Troquem o presidente do Banco Central

O Banco Central criou para si uma armadilha, e há apenas uma forma de sair dela. A situação é mais grave do que pode parecer em primeiro momento.

Troquem o presidente do Banco Central

“A melhor maneira para um banco central estabelecer a credibilidade
é ter um histórico de fazer o que diz que vai fazer”.
Alen Blinder

Caro leitor,

O Banco Central criou para si uma armadilha, e há apenas uma forma de sair dela.

A situação é mais grave do que pode parecer em primeiro momento.

Como concluiu o economista José Roberto Mendonça de Barros à Folha de S. Paulo, seu desdobramento “pode quebrar muita gente”.

Ela enseja o aprofundamento da recessão e a manutenção de inflação e juros em níveis elevados por período prolongado de tempo…

E sua solução envolve medidas drásticas, como a exoneração da atual gestão do Banco Central.

Nas próximas linhas, explico como a crise atual, na intensidade e duração atingida, decorre, entre outras coisas, dos erros cometidos pela autoridade monetária e da sua necessidade de recuperar a credibilidade.

Aqui, não se trata apenas de uma crítica e do apontamento da solução do problema. Não estou apenas preocupado com a questão macro. Quero que nosso leitor fique preparado para enfrentar a questão. Ele precisa disso – e essa é a razão desse texto.

 

A crise no cerne do Banco Central

O centro da meta de inflação de 2017, que por lei tem de ser definida com dois anos de antecedência, foi firmada pelo Conselho Monetário Nacional em 4,5%.

Ou seja: rigorosamente a mesma meta atual. E o dobro da inflação esperada para este ano…

Em 24 de novembro de 2010, Alexandre Tombini foi escolhido pela presidente Dilma para chefiar o Banco Central do Brasil. Desde então, não houve um ano sequer em que foi cumprido o centro da meta de inflação, de 4,5%. Isso é bastante grave.

Agora, na tentativa de recuperar a credibilidade perdida após a frustração com esse comportamento, o Banco Central vem reafirmando o compromisso de convergir a inflação para 4,5% até dezembro de 2016.

Note que há um desafio bastante grande em levar a inflação de 9% neste ano para 4,5% em 2016. Ainda assim, a autoridade monetária mantém o discurso firme nesse sentido.

“Estamos com confiança total que conseguiremos fazer isso
Tony Volpon, diretor do BC
12 de junho de 2015

Não se trata simplesmente de apenas mais uma meta potencialmente descumprida pelo atual governo…

O desrespeito à meta de inflação expõe uma crise de credibilidade na autoridade monetária não vista há décadas, que torna inviável a manutenção de seu quadro atual.

Veja bem…

Levar a inflação de 9% para 4,5% num intervalo de 12 meses impõe um custo muito alto para a sociedade. O juro precisa ser colocado em níveis muito elevados, associados a uma recessão pronunciada, para garantir essa convergência em meio a um choque muito grande de preços administrados – lembre-se que tivemos liberação de preços represados de energia elétrica, gasolina e câmbio.

Num cenário como esse, seria natural estender o horizonte de convergência, potencialmente para o começo de 2017. Assim seria se tivéssemos condições para tanto.

O grande problema é que o Banco Central, depois de anos sucessivos de complacência com a inflação, não dispõe de credibilidade. Dessa forma, na tentativa de recuperar sua reputação, tenta fazer convergir ao centro da meta com celeridade.

Sob esse Banco Central, deixar para 2017 aumentaria ainda mais a inércia inflacionária e as expectativas continuariam desancoradas.

E, agora, a situação se agrava. O BC prometeu tanto que entregaria o centro da meta em 2016 que postergar a convergência representaria o golpe de misericórdia em sua já combalida reputação.

A evidência empírica fala por si a respeito da dificuldade em curso. O gráfico abaixo mostra a persistência inflacionária, com ênfase no realinhamento de preços administrados:

Mediante realinhamento de preços relativos, demorar um pouco mais para convergir seria normal. Mas como não convergimos desde 2009, ninguém acredita se a promessa não vier acompanhada de esforço monetário além do que seria razoável. Assim, a inércia fica maior, dificultando a convergência.

O economista Alexandre Schwartsman resumiu de forma brilhante a questão:

“Caso o BC mantenha a inflação flutuando ao redor da meta, de forma que, em média, as duas sejam bastante próximas, é claro que a melhor aposta para a inflação em um dado ano passa a ser a própria meta. É isto que chamamos de ancoragem de expectativas.

Imagine, contudo, que, em face de um desvio suficientemente grande, o BC anuncie para a sociedade que estendeu o período de convergência para dois anos. Neste caso, deixa de ser verdade que a melhor expectativa de inflação para o ano corrente seja a meta. Se metade do caminho for percorrida no primeiro ano, a melhor aposta para a inflação deste ano seria a média entre a inflação do ano anterior (9,0%) e a meta (4,5%), ou seja, 6,75%.”

Quanto mais o BC demora para conseguir convergir a inflação à meta, de fato, maior a inércia inflacionária.

Ou, cada vez mais os formadores de preços e salários atribuem peso crescente à inflação passada, tornando a convergência da inflação ainda mais distante – em um processo que se retroalimenta.

O que dizer de um Banco Central que não cumpriu a meta de inflação desde que assumiu o posto, há cinco anos? E estendeu o seu período de convergência?

 

O que resta a Tombini

Ciente da necessidade de recuperar a credibilidade, o Banco Central brasileiro, paralelamente à afirmação da meta de 4,5% em 2017, com o compromisso de chegar à mesma em dezembro do ano que vem, reduziu o teto da meta…

Em 6,5% desde 2006, o limite superior da banda foi cortado para 6% em 2017.

Com a mudança, o Bacen tentou transmitir ao mercado uma mensagem de que confia na convergência para a meta. E ele será “duro” em sua missão.

Mas, ironicamente, no momento em que ele próprio reconhece que estourará o teto da meta de inflação pela primeira vez em 12 anos.

O que resta ao Bacen?

a) jogar a taxa de juros para 16% (ou alto em torno disso) – essa é, em linhas gerais, a Selic necessária para levar a inflação ao centro da meta em 2016;

b) começar a focar no cumprimento da meta em 2017, que de fato é o que realmente lhe cabe neste momento.

O problema é: isso recai no problema de postergação de metas, de inércia inflacionária e ancoragem das expectativas. E o pior: dadas suas promessas de que cumprirá o centro da meta em 2016, postergar agora mata de vez sua credibilidade, o que é péssimo para a política monetária.

Em outras palavras, recuperar a credibilidade de quem não é crível impõe um custo muito alto à sociedade. Sob um banqueiro central de alta reputação, poderíamos perfeitamente deixar a convergência ao centro da meta para o começo de 2017 – note que o modelo do próprio Banco Central, conforme demonstrado no Relatório Trimestral de Inflação, já aponta a convergência nesse horizonte temporal.

Essa assertiva, infelizmente, não vale para a atual gestão.

A situação é mais grave do que pode parecer em primeiro momento.

Sem um choque imediato de credibilidade, ela enseja a manutenção de inflação e juros elevados por período prolongado e terá impactos drásticos, sob profunda recessão, aumento do desemprego e pressão para baixo nos salários.

Conforme concluiu José Roberto Mendonça de Barros na Folha de S. Paulo:

“O Banco Central foi reconhecidamente leniente com a inflação por três anos consecutivos e de repente encasquetou – e a palavra é essa mesmo – que as estimativas para o IPCA têm que convergir para a meta de 4,5% no fim de 2016. A mensagem do BC é que não vai parar de aumentar os juros enquanto isso não acontecer. Forçar a mão nos juros é destruir a demanda, o que vai quebrar muita gente.”

Se o BC postergar novamente o atingimento da meta de inflação, acaba a última gota de credibilidade que lhe restou.

Qual a importância da credibilidade de um Banco Central?

O estudo clássico de Alan Blinder, de 1999, aponta quatro motivos principais: “maior credibilidade faz (i) o processo de ‘desinflação’ menos oneroso, (ii) ajuda a manter a inflação baixa, uma vez que ela esteja baixa, (iii) faz com que seja mais fácil defender a moeda, e (iv) ajuda a angariar apoio público para a independência do banco central.”

E como um Banco Central torna-se crível?

A mesma pesquisa aponta um fator consensual entre banqueiros centrais e economistas: com um histórico de “fazer o que diz que vai fazer”. Ter um bom track record no cumprimento do centro da meta – e é exatamente isso que nos falta!

Agora, como prover um choque imediato de credibilidade ao Banco Central, sem que ele cumpra a meta de inflação por – pelo menos – os próximos dois anos?

Via choque de gestão.

Não precisamos construir uma reputação necessariamente. Podemos adquiri-la instantaneamente nomeando um banqueiro central com credibilidade.

Tal como foi feito com a condução da política econômica pelo ministério da Fazenda, com a substituição de Guido Mantega por Joaquim Levy – que, mesmo sem resultados materiais efetivos no sentido de recuperação do superávit primário e equilíbrio das contas públicas, até então sustenta o rating brasileiro quase que unicamente com sua credibilidade.

Reitera-se: não há nada pessoal contra Alexandre Tombini, cuja capacidade técnica e esforços na condução do BC cansaram de ser elogiados em nossos relatórios. Pessoalmente, gosto e simpatizo com o Dr. Tombini. Entretanto, ele não tem mais como permanecer à frente do Banco Central.

Com ele, o custo dessa convergência à meta de inflação é demasiadamente elevado.

Enquanto tivermos Tombini no comando do BC, teremos inflação e juros altos. E você precisa estar preparado para isso.

Bem como precisa estar preparado desde já para as potenciais implicações de uma troca no comando do Banco Central brasileiro.

 

O QUE VOCÊ DEVE FAZER DESDE JÁ

 

PASSO #1: O ATIVO QUE PODERÁ SALVAR VOCÊ E SUA FAMÍLIA DO COLAPSO DOS BANCOS CENTRAIS

Desde o início de O Fim do Brasil alerto para a necessidade de se investir fora do Brasil, como forma de manter-se isolado de potenciais medidas desesperadas do governo.

Recentemente ganharam força rumores de aumento da taxação sobre dividendos e categorias específicas de investimentos, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI).

A situação agora, agravada, envolve o iminente colapso dos Bancos Centrais e o estouro de uma crise de nível global contaminando as diversas categorias de aplicações.

O que você está fazendo a respeito?

Vai esperar uma eventual confirmação do rumor para agir (depois), ou se protegerá desde já?

Não vou lhe contar exatamente o que estou fazendo nesta carta, mas vou explicar todo o processo de formação da bolha dos Bancos Centrais e detalhes do ativo específico para se proteger (e ganhar) com o iminente colapso em um relatório especial, de título: “O INIMIGO PÚBLICO”.

Será um prazer dar-lhe acesso a esse conteúdo, que eu considero fundamental.

 

PASSO #2: PROTEJA-SE DA INFLAÇÃO

Contrariando o discurso de campanha, a inflação provou-se acima do teto da meta. Pior, está em franca aceleração.

O aumento recente no preço da gasolina, da energia elétrica, da água, dos transportes…

Some a isso a enorme pressão do dólar sobre a cotação dos produtos importados.

Responda: você está conseguindo fechar o mês? Suas aplicações estão protegidas da inflação?

Você fatalmente está perdendo poder de compra, e precisa fazer algo a respeito.

Caso contrário, seu salário e seus investimentos vão ser corroídos pela disparada dos preços, reduzindo fortemente o poder de compra da sua família.

Você pode ter retornos reais (acima da inflação) através de investimentos em renda fixa, câmbio e ações. Há boas aplicações nesse escopo. E há ótimas aplicações nesse escopo.

Dediquei tudo o que eu sei sobre isso para montar um relatório com as ótimas aplicações para se proteger e ganhar da inflação.

No documento, chamado “O problema da inflação”, encontro a raiz da inflação brasileira, proponho soluções para a questão e aponto os melhores investimentos para ganhar do dragão.

Eu também gostaria de dar-lhe acesso a esse valioso conteúdo. Vou mostrar exatamente como num instante.

 

PASSO#3: O ATIVO MAIS VALIOSO EM TEMPOS DE CRISE

Não há exatamente como precisar o quão ruim a situação pode ficar.

Eu realmente acredito em estouro da crise internacional, escalada adicional da inflação, desabastecimento de água e energia, grande desemprego e intensas manifestações sociais.

A boa notícia é que há um ativo que você pode comprar, altamente disponível no Brasil, que pode ajudá-lo a proteger o seu patrimônio e de sua família do caos. E mais: marca o posicionamento adequado para fazer até mesmo uma fortuna em alguns anos.

Não estou falando de títulos públicos, títulos privados, uma moeda ou metais preciosos. Obviamente, também não tem nada a ver com o mercado acionário.

O que estou falando aqui é um ativo poderoso que famílias abastadas têm usado por séculos para blindar seu patrimônio, preservar e ainda aumentar suas fortunas.

Veja o que aconteceu, por exemplo, com índice global que mede o desempenho dessa classe de ativos entre 1991 e 2009, batendo a principal referência de ações nos EUA em 430% no período.

E o melhor, sem volatilidade, conforme mostra o gráfico abaixo:

Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, quando milhares de famílias perderam a totalidade de seu patrimônio para a inflação ou para a atuação do governo, esse foi um dos poucos ativos que permitiu às pessoas preservarem e até aumentarem sua riqueza.

Grandes investidores em todo mundo têm exposição relevante a esse tipo de ativo, alguns deles inclusive aumentando suas posses nos últimos tempos. Nos EUA, casos clássicos são Bill Gates, Sam Walton (do Wal-Mart), Charles Schwab, a família Ford, entre outros. No Brasil, vários exemplos também como Antônio Ermírio de Moraes, Lírio Parisotto, Blairo Maggi.

Como já mencionei, você pode facilmente entrar para essa classe hoje. Há uma grande gama de oportunidades na área e de forma bastante barata.

Eu escrevi um relatório completo sobre isso, de nome: “O ativo mais valioso do mundo em tempos de crise”.

Há várias formas de se fazer esse investimento e eu vou mostrar exatamente como. Isso poderá salvar você e sua família caso as coisas fiquem realmente ruins.

Não gostaria de falar mais sobre isso aqui nesta carta.

A verdade é que quanto menos pessoas souberem sobre este investimento, melhor.

 

PASSO#4: APRENDA O SEGREDO DOS 100%

Se você gostaria de ter a oportunidade de fazer muito dinheiro durante a próxima crise, uma forma certa de fazer isso é aprender as imbricações de uma estratégia de investimento pouco comum. Essa fórmula tem produzido uma verdadeira fortuna para alguns investidores.

A Empiricus já tem recomendado essa estratégia de maneira muito bem sucedida a alguns de seus principais clientes, todos amplamente satisfeitos.

E veja: não estamos falando de ações aqui. Você não precisa ter uma única ação sequer para embarcar nessa estratégia.

De forma simples e direta, é uma maneira de se extrair renda do mercado com um perfil seguro, com ganhos que podem chegar a exatos 100%, sem possuir ou mesmo tocar uma ação.

Faço uma ressalva: embora a estratégia seja extremamente segura e envolva uma entrada de caixa inicial, sob determinadas circunstâncias, haverá situações em que você terá de comprar a ação subjacente a um preço menos favorável do que as condições de mercado correntes.

Portanto, por favor entenda: há risco envolvido e provavelmente a estratégia não servirá para todo mundo.

Mas se trata, indubitavelmente, de uma prática robusta, em especial nos momentos de maior incerteza e estresse financeiro. Uma vez que você a absorva e compreenda seu funcionamento, suspeito que nunca mais queira investir sem ela novamente.

É por isso que recebe o nome de segredo dos 100%.

A estratégia tem sido a forma com que uma porção de clientes da Empiricus vem apresentando ganhos formidáveis, mesmo em tempos difíceis para os mercados. E, em momentos ainda mais negativos, como eu espero para os próximos dois anos, essa será uma prática incrivelmente rentável e lucrativa.

Tudo o que você precisa saber sobre isso está num vídeo gravado pelo meu sócio Rodolfo Amstalden, de título: “O Segredo dos 100% – A forma mais simples de fazer dinheiro quando os mercados estão muito arriscados”.

Esta aula explica exatamente como funciona a estratégia. Com ela, você poderá decidir se ela está adequada a seu perfil, além de mostrar exatamente como tirar proveito dela, começando imediatamente.

Finalmente, chegamos ao último passo. Depois disso, falarei exatamente como ter acesso a esse conteúdo indispensável àqueles que querem ganhar dinheiro de verdade quando a próxima crise chegar…

 

PASSO 5# ENTENDA SOBRE O CONTEXTO POLÍTICO ANTES DE TOMAR QUALQUER DECISÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA

Gostaria de dar-lhe acesso a uma conversa exclusiva que a Empiricus teve com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Fizemos um relatório somente com o prognóstico do ex-presidente para os próximos quatro anos da política e da economia no Brasil.

Estou certo de que o entendimento do contexto político ajudará em muito na tomada de decisões econômicas e financeiras neste momento.

Não vejo pessoa mais gabaritada para falar disso agora do que FHC. Visões privilegiadas como essa podem mudar para sempre sua vida financeira.

É com muito orgulho que produzi este documento. Ficaria honrado de dividi-lo com você.

 

O PASSO MAIS IMPORTANTE QUE EU JÁ DEI – E QUE VOCÊ ESTÁ PRESTES A DAR

Tenho orgulho de ter ajudado milhares de pessoas a preservar milhões de reais de patrimônio individual desde o lançamento de O Fim do Brasil.

A série atingiu proporções que – reconheço – não imaginava de início.

O Fim do Brasil foi a peça com tema econômico de mais alcance até então no Facebook, com alcance total de mais de 15 milhões de pessoas, e livro do ano de 2014 na votação dos leitores pela livraria da Folha de S. Paulo.

Empresas acabam, morrem, países muito dificilmente. O que estava em jogo em O Fim do Brasil, desde o seu primeiro parágrafo, sempre foi um modelo de país, que de fato se esfacelou.

A chamada Nova Matriz Econômica gerou consequências devastadoras que exigiram uma completa mudança de rota.

Provou-se algo insustentável, tanto que a própria gestão que a pôs de pé, embora não reconheça os erros, agora trabalha para desmontá-la.

Da mesma forma, este meu alerta atual trata de algo estrutural, sobre a falência de um modelo, a sensibilidade brasileira ao iminente choque externo e, somente agora, as consequências da crise do subprime adiadas (e potencializadas) durante sete anos.

Suas sequelas, o enfraquecimento dos Bancos Centrais, e a impossibilidade de manutenção do status quo.

De tanto “desejamos” que a crise externa explicasse os problemas brasileiros, que o estouro de uma bolha internacional sem precedentes coloca o Fim do Brasil em outro estágio.

Algo muito maior está por vir.

Ignorar os problemas externos a partir de agora, seria focar no resfriado de um paciente com câncer terminal.

O tamanho do desafio (e da oportunidade) à frente exigiram que tomássemos medidas urgentes com a série.

A partir de hoje, o Fim do Brasil entra em uma nova fase…

Temos muito mais a dividir com os nossos assinantes. E faremos isso.

Continuarei alertando os leitores para os desdobramentos da economia brasileira, como se proteger e ganhar com cada um deles.

Diante de uma crise política sem precedentes, os desafios do segundo mandato de Dilma mostram-se muito maiores do que previ de início.

O agravante da maior de todas as crises financeiras e o iminente estouro da bolha dos Bancos Centrais internacionais nos colocam diante de algo realmente grande.

Um desafio de proporções gigantescas e de consequências devastadoras, gerando oportunidades não vistas em décadas.

Isso exigiu que multiplicássemos sensivelmente os nossos esforços.

Mas, felizmente, conseguimos todo o respaldo necessário…

Metade do capital social da Empiricus pertence à Agora Inc, maior empresa do mundo de publicações financeiras voltadas a pessoas físicas.

Nossos sócios norte-americanos possuem operação em 15 países, incluindo EUA, Europa, Índia, China, Austrália, Argentina, entre outros.

Assim, podemos acessar uma rede de contatos global para trazer o que há de mais relevante no mundo.

Queremos poder levar a nossos assinantes, por exemplo, a visão de um bom economista chinês sobre o que deve acontecer com os preços do minério de ferro.

Teremos acesso direto às investigações de Jim Rickards. Ou, diretamente da Europa, saber sobre a possibilidade de saída da Grécia da Zona do Euro…

Estamos em contato diário com esse pessoal – e eles serão, quando oportuno, citados nominalmente nos relatórios.

Agregaremos isso a nossos clientes, sem, evidentemente, jamais tirar os olhos de cada uma das questões brasileiras.

E iremos mais fundo. Além dos textos escritos por mim (Felipe Miranda), que continuam normalmente, adicionaremos a cada mês um ensaio escrito por Bill Bonner, fundador da Agora Inc, bilionário, já considerado Empresário e Homem do Ano nos EUA, autor de vários best-sellers sobre finanças e construção de patrimônio.

Quero que você tenha acesso imediato aos artigos do Bill. Acredite, eles podem fazer toda a diferença, de forma que um dia a mais sem o acesso pode lhe custar a perda de uma grande oportunidade

O mais recente, “O trade da década de Bill Bonner”, traz uma oportunidade realmente fantástica de aplicação.

Faço questão que você tenha acesso imediato a este conteúdo riquíssimo.

O escopo e a abrangência de O Fim do Brasil aumentaram muito com a participação direta de Bill Bonner e das afiliadas internacionais do grupo Agora Inc. Para refletir essa mudança, a partir de agora o Fim do Brasil passa a se chamarPALAVRA DO ESTRATEGISTA (de Felipe Miranda).

Estamos realmente dedicando tempo e esforços sem paralelos em nossa empresa para este projeto.

Traremos aos leitores algo grande, estrutural. Uma visão de mundo, e acesso a uma rede de conhecimento global.

TENHA ACESSO IMEDIATO A TODO O MATERIAL

Estou verdadeiramente preocupado com nossos leitores e com muitos cidadãos brasileiros, trabalhadores honestos, que serão pegos de total surpresa quando da chegada da crise externa de verdade – e não da alarmada até então nos discursos de campanha.

É por isso que escrevi este novo alerta. É o que me motiva a levantar da cama e estudar a fundo essas questões todo dia, agora, participando de uma rede de conhecimento global.

É por isso que eu gostaria de enviar-lhe todos os detalhes sobre exatamente como as coisas vão se dar, cada passo exato para você proteger suas economias e prosperar na crise.

Você pode ficar parado esperando os problemas chegarem, vendo seu patrimônio diminuir de maneira súbita e irreparável, ou tomar as rédeas para si, protegendo ativamente seu destino financeiro.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho que eu desenvolvi. Tenho convicção de que você terá toda a informação necessária à sua disposição.

O mais interessante é que você pode olhar minha pesquisa e receber tudo que foi mencionado aqui, sem nenhum risco ou de obrigação.

Simplesmente deixe-me saber se você gostaria de experimentar a assinatura de meu relatório A PALAVRA DO ESTRATEGISTA (de Felipe Miranda).

A cada 15 dias, eu vou lhe enviar um novo relatório, sempre perseguindo as melhores ideias de investimento no atual contexto.

Vou mantê-lo sempre atualizado sobre a formação e os desdobramentos dessa crise financeira, COMO SE PROTEGER E COMO APROVEITAR SUAS MELHORES OPORTUNIDADES.

Em caso positivo, você terá acesso IMEDIATO a todos os materiais citados nesta carta alerta:

1. Acesso irrestrito ao relatório quinzenal A PALAVRA DO ESTRATEGISTA (de Felipe Miranda)

2. Acesso diário ao Vida de Investidor PRO, newsletter com os principais insights do mercado e 5 recomendações, disponibilizado antes da abertura do pregão

3. Relatório Especial (O INIMIGO PÚBLICO): O ativo que poderá salvar você e sua família do colapso dos Bancos Centrais

4. Relatório de Pesquisa: Proteja-se da inflação

5. Relatório Especial: O ativo mais valioso em tempos de crise

6. Video-Aula: O Segredo dos 100%

7. Material Especial (FHC): Entenda sobre o contexto político antes de qualquer decisão econômico-financeira

8. Relatório Exclusivo: O Trade da Década, de Bill Bonner

9. Relatório Exclusivo: Como o fim do mundo se parece, de Bill Bonner

10. Relatório Exclusivo: Confissões de um ex-defensor da Hipótese de Mercados Eficientes, de Bill Bonner

11. Acesso irrestrito aos ensaios mensais de Bill Bonner

12. Acesso a relatório especial com os pontos discutidos em mega evento da Empiricus, com as visões privilegiadas de Marc Faber, Alan Greenspan e Henrique Meirelles – e como cada questão levantada por eles pode afetar seu patrimônio ainda neste ano

Então, quanto custa todo este trabalho?

As sugestões em questão envolvem todo o tipo de conhecimento e patrimônio. São um guia indispensável para preservação e multiplicação com segurança de patrimônios individuais.

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