Carteira do Felipe, China bomba-relógio e NYSE

Felipe Miranda revela como monta a carteira pessoal de investimentos e responde a muitas outras perguntas dos leitores.

Senhoras e senhores, bem-vindos a mais uma edição do Blink!

Fui rebaixado aqui para um “covil de leões e cobras”, mas vou responder às suas perguntas, aquelas que vocês quiserem! Tudo em um minuto para nossa rapidinha semanal!

Um, dois, três e já! Está valendo!

– Você, como “equity guy”, qual é o seu percentual alocado em ações? E quanto ao restante dos investimentos, como títulos públicos, LCI, LCA, debêntures, fundos…?

Eu acho que eu tenho hoje mais ou menos uns 30% em ações, por aí, tenho bastante título público. LCA e LCI eu não tenho estas porcarias não e tenho algumas coisas de imóveis aí. É mais ou menos isto.

– Você acha que a China pode surpreender negativamente os mercados? Como se proteger deste eventual colapso?

Eu acho que a China é uma bomba relógio! Só que eu acho isso desde 2003 e até agora só estive errado. Mas, se você quiser se proteger, eu gosto de comprar puts de Vale.

– Vale a pena colocar uma parte de patrimônio na NYSE para fugir do “risco Brasil” e dos nossos governantes?

Acho que sim, não só na NYSE. A diversificação, você entende ela como renda fixa, imóveis e Bolsa. Deve entender como moedas também.

– Quais são os principais livros que você indica para o investidor iniciante para, a partir deles, tomar decisões mais inteligentes?

Tudo do Taleb, do Buffett e do Soros.

– Quando Stuhlberger diz que é para comprar dólar é que a coisa está preta?

Normalmente sim! O Stuhlberger é never fights to, não é? Nunca brigue com ele porque a chance de você estar errado é grande.

Valeu pessoal!

Muito obrigado!

Semana que vem tem mais!

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