

As recomendações serão feitas após um amplo trabalho de pesquisa, de forma a conciliar o menor risco com o maior retorno potencial.

É justamente o caso de nossa primeira sugestão, que não se trata de uma ação específica, mas sim de um ETF – sigla para Exchange Traded Fund –, que nada mais é do que um conjunto diversificado de ativos, como um fundo de investimento, negociado em Bolsa.

ETFs são um veículo eficiente de investimento para se apostar em um determinado setor, pois se destacam pela diversificação e baixo custo. É um tipo de investimento relativamente recente no Brasil, mas que atrai cada vez mais recursos por facilitar a diversificação do portfólio.

Sem mais delongas, nossa primeira aposta no segmento de maconha atende por Horizons Marijuana Life Sciences Index ETF, negociado sob o código HMMJ na Bolsa de Toronto, no Canadá.

O HMMJ visa replicar, na medida do possível, o desempenho do North American Marijuana Index, detalhado no início do texto.

A atual composição do ETF conta com 35 empresas listadas, com atividades comerciais significativas na indústria da maconha, sendo 70% delas com sede no Canadá e a maioria com finalidade medicinal.

Criado em abril do ano passado, passou um tempo de lado até que desse início a uma vertiginosa escalada de mais de 100% até o topo histórico em meados de janeiro. De lá para cá, sofreu uma correção natural, que tornou o investimento ainda mais atraente para os que ainda não entraram.

Vale salientar que o caráter de diversificação de HMMJ é extremamente valioso em um mercado ainda incipiente, com a grande maioria das empresas ainda em fases iniciais dos respectivos planos de negócios. Não só pela dificuldade em se estabelecer métricas de valuation, mas principalmente pelo fato de muitas das ações de maconha serem extremamente voláteis, sujeitas a solavancos despertados por batalhas jurídicas e notícias sobre regulação.

Desta forma, ao comprar o ETF, estamos apostando na evolução do setor como um todo, minimizando os riscos de se expor a uma única empresa que, por qualquer motivo que seja, não acompanhe esse desenvolvimento.

Se você está convencido de que os recentes avanços em diversos países fatalmente culminarão na legalização da maconha em esfera global, HMMJ é o papel ideal, no momento ideal, para você se iniciar em um dos setores mais promissores da atualidade. Com o agravante de estar fazendo isso em moeda forte.

Um abraço,

Gabriel Casonato

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