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Investimentos

Adeus, rali? Alta do IPCA e disparada do petróleo colocam em ‘xeque’ principal ‘gatilho’ da bolsa em 2026

Corte da Selic é esperado na próxima reunião do Copom, mas diante dos novos dados do IPCA e das tensões geopolíticas, ainda teremos “gatilho” para a bolsa?

Isabelle Santos

Por Isabelle Santos

13 mar 2026, 10:00

Atualizado em 13 mar 2026, 10:22

ipca taxa selic inflação

Imagem: iStock/ Rmcarvalho

Depois de um início de 2026 renovando máximas, a bolsa brasileira vê as expectativas de um novo ciclo de valorização perder forças. Na quinta-feira (12), foi a vez dos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) trazer surpresas negativas ao mercado.

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Segundo o IBGE, em fevereiro, o IPCA registrou uma alta de 0,7%. A variação foi maior do que o verificado em janeiro (0,33%), e também acima das expectativas do mercado (0,65%).

Assim, no acumulado dos 12 meses, a inflação agora está em 3,81%, ante 3,77% das projeções do mercado.

O dado trouxe ainda mais pressão aos ativos de risco domésticos, que já estavam deprimidos por conta do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, e a escalada do preço do petróleo. Assim, o Ibovespa fechou em queda de mais de 2,55% na quinta.

Esse cenário coloca em “xeque” um dos principais “gatilhos” de alta da bolsa brasileira em 2026: o ciclo de cortes da Selic. E a pergunta que fica é:

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Ainda teremos ‘gatilho’ para um rali na bolsa brasileira?

Desde o fim de 2025, muitos especialistas de mercado vinham defendendo que o início do ciclo de afrouxamento monetário seria um gatilho para a bolsa brasileira.

Afinal, a queda dos juros por aqui, somada às incertezas do cenário externo atraindo fluxo estrangeiro, poderiam impulsionar ainda mais as ações domésticas.

Entretanto, Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, aponta que o preço do petróleo voltando aos US$ 100, o IPCA mostrando aceleração e os dados de vendas no varejo tornam a materialização desse gatilho um desafio.

O analista explica que, embora o preço do petróleo favoreça exportadores da commodity, como é o caso do Brasil, a alta também implica em mais inflação. Esse fator, aliado aos números do IPCA e uma atividade econômica resiliente, podem resultar em mudanças na condução da política monetária.

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Diante desse contexto, “muito dificilmente haverá um corte de 50 pontos [na Selic]”, segundo o analista, que aponta que, no atual cenário, é possível que o Banco Central realize “um corte mais cauteloso, de apenas 25 pontos-base na semana que vem”.

Ou seja, “ele [o corte de juro] vai acontecer, porém de forma mais contida”, destaca. Assim, mesmo em um cenário em que o principal gatilho para a bolsa brasileira seja mantido, a volatilidade causada por tensões geopolíticas deve pressionar os ativos no curto prazo.

Para o analista, neste momento, os investidores devem adotar uma estratégia com perfil mais previsível. Nesse sentido, recomendou aos leitores da sua newsletter, “Mercado em 5 Minutos”, a Carteira Empiricus Renda Extra, que entregou uma rentabilidade 320% acima do CDI apenas no mês de fevereiro.

Gratuito: conheça todas as recomendações da Carteira Renda Extra

A Carteira Empiricus Renda Extra reúne ações, fundos imobiliários e títulos de renda fixa. Tratam-se de ativos de qualidade capazes de distribuir proventos de maneira consistente, o que resulta em maior previsibilidade. Atualmente, o portfólio conta com 12 recomendações.  

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A boa notícia é que você pode conhecer todas as recomendações da Carteira Empiricus Renda Extra de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando o acesso à carteira como cortesia.

Assim, você poderá se preparar para “surfar” o corte da Selic, mantendo proteções em caso de turbulências do mercado.

Para liberar o seu acesso, é muito simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:  

Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.