Nosso segredo

Eu sou um financista. Não me orgulho disso. Apenas sou. Não é uma questão de apenas estar. É de ser mesmo.

Nosso segredo

Caro leitor da Empiricus,

Eu sou um financista. Não me orgulho disso. Apenas sou. Não é uma questão de apenas estar. É de ser mesmo.

Falo honestamente: trata-se da única coisa que sei fazer. Não houve escolha. A herança genética e fenotípica vem desde sempre. Ainda aos 12 anos de idade, comecei a acompanhar meu herói, que também era meu pai, negociando ações freneticamente, sentado, sempre com a mesma postura curva e com os ombros voltados para dentro, numa escrivaninha no escritório da nossa casa, ao ritmo de um cigarro sobre o outro.

Em pouco tempo, passei a ajudá-lo em seus controles e estudos. Rapidamente, estava eu mesmo comprando minhas GloboNabo. Troquei parte do lanche da escola pela economia diária e fiz com que um tanto da mesada pudesse ouvir PLIM, PLIM.

Aquilo foi introjetado em mim, quase por osmose. Sem pensar, como uma espécie de mimetismo e camuflagem do aprendiz sobre o mestre. Nem sequer pude considerar ser coisa diferente. Minha profissão havia sido decidida antes mesmo de eu refletir a respeito.

Olhando para trás, se pudesse escolher, a decisão possivelmente teria sido outra. Como diria Taleb, as finanças são para os filisteus. Aquele lugar onde a aleatoriedade elege seus heróis e vilões.

Pessoas que simplesmente estavam no lugar certo, na hora certa, acabam multimilionárias. Durante um ciclo de alta nos mercados, como aquele de 2003 a 2007, por exemplo, quanto mais maluco e tomador de risco o sujeito foi, mais rico ele ficou. Em situações de euforia, o lixo se valoriza e anda na frente. Um brinde à imprudência e à exuberância irracional!

Analogamente, há aqueles que, por um erro apenas, mesmo em meio a tantos acertos, acabam entregando tudo. Um evento inesperado num momento de distração e…poft! O gestor rico e reputado está quebrado. Continua inteligente e sagaz, mas agora é visto como decadente. Seu fundo ganhou dinheiro por 15 anos ininterruptos – dois anos ruins e ele está acabado. Ninguém quer saber. Foi superado por um jovem recém-chegado, imaculado pelo simples fato de que ainda não foi devidamente testado. Só não há cicatrizes e máculas nas peles dos recém-nascidos.

As Finanças pertencem ao Quarto Quadrante de Nassim Taleb e, ali, a deusa Fortuna, por vezes, prevalece sobre a competência.

Se você é tão rico, por que não é tão inteligente?

Eu, que sempre privilegiei o mérito, por mais apaixonado que seja pela minha profissão, me incomodo com isso.

Tentei fugir encarando brevemente uma experiência acadêmica. Foi uma tragédia. Sou um verdadeiro fracasso nesse ambiente. Dar aulas é um barato. Mas, fazer chamada, preencher diário de classe, preparar prova, lista de exercício, corrigir tudo isso… não dá. Simplesmente, não é para mim.

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Eu gostaria mesmo era de ser um homem de negócios, um empreendedor. Talvez por isso tenha, com a ajuda do Caio e do Rodolfo, me empenhado à fundação da Empiricus, a reunião da vocação financista com o desejo platônico do enterpreneur.

Mas a verdade é que estávamos totalmente despreparados. O Caio talvez até seja um empreendedor, de fato, visceralmente. Mas eu e o Rodolfo, não. Nós éramos apenas financistas e a fundação de uma empresa exige muito mais do que a simples vontade de empreender.

O Caio, por mais competente que seja – e ele é -, não poderia colocar tudo de pé sozinho.

Isso talvez explique a dificuldade da Empiricus de crescer em seus primeiros anos de vida. Tínhamos a mesma cabeça. Eram a mesma filosofia de investimento e a mesma diligência nas recomendações. O mesmo grau de acerto nas dicas de investimento.

Mas a coisa não ia. E por quê? Porque não reuníamos as competências necessárias. Não tínhamos um método claro para fazer a empresa crescer, ter processos, pessoas e tecnologia.

Até que a coisa mudou, subitamente. Por uma dessas sortes da vida, fomos procurados por uma empresa norte-americana com uma proposta de trabalho muito bem definida.

Um gringo estaria à frente da implementação aqui dos mesmos processos, produtos, estratégia e marketing feitos lá fora. Seu nome era Mark Ford.

Adotamos rigorosamente tudo que ele falou e a coisa funcionou. Em apenas três anos, explodimos.

Encerramos 2013 com 2,5 mil clientes. Entramos em 2015 com 30 mil assinantes. E hoje há mais de 100 mil pessoas que pagam pelos nossos serviços.

Acredite: nós nunca imaginamos isso. Saímos do nada para a maior consultoria do Brasil num tempo muito curto. Temos hoje mais clientes do que qualquer corretora independente no Brasil.

Como isso tudo foi possível, se nos três primeiros anos de vida nossa receita mensal não passava dos R$ 150 mil?

Talvez tenhamos algum mérito na dedicação, na filosofia de investimento, no quanto somos apaixonados pelo que fazemos, no grau de acerto das recomendações. Mas tudo isso já tínhamos antes, entende? Como pode uma mudança dessa em tão pouco tempo?

O desenvolvimento da Empiricus como negócio se deve exclusivamente a uma pessoa, que não estava aqui antes: Mark Ford. Temos uma dívida eterna com este homem.

Ele realmente mudou nossa vida. E eu tenho certeza de que ele também pode mudar a sua.

Eu gostaria muito, do fundo do coração, de levar os conhecimentos do Mark até você. Trabalhei por isso.

E felizmente, hoje temos esta chance. Mark Ford realizará um treinamento totalmente gratuito com os leitores da Empiricus, para falar sobre empreendedorismo, construção de riqueza e finanças pessoais. O que ele fez por nós poderá fazer por você.

Fica o convite sincero para que você participe. Basta clicar aqui para receber o conteúdo.

Mark transformou o meu platonismo em algo material. Tenho convicção de que suas ambições também podem encontrar o mesmo destino. Dê a si mesmo essa chance.

Abraços,

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