Eleições 2018: o próximo vice-presidente do Brasil

Curiosamente no Brasil, às vezes, o vice-presidente é mais importante do que o próprio presidente.

Bom, no Rodolfo Responde da semana passada, eu expliquei para você porque o Lula não é mais uma questão relevante para o mercado brasileiro, agora.

De fato, não é. Por isso, que a gente está atingindo recorde atrás de recorde.

Mas aí, eu recebi muitas dúvidas com base no vídeo, falando: “Poxa Rodolfo, eu já entendi que o Lula não é relevante, mas o que é relevante no ponto de vista político para o mercado, hoje?”.

Mais precisamente, as pessoas queriam saber, na verdade, quem vai ser o próximo presidente da república.

Eu não tenho condições de falar isso, nenhuma condição. Eu mal sou economista, quanto menos cientista político.

E a gente acredita, aqui na Empiricus, que não dá para prever o futuro. Mas tem alguns atalhos para você se aproximar da resposta.

De fato, eu não sei quem vai ser o próximo presidente. Tomara que seja uma pessoa boa, a gente está precisando.

Mas dá para ter uma ideia aqui. Talvez, saber quem vai ser o próximo vice-presidente.

Curiosamente no Brasil, às vezes, o vice-presidente é mais importante do que o próprio presidente.

Leia Mais: Equilibrar as contas públicas é a prioridade das eleições

E o Meirelles, de fato, está pintando com um nome forte.

O Meirelles pode ser o próximo vice-presidente do Brasil, independente de quem seja o presidente.

Eu não morro de amores pelo Meirelles, vou confessar. Eu acho que ele já deixou de ser uma figura excitante.

Talvez, na época em que ele fazia suas famosas festas a fantasia… Mas eu não compareci a essas festas e hoje, talvez, ele tenha se aposentado.

Mas ele não é mais uma pessoa excitante. Você não olha para o Meirelles e fica excitado. Porém, ele é aquele cara certinho, coxinha, está fazendo tudo direito. É um cara até meio “despolitizado”, ou apolítico, nesse sentido.

Acho que ele é um nome forte para a eleição em uma figura de vice-presidente. Está acertando o país e pode ser o suficiente para dizermos que, no ano que vem, 2018, 2019, 2020, é um ano preparado no ponto de vista político para a gente surfar em um ciclo bem positivo para mercado brasileiro.

Uma dica que eu daria para quem tem uma pretensão de analisar o mercado, no ponto de vista político, que é sempre um exercício saudável, é pensar menos em quem seria o presidente e mais em uma outra ideia, que parece mais tangível hoje, que é a do Meirelles como vice-presidente.

Isso talvez baste para a gente decretar aí um bull market, um ciclo favorável para o mercado brasileiro de 2017, 2018 em diante.

Bom, o Gradim, nosso gerente de mídias sociais, pediu aqui para mim “pelo amor de Deus”, para eu te convidar a se cadastrar no YouTube, senão eles vão me demitir. Vão ter que parar de gravar o Rodolfo Responde.

E também, você que tem aquele amigo que não acredita que a política pode interferir no mercado financeiro, ou nunca ouviu o Meirelles, nunca foi a uma festa a fantasia na vida, dá uma marcada no seu amigo. Não sei como isso funciona direito, mas vai lá, marca ele. Só para encher o saco dele.

Beleza?

Valeu, semana que vem tem mais! Tá bom?

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