Maio de 2018
05/2018

Bolsa a 200 mil pontos

Veja como aproveitar o maior bull market da história brasileira

 

Caro leitor,

Você já deve ter visto as dezenas de manchetes nos principais jornais do país sobre os recordes consecutivos da Bolsa.

Desde o ano passado, essa é uma notícia recorrente nos cadernos de economia.

Começamos rompendo a barreira dos 75 mil pontos, em outubro de 2017, e agora, em 2018, já nos encontramos nos patamares dos 87 mil pontos.

Fonte: Veja.com, 10/10/2017

Fonte: G1, 22/01/2018

Fonte: UOL, 26/01/2018

Fonte: Gazeta Online, 28/02/2018

Os mercados estão eufóricos. Mas você deve se perguntar:

– O que está por trás dessa alta?

– É sustentável ou é uma bolha?

E o mais importante: COMO GANHAR DINHEIRO COM ISSO?

Nesta publicação especial, vamos mostrar exatamente o que está por traz dos recordes da Bolsa brasileira e o que você pode fazer para aproveitar um dos maiores bull markets da história.

Tendência de alta global

O bom momento vivido pela B3 (Bolsa de Valores brasileira) não é uma exclusividade nacional.

Nas Bolsas estrangeiras também há tendência de alta.

O mundo vive condições sem precedentes de crescimento rápido e sincronizado, baixa inflação, muita liquidez e juro baixo.

Para ter retornos maiores, os investidores que movimentam o mercado precisam buscar alternativas na renda variável, o que acaba refletindo também no Brasil.

Segue crescente a entrada de capital de fora no país. Em dezembro de 2017, os estrangeiros injetaram R$ 3,65 bilhões na Bolsa. Em janeiro deste ano, o número já ultrapassa os R$ 4 bilhões.

O cenário externo favorável catapultou os mercados emergentes nos últimos anos. O Brasil se beneficiou disso, claramente. Mas esteve entre as menores apreciações.

Fonte: Bloomberg. O Ibovespa é a linha branca.

A Bolsa está barata

O fluxo de capital estrangeiro tende a continuar empurrando o índice para cima. Isso porque, apesar dos recordes do Ibovespa, a Bolsa brasileira ainda está barata.

Explico.

Os investidores estrangeiros levam em conta o valor do dólar para tomar suas decisões.

Assim, em comparação ao último ciclo de alta (2002-2007), o volume negociado está abaixo.

Descontando a inflação e o câmbio, o índice estaria próximo aos 25 mil pontos, sendo que o recorde em dólar é de cerca de 45 mil pontos.

Há outros fatores que tornam o país atrativo para o investidor estrangeiro:

A inflação foi domada; não há risco no balanço de pagamentos; temos uma equipe econômica muito competente; o crédito dá os primeiros sinais de que está voltando (e que deve acelerar um pouco); a economia volta a crescer; as empresas fizeram seu dever de casa (reduziram custos, despesas e alavancagem); as famílias também enquadraram seus balanços; há muita capacidade ociosa; e o mercado de trabalho apontou melhoras.

Por esses motivos também que não podemos considerar o momento atual uma bolha na Bolsa brasileira. Esse fenômeno acontece quando não há fundamentos que justifiquem o crescimento. O que não é o nosso caso.

Mais um recorde do Ibovespa

Até onde o Ibovespa pode chegar? Há poucos meses, falar em 90 mil pontos seria considerado loucura no mercado. Mas estamos a apenas 5 mil pontos desse marco.

Observe o gráfico abaixo. No último bull market (2002-2007), subimos 38 mil pontos em dólar.

Fonte: Enfoque

De 2015 para cá, quando começamos a identificar as características do bull market novamente, subimos apenas 10 mil pontos em dólar. Ainda faltam 28 mil pontos.

Isso mostra que, apesar da alta nos últimos anos, estivemos um pouco alijados da euforia global.

O enorme risco fiscal com a explosão da dívida pública impedia que o Brasil se beneficiasse de forma mais intensa e liderasse o movimento entre os mercados emergentes. Mas isso acabou na quarta-feira, 24 de janeiro, com o julgamento – e condenação – do ex-presidente Lula.

Com um projeto de reforma fiscal bem estruturado e todos os demais fundamentos ajustados, teremos condições ainda mais favoráveis para extrapolar os recordes do Ibovespa.

Se subirmos mais 28 mil pontos em dólar, a partir do estágio no qual estamos, chegaremos a 173 mil pontos.

Podem até chamar de loucura, mas não seria nem um pouco insano acreditar que, neste novo ciclo de alta, o Ibovespa atingisse 200 ou 300 mil pontos.

Como aproveitar a alta da Bolsa

Se os cenários expostos se confirmarem, elegermos um candidato reformista e montarmos um plano crível para a trajetória da dívida pública, estará consolidada a perspectiva de sete anos de bull market (tendo como início 2015), com chances de estendermos por mais quatro anos no caso de reeleição.

Lá entre os anos de 2021 e 2023, haverá muito investidor com os bolsos cheios e 100% convencidos de sua genialidade. Afinal, é muito fácil constatar a obviedade depois que ela acontece.

Se você deseja estar entre esses futuros bon-vivants, o momento de agir é agora.

Mas prepare-se para fortes emoções ao longo do caminho. Vai haver volatilidade, medo, queda e sobressaltos.

O senso comum que já começa a pautar as matérias dos principais jornais do país sugere “selecionar ações de empresas boas, líderes de mercado, pouco endividadas, com alto retorno sobre o capital, margens elevadas, alta barreira à entrada, previsibilidade de resultados, bons dividendos, etc. e tal” para compor a carteira de ações.

Você pode até ter uma exposição nas chamadas blue chips. Mas não serão elas que tendem a ter as maiores valorizações da Bolsa.

De acordo com Felipe Miranda, estrategista-chefe e sócio-fundador da Empiricus, são as empresas com menos brilho na Bolsa que devem trazer os melhores retornos.

“Passada a primeira pernada em que os gringos estão comprando tudo o que enxergam pela frente, o que obriga uma concentração nos nomes mais líquidos, a valorização esperada para as small caps e empresas com problemas é, na média, muito maior, sob a hipótese de que estamos mesmo num bull market secular (e eu acho que estamos)”, acredita.

Felipe Miranda afirmou também em sua newsletter diária Day One: “Pode até parecer contraintuitivo, mas, no bull market, as maiores multiplicações vêm justamente das companhias que estão fora dos holofotes.”

Nem só de alta vive a Bolsa. Como já mencionamos, haverá oscilações durante o percurso.

Se você quiser dormir tranquilo, reserve parte do capital para montar posições de proteção, os chamados seguros.

Elas irão proteger seu capital nos períodos de maior instabilidade e em casos acontecimentos inesperados, também conhecidos no mercado financeiro por cisnes negros.

A estratégia de seguros consiste em aplicar uma parcela muito pequena do seu patrimônio (1% ou 2%) em estruturas ou ativos que possam se apreciar em caso de depreciação do restante da carteira. Como, por exemplo, a compra de puts de uma ação que você já tenha na carteira.

Para saber o que fazer para ganhar dinheiro na Bolsa, é preciso estudo e dedicação.

Encontrar um bom ativo, com condições adequadas de compra, saber a hora de entrar ou sair de uma operação e resistir a volatilidades momentâneas dá muito trabalho.

Nem todo mundo tem tempo para se dedicar a essa tarefa.

Por isso, na Empiricus, nós desenvolvemos um modelo de negócio para ajudar o pequeno investidor a aproveitar as melhores oportunidades do mercado.

Temos uma equipe de mais de 30 profissionais dedicados a destrinchar o mercado financeiro na busca de chances reais de multiplicação do capital.

Acreditamos que qualquer pessoa possa ganhar dinheiro como um investidor profissional, basta estar munida de conteúdo de qualidade.

Se você está interessado em fazer bons investimentos e capturar a alta do bull market que estamos vivendo, conheça uma de nossas publicações.

A mais famosa delas: Palavra do Estrategista, de Felipe Miranda.

Esta é a publicação com maior índice de acerto em antecipar fatos importantes da economia:

  • Destruição da Petrobras
  • Disparada do dólar
  • Inflação a 10%
  • Recessão
  • Desemprego
  • Rali do impeachment
  • Recuperação atual do mercado

Em cada conteúdo, Felipe Miranda compartilha ideias diferentes de investimento, que fogem do lugar-comum e trazem chances reais de multiplicação do capital.

Algo que você não verá estampando as capas dos jornais.

Muitos assinantes já estão colhendo os frutos de suas ideias.

“Estava comentando com um amigo meu como você e sua empresa mudaram o paradigma do pequeno investidor no Brasil. Meus sinceros parabéns, Felipe! Você tem o dom de Midas, onde toca vira ouro.” Gustavo R. 

“Tenho ações há exatos 40 anos e só ganhei alguma coisa depois de conhecer a Empiricus.”Roberto M.

“Suas dicas e publicações fizeram meu patrimônio multiplicar exponencialmente e eu sou somente uma pessoa física com muito pouco ou quase nenhum conhecimento em investimentos… A história mudou quando descobri a Empiricus.” Edson B.

“Palavra do Estrategista é uma das melhores publicações da Empiricus… Foi assim que conheci e viciei, fazendo dessa publicação minha porta de entrada para assinar muitas outras que se pagaram rapidamente com as recomendações.” – Guilherme P. 

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Por apenas 12 parcelas de R$ 14,90, você terá acesso ao mais completo conteúdo de finanças e economia do país.

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E mais, você tem 20 dias para conhecer e baixar todo o conteúdo. Se dentro desse período, achar que as informações não fazem sentido para seu momento de vida, pode pedir o cancelamento que o valor pago pela assinatura será 100% reembolsado.

Esse é um compromisso da Empiricus com você.

Aproveite a oportunidade de mudar de vida investindo diferente.

Quero conhecer o Palavra do Estrategista

Um abraço,

Equipe Empiricus

 

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