O curioso caso de Benjamin Graham

Algumas coisas resistem à passagem do tempo. São poucas, mas elas existem. Ideias, livros, obras de arte em geral, teoria.

O curioso caso de Benjamin Graham

Algumas coisas resistem à passagem do tempo. São poucas, mas elas existem. Ideias, livros, obras de arte em geral, teoria. Tudo que foi feito há bastante tempo e se mantém atual merece um pouco mais de mérito.

Karl Popper nos ensinou como uma teoria jamais poderá ser comprovada. Hipóteses são testadas, testadas… testadas novamente. Até serem refutadas.

Portanto, se certo método foi testado por várias vezes e situações e, ainda assim, foi incapaz de ser rejeitado, então há maior probabilidade de que tenha algo realmente importante ali.

Em análise de ações especificamente, não há nada mais clássico do que O Investidor Inteligente. E é por isso que eu amo tanto Benjamin Graham.

Um livro publicado em 1949 consegue manter atualidade brutal, quase assustadora, como se risse da nossa cara: “Povo prascóvio. Ainda não tiveram uma ideia melhor?” Passaram-se 65 anos e ninguém conseguiu produzir algo tão revelador. Se tivemos a Teoria Geral da Relatividade, a Teoria Geral do Juro, do Emprego e da Moeda, deveríamos ter também a Teoria Geral da Análise de Ações. E ponto final.

Foi Graham quem me ensinou a importância de se comprar barato. Depois fui descobrir sozinho tratar-se apenas de uma derivação lógica. Ora, se a regra máxima em finanças é comprar barato para depois vender caro, então, a priori, só temos uma coisa a fazer. O preço de venda (desconsiderando aqui operações a descoberto ou short tradicional) será conhecido no futuro. E o futuro, além de pertencer a Deus, é opaco.

Para tentar atender a regra máxima, não está ao nosso alcance vender caro. Isso dependerá do futuro, de estarmos certos sobre a hipótese que fazemos do que virá. Portanto, no binômio comprar barato/vender caro, temos controle somente do primeiro passo. Logo, é isso que vamos fazer.

Se você estiver me acompanhando – eu torço para que esteja – talvez, a esta altura, já tenha se feito a pergunta daí decorrente: o que é barato em Bolsa?

Felizmente, Benjamin Graham também nos oferece os instrumentos. Desse tipo que você está procurando mesmo, receita bolo, fórmula pronta. Claro, não vai resolver sempre, pois a realidade das finanças, obviamente pertencente ao complexo ambiente das ciências sociais, é um pouco mais capciosa do que supõem as formuletas e as métricas quantitativas.

Ressalvas e ponderações à parte, Graham tinha proposições bastante pragmáticas e objetivas. Em uma entrevista posterior ao Investidor Inteligente, o professor de Warren Buffett nos revela gostar especialmente de ações que negociam abaixo de 7x lucros passados e correntes (com razoável previsibilidade de resultados e o devido conservadorismo nas projeções), negociando a até 120% do valor patrimonial e, de preferência, pagando bons dividendos.

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