Agosto de 2017

A Seleção Empiricus para ganhar, agora que não vem o Hexa em 2014

Bigodão não está mais lá, mas convocamos os nossos para o futuro

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Foi linda a final das Confederações, três a zero na Espanha em pleno Maracanã.

Foi linda (para os alemães) a Copa do Mundo. Feia para o Brasil, após o 7×1.

Mas isso tem que ficar para trás.

Se não nos planejarmos para o futuro, sempre estará fresca na memória a humilhação que sofremos nos dois últimos jogos da Copa.

A disputa continua sendo bem difícil, com BC americano retirando os estímulos monetários que animavam a torcida.

Pra piorar, Governo brasileiro invadiu o vestiário no intervalo, ameaçando os craques canarinhos. Ou você investe em formação bruta de capital fixo, ou te colocamos no banco de reserva.

Agora o pessoal está meio reticente de entrar em campo…

E você, como vai fazer quando o árbitro apitar o início da próxima partida?

Vai lançar bola pra frente, porque o jogo é de campeonato? Sair de lado, recuando logo pro zagueiro? Ou arriscar um chutão pra cima, no pé de onde deus quiser?

São questões mais e mais frequentes conforme nos aproximamos do certame financeiro no ano que vem.

Divididas que todo investidor terá de encarar se quiser fechar a zaga e aproveitar as chances de contra-ataque.

Felizmente, também temos um bigode pra nos ajudar.

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Esse é o Bigodeira, manobrista aqui do prédio, com larga experiência na condução de veículos pesados.

Quase toda sexta-feira (depois do expediente!), descemos na garagem pra tomar uma cerveja com o Bigodeira.

Nesses momentos de grande descontração, conversamos sobre futebol… e ações!

Sim, o Bigodeira sempre tem alguma pergunta sobre mercado financeiro escondida embaixo das suas madeixas.

Na sexta passada, ele lançou o desafio:

“Como seria a seleção de ações após o fiasco (do Brasil) na Copa de 2014?”

Onze analistas perfilados em campo, tivemos que encarar.

Ação defensiva é zagueiro sem bola perdida. Tem a que joga na lateral mas não sabe cruzar. E somos fãs de uma gordinha no ataque desde que coloque pra dentro (Walter é seleção, sim senhor).

Então está aí, pra bigode nenhum botar defeito, nosso melhor plantel verde-amarelo em busca da recuperação do respeito em campo.

Não só joga bonito. Tem que vencer – e render dinheiro bom.

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Coletiva de imprensa

CGAS5 – Voltando a fazer capex pra captar as margens atrativas dos nichos residencial e comercial. Cresce em momentos difíceis.

VLID3 – Fecha o corredor direito identificando biometricamente o avanço do atacante adversário. Está num mau momento de meios de pagamento, mas nosso volante pode cobrir essa deficiência numa boa.

WEGE3 – Com metade da carreira jogada em times do exterior, esse beque catarinense tem um raro peg em indústria, ganha em dólar e promete jogar em altíssimo nível pelo menos até 2020.

ABEV3 – Voltou a ficar barata depois da queda nas semi. Mas é um exemplo histórico de solidez de balanço na zaga, forte geração de caixa e altas barreiras à entrada. Management competente é garantia de geração de valor ao torcedor acionista. Caso clássico de crescimento dos lucros por ação em longo prazo.

UGPA3 – Ao contrário do Robben que só corta para um lado, esse lateral tem vários dribles diferentes na cartola. No ano passado, ganhou um fôlego extra e passou a distribuir ainda melhor o jogo pela esquerda, indicando ebitda adicional de R$ 300 milhões.

CIEL3 – Passou a ser o único volante do time depois que o Ralf fechou o capital. Sempre sinaliza condições de jogo mais difíceis e entrega lucros acima do esperado. Tem passe qualificado para ligar a bola da defesa com o ataque.

ITUB4 – Começou a jogar na série A e o sucesso subiu à cabeça, gastando muito dinheiro com carro. Graças ao pai que administra a carreira, sofreu um choque de realidade e retomou o rumo. Despesas com PDD caindo e eficiência melhorando.

GGBR4 – Já negociou um contrato milionário para jogar na Major League Soccer. Enquanto não chega a hora, vai administrando o meio-campo no Brasil mesmo, especialmente com passes longos. Merecia ganhar royalties pela marca de craque.

LINX3 – Revelação do ano, apresentou um futebol de primeiro nível nas Eliminatórias de 2013 e garantiu a vaga no time titular. Parece negociar com múltiplos tortos, mas ainda tem muito growth pra entregar. Nossa estrela solitária.

FIBR3 – Um dos raros talentos da ponta-esquerda que está conseguindo cumprir as promessas de desalavancagem. Beneficia-se também do dólar e de aumentos do preços da celulose no mercado externo. Também pode ser improvisado na lateral.

VALE5 – Perdeu diversos quilinhos nos últimos anos, vendendo projetos pouco rentáveis e ficando enxuta na base de custos, o que minimiza o impacto das incertezas chinesas sobre seus resultados. Domina no peito até pelota de ferro e paga dividendo em dólar. Uma pechincha para o ataque.

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