Kim Jong-um, ouro como proteção e Felipe na Forbes

E se a Coréia do Norte atacar? Felipe Miranda dá dicas, caso a situação geopolítica se complique, além de explicar o significado de bull market.

Senhoras e senhores, bem-vindos a mais uma edição do Blink!

Hoje, aqui na grama, no meio do mato, né?

Aquela coisa meio bucólica, meio conchinha. Aquela coisa “panz”.

Lugar público aqui também, quem nunca, né?

Você escolhe o que você prefere: no mato, na Faria Lima, é de tudo quanto é jeito.

Mandem suas perguntas para o e-mail blink@empiricus.com.br.

Aqui, o pessoal me faz passar cada uma, viu? Que eu nunca vi nessa vida.

Vamos lá, 1,2,3 e já:

Rafael Nogueira

– Fala Felipe, boa tarde! E se o maluco (Kim Jong-un) da Coréia do Norte resolver atacar? Alguma recomendação?

Puts, ouro, né? Ray Dalio. Vamos com ele.

Leia Mais: Sobreviver primeiro, entender depois – e lá se vai o ouro

Guilherme Ferreira

– Vale a pena alocar parte do patrimônio em ouro como forma de proteção?

Conforme supradito, sim.

Danilo Eduardo

-Felipe, você diria que tanto na montagem do portfólio de investimentos quanto nos relacionamentos amorosos a estratégia TalebianaStar looking from the tail’ é válida e aplicável?

Olha, eu não posso dizer que, né? Eu acho que é legal às vezes.

Felipe Torres

-Fala chará! Me explica porque bull market tem esse nome?

Porque o touro ataca de baixo para cima. Então, subindo.

Vamos com tudo né? Embora seja um belo de um chifrudo.

Leia Mais: A interpretação dos sonhos 

Tericio Chiclette

– Quando você vai estar na lista da Forbes? Warren vai estar vivo para ver isso?

Olha, não sei, viu? É que você não sabe, mas é porque eu fujo da Forbes.

Um grande abraço para vocês, semana que vem tem mais!

Quem sabe na rua, na chuva, na fazenda.

Estamos lá sempre, com as nossas rapidinhas.

Um abraço!

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