Siga o dinheiro

Se você tem uma opinião e não tem uma exposição àquilo, você simplesmente não tem nada. Eu sigo à risca essa convicção.

Siga o dinheiro

Se você tem uma opinião e não tem uma exposição àquilo, você simplesmente não tem nada. Eu sigo à risca essa convicção. Transponho diariamente meu interesse intelectual à prática cotidiana.

Desde que li – e ma apaixonei por – Nassim Taleb, abandonei por completo meu upbringing anterior. CAPM, Finanças Modernas, Expectativas Racionais e fragilismos de natureza semelhante foram todos jogados no lixo. Nove anos, entre uma graduação, um mestrado e um período na Academia, literalmente perdidos.

A ideia da racionalização e otimização pode funcionar muito bem para – retórica e supostamente – alçar uma ciência social a condições de igualdade com a física. Apenas para isso!

“Sem a hipótese de ergodicidade (um dos cernes da Econometria), a Economia não se diferenciaria da História”, já resumia Paul Samuelson.

Qual o problema? A tal hipótese – de que as propriedades das variáveis são preservadas ao longo do tempo – não se verifica na prática.

Mas deixemos a discussão técnica de lado. Pouco nos interessam os palavrões. Aqui, não alijamos o leigo do debate via termos difíceis. Ao contrário, queremos abraçá-lo, trazê-lo para o aconchego de dentro de casa, falando simples.

A beleza do capitalismo está justamente em sua capacidade de replicar a natureza. Ao vencedor, as batatas. Sempre que tentamos retirar as forças naturais do sistema, que premiam os mais adaptados (ou eficientes), chegamos a resultados piores. A natureza não é o que você gostaria que ela fosse – a rigor, ela não se importa com isso. Ela é o que é – e esse é o único jeito. Interferir só causa desequilíbrios.

Assim como na natureza, todo excesso de intervencionismo e dirigismo na economia contraria a caminhada natural do sistema, que, sozinho, encontraria a forma mais eficiente de chegar ao resultado final.

Se você intervém muito, com medo de resultados negativos de determinados choques, retira a volatilidade do processo. Assim, evita rupturas que, embora amargas, levariam a uma condição posterior mais eficiente. Aquilo que Schumpeter batizou de destruição criativa.

Não se trata apenas de convicção intelectual, aplicada à minha profissão de economista. Sou contra a supressão da volatilidade em seus mais variados níveis. Forçar uma entropia inferior por intervenção externa apenas causa um estouro mais tardio – e mais problemático.

Hoje advogo em favor da volatilidade não somente nos meus investimentos e nas recomendações aos meus clientes. Pratico essa máxima no dia-a-dia. Procuro expor-me a mais lugares, a mais reuniões externas, a gente que pensa diferente de mim.

Talvez exemplo maior da questão seja minha alimentação. Treinado no talebianismo, abandonei minha nutricionista anterior. Aquela coisa de comer de três em três horas, ter uma dieta balançada e ingerir uma determinada quantidade de calorias por dia, sem volatilidade.

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Passei a seguir a dieta paleolítica (em alusão à alimentação humana anterior à revolução neolítica), com resultados formidáveis. Não há nenhum consenso científico em favor da alimentação de três em três horas, sem ruídos. Em contrapartida, há uma série de estudos sugerindo a necessidade de submetermos nosso sistema digestório – e nosso corpo em geral – a certas condições de stress.

Um pouco de bagunça ajuda a organizar as coisas. Torna-nos mais fortes para eventuais choques.

Mas isso é só um ponto. Imagino seu enorme interesse a respeito de minhas práticas alimentares. Retorno às questões da economia.

O que tem acontecido no mundo desde 15 de setembro de 2008? Uma única coisa: os Bancos Centrais tentam salvar o planeta, suprimindo a volatilidade dos mercados financeiros, entregando dinheiro na mão dos bancos e investidores e estimulando a tomada (excessiva) de riscos.

Excesso de dirigismo e intervencionismo, contra as forças naturais de mercado. Mal sinal. Ração diária para os mercados, que supostamente não conseguiriam funcionar sozinhos.

Ao que parecia, essa lógica perversa encontraria um final ainda neste ano. O Banco Central norte-americano preparava a subida de sua taxa básica de juro, o que seria o primeiro passo de contracionismo monetário relevante em vários anos.

A data inicial para o pontapé inicial do Fed era junho. Passou para setembro. Depois dezembro. E agora só se fala em março de 2016. Já há quem sugira aumentos do juro por lá somente em 2017 ou mesmo que o Federal Reserve venha a adotar uma nova rodada de estímulos monetários.

Estamos caminhando em direção a mais dirigismo e mais intervencionismo. E não é só nos EUA.

Nessa semana, tivemos sinalizações contundentes a esse respeito. Mario Draghi sugeriu a possibilidade de estender os incentivos monetários na Europa e a China cortou seu juro básico e seus depósitos compulsórios.

Como isso vai acabar? Certamente, mal.

Entre o começo e o fim da travessia – que pode levar vários anos -, há a travessia em si. E ela é justamente a parte mais interessante.

A confirmação de mais estímulos monetários é a melhor notícia que os investidores poderiam ter neste momento. Quem guiou os ativos de risco nos últimos anos foi justamente a enorme quantidade de dinheiro colocada no sistema.

Antes de estourar, a bolha vai inflar ainda mais. E muito.

O gráfico abaixo resume o argumento. A linha azul retrata o comportamento da economia norte-americana, enquanto a verde representa o balanço do Banco Central dos EUA (quanto de dinheiro foi injetado na economia).

Com mais dinheiro disponível e juros zerados lá fora, temos um enorme reforço ao acrônimo TINA (There Is No Alternative), em referência à falta de alternativas para rentabilizar o dinheiro num quadro como esse, restando aos investidores apenas buscar ativos de mais risco, como as ações, e/ou tentar rentabilidades mais elevadas em mercados emergentes.

Quem pode ser especialmente beneficiado disso?

Sim, o Brasil. Somos o paraíso do juro real alto, ainda com baixo risco de calote e com títulos atrelados à inflação de ótima remuneração e razoável liquidez. A bolsa brasileira é uma das poucas que não subiu muito nos últimos anos, estando agora descontada. E, depois de mais de uma década, um estrangeiro não acha mais caro tomar um taxi ou ir a um restaurante por aqui.

Em reforço, todo essa farra do dinheiro farto e barato tende a retirar o valor das moeda s fiduciárias (não é isso que acontece quando se aumenta a oferta de qualquer produto?) e apreciar ativos reais, como as commodities, por exemplo. O Brasil seria um dos grandes beneficiados desse movimento.

Por mais incrível que pareça, podemos voltar a ser a grande bola da vez – nem tanto por méritos próprios, mas isso não interessa. Ao investidor, pouco importam os motivos. Todos querem saber de ganhar dinheiro. E eu posso lhes afirmar com convicção: há oportunidades fantásticas de multiplicar seu capital nos próximos anos. Basta seguir o dinheiro e acertar o cavalo certo.

Veja: o que poderia ser mera elucubração já começa a virar realidade. Os grandes investidores, normalmente aqueles que largam na frente e apuram os maiores lucros, já estão aumentando suas posições em Brasil.

O gráfico abaixo ilustra a questão, ao apresentar o fluxo de recursos estrangeiros destinados à Bolsa brasileira. Repare o que aconteceu no último mês:

Entendo que isso é só o começo de um amplo movimento, que pode trazer vigorosas valorizações para quem souber escolher.

Em meu relatório Palavra do Estrategista, tenho me dedicado justamente a relatar as melhores oportunidades para multiplicação de valor nos próximos anos, para se aproveitar desse prognóstico. Há joias raras prontas para alçar seu patrimônio a um novo patamar.

O que você precisa para conseguir multiplicar seu capital com esta oportunidade

Antes de darmos o último passo, preciso que responda a três perguntas simples.

É indispensável que responda “sim” a todas elas:

Questão #1: Você está disposto a gastar 20 minutos a cada 15 dias fora de sua zona de conforto?

As oportunidades que vou lhe apresentar não envolvem riscos desnecessários ou instrumentos financeiros complexos.

Somente vou recomendar aplicações normais, com boa liquidez de negociação e de fácil acesso.

E como você estará apenas seguindo as oportunidades de aplicação regulares, você não precisará de contas especiais para capitalizar as recomendações do Palavra do Estrategista.

Você pode usar uma corretora à sua escolha, caso prefira, ou mesmo o seu banco.

A única coisa que lhe peço é para acompanhar os alertas que virão de quinze em quinze dias em seu email. Não nos responsabilizaremos por recomendações que não forem seguidas ou ignoradas.

As instruções serão simples e diretas. Você não precisará de mais do que 20 minutos para entender e aplicar cada uma delas. Apenas peço que reserve esse tempo para seguí-las.

Questão 2: Você está disposto a dedicar os recursos necessários para extrair o máximo de valor disso?

Uma das vantagens do Palavra do Estrategista é que – porque você estará apenas fazendo aplicações convencionais – não precisará desembolsar um grande montante de capital para fazer essas aplicações.

No entanto, eu recomendo fortemente que, caso você queira extrair o máximo dessas oportunidades, tenha à disposição pelo menos R$ 5 mil para seguir as recomendações.

Estamos lidando com a possibilidade de multiplicação de valor de forma que, para mudar o seu padrão financeiro para sempre, seria ideal ter montante próximo ou superior a isso para gerarmos rapidamente um retorno significativo.

Questão 3: Você está levando isto a sério?

Falei no decorrer deste texto sobre a possibilidade de multiplicação de capital, e isso naturalmente mexe com o emocional das pessoas, gerando excitação.

Mas estamos próximos de atingir o ponto de transformar palavras em ação.

O que quero dizer especificamente é que se você estiver disposto a agir sobre estas oportunidades recomendadas, você precisa de levá-las muito a sério e se dedicar a elas.

Isso, porque preciso que tenha o mínimo comprometimento diante do enorme compromisso que estou assumindo aqui.

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Caso tenha respondido “sim” a todas as perguntas, considere-se pronto para colocar tudo isso em prática.

Qual seria a sua vantagem com isso?

A proposta atual do Palavra do Estrategista é aproveita esse momento raríssimo de mercado para acelerar os ganhos do investidor, sem expor-lhe a riscos desnecessários.

Isso posto, identificamos uma aplicação que, feita apenas uma vez, corretamente, pode multiplicar o seu patrimônio por 2x, 3x e até 10x…

Você pode começar a ganhar com essa aplicação imediatamente após aceitar este convite.

Reitero: Vou lhe apresentar a uma oportunidade de investimento que, feita apenas uma vez, corretamente, pode mudar o seu padrão financeiro para sempre.

O valor para adesão ao Palavra do Estrategista é de R$ 9,90 por mês na assinatura anual nesta condição exclusiva.

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Por que tão barato?

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Portanto, fazendo a assinatura agora mesmo, você terá acesso a:

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Recapitulando…

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CLÁUSULA DE RISCO ZERO

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Eu espero que você considere minha oferta seriamente.

Tenho plena convicção de que este será um dos melhores movimentos financeiros que você tomará em toda sua vida.

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