Novembro de 2018
11/2018

A criptomoeda que pode render mais que o bitcoin em 2018

Esqueça o bitcoin. A moeda digital que pode se apreciar extraordinariamente está fora do seu radar.

Caro leitor,

Não há como negar, 2017 foi o ano das moedas digitais. O bitcoin, a criptomoeda mais popular do mundo, teve uma apreciação superior a 1.300%.

Isso foi o suficiente para que o assunto virasse febre, ganhasse as manchetes dos noticiários e se tornasse tema de discussão em rodas de amigos e familiares.

Não à toa, no Brasil, há mais investidores em bitcoins do que na Bolsa de Valores.

Fonte: Folha de S. Paulo – 18/12/2017.

O que pouca gente sabe é que outras moedas digitais tiveram rendimento ainda maior.

A que vamos apresentar a você neste documento chegou a render 5.000% em 2017, e acreditamos que seu potencial de crescimento continua alto.

Fonte: WorldCoinIndex

Se você tivesse aplicado R$ 1 mil nessa criptomoeda, teria embolsado R$ 51 mil no fim do ano. Seria um Natal e tanto, não é mesmo?

Com R$ 5 mil investidos, esse valor teria se multiplicado 51 vezes, chegando à quantia de R$ 255 mil.

Já pensou no que daria para fazer com esse dinheiro?

Comprar um carro novo.

Pagar uma viagem com a família toda.

Dar entrada em um apartamento.

Se você acreditava que só o bitcoin poderia trazer bons retornos, agora já sabe que há reais chances de ficar rico com outras criptomoedas.

Portanto, leia com atenção as próximas linhas deste documento.

Identificamos 5 CRIPTOMOEDAS com alto potencial de valorização em 2018.

A primeira delas você vai conhecer aqui.

Entenda o que são criptomoedas

Existem mais de mil criptomoedas, das quais diversas valem apenas alguns poucos dólares – e qualquer uma delas pode rapidamente dar um salto.

Uma nova criptomoeda pode surgir de duas formas: por meio de um hard fork ou de um ICO (lançamento de uma nova moeda digital).

A criptomoeda mais famosa é o bitcoin. Depois dela, surgiram as altcoins (moedas alternativas).

Cada moeda digital representa um avanço tecnológico específico e tem objetivos diferentes, muitas vezes, de complementar alguma deficiência do bitcoin.

O que é um fork?

As criptomoedas nada mais são do que um código digital, um software. Um fork é basicamente uma atualização desse código.

No universo das criptomoedas, como o controle é descentralizado (elas não são controladas por um órgão central, como um banco), as decisões sobre os rumos desses softwares são dadas pelo consenso das respectivas comunidades.

Caso não haja consenso, ocorre uma bifurcação e uma nova moeda é criada a partir da criptomoeda original.

Foi exatamente assim que nasceu o bitcoin cash, moeda derivada do bitcoin.

Em agosto de 2017, a comunidade do bitcoin começou a discutir a necessidade de fazer mudanças na moeda para que o número de transações por segundo fosse maior.

Como não houve consenso entre os integrantes da comunidade, um fork aconteceu, dando origem ao bitcoin cash.

O que são ICOs?

ICO (Initial Coin Offering) é um procedimento que dá origem a novas moedas virtuais. Pode ser considerado uma forma de financiamento coletivo (crowdfunding), em que o empreendedor divulga sua ideia, cria uma criptomoeda e a vende para conseguir o dinheiro que tornará o negócio realidade.

O conceito de um ICO é parecido com o de um IPO (sigla em inglês para “Oferta Pública Inicial”), processo em que uma empresa vende suas ações pela primeira vez no mercado público.

Em ambos, o objetivo é angariar capital. A grande diferença é que, em um ICO, em vez de ações o investidor recebe criptomoedas ou tokens em troca do seu investimento. No futuro, com o projeto finalizado, o investidor pode trocar os tokens por dinheiro real.

Porém, antes de investir é preciso entender exatamente o que você está comprando, uma vez que existe uma grande variedade de moedas e tokens.

Há, por exemplo, tokens de aplicativo (para sites, jogos ou empresas), pseudo-ações ou tokens DAO (que dá participação nos resultados de um projeto ou negócio), além dos tokens de plataforma ou moedas (novas criptomoedas).

Assim que o projeto ligado ao ICO é concluído e lançado, a criptomoeda é listada em uma exchange (casa de câmbio em que os usuários compram e vendem moedas digitais) e você pode vender, trocar ou simplesmente guardar suas moedas em uma carteira.

A partir desse momento, a moeda digital será negociada livremente entre as pessoas, logo, estará sujeita às variações de preço resultantes da lei da oferta e da demanda.

A moeda digital que pode te deixar rico

Como falamos no início, entendemos que a maior chance de valorização está com as criptomoedas que vamos listar.

Os investidores que estão posicionados em bitcoin já ganharam muito dinheiro.

Dificilmente o ciclo de valorização observado no ano passado vai se repetir em 2018.

Entretanto, há 5 CRIPTOMOEDAS que podem se valorizar extraordinariamente. A primeira delas você vai conhecer agora.

Ethereum (ETH)

É o segundo ativo virtual mais negociado no mundo, perdendo apenas para o bitcoin.

A moeda foi criada em 2013, por Vitalik Buterin, a partir de suas experiências com o bitcoin.

A criptomoeda, propriamente chamada de “ether”, se tornou realidade graças a um projeto de financiamento coletivo que arrecadou US$ 18 milhões e foi lançada em agosto de 2014.

Mas o Ethereum não é apenas a base de uma criptomoeda. Ele é também uma plataforma de computação compartilhada e de código aberto. E este é um dos motivos pelos quais acreditamos tanto em sua valorização em 2018.

Ele foi concebido para programar acordos vinculativos dentro do próprio blockchain. Este se tornou um recurso popular de contrato inteligente, o smart contract, que permite executar contratos de trocas sem um intermediário que autentique o processo.

O exemplo mais comum de smart contract são os ICOs.

Diferente do bitcoin, que tem uma limitação universal, o ether tem um limite anual de produção de 18 milhões de ETH.

A principal vantagem do ethereum em relação ao bitcoin é o fato de ele não funcionar somente como método de pagamento, mas dispor de uma rede que possibilita a programação de qualquer tipo de tarefa imaginável.

A plataforma Ethereum permite, por exemplo, assegurar, comercializar, codificar e descentralizar contratos e acordos de qualquer tipo, nomes de domínio, casas de câmbio, financiamentos públicos, títulos de propriedade (inclusive intelectual), entre outros.

Melhorias no sistema

Até agora, a validação das transações na rede é feita de forma similar à do bitcoin, por meio do mecanismo de Proof-of-Work (PoW), no qual o minerador é remunerado de acordo com o poder de processamento.

Mas isso deve mudar. O protocolo está passando por melhorias que vão beneficiar o ecossistema e também as transações da rede.

A nova versão do Ethereum está no terceiro estágio de desenvolvimento, com a implementação de um fork chamado Byzantium, que inclui benfeitorias significativas na capacidade de escala, privacidade e segurança da rede, em que o sistema de mineração é virtual.

Essa etapa deve ser concluída em 2018, com a ativação do fork Constantinople, uma atualização ainda mais completa das funcionalidades, que fará a substituição gradual do PoW por um novo mecanismo de validação baseado em Proof-of-Stake (PoS).

Esse é mais um motivo pelo qual acreditamos que a criptomoeda pode se valorizar fortemente em 2018.

Riscos

Algumas pessoas podem se deixar levar pelas boas notícias envolvendo a valorização das criptomoedas e ignorar os riscos. É preciso entender que não existe mágica no mercado financeiro. Ainda não foi inventado um investimento seguro, sem volatilidade e com alto retorno.

No caso do ether, há incertezas quanto ao modo como a rede vai se comportar após a mudança de protocolo.

Esse tipo de implementação, além de ambiciosa, pode não funcionar ou apresentar falhas e instabilidade no processo.

Por isso, o aconselhável é que o valor investido em moedas digitais seja equivalente a no máximo 1% ou 2% do seu patrimônio total.

Desse modo, se você tem R$ 100 mil investidos, utilize até R$ 2 mil para montar sua posição em moedas digitais. Se seu patrimônio aplicado for de R$ 50 mil, use R$ 1 mil para comprar frações de criptomoedas.

Como comprar ether?

Em primeiro lugar, você precisa comprar bitcoins. Depois, criar uma conta em uma exchange estrangeira, como a Bittrex, pois no Brasil o mercado de ether é muito restrito – o volume é baixo e o preço é maior do que no exterior.

Após abrir a conta, será preciso transferir os bitcoins da exchange brasileira para a estrangeira e dar a ordem de compra para a quantia deseja de ether. Em algumas corretoras é possível comprar em dólar, mas a maioria exige pagamento em bitcoin.

Criar uma conta em exchange estrangeira é mais simples do que abrir no Brasil, pois a maioria delas não exige o envio de documentos ou selfies para começar a investir. Basta criar a conta e completar o cadastro seguindo as instruções da corretora.

Apesar dos preços altos e da pouca quantidade, se você quiser, também pode trocar reais por ethers no Brasil. Basta abrir conta em uma exchange brasileira que trabalhe com a moeda.

Todo o processo de abertura de conta é online, mas, além de realizar um cadastro, é preciso encaminhar um documento com foto e uma selfie para liberar o acesso de compra e venda de criptomoedas.

Após a liberação, basta transferir reais para a conta da corretora e trocar por ethers.

Como abrir uma conta?

A primeira coisa a fazer é escolher em qual exchange operar. No Brasil, as duas maiores são Mercado Bitcoin e Foxbit. A abertura de conta nas duas é bem parecida. Você precisará informar o número do CPF, endereço de e-mail válido e data de nascimento, e concordar com os termos de uso. Em seguida, terá que escolher uma senha de acesso ao sistema. Todo o processo de criação de conta é gratuito.

Para comprar sua primeira criptomoeda, você terá que fazer a transferência do valor a ser investido da sua conta no banco para sua conta na exchange. Isso pode ser feito via TED ou depósito bancário.

Para aumentar a segurança das transações dentro da plataforma, a corretora pode pedir informações extras, tais como:

• Documento com foto;
Selfie verificada;
• Autenticação em dois passos;
• Palavra segura;
• PIN de segurança.

Feita a transferência do dinheiro e atendidos os requisitos acima, basta dar a ordem de compra. O próximo passo será transferir as moedas digitais para uma carteira virtual.

MUITO IMPORTANTE: não deixe suas criptomoedas ou seus reais parados na exchange.

Em 2013, a exchange MtGox afirmou ter sido hackeada e fechou as portas, desaparecendo com milhares de dólares de seus clientes.

Quais são os custos?

A abertura e a manutenção de uma conta nas exchanges não implicam custo algum. No entanto, são cobradas taxas de depósito e saques em dólares ou reais, de compra e venda de criptomoedas e de depósito e retirada em moedas digitais para enviá-las da carteira à corretora ou da corretora à carteira, por exemplo.

Os valores das taxas variam de acordo com a exchange. Também é preciso ficar atento ao spread – diferença entre o preço de compra (procura) e venda (oferta) – das criptomoedas.
O Brasil é um dos países com o custo mais alto para investir em criptomoedas.

No Mercado Bitcoin, há cobrança de 0,3% para ordem executada e 0,7% para executora, além de R$ 2,90 + 1,99% para depósito e saque em reais.

Já a Foxbit cobra 0,25% e 0,5%, para ordem executada e executora, respectivamente, mais R$ 9,50 + 1,39% para saque (o usuário fica isento da taxa fixa se usar um dos bancos conveniados). Não há taxa para depósitos em reais.

Como armazenar criptomoeda?

Assim como os bitcoins, as demais criptomoedas devem ser mantidas em uma wallet, online ou física. Uma wallet funciona como uma conta corrente pessoal, à qual apenas você, o titular, tem acesso. Cada carteira tem uma chave pública e uma chave privada.

A chave pública é o código que você vai usar para transferir as criptomoedas da exchange para a carteira virtual. Não há nenhum problema em divulgar essa chave.

Já a chave privada é o código usado para transferir as moedas da carteira digital para a exchange. Essa chave você não pode perder de jeito nenhum. Ela é como sua senha do banco: não pode ser compartilhada com ninguém, ou você corre o risco de ser roubado.

É preciso ter muita atenção em relação às senhas, chaves e autenticações das carteiras virtuais. Aqui, a responsabilidade é toda do usuário. Se você perder a chave privada, não há como recuperá-la, nem para quem reclamar. Ela é realmente individual, intransferível e insubstituível.

Existem diversas opções de wallet, com seus respectivos aplicativos para celular. Há também a versão em hardware, dispositivo físico para proteger as chaves privadas.

Cada carteira tem capacidade para armazenar um ou mais tipos de moedas digitais. Uma das mais populares é a Blockchain.info, que leva o mesmo nome da tecnologia base do bitcoin. Essa wallet é configurada para bitcoin e ethereum.

Há ainda a Mycelium, uma boa opção para iniciantes, disponível tanto para iOS quanto para Android, a AirBitz, com dupla autenticação, PIN de segurança e 2FA (informação adicional para ter acesso à carteira), a Bitcoin Wallet, primeira carteira móvel criada e até hoje considerada a mais segura, entre outras.

O que está por vir…

O mercado de moedas digitais movimenta bilhões de dólares todos os dias.

Atualmente, além do bitcoin, existem mais de 40 moedas digitais com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão, os chamados “unicórnios”.

Aqui você terá pelo menos cinco chances de multiplicar o seu capital.

A primeira das 5 criptomoedas que devem despontar em 2018 você acabou de conhecer.

Daqui para a frente, resta a você avaliar se ela faz sentido dentro da sua estratégia de investimentos e tomar a decisão de inseri-la ou não no seu portfólio.

As outras quatro moedas digitais com alto potencial de retorno em 2018 são acompanhadas e analisadas a fundo pelos especialistas André Franco e Vinícius Bazan, na série Empiricus Crypto Alert.

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