Setembro de 2018
09/2018

Tesouro (in)Direto

Onde investir com a Selic a 6,50% ao ano?

Caro leitor,

Nós, investidores brasileiros, somos mal-acostumados.

Apesar de vivermos em um país com uma série de problemas econômicos e sociais, usufruímos de uma das taxas de juros mais altas do planeta.

Pelo menos era assim até pouco atrás.

A queda da taxa Selic para 6,5% ao ano deixou muito investidor preocupado.

O que fazer agora? A renda fixa já era? O Tesouro Direto não vale mais nada?

MAS NÃO HÁ MOTIVO PARA DESESPERO.

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A queda da Selic significa o fim dos investimentos em renda fixa?

Vamos dar uma rápida volta ao mundo.

A taxa de juros na Europa é zero. Nos Estados Unidos, é de 1,25%. Na Austrália, de 1,5%. Na China, de 4,35%. No Japão, pasme, de -0,10% ao ano. Por fim, na Rússia e na África do Sul, os juros são de 8,25% e 6,75% respectivamente.

Logo, os juros brasileiros a 6,5% ao ano não são nenhuma catástrofe.

Obviamente, não podemos negar que a renda fixa terá menor rentabilidade daqui para a frente, longe dos 12%, 15%, 16% aos quais estávamos acostumados.

O investidor que quiser manter a rentabilidade elevada terá que diversificar a carteira e correr um pouco mais de risco.

Neste guia, vamos enumerar algumas alternativas que podem ser inseridas na sua estratégia de investimento.

Onde investir com a Selic a 6,5% ao ano?

Renda fixa

Apesar de os juros estarem mais baixos, é recomendável que uma parcela de seus investimentos permaneça na renda fixa.

Esse montante deve ser destinado à sua reserva de emergência, aquele dinheiro que você pode precisar a qualquer momento e que, por isso, deve estar sempre à mão.

Para evitar que esse capital perca rendimento, o ideal é aplicá-lo em títulos pós-fixados de baixo risco, como por exemplo o Tesouro Selic ou bons fundos do tipo DI, com taxa de administração de até 0,2% ao ano.

Diversificação na renda fixa

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Na renda fixa é possível diversificar a carteira com ativos de maior e menor riscos.

Também é possível diversificar os investimentos na renda fixa. Há uma infinidade de aplicações que podem aumentar a rentabilidade da carteira.

O investidor que desejar se manter na renda fixa, mas quiser aumentar a rentabilidade do portfólio, precisará dar preferência para os produtos de crédito.

São eles: LCI, LCA, CDB, CRI, debêntures... Não faltam opções.

Todavia, o investidor precisa tomar cuidado ao escolher um desses títulos.

Em geral, os títulos privados oferecem maior retorno, pois o risco do investimento também é maior. É muito mais factível que um banco ou uma empresa emissora de um título quebre do que o governo. Por isso, não se deixe levar somente pelas taxas. É preciso fazer uma análise mais profunda na hora de escolher um título privado.

Verifique a saúde financeira do emissor: ele tem fluxo de caixa positivo? Está muito alavancado? Tem pagado suas dívidas? Em que prazo? O setor em que está inserido está crescendo? Há riscos regulatórios?

Essas são apenas algumas das questões que devem ser respondidas no momento da compra de um título privado.

Ações

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Oportunidades para investir em ações.

O mercado acionário não pode ser ignorado pelo investidor que quer potencializar seus rendimentos.

Em 2017, vimos a Bolsa…

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