Dezembro de 2017

Invista na mesma Previdência Privada dos ricos

Você pode sim ter acesso aos mesmos fundos de previdência que os multimilionários investem e por menos que você imagina

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Caro leitor,

O sonho da aposentadoria tranquila pode se transformar em um terrível pesadelo se você não fizer as escolhas certas no presente.

Com o INSS, você sabe que não poderá mais contar. A Reforma da Previdência fará você trabalhar “para sempre” (49 anos de contribuição é muito tempo) se quiser tentar manter o padrão de vida atual. E, muito provavelmente, quando se aposentar irá receber um valor mensal menor do que o salário que tem hoje.

Para tentar evitar esse futuro não muito promissor, nada melhor que escolher um bom Plano de Previdência Privada, também chamado de Previdência Complementar.


Fonte: Folha de S.Paulo, 05/01/2017.

A grande questão é que os fundos de previdência oferecidos pelo gerente do seu banco não são a melhor alternativa de investimento. Na verdade, eles podem corroer seu futuro com as elevadas taxas de administração e rentabilidade baixa.

Metade dos fundos de previdência rendeu menos de 70% do CDI nos últimos cinco anos, um desempenho pífio. Para piorar, 11%  deles não renderam nem a metade do CDI.

Como saber se o seu Fundo de Previdência Complementar está perdendo dinheiro ao invés de ganhar? Como mudar para um plano que seja realmente bom, aqueles em que os grandes investidores aplicam? É preciso muito dinheiro para investir neles?

A seguir, você terá a resposta para essas perguntas e verá que investir nos mesmos Fundos de Previdência Privada dos ricos é possível – embora seu gerente do banco não ajude.

Descubra se seu plano de previdência é ruim

A primeira coisa a ser avaliada em um Fundo de Previdência são as taxas. É preciso ter atenção a duas: Taxa de Carregamento e Taxa de Administração.

A Taxa de Carregamento é utilizada para cobrir os custos operacionais do plano. Pode ser cobrada na entrada (a cada aporte), na saída (resgate) ou em ambos os casos. O ideal é que você encontre um plano que não cobre taxa de carregamento (sim, existe!) ou em que ela incida somente na saída e zere com o tempo (cinco anos após o aporte, por exemplo).

A Taxa de Administração é o que o banco ou a gestora cobra pelas atividades do fundo. Ela incide anualmente sobre o patrimônio, ou seja, o valor total aplicado. Taxas de administração acima de 1% ao ano para fundos que investem somente em renda fixa são consideradas elevadas. Mais de 2% ao ano faz sentido somente para multimercados ou fundos de ações, que exigem mais trabalho do gestor.

Outro fator importante é conhecer a Carteira de Investimentos do Fundo e observar sua composição. É aconselhável que o fundo tenha uma carteira diversificada, para mitigar os riscos e potencializar os ganhos.

Por ser um investimento de longo prazo, também não faz sentido que todos os ativos estejam em renda fixa. Nesse caso, mesclar estratégias com juros, moedas e ações tende a aumentar o ganho e reduzir o risco. Porém, 97% do patrimônio investido em previdência no Brasil está em fundos de renda fixa.

Você pode descobrir a composição da carteira perguntando ao seu gerente (dificilmente ele vai saber), no regulamento do fundo e também na CVM, que obriga todos os gestores brasileiros a divulgarem seus portfólios.

Por fim, analise a Rentabilidade – que é impactada por todos os itens acima. Se entre os últimos 3 a 5 anos seu fundo não superou o CDI, é bom reavaliar a permanência nele.

Como fazer a portabilidade da previdência privada

Se você chegou à conclusão de que está com um fundo ruim, tome uma atitude e faça a portabilidade. Quanto mais tempo demorar, mais dinheiro vai deixar de ganhar. Estamos falando da sua qualidade de vida no futuro, não dá para ficar adiando.

Depois de 60 dias em um fundo de previdência, você já pode trocá-lo por outro. Simples assim, por telefone mesmo, como você já deve ter feito alguma vez na vida com a operadora do celular. Basta entrar em contato com a seguradora do novo fundo e solicitar a operação. Em até cinco dias a migração deverá ser feita – algumas seguradoras podem demorar um pouco mais.

Importante: você só pode migrar os seus recursos entre planos da mesma modalidade. Isso quer dizer: de PGBL para PGBL, de VGBL para VGBL. E também não é possível portar de um fundo de previdência para outro tipo de fundos de investimento, um multimercado, por exemplo.

Alguns mitos sobre a portabilidade precisam ser esclarecidos:

– Vou perder o histórico: quando você passa de um fundo de previdência para outro, leva consigo o histórico e a alíquota do imposto de renda já alcançada.

Pagar nova taxa de carregamento na entrada: a cobrança de carregamento na entrada só pode ser feita no plano original. Quando você faz a portabilidade, pode incidir somente o carregamento da saída, se ele existir no plano original. E, se o plano de destino tem carregamento, novas contribuições mensais ou aportes de algum montante estarão, sim, sujeitos à taxa na entrada. Então melhor procurar um plano em que não incida a taxa de carregamento.

Nem tudo são flores na portabilidade. Se você quiser sair do fundo de pensão da sua empresa, precisa entender que há algumas restrições. O patrimônio que sai da previdência fechada deve ir obrigatoriamente para um PGBL. Lá na frente, quando você decidir se aposentar, será necessário escolher entre: sacar o dinheiro todo e gastar ou investir como quiser, ou transformá-lo em uma renda mensal. Quando o dinheiro vem de uma previdência fechada, isso já foi decidido por você hoje. É obrigatório converter a reserva para renda.

E mais: Se você contribuiu por menos de 15 anos, tem que contratar renda por pelo menos 15 anos. E se você aportou dinheiro no plano de previdência por mais do que 15 anos? Aí tem que contratar renda exatamente pelo mesmo período. Nesses casos, o mais recomendado depois da portabilidade é fazer novos aportes em outro plano, que não seja tão engessado.

Invista no mesmo Fundo de previdência dos ricos

Os assinantes da Empiricus são constantemente alertados sobre a baixa qualidade de fundos de previdência disponíveis no mercado. Neste breve relatório, você também já deve ter notado que talvez não esteja investindo em um dos melhores.

Nos grandes bancos, os fundos com maior rentabilidade e menor taxa de administração costumam ser ofertados só para os clientes mais endinheirados. Injusto, não?

A boa notícia é que você pode também ter acesso a eles, investindo diretamente com os gestores independentes. Nunca nasceram tantos bons produtos de previdência como agora. São produtos de gestores competentes e reconhecidos no mercado por seu excelente trabalho.

Fonte: Valor Econômico

Seus fundos são tão bons que até grandes bancos, como Bradesco e Itaú, oferecem a seus clientes…os do Private, os VIPs…não a você, reles mortal.

Mas, se você for insistente, pode ser que consiga investir em alguns desses fundos em seu próprio banco. Mas não espere que seu gerente os ofereça ou facilite as coisas. Isso porque ele ganha menos quando te oferece um desses produtos. Além disso, em alguns deles as condições dos planos são piores, com taxa de carregamento na entrada, por exemplo.

Para não correr o risco de comprar gato por lebre, vá você mesmo atrás do que deseja para garantir uma aposentadoria tranquila. Com aportes entre 500 e 1000 reais mensais, você estará investindo nos melhores fundos do mercado e realmente cuidando do seu futuro.

Nesse caminho, conte com os especialistas da Empiricus na recomendação dos melhores produtos.

Link: Conheça os melhores fundos de previdência privada

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