Times

Glossario

Tire suas dúvidas com a definição dos principais termos do mercado financeiro

SELECIONAR

  • A

  • B

  • C

  • D

  • E

  • F

  • G

  • H

  • I

  • J

  • K

  • L

  • M

  • N

  • O

  • P

  • Q

  • R

  • S

  • T

  • U

  • V

  • W

  • X

  • Y

  • Z

A

  • Alavancagem Financeira

    A alavancagem financeira é um mecanismo do mercado financeiro em que o investidor utiliza capital de terceiros para aumentar o aporte em uma operação e assim criar a possibilidade de obter uma rentabilidade maior. Em termos práticos, a alavancagem permite que o operador faça uma operação com mais dinheiro do que ele realmente tem.

    Saiba mais sobre Alavancagem Financeira
  • Aquisição Hostil

    Uma aquisição hostil ou hostile takeover é um termo usado para descrever o processo pelo qual uma companhia toma o controle de outra sem que seja do interesse de uma das diretorias. Em suma, essa não aceitação por uma das partes é a principal característica deste tipo de aquisição.

    Saiba mais sobre Aquisição Hostil
  • Alavancagem Operacional

    A alavancagem operacional é um termo crucial no mercado financeiro, referindo-se à capacidade de uma empresa usar seus custos fixos para amplificar os efeitos das variações nas vendas ou na produção sobre seus lucros.

    Saiba mais sobre Alavancagem Operacional
  • Assembleia Geral Extraordinária

    A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em empresas é uma reunião convocada pelos administradores ou acionistas da organização, que não está prevista no calendário regular de reuniões corporativas. Esta assembleia é realizada para tratar de assuntos urgentes, como mudanças na estrutura corporativa, necessidade de aprovação de fusões ou aquisições, alteração no estatuto social, questões estratégicas etc.

    Saiba mais sobre Assembleia Geral Extraordinária
  • Antecipação de Recebíveis

    A antecipação de recebíveis é um instrumento financeiro que possibilita às companhias anteciparem valores antes dos prazos de recebimento, junto às instituições financeiras que são autorizadas a realizar essa operação.

    Saiba mais sobre Antecipação de Recebíveis
  • Acionista Controlador

    Um acionista controlador é a pessoa, seja física ou jurídica, ou um conjunto de pessoas ligadas por um acordo de votação ou controle comum, que detém o poder decisivo em uma empresa.

    Saiba mais sobre Acionista Controlador
  • Análise de Balanços

    A análise de balanços consiste na avaliação dos dados divulgados por uma empresa referente aos seus resultados. Assim, o investidor pode compreender melhor como foi a performance de uma organização em determinado período e qual a expectativa futura.

    Saiba mais sobre Análise de Balanços
  • Ataque Especulativo

    O ataque especulativo é caracterizado pela ação de grandes investidores estrangeiros na moeda de um país, fazendo com que ela perca valor. De forma prática, há uma venda em massa da moeda local e a compra de uma moeda de referência, por exemplo o dólar.

    Saiba mais sobre Ataque Especulativo
  • Analista Financeiro

    O analista financeiro é o responsável pelos trâmites que envolvem os recursos financeiros. Ele oferece suporte técnico aos investidores, analisando e projetando dados do mercado financeiro de forma especializada.

    Saiba mais sobre Analista Financeiro
  • Analista de Investimentos

    Um analista de investimentos é um profissional especializado no estudo e análise do mercado financeiro, com o objetivo de fornecer informações embasadas e recomendações para auxiliar na tomada de decisões de investimento. Isso significa que sua principal responsabilidade é analisar as empresas e estudar o ambiente econômico, financeiro e setorial no qual elas atuam.

    Saiba mais sobre Analista de Investimentos
  • Análise de Ações

    O método de análise de ações é usado para avaliar as ações negociadas na bolsa de valores, com o objetivo de selecionar aquelas que oferecem melhores oportunidades para investidores e especuladores.

    Saiba mais sobre Análise de Ações
  • Amortização

    A amortização é um processo financeiro que consiste em reduzir gradualmente o valor de uma dívida por meio de pagamentos periódicos, que incluem tanto o montante principal quanto os juros incidentes. Esses pagamentos são divididos em prestações e são calculados levando em consideração o prazo e a taxa de juros estabelecidos no contrato.

    Saiba mais sobre Amortização
  • Altcoins

    Como o próprio nome sugere, altcoin nada mais é que uma criptomoeda alternativa ao já consolidado Bitcoin. Com o sucesso da principal cripto do mercado, muitos desenvolvedores começaram a criar seus próprios ativos, seja com o objetivo de oferecer soluções diferentes, seja para melhorar o próprio Bitcoin. As altcoins costumam ser mais baratas quando comparadas com a principal moeda do mercado, mas também são mais voláteis. Apesar de terem ganhado popularidade nos últimos anos, muitas das altcoins ainda enfrentam desafios, como a falta de regulamentação e a concorrência com moedas mais consolidadas.

    Saiba mais sobre Altcoins
  • Arbitragem

    A arbitragem financeira é uma estratégia usada por investidores para fazer aplicações visando lucro, mas sem se expor a riscos. Ela consiste em aproveitar as diferenças de preços entre ativos financeiros idênticos ou similares em diferentes mercados ou locais. Na prática, a arbitragem é a prática de comprar um ativo em um mercado onde seu preço está baixo e, em seguida, vendê-lo em outro mercado onde seu preço está mais alto.

    Saiba mais sobre Arbitragem
  • Análise Fundamentalista

    A análise fundamentalista é um tipo de análise do mercado financeiro que considera indicadores econômicos, saúde financeira da empresa, cenário macroeconômico e resultados. Ela serve para determinar o preço justo da ação, ou seja, o valor valor intrínseco. Isso consegue proporcionar para o investidor uma perspectiva de valorização no futuro.

    Saiba mais sobre Análise Fundamentalista
  • Ações Preferenciais

    As ações preferenciais são um tipo de ação emitida por uma empresa que oferece aos seus investidores um conjunto de benefícios diferentes dos oferecidos pelas ações ordinárias. Ao contrário das ações ordinárias, as ações preferenciais não conferem direito a voto nas assembleias de acionistas, mas oferecem outras vantagens, como prioridade no recebimento de dividendos e no reembolso do capital investido em caso de falência da empresa.

    Saiba mais sobre Ações Preferenciais
  • Ativo não Circulante

    Ativo não Circulante é uma subcategoria dentro dos ativos que engloba todos os bens fixos e tangíveis usados na operação da empresa, como máquinas, equipamentos, móveis, veículos, entre outros. Esses bens são usados para o funcionamento normal da organização e possuem características que os diferenciam dos ativos circulantes, como o fato de ter um maior prazo de utilização, o que significa que serão utilizados por um período de tempo maior do que um ano.

    Saiba mais sobre Ativo não Circulante
  • Ações ordinárias

    Ações ordinárias (ON) são aquelas onde o acionista que as detém pode exercer o direito ao voto nas assembleias de acionistas. Ou seja, o acionista ordinário tem um poder maior de decisão na gestão da companhia.

    Saiba mais sobre Ações ordinárias
  • Asset management

    Asset management (em português, gestão de recursos) é um serviço prestado por instituições financeiras, em especial bancos e fundos de investimentos, com o objetivo de gerenciar o patrimônio dos seus clientes. Dessa forma, ao contratar uma gestora, o cliente está terceirizando a gestão do seu dinheiro. O principal intuito de uma asset management é de montar e gerenciar uma carteira de ativos para os seus clientes, visando diversificar o patrimônio para minimizar o risco, aumentar a rentabilidade e proteger o capital dos mesmos.

    Saiba mais sobre Asset management
  • Ancord

    Ancord é a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbios e Mercadorias que atua na regulamentação e agregação ao mercado de capitais no Brasil. A entidade oferece diversos cursos e treinamentos no mercado financeiro, bem como cursos preparatórios para quem está em busca de obter certificações. Sua principal certificação é a AAI que é obrigatória para quem quer atuar como agente de investimento junto a uma corretora de valores.

    Saiba mais sobre Ancord
  • Apimec

    A Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Capitais) é uma instituição que autorregula e certifica os profissionais que atuam no mercado financeiro, além de trabalhar para o desenvolver o mercao através de estudos e pesquisas. Por essa razão, todos os profissionais que pretendem atuar na área de valores mobiliários precisam passar pelas suas certificações.

    Saiba mais sobre Apimec
  • Acionista majoritário

    Acionista majoritário é o investidor pessoa física ou jurídica que possui mais de 50% das ações com direito a voto de uma de terminada empresa ou organização. Por possuir um número elevado de ações ordinárias juntamente com o direito ao voto nas assembleias, o acionista majoritário detém de muito poder no tocante a administração da empresa.

    Saiba mais sobre Acionista majoritário
  • Aftermarket

    O aftermarket é um horário extra de funcionamento da B3 que permite aos investidores negociarem ativos após o horário normal de funcionamento da bolsa. A alternativa é voltada para quem não possui tempo para investir ao longo do dia. O termo significa “depois do mercado” e compreende um período bem curto.

    Saiba mais sobre Aftermarket
  • Acionista

    Acionista é o investidor que compra ações de uma empresa e dessa forma se torna dono de uma fração da empresa em questão. O termo acionista pode ser usado para designar uma pessoa física ou jurídica que possui ações em uma sociedade empresarial, seja ela anônima ou não.

    Saiba mais sobre Acionista
  • Anbima

    Anbima é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Ela foi constituída em outubro de 2009 e fala em nome de diversas outras instituições como bancos, corretoras, administradores e distribuidoras. O seu surgimento se deu após a união de duas entidades: a ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) e a ANDIMA (Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro).

    Saiba mais sobre Anbima

B

  • BDRs no Imposto de Renda

    Chegou o momento de declarar BDRs no imposto de renda que estavam em sua carteira no dia 31 de dezembro do ano anterior, para isso siga o passo a passo: Clique na opção bens e serviços: é aqui que você irá informar sua posição em BDRs no último dia do ano anterior; Selecione a opção “Novo”: esse botão deve ser acionado para incluir novos ativos. Caso você queira apenas atualizar as informações de papéis que você já possui, basta procurá-los na declaração importada do ano anterior; Escolha o seu grupo: nesse caso você deve selecionar o “Grupo 04 – Aplicações e Investimentos”; Selecione o código do ativo: procure no menu pelo código que representa as BDRs. É provável que ele seja o mesmo número do grupo: “04 -Ativos negociados em Bolsa no Brasil”; Informações sobre o investimento: nessa etapa você deve discriminar o BDR de forma completa, incluindo quantidade, qual a empresa, código de negociação e valor. Não se esqueça de informar também a corretora que intermediou a negociação; Informe a situação anterior: o último passo é informar o valor de aquisição das ações preenchendo os campos referentes ao último dia do ano passado e do ano retrasado. Logicamente, se você não tinha uma posição no ano retrasado, não precisará preencher essa parte. É importante ressaltar que os BDRs de cada empresa são declarados separadamente. Então, clique em “Novo” sempre que precisar inserir um novo ativo.

    Saiba mais sobre BDRs no Imposto de Renda
  • Backtesting

    Um backtesting é um teste feito pelos investidores antes de realizar uma operação ou uma estratégia de investimentos. Assim, é possível validar o movimento pretendido e entender qual seria seu comportamento, rentabilidade e quais os riscos envolvidos.

    Saiba mais sobre Backtesting
  • Breakeven

    O Breakeven, também conhecido como ponto de equilíbrio, é um termo usado em finanças e contabilidade para descrever o momento em que o total de receitas iguala o total de custos ou despesas. Em outras palavras, é o ponto em que não há lucro nem prejuízo.

    Saiba mais sobre Breakeven
  • Bull Market

    Bull Market é a expressão usada para definir momentos de grande otimismo no mercado, em que os preços de ações e outros ativos entram em uma tendência de alta por um período prolongado.

    Saiba mais sobre Bull Market
  • Bear Market

    O Bear Market refere-se a um mercado em declínio, onde os preços dos ativos caem e o pessimismo geralmente prevalece entre os investidores. Esse termo é frequentemente usado em referência ao mercado de capitais, mas pode ser aplicado a qualquer mercado de ativos financeiros, como títulos, commodities e criptomoedas.

    Saiba mais sobre Bear Market
  • Big Techs

    As Big Techs, também conhecidas como Big Technology Companies, são empresas com base tecnológica que se destacam por dominar seus respectivos setores no mercado global. Essas empresas são caracterizadas por seu imenso poder e influência, geralmente alcançando uma capitalização substancial e presença internacional significativa.

    Saiba mais sobre Big Techs
  • Banco Central Europeu

    O Banco Central Europeu é a instituição monetária central da União Europeia (UE), responsável pela gestão do euro e pela política monetária da zona do euro, que compreende os 20 países da UE que adotaram o euro como moeda.

    Saiba mais sobre Banco Central Europeu
  • Bancos Comerciais

    De acordo com o Banco Central do Brasil, bancos comerciais são instituições públicas ou privadas, no caso sociedades anônimas, que fornecem recursos para comércio, indústria, prestadores de serviços e à população em geral.

    Saiba mais sobre Bancos Comerciais
  • Big Four

    O Big Four é o grupo composto pelas quatro maiores empresas de auditoria do mundo: Ernst & Young (EY), Deloitte, PricewaterhouseCoopers (PwC) e KPMG. Reconhecidas no mundo inteiro por sua excelência na prestação de serviços de auditoria contábil, essas empresas também prestam serviços de consultorias, análises fiscais e tributárias, além de também auxiliar em operações como aquisições, fusões e cisões de empresas. 

    Saiba mais sobre Big Four
  • Banker

    O private banker é um profissional que atua diretamente no atendimento e gerenciamento de clientes “premium” de uma instituição financeira. Diferente de outros bancários, possui qualificações excepcionais, expertise financeira aprofundada e habilidades de relacionamento interpessoal para lidar com clientes de maior patrimônio.

    Saiba mais sobre Banker
  • Broker

    O broker pode ser representado tanto por um profissional como de uma organização. Seu principal papel é atuar como intermediário nas negociações financeiras, facilitando a compra e venda de ativos, como ações, títulos, commodities, moedas e outros instrumentos financeiros.

    Saiba mais sobre Broker
  • Bancário

    O bancário é um profissional que trabalha em um banco, desempenhando diversas funções relacionadas aos serviços financeiros oferecidos pela instituição. Os bancários podem ocupar diferentes cargos dentro de um banco, como gerente de conta, caixa, consultor financeiro, analista de crédito, especialista em investimentos, entre outros. Eles desempenham um papel importante na interação direta com os clientes, fornecendo um atendimento eficiente e confiável. Dessa forma, cabe ao bancário garantir a melhor experiência para os clientes de uma instituição financeira, proporcionando a segurança que eles buscam ao depositar seu dinheiro em um banco.

    Saiba mais sobre Bancário
  • Balanço Patrimonial

    O balanço patrimonial é um relatório contábil que apresenta a posição financeira de uma empresa em um determinado momento. Ele mostra os ativos (recursos controlados pela empresa), passivos (obrigações financeiras) e patrimônio líquido (diferença entre ativos e passivos) da empresa.

    Saiba mais sobre Balanço Patrimonial
  • Balancete

    O balancete é um relatório que oferece uma visão geral da situação financeira de uma empresa em um determinado período. Trata-se de um resumo das transações, feito mensalmente, mas que também pode ser feito de forma trimestral ou anual.

    Saiba mais sobre Balancete
  • B2C

    B2C é a sigla para "Business-to-Consumer", que traduzindo para o português significa empresa para consumidor, um termo utilizado no comércio eletrônico e marketing para descrever a relação comercial entre empresas e consumidores finais. Nesse modelo, as empresas vendem produtos ou serviços diretamente aos clientes, em vez de outros negócios (o que seria o modelo B2B, ou "Business-to-Business").

    Saiba mais sobre B2C
  • Buy Side

    O buy side é um termo muito utilizado no mercado financeiro, para se referir a instituições financeiras e agentes que atuam comprando e investindo em títulos, ativos e outras aplicações financeiras.Se traduzirmos de forma literal o buy side pode ser entendido como o “lado da compra”. Dessa forma, os analistas financeiros que trabalham com o Buy side tem como função indicar aplicações financeiras para compra.

    Saiba mais sobre Buy Side
  • Berkshire Hathaway

    A Berkshire Hathaway é uma empresa multinacional americana de conglomerado e holding, sediada em Omaha, Nebraska, nos Estados Unidos. Ela tem participações majoritárias ou minoritárias em várias empresas de diferentes setores, incluindo seguros, ferrovias, serviços públicos, manufatura, varejo e outros.

    Saiba mais sobre Berkshire Hathaway
  • BRL

    A sigla BRL nada mais é que uma representação da nossa moeda atual, o “Real Brasileiro”. Algumas pessoas podem até se confundir pensando que “R$” é o nosso código monetário, mas ele é simplesmente o símbolo da moeda.

    Saiba mais sobre BRL
  • Bonds

    Os bonds são títulos de dívida emitidos por organizações com o objetivo de gerar capital para realizar atividades ou projetos a partir da arrecadação por meio de investidores. Basicamente, essas organizações pegam o recurso e, em troca, oferecem um retorno em juros em cima do que foi captado.

    Saiba mais sobre Bonds
  • Blockchain

    Blockchain é o nome concedido ao ecossistema que rege todas as transações do mercado cripto. O termo é um acrônimo das palavras em inglês “block” e “chain” – que significam, de maneira literal, “bloco” e “corrente”. Sua principal característica é o fato de atuar de forma descentralizada; ou seja, independentemente da ação humana. Isso acontece graças ao seu complexo sistema de validação. Na prática, trata-se de uma rede open source (código aberto) que trabalha sob a orientação de códigos de validação automatizados.

    Saiba mais sobre Blockchain
  • Breakeven

    O Breakeven representa o ponto de equilíbrio de uma empresa, onde as entradas e saídas estão equilibradas. Isso quer dizer que a organização não terá nem lucro e nem prejuízo, sendo o resultado igual a zero.

    Saiba mais sobre Breakeven
  • Buy and Hold

    Buy and Hold é uma estratégia de investimento que consiste em comprar ativos com a intenção de mantê-los por um período longo, geralmente por anos. A ideia por trás desta estratégia é que, ao longo do tempo, os ativos que possuem qualidade o suficiente aumentem seu valor de mercado, compensando as flutuações de curto prazo no preço.

    Saiba mais sobre Buy and Hold
  • Bitcoin Cash

    O Bitcoin Cash (BCH) é uma criptomoeda criada sob o mesmo código-fonte do Bitcoin, mas com funcionalidades que vão além da principal cripto em circulação. Essa altcoin surgiu em meados de 2017, durante o primeiro processo de divisão do Bitcoin – chamado de hard fork. O objetivo principal da atividade era alterar conceitos específicos do BTC, a fim de otimizar as transações e melhorar as negociações da rede blockchain. Como não houve consenso entre a comunidade à época, foi criada uma nova cripto. Assim, o Bitcoin Cash se desprendeu da “moeda-mãe” e passou a performar de forma independente no mercado.

    Saiba mais sobre Bitcoin Cash
  • Bolsas europeias

    As bolsas europeias são aquelas que pertencem aos países que estão localizados no continente Europeu. Devido a influência cultural que os países europeus tiveram sobre as demais nações do globo, as suas bolsas de valores chamam a atenção dos investidores. As principais são a Bolsa de Valores de Londres (LSE), a Euronext, e a Bolsa de Valores de Frankfurt.

    Saiba mais sobre Bolsas europeias
  • Bolsas asiáticas

    As bolsas asiáticas são as bolsas de valores dos principais países que estão localizados na Ásia. As três maiores bolsas asiáticas são a Tokyo Stock Exchange (TSE), Shanghai Stock Exchange (SSE) e a Hong Kong Stock Exchange (HKEX).

    Saiba mais sobre Bolsas asiáticas
  • BDR

    BDR é a sigla em inglês para Brazilian Depositary Receipts que são valores mobiliários emitidos no Brasil, com lastro em ações emitidas no exterior. No BDR, os papéis de fora funcionam como uma espécie de garantia para o investimento no país, sendo ele uma maneira do brasileiro poder investir em empresas estrangeiras sem a necessidade de comprar uma ação no exterior.

    Saiba mais sobre BDR
  • Boletem Focus

    O Boletim Focus é um documento, organizado pelo Banco Central, que apresenta projeções referentes a importantes indicadores econômicos, fundamentais para entender como está o andamento do mercado e para ajuda investidores a tomarem melhores decisões no mercado. Também chamado de Relatório Focus, ele é elaborado de acordo com os índices projetados por diversas instituições financeiras participantes do sistema de Expectativa de Mercado do Banco Central.

    Saiba mais sobre Boletem Focus
  • Blue chips

    Ações blue chips é um nome dado para as maiores ações da bolsa de valores, seja em capitalização de mercado ou de reputação perante os investidores. São empresas de capital aberto consideradas muito importantes, que movimentam grandes quantias de dinheiro diariamente, são consolidadas no mercado e podem pagar ótimos dividendos para os seus acionistas.

    Saiba mais sobre Blue chips
  • B3

    A B3 é a Bolsa de Valores oficial do Brasil, que possui sede na cidade de São Paulo. As iniciais B3 fazem referência às letras iniciais de Brasil, Bolsa e Balcão. Ela é uma das principais instituições do mercado financeiro brasileiro, e além da sede em São Paulo, conta também com representações no Rio de Janeiro, Xangai (China) e Londres (Inglaterra). A B3 possui atuação em ambiente de bolsa e balcão, sendo ela uma sociedade de capital aberto, que tem suas ações negociadas no Novo Mercado sob a sigla B3SA3.

    Saiba mais sobre B3
  • Bolsa de valores

    A bolsa de valores é um ambiente onde são negociados ações, títulos e outros ativos. A bolsa funciona como um ponto de encontro entre empresas e investidores. Assim sendo, o seu principal papel é garantir que as transações ocorram com segurança, eficiência e de maneira justa.

    Saiba mais sobre Bolsa de valores
  • Bitcoin

    Bitcoin é uma criptomoeda criada pelo projeto de um desenvolvedor (ou grupo de desenvolvedores) denominado Satoshi Nakamoto. Lançada em 2009, o BTC existe apenas em formato digital, é totalmente descentralizada – o que significa dizer que não há qualquer intermédio por parte de Bancos Centrais, e utiliza como base uma rede de blocos criptografados.

    Saiba mais sobre Bitcoin
  • Banco Central

    O Banco Central do Brasil, também conhecido como Bacen ou BCB, é a principal autarquia econômica do país. O órgão opera independentemente e sob supervisão mínima do governo federal, sendo encarregado por gerir todo o sistema financeiro e monetário em esfera nacional. O Bacen está diretamente ligado ao Ministério da Economia (antigo Ministério da Fazenda), e sua principal função é executar políticas monetárias e de controle fiscal relativas ao Conselho Monetário Nacional (CMN). Na prática, significa que o BCB opera sobre todos os bancos brasileiros – e por isso é conhecido como o “banco dos bancos”.

    Saiba mais sobre Banco Central
  • BNDES

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é um banco público criado em 1952 para fomentar o desenvolvimento econômico do país. Sua atuação se dá principalmente através da concessão de financiamento e empréstimos com taxa de juros subsidiadas para empresas.

    Saiba mais sobre BNDES

C

  • CDBs no Imposto de Renda

    Quem possui aplicações em CDB não precisa necessariamente declarar o Imposto de Renda, ao menos que se encaixe em algum dos fatores de obrigatoriedade listados acima. Nesse caso, é preciso declarar qualquer aplicação superior a R$ 140. A alíquota de tributação do CDB varia entre 22,5% a 15%, de acordo com o prazo do investimento. É de referir que os rendimentos são tributados na fonte, ou seja, o imposto é retido pelo banco ou corretora antes do pagamento dos rendimentos. É importante ressaltar, porém, que o IR incide apenas sobre o rendimento obtido, e não sobre o valor investido.

    Saiba mais sobre CDBs no Imposto de Renda
  • Criptomoedas no Imposto de Renda

    Os criptoativos se diferem de outros investimentos de renda variável – como as ações, por exemplo. Assim, a tributação desses ativos também segue um rito próprio. A Receita Federal estabelece que movimentações de até R$ 35 mil estão livres de tributação – mas não livres da declaração. A tributação de Bitcoin e criptomoedas no Imposto de Renda incide apenas em casos de venda dos ativos.

    Saiba mais sobre Criptomoedas no Imposto de Renda
  • CNPJ das ações listadas na B3

    Caso você seja um investidor de bolsa de valores, o CNPJ da companhia em questão é uma das informações pedidas pela Receita Federal na hora de declarar cada ação que você negociou ou possui em seu patrimônio. Por isso, é muito importante ter em mãos o CNPJ das empresas de capital aberto listadas.

    Saiba mais sobre CNPJ das ações listadas na B3
  • CNPJ dos Fundos Imobiliários (FIIs)

    Caso você seja um investidor de bolsa de valores, o CNPJ do Fundo Imobiliário em questão é uma das informações pedidas pela Receita Federal na hora de declarar cada FII que você negociou ou possui em seu patrimônio. Por isso, é muito importante ter em mãos o CNPJ dos Fundos Imobiliários negociados na B3.

    Saiba mais sobre CNPJ dos Fundos Imobiliários (FIIs)
  • Comprovante de Renda

    Comprovante de renda é um documento que comprova a capacidade financeira de uma pessoa ou empresa. Ou seja, é um demonstrativo da renda que ela possui. Ele pode ser solicitado por diversas instituições, como bancos, empresas, governos e outras entidades, como forma de verificar se a pessoa ou empresa tem renda suficiente para cumprir com determinadas obrigações financeiras ou para acessar benefícios sociais.

    Saiba mais sobre Comprovante de Renda
  • Como declarar herança no Imposto de Renda 2024? Saiba qual a alíquota e quanto pagar!!!

    A declaração de herança no Imposto de Renda é um processo importante para quem recebeu um patrimônio por meio de uma sucessão ou legado. Saiba como declarar herança no Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Como declarar herança no Imposto de Renda 2024? Saiba qual a alíquota e quanto pagar!!!
  • Como declarar empréstimos no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular e como pagar!!!

    Declarar valores recebidos como empréstimos no Imposto de Renda é fundamental. Veja o passo a passo de como declarar empréstimos no IR.

    Saiba mais sobre Como declarar empréstimos no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular e como pagar!!!
  • Como declarar doações no Imposto de Renda 2024? Saiba quanto pagar!!!

    Declarar doações no Imposto de Renda é um procedimento importante para evitar problemas com a Receita Federal. Veja o passo a passo completo para declarar doações no IR.

    Saiba mais sobre Como declarar doações no Imposto de Renda 2024? Saiba quanto pagar!!!
  • Como declarar consórcios no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!

    Declarar um consórcio no imposto de renda pode parecer um pouco complicado à primeira vista, mas é uma tarefa relativamente simples. Veja aqui o passo a passo.

    Saiba mais sobre Como declarar consórcios no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!
  • Como declarar aposentadoria e pensões no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular!!!

    Saber como declarar aposentadorias no Imposto de Renda é fundamental para evitar problemas com o fisco. Saiba como declarar a aposentadoria no IR.

    Saiba mais sobre Como declarar aposentadoria e pensões no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular!!!
  • Como declarar aluguel de ações no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!

    Entenda como declarar aluguel de ações no Imposto de Renda e evite cair na “malha fina” da receita federal. Confira o passo a passo para declarar aluguel de ações no Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Como declarar aluguel de ações no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!
  • Como declarar aluguéis no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular o valor!!!

    Saber como declarar aluguéis no Imposto de Renda é fundamental para evitar problemas futuros. Confira o passo a passo completo de como declarar IR de aluguéis.

    Saiba mais sobre Como declarar aluguéis no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular o valor!!!
  • Como declarar título de capitalização no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!

    Declarar um título de capitalização no Imposto de Renda é um processo obrigatório, porém relativamente simples. Veja aqui o passo a passo para declarar títulos de capitalização no Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Como declarar título de capitalização no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!
  • Como declarar Fundos Imobiliários (FIIs) no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!

    A declaração de Fundos Imobiliários no Imposto de Renda é um processo relativamente simples, mas exige atenção e cuidado por parte do investidor. Entenda como declarar os FIIs e quais são os tributos incidentes.

    Saiba mais sobre Como declarar Fundos Imobiliários (FIIs) no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona!!!
  • Como declarar day trade no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!

    Declarar as operações de Day Trade no Imposto de Renda é fundamental para evitar problemas com a Receita Federal. Veja como declarar day trade no Imposto de Renda da forma correta.

    Saiba mais sobre Como declarar day trade no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!
  • Como declarar ações no exterior no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!

    Declarar ações no exterior é fundamental para todos que querem ficar em dia com os órgãos de fiscalização brasileiros. Veja como declarar ações no exterior no Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Como declarar ações no exterior no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!
  • Como declarar ações no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular e fazer a declaração!!!

    Todo investidor precisa declarar seus ganhos de capital e seu patrimônio em ações no Imposto de Renda. Entenda melhor como fazer a declaração de ações no IR.

    Saiba mais sobre Como declarar ações no Imposto de Renda 2024? Saiba como calcular e fazer a declaração!!!
  • Como declarar dividendos no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!

    Mesmo sendo isentos de tributação, declarar dividendos no Imposto de Renda é obrigatório. Saiba como declarar dividendos no Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Como declarar dividendos no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!
  • Como declarar VGBL no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona e como calcular!!!

    Se você possui um plano VGBL precisa declará-lo no Imposto de Renda (IR). Entenda como declarar e como funciona a tributação sobre planos VGBL.

    Saiba mais sobre Como declarar VGBL no Imposto de Renda 2024? Saiba como funciona e como calcular!!!
  • Como declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!

    O Tesouro Direto é uma opção de investimento em títulos públicos oferecida pelo Governo Federal. Veja aqui o passo a passo para declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda (IR).

    Saiba mais sobre Como declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda 2024? Entenda como funciona!!!
  • Cash Cow

    Uma empresa cash cow, ou “vaca leiteira”, é aquela que se destaca por gerar consistentes e substanciais fluxos de caixa, enquanto demanda investimentos relativamente baixos em sua manutenção e crescimento. A analogia com uma vaca destaca a ideia de um ativo que pode ser “ordenhado” regularmente para colher seus benefícios financeiros. No Brasil, o termo é equivalente ao popular “galinha dos ovos de ouro”, ou seja, um negócio tão bem administrado que praticamente opera por conta própria.

    Saiba mais sobre Cash Cow
  • Credit Default Swap

    O Credit Default Swap, ou CDS, é um instrumento financeiro derivativo que funciona como um contrato de proteção contra o risco de calote em relação a um emissor de um título público ou instrumento de dívida específico.

    Saiba mais sobre Credit Default Swap
  • Cooperativas de Crédito

    As cooperativas de crédito são instituições financeiras regulamentadas pelo Banco Central e formadas por um grupo de pessoas que se associam para oferecer serviços financeiros mutuamente benéficos aos seus membros.

    Saiba mais sobre Cooperativas de Crédito
  • Crowdfunding

    Crowdfunding é um método de financiamento coletivo usado para arrecadar recursos para projetos ou iniciativas através da contribuição de um grande número de pessoas. Esse processo geralmente acontece pela internet, utilizando plataformas específicas, onde os criadores de projetos apresentam suas ideias ao público.

    Saiba mais sobre Crowdfunding
  • Capital Circulante Líquido

    O Capital Circulante Líquido é um indicador financeiro que mede a capacidade de uma empresa de cumprir suas obrigações de curto prazo com os ativos de curto prazo que possui no balanço patrimonial.

    Saiba mais sobre Capital Circulante Líquido
  • Cisne Negro

    O termo “cisne negro” foi cunhado pelo filósofo Nassim Taleb para descrever eventos altamente impactantes, raros e imprevisíveis que, retrospectivamente, são atribuídos a explicações convenientes.

    Saiba mais sobre Cisne Negro
  • Cap Rate

    O cap rate, ou taxa de capitalização, representa um indicador essencial no campo dos investimentos imobiliários, uma vez que oferece uma visão valiosa da rentabilidade potencial de um investimento em imóveis. Essa representação é feita calculando a média de retorno de capital quando aportado em uma propriedade.

    Saiba mais sobre Cap Rate
  • Covenant

    Covenant é um instrumento do mercado financeiro pelo qual os credores tentam criar proteções para os seus interesses ao definir limitações contratuais que uma empresa deve seguir para que os termos de um empréstimo continuem em vigor.

    Saiba mais sobre Covenant
  • Call

    Comumente conhecida como opção de compra, a call é um contrato financeiro que concede ao detentor o direito, mas não a obrigação, de comprar um ativo subjacente a um preço predeterminado em uma data específica. Esse ativo pode ser uma ação, um índice, uma mercadoria ou até mesmo uma moeda.

    Saiba mais sobre Call
  • CAPM

    O CAPM, ou Capital Asset Pricing Model (modelo de precificação de ativos de capital), é um indicador utilizado para estimar o retorno esperado de um ativo financeiro com base em seu risco sistêmico. Isso significa uma relação entre o retorno de um ativo específico, a taxa livre de risco e o prêmio de risco do mercado.

    Saiba mais sobre CAPM
  • CAGR

    CAGR é a sigla para Compound Annual Growth Rate. Trata-se de um indicador que, quando calculado, traz a taxa de retorno necessária para que determinado investimento flutue do saldo inicial para o final em um período determinado.

    Saiba mais sobre CAGR
  • Cédula de Crédito Imobiliário

    A Cédula de Crédito Imobiliário (CCI), é um título de crédito que representa um investimento no setor imobiliário. Ela é emitida com base em uma dívida imobiliária, significando um direito a crédito.

    Saiba mais sobre Cédula de Crédito Imobiliário
  • CAPEX

    O significado de CAPEX, ou Capital Expenditure (Despesa de Capital, em português), refere-se aos fundos utilizados por uma organização para adquirir, atualizar e manter ativos físicos, como propriedades, edifícios, tecnologia ou equipamentos. Esses investimentos são feitos por organizações para iniciar novos projetos ou investir em operações de longo prazo, com o objetivo de fomentar o crescimento ou a eficiência.

    Saiba mais sobre CAPEX
  • Come-cotas

    O come-cotas é um mecanismo aplicável a certos tipos de fundos de investimento. Trata-se de uma antecipação semestral do Imposto de Renda (IR) que incide sobre o rendimento desses fundos. A cobrança come-cotas ocorre automaticamente em maio e novembro de cada ano, e é assim chamada porque "come" uma parte das cotas do investidor para recolher o tributo devido.

    Saiba mais sobre Come-cotas
  • Certificações financeiras

    O que são certificações financeiras? As certificações financeiras são espécies de “credenciais” profissionais obtidas por meio de exames que atestam a competência e o conhecimento técnico dos indivíduos no campo financeiro.

    Saiba mais sobre Certificações financeiras
  • Consultor de Investimentos

    Um consultor de investimentos é um profissional especializado em oferecer orientação e aconselhamento financeiro personalizado aos seus clientes. Sua principal função é auxiliar os investidores na tomada de decisões, levando em consideração seus objetivos financeiros e perfil de risco. Esse profissional atua como um intermediário entre o investidor e o mercado financeiro. Ele possui conhecimentos aprofundados sobre produtos de investimento, como ações, títulos, fundos de investimento, entre outros.

    Saiba mais sobre Consultor de Investimentos
  • Consultor Financeiro

    Um consultor financeiro é um profissional especializado que fornece orientação e aconselhamento personalizado sobre questões relacionadas às finanças pessoais ou empresariais. Esses profissionais são treinados para ajudar indivíduos, famílias ou organizações a alcançarem seus objetivos financeiros, oferecendo insights, estratégias e soluções personalizadas.

    Saiba mais sobre Consultor Financeiro
  • Certificação Ancord

    A Certificação Ancord (AAI - Agente Autônomo de Investimentos) é um credenciamento obrigatório para profissionais que desejam atuar como agentes de investimentos no mercado financeiro brasileiro.

    Saiba mais sobre Certificação Ancord
  • CEA

    CEA é uma sigla que significa Certificação Anbima de Especialistas em Investimento. Se trata de uma habilitação que capacita profissionais a atuar no Mercado Financeiro como especialistas, fornecendo dicas de produtos para pessoas e empresas.

    Saiba mais sobre CEA
  • COE

    O Certificado de Operações Estruturadas (COE) é um tipo de aplicação financeira que mescla a segurança da renda fixa com a rentabilidade da renda variável, por meio da diversificação de ativos. Ele funciona a partir da combinação de um título de dívida emitido por instituições financeiras e outros ativos, como ações, índices, moedas estrangeiras ou commodities. 

    Saiba mais sobre COE
  • Certificação CFP

    A certificação CFP, ou Certified Financial Planner, é um diploma internacionalmente renomado que qualifica um profissional para exercer a função de planejador financeiro pessoal. Ela não é obrigatória, exceto para profissionais que desejam atuar no private banking dos bancos cadastrados na Anbima.

    Saiba mais sobre Certificação CFP
  • CFA

    CFA é a sigla para Chartered Financial Analyst, que em português significa Analista Financeiro Certificado. É uma das certificações financeiras mais reconhecidas e respeitadas internacionalmente. Ela é concedida pelo CFA Institute, uma organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos, e é destinada a profissionais que desejam se destacar no campo da análise financeira, gestão de investimentos e tomada de decisões financeiras estratégicas.

    Saiba mais sobre CFA
  • Corretor de seguros

    Um corretor de seguros é um profissional especializado na área de seguros que atua como intermediário entre os segurados e as seguradoras. Sua principal função é assessorar e orientar os clientes na escolha do seguro mais adequado às suas necessidades, além de intermediar a contratação e renovação das apólices.

    Saiba mais sobre Corretor de seguros
  • Correspondente bancário

    Um correspondente bancário é uma instituição autorizada a realizar determinadas operações financeiras em nome de outra instituição financeira, como bancos e cooperativas de crédito. Eles atuam como intermediários, oferecendo serviços bancários básicos e facilitando o acesso a produtos financeiros. Os correspondentes bancários podem ser encontrados em diferentes estabelecimentos, como lojas, supermercados, lotéricas e agências dos Correios.

    Saiba mais sobre Correspondente bancário
  • Controller

    Um controller é um profissional responsável por garantir a integridade e a precisão das informações financeiras de uma empresa. Em outras palavras, ele desempenha um papel estratégico na gestão e no controle das atividades contábeis e financeiras, fornecendo dados e análises que auxiliam na tomada de decisões estratégicas.

    Saiba mais sobre Controller
  • Contador

    Um contador desempenha um papel fundamental nas organizações, sendo responsável por uma variedade de tarefas relacionadas aos aspectos financeiros e contábeis. Em primeiro lugar, ele registra e classifica todas as transações financeiras da empresa, como receitas, despesas, pagamentos e recebimentos, por meio de sistemas contábeis, onde as transações são documentadas e organizadas adequadamente. Posteriormente, ele prepara as demonstrações financeiras. Esses relatórios essenciais, como o balanço patrimonial, a demonstração de resultados e o fluxo de caixa, fornecem uma visão clara da situação financeira da empresa em um determinado período. Com os relatórios prontos, ele analisa e interpreta os dados financeiros, fornecendo informações valiosas aos gestores, mostrando tendências, métricas-chave e áreas que precisam de melhorias. Além disso, os contadores são responsáveis por garantir que a empresa cumpra suas obrigações fiscais e regulatórias, preparando declarações fiscais, calculando impostos devidos, mantendo registros contábeis em conformidade com as leis, entre outras responsabilidades.

    Saiba mais sobre Contador
  • Certificações Bancárias

    Certificações bancárias são credenciais concedidas a profissionais que comprovam conhecimentos especializados no setor financeiro. Elas são gerenciadas por instituições reconhecidas e abrangem muitas áreas, como investimentos, gestão de riscos, ética, conformidade regulatória, entre outras.

    Saiba mais sobre Certificações Bancárias
  • CFO

    CFO é a sigla para Chief Financial Officer, que em português significa Diretor Financeiro ou Diretor de Finanças. O CFO é um cargo de alta gerência em uma organização, responsável por supervisionar e gerenciar as atividades financeiras da empresa. Esse profissional desempenha um papel crucial na formulação de estratégias financeiras e no planejamento de longo prazo da organização.

    Saiba mais sobre CFO
  • Carteira recomendada

    A carteira recomendada é uma seleção de ativos financeiros sugerida por especialistas do mercado, como ações, títulos e fundos. Essas recomendações consideram o perfil do investidor e objetivos financeiros individuais de cada pessoa.

    Saiba mais sobre Carteira recomendada
  • Clearing

    Clearing, também conhecido como Clearing House, é uma central de compensação e liquidação de títulos que facilita as transações entre duas partes de compra e venda. Ela serve como intermediária para as transações, tornando a negociação mais segura ao garantir que ambas as partes cumpram suas obrigações financeiras.

    Saiba mais sobre Clearing
  • Chainlink

    A Chainlink é uma plataforma blockchain líder no setor de oráculos, tecnologia que desempenha um papel fundamental na facilitação da comunicação entre blockchains e o mundo externo.

    Saiba mais sobre Chainlink
  • CPA-10

    CPA-10 é uma sigla que se refere ao Certificado de Participação em Análise de Balanço, Nível 10, oferecido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). O CPA-10 é uma certificação destinada a profissionais que atuam na área financeira e que desejam aprimorar seus conhecimentos sobre análise de balanços. Nesse sentido, ela abrange conceitos e técnicas de análise financeira, além de fornecer uma visão ampla e atualizada da legislação financeira no Brasil.

    Saiba mais sobre CPA-10
  • CPA-20

    CPA-20 é uma certificação profissional concedida pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) para profissionais que atuam no mercado financeiro diretamente com a distribuição de produtos de investimentos. O teste comprova o conhecimento e a capacidade da pessoa para atender diversos clientes com grandes movimentações financeiras, como corporações, investidores institucionais e clientes do segmento de varejo. Nesses casos, a certificação é obrigatória e exigida pelo Banco Central.

    Saiba mais sobre CPA-20
  • CNPI

    CNPI é a abreviação de Certificação Nacional do Profissional de Investimento. Como o próprio nome deixa entender, trata-se de um tipo de certificado direcionado aos profissionais que atuam na área de investimentos.

    Saiba mais sobre CNPI
  • CGA

    O CGA é a Certificação de Gestores ANBIMA. Ela é destinada para os profissionais que queiram atuar no mercado financeiro na área de gestão de fundos de investimentos.

    Saiba mais sobre CGA
  • Curva de juros

    A curva de juros é uma representação gráfica da relação entre a taxa de juros e o prazo de uma dívida. Em geral, ela mostra como a taxa de juros cresce à medida que o prazo de uma dívida aumenta.

    Saiba mais sobre Curva de juros
  • CMN

    O Conselho Monetário Nacional é o órgão superior do Sistema Financeiro Nacional. Por isso, é ele que elabora as principais regras para o desenvolvimento e estabilidade econômica do país, assim como regulamenta as diversas relações que exigem trâmites financeiros.

    Saiba mais sobre CMN
  • Cardano

    A Cardano é uma blockchain de código aberto maleável e ágil, criada para ser uma alternativa à Ethereum. A plataforma opera por meio do mecanismo de proof-of-stake (PoS), o que significa dizer que exige a contribuição entre os usuários para emitir e validar os processos internos. Além de ser uma blockchain completa de aplicações, também tem o seu próprio criptoativo: o ADA. A criptomoeda Cardano (ADA) é conhecida por ser uma “versão asiática” da famosa Ethereum, já que 90% dos seus investidores são originários de países como Japão e China.

    Saiba mais sobre Cardano
  • Custódia

    A custódia representa a guarda dos ativos, sendo que ações, títulos e qualquer outro tipo de bens são mantidos e atualizados por uma empresa chamada de instituição depositária que os mantém em nome dos investidores.

    Saiba mais sobre Custódia
  • Circuit breaker

    O circuit breaker é um mecanismo que pode ser acionado na Bolsa de Valores em momentos nos quais o volume de vendas é tão grande que pressiona o preço dos ativos muito para baixo, gerando enormes prejuízos para os investidores.

    Saiba mais sobre Circuit breaker
  • Commodities

    Commodities são matérias-primas em estado bruto ou primário produzidas pelas indústrias de base. São itens produzidos em larga escala e que podem ser estocados sem perder a sua qualidade. A definição do seu preço é dada pela oferta e procura dos itens, sendo esses bens considerados essenciais para todo o setor produtivo, e por isso possuem uma alta demanda e peso na economia global.

    Saiba mais sobre Commodities
  • Correção monetária

    Correção monetária é um ajuste que determinada moeda sofre em relação a moedas estrangeiras e à inflação. Também é chamado de atualização monetária e seu principal objetivo é manter o valor da moeda, o que ajuda investidores a evitarem prejuízos, já que o valor investido tende a não se desvalorizar ao longo do tempo.

    Saiba mais sobre Correção monetária
  • CDS

    O Credit Default Swap, ou CDS, é uma espécie de derivativo do mercado de crédito onde as partes interessadas podem negociar o risco de algum título de crédito. O CDS oferece proteção por ser um título emitido por uma seguradora que assume a função de garantir o resgate do valor investido em caso de inadimplência.

    Saiba mais sobre CDS
  • Corretora de valores

    A corretora de valores é uma instituição que intermedia a compra e venda de ativos financeiros, sejam eles de renda fixa ou renda variável. Geralmente, ela oferece uma plataforma de negociação.

    Saiba mais sobre Corretora de valores
  • Criptomoedas

    As criptomoedas são ativos que existem apenas de forma digital e dentro de uma estrutura criptografada. Além disso, elas não são regularizadas por nenhum órgão central – como governos, bancos e/ou instituições. As criptos funcionam de forma descentralizada por meio de uma rede online, mas suas funcionalidades vão muito além do digital. É possível utilizar esses ativos para realizar compras e outros pagamentos físicos, desde que eles sejam aceitos em estabelecimentos – como é o caso da cripto precursora desse universo, o Bitcoin.

    Saiba mais sobre Criptomoedas
  • CVM

    CVM é uma sigla que significa Comissão de Valores Mobiliários. Essa comissão é uma autarquia (lei 6.385 de 1976), o que significa que é uma entidade de administração pública indireta, e que faz parte do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tal instituição tem como objetivo a fiscalização, normatização e desenvolvimento do mercado de ações e de valores mobiliários no Brasil.

    Saiba mais sobre CVM
  • CETIP

    CETIP (abreviação de Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados) é uma entidade privada que integra o mercado brasileiro, oferecendo serviços de registro, negociação e liquidação de ativos.

    Saiba mais sobre CETIP
  • COPOM

    COPOM é a abreviação de Comitê de Política Monetária, um órgão composto pelo presidente do Banco Central e seus diretores. A cada 45 dias o órgão se reúne para definir a taxa básica de juros da economia, e demais assuntos ligados à situação monetária do país. As decisões tomadas pelo Comitê de Política Monetária impactam diretamente no dia a dia das pessoas, por meio do preço de produtos ou serviços e das taxas de investimentos, já que a SELIC é a responsável por proporcionar maior ou menor rendimento, no caso dos investimentos de renda fixa.

    Saiba mais sobre COPOM
  • CRI

    O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um produto de investimento em renda fixa focado na captação de recursos destinados ao financiamento de imóveis residenciais e comerciais. Diferentemente das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), que são emitidas apenas por instituições financeiras, os CRIs são emitidos apenas por companhias securitizadoras de recebíveis imobiliários.

    Saiba mais sobre CRI
  • CDB

    CDB é a sigla de Certificado de Depósito Bancário, um título de renda fixa emitido por bancos comerciais tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas. Desse modo, quando alguém adquire um título de CDB, está emprestando o seu dinheiro para o banco em troca de uma determinada rentabilidade. Esse investimento conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição bancária ou conglomerado financeiro, até um limite teto de R$ 1 milhão a cada período de 4 anos.

    Saiba mais sobre CDB
  • CRA

    O CRA é a sigla para Certificado de Recebíveis do Agronegócio, um tipo de investimento de renda fixa representado por um título de crédito privado. Esse crédito é emitido por empresas de sociedade anônima, conhecidas como securitizadoras. O investimento tem como objetivo captar recursos para o agronegócio, tanto para pessoas físicas ou jurídicas, que usam esse dinheiro para comprar máquinas, construir silos, dentre outras coisas.

    Saiba mais sobre CRA

D

  • Declaração completa

    A declaração completa é uma modalidade de declaração do IR que permite ao contribuinte apresentar um panorama detalhado de suas informações financeiras, deduções e receitas. Nessa opção, é necessário fornecer todas as informações solicitadas pela Receita Federal, incluindo detalhes específicos sobre despesas, rendimentos e patrimônio.

    Saiba mais sobre Declaração completa
  • Declaração simplificada

    A declaração simplificada do IR é uma opção disponibilizada aos contribuintes que desejam declarar seus rendimentos de maneira mais prática, sem a necessidade de apresentar todas as despesas detalhadas. Ao optar por essa modalidade, você abre mão das deduções específicas, optando por uma dedução automática de 20%.

    Saiba mais sobre Declaração simplificada
  • DIRF

    A DIRF é a sigla para "Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte", sendo ela uma obrigação fiscal no Brasil que deve ser entregue anualmente por pessoas físicas e jurídicas que realizaram pagamentos que possam implicar em retenção de impostos na fonte. Ela tem como objetivo informar à Receita Federal do Brasil (RFB) os valores que foram pagos ao longo do ano anterior, bem como os valores retidos na fonte.

    Saiba mais sobre DIRF
  • Dividendo por Ação

    O dividendo por ação (DPA) é um indicador financeiro que representa a quantia de dinheiro que uma empresa paga aos seus acionistas por cada ação que possuem. Este valor é determinado pela diretoria da organização e é uma forma de distribuir uma parcela dos lucros aos investidores. O DPA é um indicador importante para os investidores, pois reflete diretamente o retorno que estão obtendo de seus investimentos em ações.

    Saiba mais sobre Dividendo por Ação
  • Data Ex

    A expressão "Data Ex" é derivada do termo em inglês "Ex-date", sendo uma abreviação para "ex-dividend date" ou "data ex-dividendo" em português. Essa data marca o momento em que uma ação é negociada sem o direito ao próximo pagamento de dividendos de ações ou juros sobre o capital próprio.

    Saiba mais sobre Data Ex
  • Dólar Paralelo

    O dólar paralelo é uma forma de negociação de câmbio de forma não oficial, sem autorização do Banco Central. Este mercado é sustentado por doleiros ilegais e também utiliza plataformas não regulamentadas. Devido ao seu caráter à margem da lei, este mercado é muito utilizado para a prática de crimes, como sonegação de impostos e lavagem de dinheiro.

    Saiba mais sobre Dólar Paralelo
  • Déficit Público

    O déficit público é uma situação que ocorre quando as despesas do governo em um período são maiores do que os recursos que ele arrecadou. Assim, é preciso recorrer a empréstimos ou emissão de títulos para equilibrar as contas. O governo paga recorrentemente despesas de todos os tipos, como salário de funcionários, custeio de programas sociais, obras públicas e muito mais. Mas, quando esses gastos não são bem calculados ou feitos com irresponsabilidade, as contas não fecham, sendo necessário aumentar a arrecadação em um período posterior para sanar o problema.

    Saiba mais sobre Déficit Público
  • DAOs

    DAO é a sigla para decentralized autonomous organization (organização autônoma descentralizada). Trata-se de uma forma revolucionária de estruturar organizações, onde a autonomia e a descentralização são os pilares fundamentais das plataformas.

    Saiba mais sobre DAOs
  • dívida líquida

    A dívida líquida é o montante obtido ao subtrair o valor disponível no caixa da empresa do total de dívidas, seja relacionada a empréstimos ou financiamentos. Este é um indicador do mercado financeiro que diz muito sobre a saúde de uma empresa e o grau de alavancagem financeira utilizado em sua atuação.

    Saiba mais sobre dívida líquida
  • Dólar Turismo

    O dólar turismo é uma cotação do dólar americano utilizada no Brasil, principalmente para transações de turismo internacional. Diferentemente do dólar comercial, que é utilizado em transações de comércio exterior e movimentações financeiras de grandes empresas, o dólar turismo é usado por pessoas físicas que planejam viajar para outro país.

    Saiba mais sobre Dólar Turismo
  • Desdobramento de Ações

    O desdobramento de ações, também conhecido como split, é uma operação financeira realizada por empresas de capital aberto. Nesse processo, a companhia decide aumentar a quantidade de ações em circulação, sem afetar o valor total do capital da empresa.

    Saiba mais sobre Desdobramento de Ações
  • Due Diligence

    Due diligence é uma prática empresarial que visa investigar uma empresa profundamente, deixando mais claro quais são os possíveis riscos do negócio para um potencial investidor ou novo cliente.

    Saiba mais sobre Due Diligence
  • Dovish

    O Dovish é um termo usado no contexto da política econômica e financeira, especialmente quando se fala sobre as decisões e declarações de bancos centrais e seus responsáveis. A palavra deriva de "dove" (pomba em inglês), que simboliza paz e, por extensão, uma postura mais suave ou menos agressiva.

    Saiba mais sobre Dovish
  • DRE

    O Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) é um documento contábil que exerce um papel fundamental na avaliação do desempenho financeiro de uma empresa. Ele é elaborado anualmente e fornece uma visão abrangente de todas as receitas e despesas da companhia ao longo de um período específico – geralmente um ano fiscal.

    Saiba mais sobre DRE
  • DARF

    O Documento de Arrecadação de Receitas Federais, conhecido pela sigla DARF, é um instrumento essencial no contexto tributário brasileiro. Ele é utilizado para a arrecadação de taxas, impostos e contribuições que incidem sobre diversas operações financeiras, sendo fundamental para o cumprimento das obrigações fiscais perante a Receita Federal.

    Saiba mais sobre DARF
  • Dividendos

    Dividendos são uma fração dos lucros que as empresas destinam aos seus sócios, ou seja, os acionistas detentores de suas ações.

    Saiba mais sobre Dividendos
  • Diversificação

    A diversificação de investimentos é uma estratégia que envolve a alocação de recursos em diferentes ativos, classes de ativos, regiões geográficas e setores. O objetivo é reduzir riscos e aumentar oportunidades de retorno, construindo uma carteira equilibrada e resiliente.

    Saiba mais sobre Diversificação
  • Duration

    A duration corresponde ao tempo em que um investidor leva para recuperar o valor investido acrescido dos juros. Então, quando a “duração” é muito longa, você levará mais tempo para ter acesso a esses recursos. Por outro lado, durações mais curtas fazem com que você tenha acesso ao dinheiro em menos tempo.

    Saiba mais sobre Duration
  • DCTF

    DCTF é a sigla de Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, um documento fiscal obrigatório que deve ser apresentado mensalmente por pessoas jurídicas de direito privado, com a finalidade de informar à Receita Federal os débitos e créditos referentes aos tributos federais, bem como as contribuições previdenciárias. O principal objetivo da DCTF é fornecer informações para que a Receita Federal possa controlar e fiscalizar a arrecadação de tributos federais e verificar a regularidade fiscal das empresas, garantindo assim a justiça fiscal e a arrecadação dos recursos necessários para o funcionamento do Estado.

    Saiba mais sobre DCTF
  • Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC)

    A Demonstração do Fluxo de Caixa é um documento contábil extremamente importante, pois descreve as entradas e saídas de dinheiro de uma empresa durante um período de tempo. É utilizada para captar uma visão detalhada da movimentação financeira, incluindo as origens e a aplicação de recursos. Esse relatório ajuda a traçar um retrato da saúde financeira de uma organização, detalhando como ela administra seu dinheiro para cumprir suas obrigações, financiar suas operações e investir para o futuro.

    Saiba mais sobre Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC)
  • Depreciação

    Como o próprio termo sugere, depreciação é o processo de desvalorização que afeta bens e ativos fixos tangíveis (como equipamentos, maquinários, imóveis) e intangíveis (como patentes, marcas e software) ao longo do tempo. Esse processo ocorre por conta de uma série de fatores, como mudanças no mercado e obsolescência. A depreciação é uma forma de reconhecer o desgaste e a perda de valor de um ativo ao longo de sua vida útil, e é um conceito importante para a gestão financeira e contábil de empresas.

    Saiba mais sobre Depreciação
  • Decore

    A Decore é um documento contábil que serve como comprovante de renda para profissionais autônomos, MEIs, empresários e outros trabalhadores que não possuem vínculo empregatício formal. Ela foi instituída pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em 1993, e passou por diversas alterações desde então.

    Saiba mais sobre Decore
  • Dívida pública

    A dívida pública é o montante que o governo deve para credores, sejam eles internos ou externos. Ou seja, para financiar os déficits é preciso emitir títulos da dívida para financiar gastos e investimentos.

    Saiba mais sobre Dívida pública
  • Dumping

    O dumping é uma prática usada no comércio internacional de forma desleal por algumas empresas. Saiba como dumping funciona e quais danos ele pode causar.

    Saiba mais sobre Dumping
  • Dólar Futuro

    Dólar Futuro é um contrato padronizado negociado em bolsa que estabelece que a compra e venda de dólares deverá ocorrer no futuro, a um preço determinado previamente por ambas as partes envolvidas na operação.

    Saiba mais sobre Dólar Futuro
  • Debêntures conversíveis

    As debêntures conversíveis são títulos emitidos por uma empresa para financiar as suas atividades, sendo que sua peculiaridade é que esses títulos podem ser convertidos em ações da companhia emissora. Esse é o ponto que a diferencia das debêntures não-conversíveis, nas quais o dinheiro é devolvido diretamente para o investidor com acréscimo de juros. Como esse título dá ao investidor a possibilidade de converter uma dívida em ação, ele é visto no mercado como uma mistura entre um título de crédito e uma ação.

    Saiba mais sobre Debêntures conversíveis
  • DeFi

    DeFi é a sigla para decentralized finance (finanças descentralizadas), um conjunto de mecanismos baseado na rede blockchain de código aberto. Esse sistema permite que indivíduos, empresas e governos realizem operações financeiras sem o intermédio de bancos, corretoras e demais órgãos centrais.

    Saiba mais sobre DeFi
  • Dividend yield

    O dividend yield é um indicador utilizado no mercado para medir o rendimento de uma ação por meio do pagamento de proventos (dividendos e juros sobre capital próprio). O cálculo é feito com base nos últimos 12 meses – em relação às suas cotações atuais. A média do DY leva em conta dois tipos de dividendos: os ordinários e os extraordinários.

    Saiba mais sobre Dividend yield
  • DPGE

    DPGE significa Depósito a Prazo com Garantia Especial e é um tipo de investimento criado para facilitar a captação de recursos por bancos e instituições financeiras de pequeno porte e médio porte. A partir dele, o investidor disponibiliza grandes montantes que servirão para a criação do lastro financeiro da instituição, originando para si um direito pessoal de crédito.

    Saiba mais sobre DPGE
  • Default

    O default é o descumprimento de uma cláusula contratual de um empréstimo por parte do devedor. Em outras palavras, ele ocorre quando o devedor deixa de pagar suas obrigações por falta de caixa. Esse é um termo em inglês usado para designar moratória, que é quando um país suspende o pagamento das suas dívidas externas. Ou seja, os títulos do tesouro emitidos deixam de ter liquidez.

    Saiba mais sobre Default
  • Debêntures incentivadas

    Uma debênture incentivada é um título de crédito emitido por uma organização que visa financiar investimentos para sua expansão. Também conhecida como debêntures de infraestrutura, esse é um título emitido por uma companhia para captar recursos e investir em projetos de infraestrutura, como a criação de uma nova fábrica, por exemplo. Por representar projetos de infraestrutura, esse tipo de título conta com benefícios tributários concedidos pelo governo, com forma de incentivar a sua emissão e negociação.

    Saiba mais sobre Debêntures incentivadas
  • Dólar

    O dólar americano (USD) é a moeda oficial dos Estados Unidos e, por extensão, a moeda mais reconhecida, aceita e utilizada em todo o mundo, seja em circulação ou em reservas internacionais. Seu controle e expedição é feito pelo Fed (Federal Reserve), o Banco Central dos Estados Unidos.

    Saiba mais sobre Dólar
  • Derivativos

    Derivativos são ativos de renda variável que atrelam seu valor a outros bens, como ações, índices, commodities, moedas fiduciárias etc. Ou seja, eles não possuem um valor intrínseco, já que seu preço depende da cotação do ativo ao qual estão referenciados.

    Saiba mais sobre Derivativos
  • Dow Jones

    tradicionais e antigos índices de ações de todo o mercado financeiro. Esse índice é composto pelas 30 empresas mais importantes em negociação no mercado americano, que servem como um termômetro para boa parte do mercado de ações dos EUA.

    Saiba mais sobre Dow Jones
  • Debêntures

    Debêntures são um tipo de investimento de renda fixa representado por títulos de crédito emitidos por empresas que precisam obter uma determinada quantia. Assim, quem adquire uma debênture está “emprestando” dinheiro para alguma companhia. Como em toda relação de empréstimo, o pagamento é feito com juros, que muitas vezes são extremamente interessantes para os investidores, superando os rendimentos de outros tipos de renda fixa.

    Saiba mais sobre Debêntures

E

  • ETFs no Imposto de Renda

    Os ETFs (Exchange Traded Funds) têm se tornado cada vez mais populares como forma de investimento, oferecendo uma maneira fácil e acessível de investir em uma ampla variedade de ativos, como ações, títulos, commodities e moedas. Mas, como qualquer outro tipo de investimento, é necessário declarar os ETFs no Imposto de Renda. Para declarar ETFs no Imposto de Renda, o primeiro passo é entender que eles são considerados como Fundos de Investimento e, portanto, devem ser declarados na ficha de "Bens e Direitos". Na hora de preencher essa ficha, é importante preencher todas as informações corretamente, como o nome do fundo, CNPJ, valor investido e data da compra.

    Saiba mais sobre ETFs no Imposto de Renda
  • Enterprise Value

    O enterprise value (EV), também conhecido como valor do empreendimento, é um indicador abrangente que vai além da simples cotação de mercado das ações de uma empresa. Ou seja, ele representa o valor total de uma empresa, levando em consideração não apenas o preço atual de suas ações, mas também seus ativos e passivos.

    Saiba mais sobre Enterprise Value
  • Economia de Escala

    A economia de escala refere-se à redução de custos unitários de produção ou fornecimento de um bem ou serviço quando a escala de produção aumenta. Em suma, essa é uma relação inversa entre quantidade produzida e custos por unidade.

    Saiba mais sobre Economia de Escala
  • Estagflação

    Estagflação é um termo econômico que descreve uma situação peculiar e desafiadora na economia de um país, onde a inflação e a recessão econômica ocorrem simultaneamente.

    Saiba mais sobre Estagflação
  • Economista

    O economista é um profissional versátil, que pode trabalhar tanto para o setor público quanto no privado. Sob este aspecto, na área pública, ele coleta e analisa dados para identificar padrões e tendências, avaliando o impacto das políticas governamentais.

    Saiba mais sobre Economista
  • ETF de Renda Fixa

    Um ETF de Renda Fixa é um tipo de fundo no qual investidores que desejam diversificar sua carteira podem investir de forma mais segura. Isso porque ele reproduz a estrutura de índices de investimento de renda fixa do mercado, o que lhe dá a nomenclatura de “fundo de índice”.

    Saiba mais sobre ETF de Renda Fixa
  • Ebitda

    Sigla para “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation, and Amortization” (Lucros Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), o Ebitda é uma métrica financeira utilizada para a análise de empresas. Esse indicador mede a performance operacional, deixando de lado fatores como despesas, impostos, depreciação e amortização.

    Saiba mais sobre Ebitda
  • Exaustão

    A exaustão acumulada é um conceito da contabilidade empresarial que se refere a perda de valor das organizações do setor de recursos naturais ao longo do tempo. Dentre os exemplos de empresa do segmento estão as companhias de papel e celulose e minérios.

    Saiba mais sobre Exaustão
  • Ebit

    O EBIT (Earnings Before Interest and Taxes), ou Lucro Antes de Juros e Impostos, em português, é uma medida financeira utilizada para avaliar a lucratividade operacional de uma empresa, excluindo os efeitos de itens financeiros, como juros e impostos.

    Saiba mais sobre Ebit
  • ETFs de FIIs

    Um ETF de FII é um fundo que é negociado em bolsa e que investe em uma carteira de Fundos de Investimento Imobiliário, permitindo aos investidores ganharem exposição a uma diversificada carteira de investimentos imobiliários de forma simples e fácil.

    Saiba mais sobre ETFs de FIIs
  • Equity

    Equity, também conhecido como participação acionária ou patrimônio líquido, refere-se à propriedade de uma parte de uma empresa ou negócio. Em outras palavras, é o valor residual dos ativos da empresa depois de deduzir todas as suas dívidas e passivos.

    Saiba mais sobre Equity
  • EWZ

    O EWZ IShares MSCI Brazil é um fundo de índice negociado em bolsa que busca replicar o desempenho do índice MSCI Brazil, que é composto por empresas brasileiras de grande e médio porte e é um dos principais índices de referência do mercado acionário brasileiro. Ele é negociado na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e é um dos principais veículos para investidores internacionais que desejam obter exposição ao mercado brasileiro.

    Saiba mais sobre EWZ
  • ESG

    ESG é a abreviação para Environmental, Social, and Governance (Meio Ambiente, Social e Governança – em tradução livre). Trata-se de um conjunto de padrões e boas práticas exigidos pelo mercado para definir o grau de comprometimento de empresas de capital aberto.

    Saiba mais sobre ESG
  • Ethereum

    O Ethereum vai muito além de uma simples criptomoeda: trata-se de uma rede blockchain, criada em 2013 pelo programador Vitalik Buterin. O objetivo principal do projeto era se tornar um berço para a produção de diferentes tipos de ativos. E foi exatamente o que aconteceu. A rede foi a responsável direta por dar “corpo” ao mercado cripto, permitindo a criação de milhares de ativos e aplicações. Ao se utilizar da tecnologia blockchain, a plataforma possibilita que desenvolvedores e usuários trabalhem de maneira coletiva no desenvolvimento de criptoativos, bem como de aplicações descentralizadas (dApps).

    Saiba mais sobre Ethereum
  • ETF de criptomoedas

    ETF (do inglês, Exchange Traded Funds) de criptomoedas são fundos de investimentos negociados em uma bolsa de valores e associados a um índice formado por uma ou várias criptomoedas.

    Saiba mais sobre ETF de criptomoedas
  • Equity research

    Equity research ou, em português, análise de investimentos, nada mais é do que uma atividade responsável por estudar empresas, tanto aquelas listadas em bolsa como as que não são. Esses profissionais fazem pesquisas de investimentos disponíveis no mercado em busca de tendências, além de verificar os efeitos do mercado nos resultados de empresas e ações a longo prazo.

    Saiba mais sobre Equity research
  • ETF

    ETF é a sigla para Exchange Traded Funds, que traduzido ao português significa Fundos Negociados em Bolsa. Eles são fundos de investimento que tem como objetivo captar recursos para serem aplicados em carteiras que seguem algum índice como referência.

    Saiba mais sobre ETF
  • Exchanges de criptomoedas

    As exchanges de criptomoedas são plataformas de negociação permitem ao investidor comprar e vender ativos, bem como trocar, converter e armazenar criptomoedas. Essas plataformas são mais intuitivas e ágeis quando comparadas aos outros métodos de negociação de criptoativos, oferecendo um layout mais prático para que as transações aconteçam.

    Saiba mais sobre Exchanges de criptomoedas

F

  • Fundos de investimento no Imposto de Renda

    A declaração de fundos de investimento no IR é obrigatória a todos os investidores que possuem ativos em carteira. Essa prestação de contas deve ser feita anualmente, a fim de se adequar às normas exigidas pela Receita Federal. Ao preencher a ficha de investimentos, é preciso informar os dados do fundo, tais como o nome, CNPJ, quantidade de cotas, valor de aquisição e saldo em 31/12 do ano anterior. Os fundos de investimento devem ser declarados na ficha “Bens e Direitos”, no campo “07 - Fundos”, informando o valor total investido no campo “Situação em 31/12/2023 (R$)”

    Saiba mais sobre Fundos de investimento no Imposto de Renda
  • Fundos Offshore

    Os fundos offshore são veículos de investimento que têm sua sede formal localizada no exterior, mas são geridos por profissionais no Brasil. Esses fundos oferecem aos investidores brasileiros a oportunidade de alocar recursos em ativos fora do país, diversificando seus portfólios globalmente.

    Saiba mais sobre Fundos Offshore
  • Fundos Abutres

    Fundos abutres são hedge funds que se especializam em comprar títulos de dívida de empresas ou países que estão em dificuldades financeiras ou à beira da falência. Ou seja, eles adquirem títulos de renda variável.

    Saiba mais sobre Fundos Abutres
  • Fundos de Desenvolvimento

    Os fundos de desenvolvimento são uma subcategoria dos fundos de investimento imobiliário e tem por propósito investir em projetos desse segmento econômico. O objetivo é de arrendamento ou posterior venda.

    Saiba mais sobre Fundos de Desenvolvimento
  • Fundos Multimercados

    Como o próprio nome sugere, os fundos multimercados são uma categoria de fundos de investimento que se destacam por serem mais flexíveis. Eles se diferenciam dos fundos de renda fixa, por exemplo, por não estarem restritos a um único tipo de ativo ou classe de ativos.

    Saiba mais sobre Fundos Multimercados
  • Fundos Quantitativos

    Os fundos de investimento quantitativos são aqueles que usam algoritmos, dados estatísticos e inteligências artificiais extremamente avançadas para encontrar padrões no mercado que apontam para uma boa oportunidade de investimento.

    Saiba mais sobre Fundos Quantitativos
  • Fundo Soberano

    O fundo soberano é um tipo de fundo de investimento administrado pelo governo federal usado com objetivos bem específicos. Os recursos alocados neste tipo de fundo são oriundos de diversas fontes ligadas à administração pública, como excedentes de arrecadação, lucro de estatais e royalties derivados de recursos naturais, como o petróleo.

    Saiba mais sobre Fundo Soberano
  • Fundos Mútuos

    Os fundos mútuos são formados pelos recursos de várias pessoas. Uma vez reunidos, estes valores são usados por gestores profissionais para adquirir ativos, sempre buscando pelas opções com melhor rentabilidade.

    Saiba mais sobre Fundos Mútuos
  • Fundos long bias

    Os fundos long bias, também conhecidos como fundos long biased, são classificados como subtipos de fundos de ações e fundos multimercados. Eles podem trazer resultados positivos independentemente da tendência dos ativos.

    Saiba mais sobre Fundos long bias
  • Financial Deepening

    O termo “financial deepening” (aprofundamento financeiro) é uma expressão que denota um avanço significativo na sofisticação dos produtos oferecidos no mercado financeiro. Mas esse evento não se limita à complexidade dos instrumentos financeiros disponíveis: ele também abrange a entrada ativa de uma população diversificada no mercado.

    Saiba mais sobre Financial Deepening
  • Fundo de Investimento em Participações

    O fundo de investimento em participações é uma modalidade de investimento coletivo que se destina à aquisição de participações em empresas, sejam elas de capital aberto, fechado ou então sociedades limitadas. Esses fundos são estruturados como condomínios fechados, onde os investidores - chamados de cotistas - compram cotas e se tornam proprietários de uma fração do patrimônio do fundo.

    Saiba mais sobre Fundo de Investimento em Participações
  • Fundos Cambiais

    Um fundo cambial é um tipo de investimento de renda variável em que os recursos são aplicados em moedas, sobretudo nas principais, como dólar e euro. Isso inclui a compra e venda direta de moedas estrangeiras ou negociações envolvendo contratos futuros e derivativos delas.

    Saiba mais sobre Fundos Cambiais
  • Fundo Passivo

    O fundo passivo é uma modalidade de fundos de investimento na qual o gestor apenas acompanha os indexadores referenciais, ou seja, ele não monta uma carteira própria de investimentos adotando uma estratégia exclusiva.

    Saiba mais sobre Fundo Passivo
  • Fluxo de Caixa Descontado

    O Fluxo de Caixa Descontado (FCD) é uma técnica de avaliação financeira que visa determinar o valor presente de uma série de fluxos de caixa futuros, descontando-os para refletir seu valor atual.

    Saiba mais sobre Fluxo de Caixa Descontado
  • Fundos de Investimento no Exterior

    Os fundos de investimento no exterior são uma modalidade de investimento coletivo que direciona seus recursos para ativos financeiros fora do país de origem do investidor. A modalidade permite que os investidores participem de mercados internacionais, aplicando em ativos de renda fixa, renda variável e fundos cambiais de diferentes nações.

    Saiba mais sobre Fundos de Investimento no Exterior
  • Fluxo de Caixa Livre

    O fluxo de caixa livre (FCL) representa o saldo de caixa disponível para uma empresa após realizar todos os pagamentos necessários para manter suas operações e investimentos de capital. Ou seja, é o montante de dinheiro que a empresa gera operacionalmente e que permanece livre para ser utilizado em diversas formas.

    Saiba mais sobre Fluxo de Caixa Livre
  • Fluxo de Caixa Operacional

    Esse é um tipo de fluxo de caixa que mostra o dinheiro gerado pelas atividades operacionais regulares de uma empresa. Ou seja, ele é composto por receita de vendas, custo de produção, salários, dentre outras despesas.

    Saiba mais sobre Fluxo de Caixa Operacional
  • Front Runner

    Traduzido como “correr à frente”, o front runner refere-se a uma prática ilegal no mercado financeiro em que um operador age em benefício próprio para angariar informações privilegiadas do mercado. Ou seja, busca se antecipar sobre uma grande ordem de compra ou venda que será executada por um cliente.

    Saiba mais sobre Front Runner
  • FIDC-NP

    FIDC-NP é a sigla para Fundo de Direitos Creditórios Não-Padronizados, sendo ele um fundo de renda fixa que aplica ao menos 50% do capital em direitos creditórios não-padronizados.

    Saiba mais sobre FIDC-NP
  • Fato Relevante

    Como o próprio nome sugere, um fato relevante é alguma informação de grande impacto para uma companhia. Assim, sua divulgação pode influenciar no andamento dos negócios e alterar a percepção dos acionistas.

    Saiba mais sobre Fato Relevante
  • Fundos Híbridos

    Os FIIs híbridos são um tipo de fundo imobiliário formado por fundos de tijolo e de papel. Assim, é possível diversificar a carteira e o administrador do fundo tem a liberdade de escolher as opções conforme a atual situação econômica do país.

    Saiba mais sobre Fundos Híbridos
  • Fundos de Infraestrutura

    Os Fundos de Infraestrutura, também conhecidos como FI-Intra, são alternativas para investidores que desejam aplicar em dívidas de empresas nos setores de concessões, operando como uma espécie de condomínio fechado.

    Saiba mais sobre Fundos de Infraestrutura
  • Fundo de Crédito

    Um fundo de crédito privado é uma opção de investimento que tem na carteira mais de 50% do patrimônio líquido em títulos de dívidas emitidos por diversas organizações privadas não financeiras.

    Saiba mais sobre Fundo de Crédito
  • Fundo Cambial

    O fundo cambial é um dos investimentos internacionais na qual o gestor deve manter ao menos 80% do patrimônio do fundo em ativos relacionados a moedas estrangeiras, sendo os mais comuns os fundos cambiais de dólar e euro.

    Saiba mais sobre Fundo Cambial
  • Fundo Ativo

    Um fundo ativo é aquele no qual um gestor ou uma equipe faz a análise de diversas alternativas e escolhe minuciosamente os ativos que vão compor o portfólio de um fundo de investimento.

    Saiba mais sobre Fundo Ativo
  • Fundos de Logística

    Os fundos imobiliários de logística são um tipo de investimento em que os cotistas aplicam valores de forma coletiva para financiar a construção e a compra de armazéns, galpões e centros de distribuição.

    Saiba mais sobre Fundos de Logística
  • FMI

    O Fundo Monetário Internacional é uma organização que foi estabelecida em 1944 durante a Conferência de Bretton Woods, com o objetivo principal de promover a estabilidade financeira e monetária global. Composta por 190 países-membros, a instituição atua como um fórum para cooperação monetária internacional, oferecendo assistência técnica e financeira para ajudar países a construir e manter economias fortes.

    Saiba mais sobre FMI
  • FP&A

    FP&A é uma sigla em inglês que significa Financial Planning and Analysis. Ao traduzir para o português temos planejamento e análise financeira. Ou seja, trata-se de um conjunto de ações que envolvem planejamento e análise financeira, além do estudo das ações e dos resultados obtidos por alguma organização.

    Saiba mais sobre FP&A
  • Factor Investing

    O factor investing é uma metodologia de investimentos que busca definir critérios claros para a aquisição de papéis. Os critérios não consideram apenas as características do ativo em si, mas também aspectos econômicos e mercadológicos que podem influenciar uma ação a curto, médio e longo prazo.

    Saiba mais sobre Factor Investing
  • Fama & French

    Fama French é um modelo de precificação de ativos que se baseia em três fatores: retorno do mercado, Small minus Big – SMB e High minus Low – HML. Popularmente, é conhecido na língua inglesa como Fama–French three-factor model.

    Saiba mais sobre Fama & French
  • Fundos de Papel

    Fundos de Papel, também conhecidos como Fundos Imobiliários de Recebíveis, são um tipo de investimento feito de forma coletiva e baseada no mercado imobiliário. Ao contrário dos investimentos tradicionais em imóveis físicos, esses fundos emitem títulos e valores do setor imobiliário, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras Hipotecárias (LHs).

    Saiba mais sobre Fundos de Papel
  • Fundos de Tijolo

    Os fundos de tijolo são uma categoria de fundos imobiliários que têm como objetivo principal investir os recursos dos cotistas na construção, aquisição ou exploração de imóveis comerciais. Esses fundos são chamados de “tijolo” por investirem em ativos tangíveis, como galpões logísticos, shoppings, hospitais, hotéis e outros.

    Saiba mais sobre Fundos de Tijolo
  • Flipper

    O flipper é um agente do mercado financeiro que atua comprando e logo em seguida vendendo papéIs de um IPO. Ou seja, ele negocia papéis assim que eles são disponibilizados na bolsa de valores na chamada Ofertas Públicas de Ações ou Ofertas Iniciais.

    Saiba mais sobre Flipper
  • Fluxo de Caixa

    O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial na análise financeira de uma empresa, uma vez que representa o valor líquido de capital e seus equivalentes monetários – que são transacionados em determinado período de tempo. O fluxo descreve as entradas e saídas de dinheiro, fornecendo uma visão clara da liquidez e saúde financeira da empresa.

    Saiba mais sobre Fluxo de Caixa
  • Free float

    Free float é um termo do mercado financeiro usado para se referir ao percentual de ações de uma empresa que são de livre negociação, podendo ser compradas e vendidas na bolsa de valores por pessoas físicas e jurídicas.

    Saiba mais sobre Free float
  • Fiagro

    O Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais, ou Fiagro, é um instrumento financeiro que tem como objetivo captar recursos de investidores para aplicação em ativos do agronegócio. Regulamentado em 2021 por meio da Lei nº 14.130, o fundo foi criado pelo governo federal com a intenção de fomentar e fortalecer o setor agroindustrial do país.

    Saiba mais sobre Fiagro
  • Fundos de lajes corporativas

    Os fundos de lajes corporativas são uma modalidade de fundo imobiliário que possuem boa parte ou a totalidade de sua carteira alocada em imóveis corporativos, como prédios de escritórios e espaços de trabalho.

    Saiba mais sobre Fundos de lajes corporativas
  • Fundo de Fundos

    Um fundo de fundos é um fundo de investimentos que investe em cotas de outros fundos. Isso porque o que determina a natureza de um fundo é o tipo de ativo que ele alimenta. A sigla dos fundos de fundos é FOF, e resulta da expressão em inglês “funds of funds”.

    Saiba mais sobre Fundo de Fundos
  • Fed

    O Fed, sigla para Federal Reserve System, é uma organização financeira dos Estados Unidos responsável por supervisionar o sistema bancário, bem como, definir a política monetária do país. Essa instituição é semelhante ao Banco Central do Brasil (Bacen).

    Saiba mais sobre Fed
  • Follow-on

    Um follow-on, ou oferta subsequente, é uma operação onde uma empresa ou fundo com capital aberto coloca papéis adicionais no mercado, possibilitando que a companhia tenha mais acionistas ou que os antigos comprem outros percentuais da empresa.

    Saiba mais sobre Follow-on
  • Factoring

    Factoring é um tipo de operação que possibilita ao empreendedor antecipar os seus direitos creditórios, ou seja, trazer as contas a receber de uma data futura para a data presente pagando uma determinada taxa de juros. Quem realiza essa operação é uma empresa conhecida como factor que não é uma instituição financeira e, portanto, não precisa da autorização do Banco Central para funcionar.

    Saiba mais sobre Factoring
  • Fundo de ações

    Os fundos de ações (FIAs) são fundos que investem em papéis de empresas. Estes fundos conseguem uma variedade de exposição em empresas que podem se concentrar em um ou vários setores, de diversos tamanhos e estilos de investimentos.

    Saiba mais sobre Fundo de ações
  • Fan tokens

    O fan token é uma modalidade dos tokens de utilidade que pode ser adquirido para expandir possibilidades de interação entre um sócio-torcedor e seu clube de futebol, por exemplo.

    Saiba mais sobre Fan tokens
  • Forex

    O Forex é um tipo de mercado de câmbio voltado para negociações baseadas nas oscilações de diversas moedas. A sigla é a abreviação de foreign exchange market, que é em tradução livre significa mercado de câmbio estrangeiro. Também é comum chamá-lo apenas de FX.

    Saiba mais sobre Forex
  • Family office

    O family office é um tipo de assessoria financeira que oferece com serviços exclusivos e completos para famílias com uma vasta quantidade de patrimônios e bens, além de grandes recursos financeiros. Essa assessoria familiar é realizada através da contratação de escritórios especializados nesse tipo de atividade. Geralmente, englobam serviços que abrangem as áreas contábil, fiscal, jurídica e de investimentos. Desse modo, tudo que está relacionado à organização financeira familiar, como: análise patrimonial, dimensionamento do padrão de vida, produtos de proteção (seguros e previdência), investimentos e planejamento de patrimônio, pode ser gerenciado por um family office.

    Saiba mais sobre Family office
  • Fundo de investimento

    Um fundo de investimento nada mais é que uma espécie de condomínio no qual diversos investidores se reúnem com o mesmo propósito e aplicam um dinheiro em conjunto no mercado financeiro. Os ganhos resultantes do dinheiro aplicado são divididos proporcionalmente entre os participantes do fundo. Os fundos podem investir nos mais diversos ativos, como ações, títulos de renda fixa, derivativos, imóveis, ativos estrangeiros, entre outros.

    Saiba mais sobre Fundo de investimento
  • Fintechs

    As fintechs são empresas voltadas para o mercado financeiro que fogem dos nichos tradicionais e apostam na tecnologia como diferencial para o consumidor. As fintechs tem como principal objetivo gerar soluções simplificadas para problemas rotineiros dos usuários.

    Saiba mais sobre Fintechs
  • FGC

    FGC é a sigla de Fundo Garantidor de Crédito, que é uma associação privada civil sem fins lucrativos cujo propósito é recuperar parte do dinheiro do investidor em caso da instituição bancária ou corretora de valores falir. Nesse sentido, se isso ocorrer, parte do dinheiro que você tem em conta-corrente, poupança ou aplicações financeiras cobertas pelo fundo serão ressarcidas. Pode-se dizer, portanto, que o fundo funciona como um tipo de seguro, uma vez que ele é uma proteção para garantir estabilidade na economia do país.

    Saiba mais sobre FGC
  • FIDC

    FIDC é a sigla de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios no qual o valor aplicado é destinado para que uma empresa levante recursos por meio das suas contas a receber. O FIDC funciona como qualquer outro fundo de investimento tradicional, reunindo recursos de vários investidores para uma aplicação em forma conjunta, sendo que 50% do patrimônio precisa ser aplicado em direitos creditórios.

    Saiba mais sobre FIDC
  • Fundos DI

    Um Fundo DI, também chamado de Fundo de Renda Fixa Referenciado DI é um fundo de investimento de renda fixa que deve investir obrigatoriamente 95% do patrimônio em títulos públicos ou privados atrelados ao CDI e a taxa SELIC. De forma simplificada, o investidor compra uma determinada cota e o administrador do fundo faz compras e vendas de ativos com o dinheiro. Dessa forma, é possível ter rentabilidade mesmo que em um curto período de tempo e com baixos riscos.

    Saiba mais sobre Fundos DI
  • Fundos de renda fixa

    Os fundos de renda fixa são fundos de investimento com sua carteira dedicada, em sua totalidade ou maioria, a ativos, aplicaçõe e títulos de renda fixa. Via de regra, esses fundos são constituídos de 80% de ativos de renda fixa e mais 20% em outras frentes, que podem ser ações ou outros títulos.

    Saiba mais sobre Fundos de renda fixa

G

  • Goodwill

    O Goodwill, termo derivado do inglês que significa “boa vontade” ou “valor intangível”, representa o valor adicional pago por um comprador ao adquirir uma empresa, além do seu valor contábil ou de mercado.

    Saiba mais sobre Goodwill
  • Gestão de Riscos

    Como o próprio nome sugere, a gestão de riscos é uma abordagem estratégica que visa coordenar e otimizar todas as atividades relacionadas à identificação, avaliação e resposta aos riscos que podem afetar uma organização.

    Saiba mais sobre Gestão de Riscos
  • Gestão Ativa

    A gestão ativa é uma abordagem dinâmica que possibilita aos gestores a liberdade de escolher ativos e ajustar a composição da carteira de acordo com as condições de mercado, em busca de rendimentos superiores ao índice de referência – conhecido como benchmark.

    Saiba mais sobre Gestão Ativa
  • Grupamento de Ações

    Um grupamento de ações nada mais é do que a junção de vários papéis para formar um só e assim aumentar o seu valor. Embora o grupamento de ações possa partir naturalmente da própria instituição, há casos em que as empresas são notificadas pela B3, a bolsa brasileira, para realizarem este procedimento.

    Saiba mais sobre Grupamento de Ações
  • Grau de Investimento

    O grau de investimento é o nível de confiança que um país, título ou empresa representa, sendo ele aplicado pelas agências de classificação de risco. Ele representa a capacidade do devedor em honrar os seus débitos.

    Saiba mais sobre Grau de Investimento
  • Galpões Logísticos

    Galpões logísticos são espaços destinados para o desenvolvimento de operações logísticas, como o recebimento de mercadorias, armazenagem, separação e distribuição para os consumidores finais.

    Saiba mais sobre Galpões Logísticos
  • Golden Share

    As ações Golden Share, também conhecidas como ações de ouro, são ações que proporcionam aos seus acionistas o direito de vetar algumas decisões estratégicas dentro de uma determinada companhia. Normalmente, quem possui esse tipo de ação é o poder público em empresas estatais que possuem ações disponíveis no mercado de capitais.

    Saiba mais sobre Golden Share
  • Grau Especulativo

    O grau especulativo é um tipo de classificação dada a um país que se enquadra em uma faixa de maior risco de não arcar com os compromissos. Ou seja, o investidor pode tomar um “calote”.

    Saiba mais sobre Grau Especulativo
  • Growth Investing

    O Growth Investing (investimento em negócios de alto crescimento) é uma proposta diferente para calcular o valor de empresas com potencial de exponencializar seus resultados. A tese defende o investimento em empresas menores, mas com grande potencial de crescimento, que normalmente são negócios jovens no mercado e prezam pelo alto grau de pesquisa e tecnologia para continuar expandindo seus serviços. Quem embarca nessas empresas cedo, pode ter retornos expressivos quando elas crescerem.

    Saiba mais sobre Growth Investing
  • Gestor de investimentos

    Um gestor de investimentos é um profissional que toma decisões de investimento em nome de seus clientes. Isso geralmente envolve a administração e a supervisão de carteiras de investimento, como ações, títulos, fundos de hedge e outros ativos.

    Saiba mais sobre Gestor de investimentos
  • Ganho de Capital

    O ganho de capital é a diferença entre o valor de compra e o valor de venda de um ativo, como imóveis, ações e outros investimentos. Ele representa o lucro obtido com a valorização desses ativos ao longo do tempo e pode ser tributado pelo governo. Em geral, ele é calculado pela subtração do preço de venda pelo seu preço de compra.

    Saiba mais sobre Ganho de Capital
  • Governança corporativa

    Governança corporativa é um conceito que envolve uma série de práticas, regras, costumes e direcionamentos que vão fazer com que determinada empresa ou instituição funcione corretamente.

    Saiba mais sobre Governança corporativa

H

  • Holding Familiar

    Holding Familiar é uma entidade corporativa estabelecida para gerenciar e proteger o patrimônio de uma família específica. Diferentemente de uma holding comercial, a principal finalidade é a gestão, manutenção e desenvolvimento do patrimônio familiar.

    Saiba mais sobre Holding Familiar
  • Hedge Cambial

    O Hedge Cambial é uma prática financeira que visa proteger empresas e investidores contra as incertezas geradas pelas variações nas taxas de câmbio.

    Saiba mais sobre Hedge Cambial
  • High Yield

    Em tradução livre, High Yield quer dizer “alto rendimento”. Sendo assim, um investimento deste tipo é caracterizado por oferecer um rendimento acima da média do mercado, o que atrai muitos investidores que buscam por boas oportunidades e que querem diversificar a carteira.

    Saiba mais sobre High Yield
  • Hawkish

    Hawkish é um termo usado para definir um comportamento incisivo para combater a inflação de um país. Neste caso são adotadas medidas agressivas, como a alta de juros, já que assim os empréstimos se tornam menos atraentes e há uma redução do consumo e do investimento de empresas.

    Saiba mais sobre Hawkish
  • Holding

    Também conhecida como sociedade gestora de participações sociais, a holding é uma entidade jurídica cujo principal objetivo é deter e controlar ações ou participações em outras empresas – denominadas subsidiárias.

    Saiba mais sobre Holding
  • Home Broker

    Home Broker é uma plataforma de operação digital que permite, em tempo real, a conexão entre o dinheiro dos usuários e o mercado de capitais. É a ferramenta utilizada para comprar e vender na Bolsa brasileira. Funciona como um site com ferramentas por meio das quais são negociadas operações financeiras. Ele pode ser acessado a partir de qualquer computador conectado à internet.

    Saiba mais sobre Home Broker
  • Hedge Funds

    Também conhecidos como Fundos de Cobertura no Brasil, os Hedge Funds são um modelo de fundo de investimento que se diferenciam um pouco dos tradicionais. Isso se dá pois as questões regulatórias dos Hedge Funds são diferentes das que permeiam os fundos tradicionais. Os fundos de hedge, por vezes, também podem ser chamados de Fundos Multimercado. Porém, é importante ressaltar que nem todos fundos multimercado são Hedge Funds; o que os diferencia são as regulações que regem cada um.

    Saiba mais sobre Hedge Funds
  • Hedge

    Hedge é uma expressão em inglês que ao ser traduzida traz a ideia de cerca ou limite. No mercado de investimentos, o termo representa algumas estratégias que têm como função proteger o investidor contra variações e a volatilidade de um ativo durante determinado período.

    Saiba mais sobre Hedge
  • Hipoteca

    A hipoteca é um tipo de transação, na qual uma pessoa coloca um imóvel em garantia para conseguir um empréstimo com juros menores e prazos mais alongados.

    Saiba mais sobre Hipoteca

I

  • Incorporação Imobiliária

    A incorporação imobiliária é um processo usado para a construção de edificações, apartamentos e condomínios, no qual o incorporador imobiliário realiza o projeto em um terreno que não o pertence por meio de uma parceria.

    Saiba mais sobre Incorporação Imobiliária
  • Investidor Estrangeiro

    Um investidor estrangeiro é uma pessoa física ou jurídica que investe capital em um país diferente do seu de origem. Ele também é chamado pela lei brasileira de Investidores Não Residentes, uma vez que não tem residência no país.

    Saiba mais sobre Investidor Estrangeiro
  • Investimento Estrangeiro Direto

    O Investimento Estrangeiro Direto (IED) refere-se à aplicação de capital em uma empresa multinacional ou ativo situado em um país por parte de investidores estrangeiros, visando estabelecer uma participação duradoura e significativa.

    Saiba mais sobre Investimento Estrangeiro Direto
  • Investidor Profissional

    Um investidor profissional é uma classificação especial para investidores que possuem conhecimento avançado e significativos recursos financeiros. Para ser considerado um investidor profissional no Brasil, a pessoa ou instituição precisa atender a certos critérios estabelecidos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão regulador do mercado financeiro no país.

    Saiba mais sobre Investidor Profissional
  • Insolvência

    Ao contrário da solvência, a insolvência é uma condição em que uma empresa não consegue cumprir suas obrigações financeiras quando elas vencem. Isso ocorre quando os passivos excedem os ativos no balanço patrimonial ou quando a organização não possui liquidez suficiente para pagar seu endividamento.

    Saiba mais sobre Insolvência
  • Investir na Bolsa de Valores

    A Bolsa de Valores é um ambiente de negociação de ativos financeiros e, no Brasil, ela responde pelo nome de B3, resultado da fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip.

    Saiba mais sobre Investir na Bolsa de Valores
  • IRPJ

    O IRPJ é a sigla para Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, sendo ele um imposto federal brasileiro que incide sobre o lucro das empresas. Ele é calculado com base no lucro real, presumido ou arbitrado, e é uma das principais fontes de arrecadação do governo. Ele é regulamentado pela Receita Federal do Brasil e deve ser pago pelas companhias que possuem lucro ao final do período apurado. As alíquotas variam de acordo com a natureza jurídica e o regime tributário adotado.

    Saiba mais sobre IRPJ
  • IFIX

    Considerado o principal índice de fundos imobiliários do país, o IFIX (Índice de Fundos Imobiliários) ajuda o investidor a investir nesses fundos por meio da representação de uma carteira teórica com os principais FIIs do mercado. O IFIX é o principal indicador de medição do desempenho dos fundos imobiliários (FIIs) negociados na bolsa brasileira, a B3. O índice é considerado uma referência importante para os investidores do setor, uma vez que lista cerca de 95% dos principais fundos imobiliários do país.

    Saiba mais sobre IFIX
  • Investir no exterior

    Investir no exterior é, basicamente, aplicar em ativos em um país diferente do qual o investidor habita. Esse tipo de investimento pode ser feito como uma estratégia para diversificar a carteira de investimentos e aumentar os retornos financeiros. Uma das principais vantagens de investir no exterior é vincular sua carteira a moedas valorizadas como euro e dólar. Existe também uma familiaridade de custos nas modalidades de investimentos do exterior com o Brasil, como: taxa de administração, taxa de performance e tabela de Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Investir no exterior
  • Informe de Rendimentos

    O informe de rendimentos é um documento que contém informações como salário e demais ganhos financeiros de uma pessoa ou empresa durante um ano fiscal. Ele é usado para fins fiscais e pode incluir informações sobre salários, juros, dividendos, lucros de negociação de ações, entre outros. A sua emissão pode ser feita pelo empregador, banco, corretora ou outra instituição financeira.

    Saiba mais sobre Informe de Rendimentos
  • Investir em ouro

    O ouro é um ativo antigo e sempre foi muito usado, antes mesmo dos investimentos obedecerem a lógica que conhecemos. É possível encontrá-lo na bolsa de valores de diversas formas e o que o faz ser tão atrativo para muitos investidores são suas características únicas: É um metal raro, com pouca oferta na natureza e, consequentemente, muito difícil de encontrar. Essa característica já explica bem porque o ouro tem preços tão elevados; Ele não está diretamente relacionado a moedas estrangeiras, a outros produtos ou a qualquer fundo de investimento, como acontece com muitos ativos da bolsa de valores. Isso faz com que ele seja menos suscetível a variações bruscas ocasionadas por outros produtos, como o petróleo. Esses aspectos transformam o metal em uma ótima forma para quem quer proteger sua carteira de investimentos. Pois suas características fazem com que ele se comporte de maneira única.

    Saiba mais sobre Investir em ouro
  • Investir em petróleo

    O petróleo é uma commodity presente na vida de todas as pessoas. Seu preço é capaz de influenciar na economia global e ele é a matéria-prima de diversos produtos que usamos no nosso dia a dia, sendo que o mais conhecido deles é a gasolina. Apesar de passar por altos e baixos, as indústrias petrolíferas ainda estão entre as mais valiosas do mundo e alguns países com grandes reservas de petróleo passaram por um bom crescimento.

    Saiba mais sobre Investir em petróleo
  • Insider Trading

    Insider trading é uma prática ilegal que ocorre quando uma pessoa com informações privilegiadas sobre uma empresa (conhecida como "informante") usa esse conhecimento para lucrar no mercado de ações.

    Saiba mais sobre Insider Trading
  • Ibovespa Futuro

    O Ibovespa Futuro (INDFUT) é um tipo de derivativo negociado na Bolsa de Valores Brasileira (B3). Esse tipo de contrato permite que investidores e especuladores negociiem a expectativa de desempenho futuro do principal índice da bolsa brasileira.

    Saiba mais sobre Ibovespa Futuro
  • Inadimplência

    A inadimplência consiste no não pagamento de uma conta ou dívida até a data do vencimento.

    Saiba mais sobre Inadimplência
  • IGP-DI

    O IGP-DI é uma das três modalidades do Índice Geral de Preços (IGP), um benchmark que mede a variação de preços em determinado período de tempo na economia brasileira. Criado na década de 1940, já foi considerado o principal índice de medição da inflação, sendo “substituído” aos poucos pelo IPCA.

    Saiba mais sobre IGP-DI
  • Investidor institucional

    O investidor institucional não é uma pessoa física, mas sim uma instituição ou organização que investe em nome de um grupo de pessoas que estão interessadas no investimento. Dessa forma, esse tipo de investidor possui uma finalidade específica e um direito comum, como garantir a aposentadoria das pessoas que fazem parte do grupo, investir em projetos de infraestrutura ou comprar participação em empresas

    Saiba mais sobre Investidor institucional
  • Instituições financeiras

    Instituições financeiras são entidades e empresas que atuam para captar recursos, conceder créditos e intermediar a compra e venda de valores mobiliários. Elas tem como principal função captar dinheiro dos poupadores para emprestar para os devedores. Ou seja, as instituições financeiras tomam recursos de agentes superavitários e os emprestam para os agentes deficitários.

    Saiba mais sobre Instituições financeiras
  • Investment banking

    Um investment banking, também conhecido como banco de investimento, é um tipo de instituições financeira que têm como objetivo principal assessorar e oferecer serviços a clientes corporativos, ou físicos, com alto poder aquisitivo. Esses serviços são, em sua grande maioria, voltados para a área corporativa. Como, por exemplo, a abertura de capital e emissão de ações de uma grande empresa. Além disso, o investment banking pode auxiliar os clientes em fusões e aquisições, na expansão dos negócios, na reestruturação societária, econômica e/ou financeira, em crédito corporativo, entre outros.

    Saiba mais sobre Investment banking
  • IPO

    IPO é a sigla em inglês de Initial Public Offering ,que significa Oferta Pública Inicial. O termo diz respeito à abertura de capital na Bolsa de uma empresa e sua eventual distribuição de ações pela primeira vez. Uma Oferta Pública Inicial tem por finalidade levantar capital que poderá ser usado seguindo um planejamento estratégico da empresa. Normalmente, os investidores que compram ações em um IPO costumam avaliar onde o capital será investido para ponderar se realmente vale ou não a pena adquirir ações dessa determinada organização.

    Saiba mais sobre IPO
  • ICO

    A sigla ICO refere-se ao Initial Coin Offering que, em tradução livre, significa Oferta Inicial de Moedas. Se trata de um processo de oferta que lança novas criptomoedas e tokens no mercado, com a intenção de encontrar investidores interessados. A título de comparação, a Oferta Inicial de Moedas é semelhante ao IPO, realizado por empresas que estão em busca de entrar para a bolsa de valores, e ao Crowdfunding, que é um sistema de financiamento coletivo.

    Saiba mais sobre ICO
  • Investir em criptomoedas

    O investimento em criptomoedas tem atraído cada vez mais entusiastas à medida que a tecnologia por trás dos ativos descentralizados conquista empresas e órgãos de governo mundo afora. Investir em criptomoedas é uma opção viável tanto para traders como para quem deseja armazená-los no longo prazo. Mas é preciso cautela e uma boa dose de conhecimento para se aproveitar das melhores oportunidades.

    Saiba mais sobre Investir em criptomoedas
  • IOF

    IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras que é aplicado sobre diversas operações como empréstimos, câmbio, seguros e até mesmo sobre investimentos. Esse é um tributo federal que possui uma grande abrangência, englobando tanto pessoas físicas como também empresas, uma vez que incide em praticamente todas as operações financeiras realizadas no país.

    Saiba mais sobre IOF
  • IPCA

    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o índice de inflação mais importante do Brasil. Criado em 1979, ele é utilizado pelo Banco Central como forma de medir o fluxo de economia do país e sustentar as decisões econômicas que são tomadas para controlar a inflação. Como o próprio nome sugere, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo mede a variação de preços de uma cesta de produtos e abrange 90% das famílias que vivem em áreas urbanas no país – e é justamente por isso que é chamado de “amplo”.

    Saiba mais sobre IPCA
  • Inflação

    A inflação é o aumento generalizado e persistente no preço de produtos e serviços dentro de uma economia. Quando o preço das coisas começam a subir demasiadamente podemos dizer que a economia está inflacionária.

    Saiba mais sobre Inflação
  • IGP-M

    A sigla IGP-M significa Índice Geral de Preços de Mercado, e faz parte de uma série de índices criados com o objetivo de medir a flutuação dos preços no Brasil. Esse índice é baseado em múltiplas atividades e etapas no processo de produção. O IGP-M mede os valores atrelados a bens industriais, matérias-primas e, até mesmo, aos produtos que chegam para o consumidor final.

    Saiba mais sobre IGP-M

J

  • Juros sobre capital próprio (JCP) no Imposto de Renda

    É fundamental saber como declarar juros sobre capital próprio no Imposto de Renda, uma vez que mesmo o valor sendo retido na fonte, é preciso demonstrar esse recebimento para a Receita Federal. Primeiramente é preciso acessar o Programa de Declaração do Imposto de Renda da Receita Federal e depois encontrar a aba “Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/Definitiva”. Posteriormente você terá que clicar no botão “Novo” e então selecionar o código “10 - Juros sobre o Capital Próprio”. Logo em seguida, você terá que dizer se quem está recebendo os rendimentos é você ou outro dependente. Feito isso, será necessário então preencher o formulário com o CNPJ da empresa que pagou os juros para você, informando também o nome e o valor recebido. Lembre-se que você terá que colocar o valor da participação já deduzido dos 15% que ficam retidos na fonte. Isso quer dizer que o valor a ser anunciado é o líquido.

    Saiba mais sobre Juros sobre capital próprio (JCP) no Imposto de Renda
  • Joint Venture

    Joint Venture é uma estratégia de negócios onde duas ou mais empresas formam uma parceria temporária ou consórcio para realizar um projeto específico ou operação. Este tipo de colaboração permite que as organizações compartilhem recursos, riscos, e competências, bem como alcancem objetivos que poderiam ser difíceis ou impossíveis de serem alcançados independentemente.

    Saiba mais sobre Joint Venture
  • Juros Negativos

    Os juros negativos representam uma condição incomum no cenário econômico, quando a taxa de juros básica (no Brasil, a Selic) é estabelecida em um percentual abaixo de zero. Existem duas formas principais de se expressar os juros negativos: juros nominais negativos e juros reais negativos.

    Saiba mais sobre Juros Negativos
  • Junk Bonds

    Os Junk Bonds são títulos emitidos por empresas de baixa credibilidade no mercado financeiro e, mesmo sendo de renda fixa, são altamente voláteis e possuem um risco de crédito bastante elevado.

    Saiba mais sobre Junk Bonds
  • Juros Compostos

    Os juros compostos são uma forma de remuneração financeira na qual os juros gerados são incorporados ao principal, permitindo que o valor cresça exponencialmente ao longo do tempo. Funcionam reinvestindo os ganhos para gerar novos juros sobre juros.

    Saiba mais sobre Juros Compostos
  • Juros sobre Capital Próprio

    Os Juros sobre Capital Próprio (JCP) são uma forma de remuneração distribuída entre os acionistas de uma empresa. Eles são pagos a partir dos rendimentos dos lucros que foram reinvestidos na companhia. Desse modo, o JCP funciona como uma alternativa aos dividendos, que são distribuições regulares de lucros aos acionistas.

    Saiba mais sobre Juros sobre Capital Próprio
  • Juros simples

    Juros simples são um valor acrescido sobre o dinheiro emprestado que sempre incide sobre o total inicial. A fórmula dos juros simples é: J = C * i * t.

    Saiba mais sobre Juros simples
  • Juros futuros

    Os juros futuros são uma estimativa do mercado sobre qual será a taxa básica de juros no futuro. Eles também são chamados de juros longos. Os juros futuros funcionam como um tipo de previsão do comportamento do mercado e da economia no geral. Assim, quando há expectativa de um período de alto risco para os investimentos, essa taxa será mais alta.

    Saiba mais sobre Juros futuros
  • Juros

    Juros é o valor do dinheiro no tempo. Ou seja, é a remuneração por alguém deixar de consumir um determinado produto ou serviço no presente para fazê-lo no futuro.

    Saiba mais sobre Juros

L

  • Liquidez Seca

    A liquidez seca é um indicador financeiro utilizado para avaliar a capacidade de uma empresa em cumprir suas obrigações de curto prazo, excluindo o estoque de seu ativo circulante, e não deve ser confundido com a liquidez das ações. Este indicador é particularmente importante para quem quer investir na Bolsa de Valores, pois considera que os estoques podem não ser rapidamente convertidos em dinheiro.

    Saiba mais sobre Liquidez Seca
  • Liquidez imediata

    A liquidez imediata é um indicador financeiro que visa apontar a capacidade de uma empresa em pagar dívidas e outras obrigações no curto prazo. Ou seja, são os recursos aos quais ela tem acesso imediatamente para lidar com imprevistos.

    Saiba mais sobre Liquidez imediata
  • Liquidez Corrente

    A Liquidez Corrente é uma medida financeira que reflete a capacidade de uma empresa em cumprir suas obrigações de curto prazo utilizando seu ativo circulante. Essa métrica é fundamental para avaliar a saúde financeira de uma organização e sua capacidade de lidar com compromissos imediatos.

    Saiba mais sobre Liquidez Corrente
  • Lucro por Ação (LPA)

    O Lucro por Ação (LPA) é um indicador fundamentalista muito utilizado na avaliação de ações e fundos imobiliários. Ele representa a porção do lucro líquido de uma empresa que é atribuída a cada uma de suas ações em circulação no mercado financeiro.

    Saiba mais sobre Lucro por Ação (LPA)
  • Lucro Operacional

    O Lucro Operacional, também conhecido como EBIT, refere-se ao lucro que uma companhia gera a partir de suas operações principais, ou seja, a renda que resulta diretamente das atividades centrais do negócio.

    Saiba mais sobre Lucro Operacional
  • Long Short

    Long Short é o nome dado para uma estratégia de posicionamento de compra e venda de ações. Assim, o investidor entra na operação com a posição de compra e venda já definida, buscando reduzir o risco e ganhar tanto na alta quanto na queda do ativo.

    Saiba mais sobre Long Short
  • Lucro Presumido

    O lucro presumido é um regime tributário simplificado que determina a base para o cálculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas no Brasil. Esse regime permite que empresas com faturamento anual abaixo de R$ 78 milhões possam pagar seus impostos de forma simplificada, utilizando como base de cálculo uma margem de lucro preestabelecida (ou seja, presumida) pela Receita Federal.

    Saiba mais sobre Lucro Presumido
  • Letra de Câmbio

    A letra de câmbio, conhecida como LC, é um investimento de renda fixa emitido por uma instituição financeira que corresponde a uma ordem de pagamento. Dessa forma, ela possui basicamente 3 agentes: sacador, sacado e o benfeitor tomador. O ativo é muito semelhante a um CDB emitido pelos bancos, sendo essa uma opção segura e com boa rentabilidade. As alternativas de para investimento em uma LC são prefixadas, pós-fixadas e híbridas.

    Saiba mais sobre Letra de Câmbio
  • Liquidez

    A liquidez é a velocidade pela qual o valor investido e o lucro gerado conseguirão voltar àquele que aplicou o recurso, ou seja, o investidor. Normalmente, os ativos que apresentam uma boa liquidez conseguem ser resgatados na hora, ou em até um dia útil. Já para os ativos com baixa liquidez, é necessário um período maior para que eles sejam resgatados e retornem para o investidor em forma de dinheiro.

    Saiba mais sobre Liquidez
  • Leilão de imóveis

    Um leilão de imóveis é uma forma de vendê-los em um processo competitivo. Nesse processo, os interessados em adquirir o imóvel se reúnem em um local específico ou participam virtualmente e apresentam suas ofertas, geralmente sob a supervisão de um leiloeiro oficial.

    Saiba mais sobre Leilão de imóveis
  • Litecoin

    O Litecoin (LTC) é uma das primeiras e mais importantes altcoins a performar de maneira expressiva no mercado de criptomoedas, já tendo sido reconhecida como a terceira de maior valor de capitalização – atrás apenas do Bitcoin (BTC) e do Ether (ETH). O ativo foi desenvolvido em 2011 por Charlie Lee, ex-engenheiro do Google e da exchange norte-americana Coinbase.

    Saiba mais sobre Litecoin
  • Lightning Network

    A Lightning Network é uma solução aplicada com base na tecnologia blockchain para permitir a realização de transações mais rápidas e mais baratas de uma criptomoeda. Sua aplicação vem sendo feita principalmente no Bitcoin, ajudando o ativo a ser uma moeda mais acessível no dia a dia.

    Saiba mais sobre Lightning Network
  • Liquidez diária

    A liquidez diária é a possibilidade de se desfazer de uma aplicação financeira a qualquer hora, sem ela perder o seu valor corrente. Nesse caso, o investidor saca o dinheiro com mais facilidade, recebendo juros sobre o período em que o dinheiro ficou aplicado.

    Saiba mais sobre Liquidez diária
  • Letra financeira

    A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa voltado para quem tem objetivos a longo prazo. É emitido por instituições financeiras e/ou bancos com o objetivo de adquirir recursos. Esse tipo de investimento funciona similar a todos os outros títulos de renda fixa, uma forma de emprestar dinheiro para a instituição e receber esse dinheiro com os juros.

    Saiba mais sobre Letra financeira
  • LIG

    A Letra Imobiliária Garantida é um título de renda fixa ligado ao setor imobiliário e criado para fomentar a captação de recursos para o mercado de imóveis. A LIG surgiu no Brasil, em 2018, inspirada pelos covered bonds, títulos utilizados na Europa dos quais a LIG herdou características semelhantes.

    Saiba mais sobre LIG
  • LCA

    A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) é um produto de renda fixa focado na captação de recursos que, por sua vez, são destinados ao financiamento de atividades agrícolas para agricultores, cooperativas e empresas do ramo. Esses títulos são emitidos por bancos e instituições credoras especializadas; em contrapartida, geram juros e rentabilidade para os investidores. A principal função das LCAs é servir como uma espécie de aporte que fomenta o desenvolvimento do setor agrícola por meio da tomada de crédito de terceiros.

    Saiba mais sobre LCA
  • LCI

    LCI é a sigla de Letra de Crédito Imobiliário. Ele é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras que usam o dinheiro captado para financiar o setor imobiliário. Ou seja, quem investir nele está, na prática, emprestando dinheiro para uma instituição financeira. A diferença é que nesse caso a contrapartida é que a instituição precisa investir no setor imobiliário com o capital.

    Saiba mais sobre LCI

M

  • Mercado Fracionário

    O Mercado Fracionário, uma extensão do universo de investimentos em ações, representa uma alternativa inovadora que possibilita aos investidores adquirirem frações de ações de empresas listadas na bolsa de valores.

    Saiba mais sobre Mercado Fracionário
  • Market Share

    O termo market share refere-se à participação que uma empresa possui nas vendas totais de uma determinada parcela de mercado, expressa como uma porcentagem. Essencialmente, é a “fatia do bolo” de negócios que uma organização conquista em relação ao volume total de transações em seu setor específico.

    Saiba mais sobre Market Share
  • Múltiplos de Mercado

    Os múltiplos de mercado são indicadores da bolsa utilizados para avaliar a valorização de uma empresa em comparação com outras do mesmo setor ou mercado. Esses múltiplos baseiam-se na relação entre o valor de mercado de uma companhia e determinadas métricas financeiras, como lucro, receita, EBITDA, entre outros.

    Saiba mais sobre Múltiplos de Mercado
  • Mercado Secundário

    O mercado secundário é um ambiente de negociações dedicado à compra e venda de ativos que já foram emitidos no mercado primário. Enquanto o primário abrange as empresas de capital aberto que estão lançando pela primeira vez seus títulos e ações no mercado, o secundário é o epicentro onde esses ativos ganham vida após emissão.

    Saiba mais sobre Mercado Secundário
  • Margem de Lucro

    A margem de lucro é uma métrica financeira crucial que mede a porcentagem de lucro que uma empresa ou negócio gera em relação às suas vendas totais. Este indicador avalia a lucratividade e a eficiência operacional de uma organização. Ele é calculado dividindo o lucro líquido pelas receitas totais e multiplicando o resultado por 100 para obter uma porcentagem.

    Saiba mais sobre Margem de Lucro
  • M&A

    M&A, ou Mergers and Acquisitions, é um termo que engloba operações societárias nas quais uma empresa adquire outra ou nas quais duas empresas se fundem para formar uma nova entidade corporativa.

    Saiba mais sobre M&A
  • Margem Operacional

    A Margem Operacional é um indicador financeiro crucial para avaliar a eficiência operacional de uma empresa. Essa métrica é obtida ao dividir o Lucro Operacional pela Receita Total e multiplicar o resultado por 100 para expressá-lo como uma porcentagem.

    Saiba mais sobre Margem Operacional
  • Microcoins

    As microcoins representam o estágio inicial de um projeto cripto, portanto até mesmo o Bitcoin já passou pelo processo. Esses ativos são marcados por seu baixo valor de mercado em comparação com as criptomoedas já consolidadas, e são conhecidos por sua alta volatilidade – característica que pode ser desafiadora e ao mesmo tempo atrativa.

    Saiba mais sobre Microcoins
  • Margem Bruta

    A Margem Bruta é um indicador financeiro que mede a porção das receitas de vendas que sobra após a empresa cobrir o custo direto dos produtos que vende, conhecido como Custo dos Bens Vendidos.

    Saiba mais sobre Margem Bruta
  • Mercado a Termo

    O mercado a termo é uma modalidade de investimento em que os participantes negociam ativos financeiros com entrega e pagamento agendados para uma data futura previamente acordada. Os contratos a termo permitem que investidores fixem preços para ativos, protegendo-se contra flutuações de mercado ou especulando sobre movimentos de preço.

    Saiba mais sobre Mercado a Termo
  • Mercado de Crédito

    O mercado de crédito é um sistema financeiro que abrange uma ampla gama de operações e concessões de crédito, desempenhando um papel crucial no fornecimento de recursos financeiros para indivíduos, empresas e governos.

    Saiba mais sobre Mercado de Crédito
  • Mercado de Câmbio

    Também conhecido como mercado Forex, o mercado de câmbio é um sistema que desempenha um papel fundamental na economia mundial. Isso porque ele possibilita negociações envolvendo a troca de moedas de diferentes países, permitindo a conversão de uma moeda em outra.

    Saiba mais sobre Mercado de Câmbio
  • Mineração de Criptomoedas

    A mineração de criptomoedas consiste no registro de transações em blocos em seu Livro Razão (o blockchain). Essa atividade é recompensada com a emissão de novas moedas para os que são bem-sucedidos em efetuar o registro.

    Saiba mais sobre Mineração de Criptomoedas
  • Marcação a mercado

    A marcação a mercado é um método de precificação diária de alguns tipos de investimentos, como renda fixa, renda variável e fundos de investimentos. Essa metodologia é importante para fornecer uma imagem precisa do valor real de um investimento, pois permite que os investidores compreendam o valor que receberiam se vendessem os ativos naquele momento.

    Saiba mais sobre Marcação a mercado
  • Mercado de balcão

    O mercado de balcão é um tipo de ambiente de negociação descentralizado. Também chamado de over-the-counter (OTC), ele abre espaço para que empresas de menor expressão que não se encaixam nas regras da bolsa de valores negociem seus ativos.

    Saiba mais sobre Mercado de balcão
  • Microeconomia

    A microeconomia é um ramo da economia que analisa como indivíduos, famílias, governos e empresas tomam decisões sobre alocação de recursos. Ela estuda o comportamento desses agentes econômicos e como suas decisões impactam o mercado de modo geral.

    Saiba mais sobre Microeconomia
  • Margem de Contribuição

    A margem de contribuição é uma métrica que revela quanto da venda de um produto ou serviço contribui para a receita da empresa, isso após a dedução dos custos e despesas variáveis associados à sua produção ou comercialização. Ou seja, trata-se de um valor que “sobra” para cobrir os custos e despesas fixas da empresa – a fim de gerar lucro.

    Saiba mais sobre Margem de Contribuição
  • Macroeconomia

    A macroeconomia é uma área de estudo da economia que visa analisar os fenômenos econômicos de um país de forma ampla, considerando tudo o que o influencia e como essas coisas se relacionam entre si. Assim são reunidos e estudados diversos dados e índices importantes para o dia a dia das pessoas. Além de analisar como determinados índices se apresentam no momento, essa área também foca no seu comportamento ao longo do tempo.

    Saiba mais sobre Macroeconomia
  • Mercado de opções

    O mercado de opções é um ambiente de negociação financeira que permite que os participantes especifiquem termos e condições para o comprador ou vendedor para o intercâmbio de um ativo financeiro ou outro direito em algum momento futuro.

    Saiba mais sobre Mercado de opções
  • Mini-índice

    O mini-índice é um tipo de contrato negociado no mercado futuro. Ele é derivado do índice principal, o Ibovespa, o que quer dizer que suas oscilações, positivas ou negativas, estão diretamente atreladas a esse índice.

    Saiba mais sobre Mini-índice
  • Mercado futuro

    O mercado futuro é um ambiente onde se negociam contratos de derivativos com liquidação futura. Isso significa dizer que, ao negociar um bem desse tipo, você opera com base no preço presente, mas com foco em uma data futura previamente combinada.

    Saiba mais sobre Mercado futuro
  • Matemática financeira

    A matemática financeira é uma das muitas subdivisões da matemática. A sua aplicação é voltada para cálculos referentes ao dinheiro. Ou seja, ela existe para que as pessoas tenham um maior conhecimento e controle ao lidar com as suas quantias.

    Saiba mais sobre Matemática financeira
  • Mercado financeiro

    O mercado financeiro corresponde a um ambiente de negociações de qualquer tipo de ativo com valor financeiro: títulos, moedas, ações, mercadorias, commodities e câmbio. A estrutura envolve operações de compra e venda de ativos, movimento que influencia diretamente a economia de um país.

    Saiba mais sobre Mercado financeiro
  • Mercado de capitais

    O Mercado de Capitais é uma parte do sistema financeiro responsável por conectar empresas que desejam captar recursos para os seus projetos e investidores, que se interessam em dispor desses recursos como uma forma de investimento, a fim de obter alguma vantagem financeira a longo prazo.

    Saiba mais sobre Mercado de capitais
  • MetaMask

    A MetaMask é uma plataforma, normalmente utilizada como carteira, que otimiza o armazenamento de ativos digitais e conecta aplicativos e tokens da rede Ethereum. Ou seja, mais do que uma simples wallet, ela engloba diversas funcionalidades em uma única extensão – todas atreladas a aplicativos descentralizados (dApps).

    Saiba mais sobre MetaMask

N

  • NFT

    Um NFT, ou Non-Fungible Token, é um tipo de ativo que representa a propriedade exclusiva de um item ou obra de arte em formato digital. Diferentemente das criptomoedas tradicionais, que são fungíveis e podem ser trocadas por outras unidades idênticas, os NFTs são insubstituíveis.

    Saiba mais sobre NFT
  • Novo Mercado

    O Novo Mercado B3 é o nível mais alto de governança corporativa do mercado de capitais brasileiro. Fruto de uma iniciativa da B3, o Novo Mercado é uma classificação que agrega as melhores empresas da bolsa quanto Á transparência, o desempenho financeiro e maior proteção aos acionistas e investidores.

    Saiba mais sobre Novo Mercado
  • NYSE

    NYSE é a sigla de New York Stock Exchange, que é a Bolsa de Valores de Nova York. Ela é o maior centro financeiro do mundo, sendo onde ocorrem o maior volume de negociações. Isso quer dizer que é a bolsa com maior capitalização do mercado.

    Saiba mais sobre NYSE
  • Nasdaq

    A Nasdaq é uma bolsa de valores americana com sede em Nova York, nos Estados Unidos. Ela é mundialmente conhecida por reunir as maiores e mais relevantes empresas do segmento de tecnologia do mundo. Mesmo não sendo uma bolsa tão antiga, a Nasdaq já é a segunda maior bolsa em valor de mercado em todo o mundo, perdendo apenas para a NYSE.

    Saiba mais sobre Nasdaq

O

  • Opções no Imposto de Renda

    Entender como declarar opções no Imposto de Renda é fundamental para evitar desgastes com a Receita Federal. Por isso, é importante compreender quais são as etapas necessárias para realizar essa declaração e como devem ser pagas as Darfs ao longo dos meses de compra e venda dos ativos.

    Saiba mais sobre Opções no Imposto de Renda
  • Open Market

    Open market é um tipo de transação da política monetária na qual o Banco Central aumenta ou reduz a quantidade de moeda em circulação ao vender ou comprar títulos da dívida pública.

    Saiba mais sobre Open Market
  • OPEX

    OPEX, uma abreviação de "Operational Expenditure" ou "Despesa Operacional" em português e refere-se às despesas contínuas de uma empresa relacionadas às suas operações diárias. Estas despesas podem incluir salários, aluguel de escritórios, despesas com publicidade, manutenção, e outros gastos gerais que são necessários para manter o negócio funcionando no dia a dia.

    Saiba mais sobre OPEX
  • Open Banking

    O Open Banking é um sistema de plataforma aberta que busca transformar fundamentalmente a dinâmica do setor financeiro ao promover o compartilhamento de dados entre diferentes instituições.

    Saiba mais sobre Open Banking
  • Operações Estruturadas

    Operações estruturadas são estratégias que unificam dois ou mais ativos financeiros, ou seja, podem conter diferentes tipos de ativos como renda fixa e renda variável. É importante destacar que esse tipo de estratégia possui um objetivo específico.

    Saiba mais sobre Operações Estruturadas
  • Oferta de Ações

    Oferta de ações é o processo pelo qual uma empresa vende ações ao público, buscando captar recursos para financiar seus projetos ou operações. Esse processo envolve tanto a emissão de novas ações, quanto a venda de ações existentes.

    Saiba mais sobre Oferta de Ações
  • Oferta Restrita

    A oferta restrita de ações é uma opção regulada pela Comissão de Valores Mobiliários para que as empresas adentrem no mercado de capitais sem cumprir tantas obrigações para ofertar seus papéis, como ocorre em um lançamento comum de ações.

    Saiba mais sobre Oferta Restrita
  • Oferta Pública de Aquisição (OPA)

    Uma OPA é uma operação em que um acionista, ou um grupo de acionistas, busca adquirir uma parcela ou a totalidade das ações de uma empresa listada na bolsa de valores. É uma forma de fechar o capital da empresa, retirando suas ações do mercado.

    Saiba mais sobre Oferta Pública de Aquisição (OPA)
  • OTC

    OTC é abreviação de over-the-counter, que em português quer dizer “sobre o balcão”. Trata-se de um tipo paralelo de mercado financeiro, onde não há uma regulamentação tão rígida e nem muitas burocracias no momento das negociações.

    Saiba mais sobre OTC
  • Operações compromissadas

    mercado vende títulos para outro, com a promessa de recomprá-los em uma data posterior, sendo essa transação usada para financiamento de curto prazo. Em suma, pode-se dizer que ela funciona como uma espécie de aluguel, no qual a instituição vende temporariamente o título com o compromisso de recomprá-lo no futuro.

    Saiba mais sobre Operações compromissadas
  • Overnight

    O termo Overnight, diretamente traduzido do inglês, significa “durante a noite”. No mercado financeiro, essa expressão é utilizada para se referir a negociações de títulos públicos ocorridas durante o dia, mas que passam de um dia para o outro. Ou seja, continuam se movimentando depois do horário de fechamento do open market.

    Saiba mais sobre Overnight
  • Oligopólio

    O oligopólio é uma configuração de mercado em que algumas empresas dominam um determinado setor, sendo um modelo de concorrência imperfeita, já que o controle dos preços fica nas mãos das poucas companhias que controlam o segmento de mercado em questão.

    Saiba mais sobre Oligopólio

P

  • Previdência privada no Imposto de Renda

    De forma geral, a tributação sobre planos de previdência incide sobre os rendimentos obtidos pelo plano, seja na fase de acumulação, seja na fase de recebimento dos benefícios. Diante disso, o investidor precisa saber separar os dois tipos de previdência privada existentes no Brasil, para então conhecer em qual regime de tributação o seu se encaixa. Existem dois tipos de previdência privada no país: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). No PGBL há a possibilidade de dedução das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda, mas os rendimentos são tributados na fonte e o valor do benefício mensal é limitado pela renda tributável. Já no VGBL não há a possibilidade de dedução das contribuições, mas os rendimentos são tributados apenas na fase de resgate.

    Saiba mais sobre Previdência privada no Imposto de Renda
  • Poupança no Imposto de Renda

    Apesar de a Poupança ser um tipo de aplicação onde os rendimentos são isentos de tributação, todo contribuinte precisa informar os saldos de suas contas poupança, seja do titular ou dos dependentes, quanto o valor for maior que R$ 140,00. Dessa forma, compreender como declarar a poupança no Imposto de Renda é fundamental para evitar problemas com o fisco e manter suas obrigações em dia.

    Saiba mais sobre Poupança no Imposto de Renda
  • PGBL no Imposto de Renda

    Os planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) são previdências privadas oferecidas por seguradoras, em parceria com o governo brasileiro. Desse modo, funciona por meio de doações realizadas por contribuintes e, em troca, eles têm descontos no seu Imposto de Renda. Nesse sentido, as contribuições são dedutíveis da renda tributável, limitadas a 12% da renda bruta anual, gerando um benefício fiscal para o contribuinte. Já no caso de resgate do PGBL, a incidência de Imposto é de 15%, mas com a dedução de 12% das contribuições anteriores. Isso significa que, só será necessário pagar imposto de renda sobre 3% do montante que for resgatado. Entender esses aspectos é fundamental para analisar como declarar PGBL no Imposto de Renda, já que os rendimentos de previdência privada estão totalmente relacionados ao modelo de tributação escolhido pelo contribuinte.

    Saiba mais sobre PGBL no Imposto de Renda
  • Plano de saúde no Imposto de Renda

    Fazer a declaração do plano de saúde no Imposto de Renda é bem simples. Tanto no caso do titular quanto dos dependentes, o gasto deverá ser lançado em “Pagamentos efetuados”. É nessa aba que serão descritas as despesas que você teve com médicos de várias especialidades, o pagamento mensal do plano de saúde, exames de laboratórios e outros gastos com saúde.

    Saiba mais sobre Plano de saúde no Imposto de Renda
  • Payback

    O payback denota o tempo de retorno de um investimento, ou seja o período necessário para recuperar o capital inicial investido em determinado ativo ou projeto. A métrica se destaca por sua simplicidade e eficácia, fornecendo uma visão clara sobre a recuperação dos recursos aplicados.

    Saiba mais sobre Payback
  • Payout

    Payout é basicamente o percentual do lucro de uma empresa que será distribuído entre os acionistas como dividendos. Os dividendos podem ser pagos por bimestre, trimestre ou anualmente e são muito visados pelos investidores antes de decidirem comprar papéis de uma empresa.

    Saiba mais sobre Payout
  • P&L

    P&L (Profit and Loss), é um relatório financeiro que resume as receitas, custos e despesas incorridas durante um período específico de uma organização, ele também é conhecido como Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE). Por meio deste relatório é possível entender a capacidade de uma companhia em gerar lucro, uma vez que ele detalha as receitas e os custos associados à geração da receita como custo da mercadoria vendida, custos fixos e variáveis.

    Saiba mais sobre P&L
  • Poupança Externa

    A poupança externa é um conceito macroeconômico que se refere à acumulação de recursos financeiros em um país provenientes de investimentos feitos por outros países. Normalmente, são nações desenvolvidas que investem seu capital em países em desenvolvimento, os quais geralmente têm menos recursos financeiros.

    Saiba mais sobre Poupança Externa
  • Política Fiscal

    A política fiscal representa um conjunto de medidas que o governo federal adota para controlar o seu orçamento a fim de equilibrar as suas despesas e receitas.

    Saiba mais sobre Política Fiscal
  • Política Monetária

    A política monetária é um conjunto de medidas utilizadas por um país, através de seu banco central, para controlar a oferta de dinheiro e as taxas de juros, com o intuito de influenciar a economia. O principal objetivo da política monetária é manter a estabilidade de preços, buscando controlar a inflação, e, indiretamente, afetar outros aspectos da economia, como o crescimento econômico, o emprego e a taxa de câmbio.

    Saiba mais sobre Política Monetária
  • P2P

    Peer-to-Peer, ou P2P, é um modelo de rede distribuída onde os computadores conectados atuam tanto como clientes quanto como servidores, permitindo a troca direta de informações ou recursos entre eles, sem a necessidade de uma autoridade central.

    Saiba mais sobre P2P
  • Plano Safra

    O Plano Safra é um programa de financiamento do Governo Federal que libera linhas de crédito para pequenos, médios e grandes produtores rurais, permitindo o investimento em insumos, equipamentos e em atualizações que ajudam a modernizar a produção.

    Saiba mais sobre Plano Safra
  • Política Cambial

    A política cambial refere-se a uma série de medidas adotadas para controlar as taxas de câmbio e fazer com que mantenha-se um equilíbrio entre o valor da moeda nacional e as outras. Isso ajuda a manter a economia de um país saudável.

    Saiba mais sobre Política Cambial
  • Put

    Comumente conhecida como put, a opção de venda é um instrumento financeiro derivativo que concede ao detentor o direito, mas não a obrigação, de vender um ativo subjacente a um preço predeterminado (preço de exercício) em – ou antes de – uma data de vencimento específica.

    Saiba mais sobre Put
  • Paraíso Fiscal

    Um paraíso fiscal é um território onde a cobrança de impostos é mais branda. Além disso, há total sigilo e não há leis muito rígidas no que diz respeito à regulamentação das transações financeiras.

    Saiba mais sobre Paraíso Fiscal
  • Perfil de Investidor

    O perfil de investidor é uma avaliação que busca traçar o perfil de uma pessoa, levando em consideração diversos fatores, como seu conhecimento financeiro, seus objetivos de investimento, horizonte de tempo e, talvez o mais crucial, sua tolerância ao risco. Esse processo visa classificar os investidores em diferentes categorias de apetite de risco.

    Saiba mais sobre Perfil de Investidor
  • PIB

    O Produto Interno Bruto, amplamente conhecido pela sigla PIB, é uma medida econômica que representa o valor total de todos os bens e serviços finais produzidos em um país durante um ano. A métrica é fundamental para avaliar o desempenho econômico de uma nação, já que fornece uma visão abrangente do tamanho e da vitalidade de sua economia.

    Saiba mais sobre PIB
  • Position Trade

    O position trade é uma estratégia de negociação nos mercados financeiros que envolve a compra de ativos, como ações, moedas e/ou commodities, com a intenção de mantê-los por um período de tempo prolongado, aproveitando tendências de longo prazo.

    Saiba mais sobre Position Trade
  • Payroll

    O relatório Payroll, também conhecido como Non-Farm Payroll (NFP), é um dos indicadores econômicos mais aguardados e influentes nos Estados Unidos. Ele oferece uma análise mensal da variação na quantidade de pessoas empregadas no país – excluindo apenas os trabalhadores do setor agrícola.

    Saiba mais sobre Payroll
  • Poison Pills

    Poison pills, ou pílulas de veneno em português, são mecanismos usados para impedir que um sócio adquira a maior parte das ações de uma empresa na bolsa de valores e faça mudanças profundas seguindo seus próprios interesses e acabe por prejudicar os outros acionistas.

    Saiba mais sobre Poison Pills
  • Pump and Dump

    O termo pump (inflar) e dump (largar) estão relacionados a uma jogada de manipulação do mercado financeiro que, a partir de notícias e boatos falsos, eleva os preços de ações.

    Saiba mais sobre Pump and Dump
  • Planejamento Financeiro

    Planejamento financeiro é um conjunto de ferramentas que podem ser adotadas no intuito de ter maior controle sobre o próprio dinheiro. Em outras palavras, é uma forma de planejar melhor o futuro, colocando em prática conceitos básicos de educação financeira.

    Saiba mais sobre Planejamento Financeiro
  • Plano Bresser

    O Plano Bresser foi um plano econômico lançado durante o governo José Sarney (1985 -1990) com o objetivo de controlar a alta inflação da época.

    Saiba mais sobre Plano Bresser
  • Planejador financeiro

    O planejador financeiro é um profissional especialista em finanças pessoais e empresariais que ajuda seus clientes na administração do orçamento e patrimônio, para que eles tomem as melhores decisões em relação a aplicações financeiras.

    Saiba mais sobre Planejador financeiro
  • Pullback

    Pullback é um termo usado para designar uma estabilização do preço de um ativo ou seu movimento na direção contrária por um curto período, para depois continuar seguindo em direção da tendência. É como se fosse um fôlego tomado pelo mercado antes de continuar seu movimento.

    Saiba mais sobre Pullback
  • Patrimônio Líquido

    O patrimônio líquido representa a parte dos recursos que realmente pertence aos acionistas ou proprietários em uma companhia. Para chegar a esse montante, calcula-se a diferença entre o valor total dos ativos e dos passivos no balanço da empresa. Em outras palavras, o patrimônio líquido é o valor residual restante após o pagamento de todas as obrigações.

    Saiba mais sobre Patrimônio Líquido
  • Proventos

    Os proventos são basicamente uma forma pela qual uma empresa distribui vantagens aos seus acionistas. Assim, uma instituição de capital aberto listada na bolsa de valores pode beneficiar todos aqueles que adquiriram seus papéis. Isso pode ser feito de diversas formas e vai variar de acordo com a companhia escolhida. Assim, investir em empresas de capital aberto se torna mais vantajoso, já que não é preciso se apegar apenas à valorização das ações para obter lucro.

    Saiba mais sobre Proventos
  • Pirâmide financeira

    Uma pirâmide financeira, também conhecida como Esquema de Ponzi, é um tipo de golpe que promete rendimentos altos e rápidos para determinado investimento, mas de forma insustentável. O esquema exige que a pessoa que decidiu investir traga mais pessoas para o negócio, e assim sucessivamente. Geralmente, esse é um requisito para ter acesso ao retorno do valor investido.

    Saiba mais sobre Pirâmide financeira
  • Previdência privada

    A previdência privada é um plano de seguridade voltado para quem deseja poupar dinheiro visando a aposentadoria. Esse tipo de investimento é feito à parte do recebimento do auxílio governamental (no caso do Brasil, o INSS) e é formado por diferentes tipos de ativos.

    Saiba mais sobre Previdência privada
  • Pregão

    O pregão da Bolsa de Valores é o período diário de negociação de ações entre compradores e vendedores. Ele é realizado por meio de uma plataforma eletrônica onde os investidores fazem lances de compra e venda de ações de empresas listadas na B3.

    Saiba mais sobre Pregão
  • Países emergentes

    Os países emergentes são aqueles que deixaram de ser subdesenvolvidos pelo amplo processo de industrialização pelo qual passaram, mas ainda não possuem um nível de desenvolvimento econômico igual aos países desenvolvidos. Além disso, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) desses países já está acima daqueles considerados subdesenvolvidos, mas abaixo dos países ricos. Todavia, por conta de na sua maioria serem mais populosos, os países em desenvolvimento possuem um potencial de crescimento superior a um país desenvolvido.

    Saiba mais sobre Países emergentes
  • Polygon

    A rede Polygon surgiu em 2017, sob autoria dos desenvolvedores indianos Jaynti Kanani, Sandeep Nailwal e Anurag Arjun. Essa blockchain foi criada com o objetivo de suprir as demandas da Ethereum, até então a principal rede do universo cripto. Hoje, a Polygon serve como base para a criação de diferentes aplicações, como projetos do metaverso e NFTs. Além disso, permite a integração entre várias bockchains, gerando transações mais rápidas e consequentemente mais baratas – seja para a Ethereum, seja para outras redes envolvidas no projeto.

    Saiba mais sobre Polygon
  • Polkadot

    Criada em 2016 por Gavin Wood, um dos cofundadores da Ethereum, a Polkadot é uma blockchain completa. Diferente da principal rede do mercado, oferece a interoperabilidade entre diferentes sistemas, além de validar as transações de maneira mais rápida e sem congestionar seus canais de validação. Assim, ao invés de centralizar as atividades e rivalizar com outras blockchains do mercado, a Polkadot trabalha para interligar diferentes funcionalidades. O ecossistema por trás do projeto possibilita a criação de criptoativos, smart contracts e mecanismos descentralizados que são amplamente utilizados no desenvolvimento de jogos e projetos maiores.

    Saiba mais sobre Polkadot
  • Private Equity

    Private Equity é uma forma de investimento que investe diretamente em empresas com potencial de crescimento. Em outras palavras, o investidor aporta o capital em uma companhia sem que isso seja feito através da Bolsa de Valores ou por meio de uma corretora. Esse tipo de investimento privado é indicado para quem busca ganhos expressivos no médio e longo prazo, sendo que ele é voltado para empresas maduras que estão passando por reestruturação, consolidação ou expansão do negócio.

    Saiba mais sobre Private Equity
  • Private banking

    Private banking é um serviço financeiro e bancário especial. É oferecido, em geral, por bancos de alta renda, que se dedicam a prestar assessoria e atender clientes com grande patrimônio e com necessidades financeiras que não são atendidas pelos bancos normais.

    Saiba mais sobre Private banking
  • PGBL

    PGBL, sigla para Plano Gerador de Benefício Livre, é uma modalidade de previdência privada, que tem como finalidade a aplicação e rentabilidade do capital investido no longo prazo, para ser uma fonte de renda no futuro. Porém, diferente de outros planos, o PGBL é uma alternativa voltada para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda e contribui para o INSS.

    Saiba mais sobre PGBL
  • Precatórios

    Um precatório é uma dívida da União com um ente físico ou jurídico, que deve ser paga após condenação definitiva por parte da Justiça. Esse recurso é geralmente utilizado em caso de não cumprimento com pagamento de pensões, salários, aposentadorias etc. O precatório não é o pagamento em si, mas o reconhecimento da dívida – e, quando isso acontece, o governo deve cumprir com o pagamento. Ainda assim, o prazo para quitação é indefinido, podendo levar anos para acontecer.

    Saiba mais sobre Precatórios
  • Poupança

    A caderneta de poupança é a conta registrada em um dos bancos brasileiros que paga uma taxa de juros mensalmente para o poupador. Essa rentabilidade segue um padrão, e por isso não há diferença de um banco para o outro. Quem determina qual será a rentabilidade da caderneta de poupança é o Banco Central do Brasil, e atualmente ela segue duas regras. A primeira vale para quando a taxa Selic está abaixo de 8,5% ao ano, e nesse caso o rendimento da poupança será de 70% do valor da taxa Selic. A segunda regra é quando a taxa Selic ultrapassa o percentual de 8,5% ao ano. Nesse caso, a rentabilidade da poupança passa a ser de 0,5% ao mês e mais TR (Taxa Referencial).

    Saiba mais sobre Poupança

Q

  • Quantitative Easing

    Quantitative easing é uma expressão em inglês que quer dizer “flexibilização quantitativa”. É uma medida pela qual os bancos centrais “geram” dinheiro eletrônico para ser usado na compra de títulos do governo e de várias instituições.

    Saiba mais sobre Quantitative Easing

R

  • Renda fixa no Imposto de Renda

    que fizeram alguma movimentação de renda fixa durante um ano precisam declará-lo no ano seguinte. Os investidores dessa categoria podem se encaixar em uma das três situações: Tinham algum investimento de renda fixa no final do ano passado; Receberam rendimentos oriundos de suas aplicações; Tinha rendimentos não tributáveis. O pagamento do imposto de renda de alguns investimentos ocorre direto na fonte, ou seja, a corretora ou banco que irá transferir para você o resultado de sua aplicação tem a obrigação de recolher a parcela correspondente ao imposto de renda, sem que seja necessário que você faça qualquer pagamento posterior. Por outro lado, há alguns investimentos que são isentos de impostos, então não há qualquer recolhimento na fonte ou depois. Entretanto, as duas situações precisam constar em sua declaração anual.

    Saiba mais sobre Renda fixa no Imposto de Renda
  • Renda Per Capita

    A renda per capita é um importante indicador da situação econômica de um país. Veja como fazer o cálculo da renda per capta.

    Saiba mais sobre Renda Per Capita
  • Ramp Up

    Ramp up é o início do processo de produção de uma empresa, geralmente manufatureira, mas o termo também é empregado em organizações de outros tipos. Essa etapa também é chamada de “rampa de produção”. Ou seja, é o momento em que os produtos realmente entram na linha de produção após o projeto e os testes iniciais serem concluídos.

    Saiba mais sobre Ramp Up
  • Risco de Mercado

    Como o próprio nome sugere, o risco de mercado engloba a possibilidade de perdas decorrentes de diversas condições e eventos que afetam diretamente o mercado financeiro. Assim, ele está associado à volatilidade e à imprevisibilidade inerentes ao ambiente econômico.

    Saiba mais sobre Risco de Mercado
  • Resultados Trimestrais

    Os resultados trimestrais são um tipo de relatório gerado pelas empresas a cada três meses, contendo dados sobre o seu desempenho financeiro e patrimonial. Eles servem como um poderoso indicador que ajuda os investidores a tomarem decisões melhores por meio de métricas fundamentalistas.

    Saiba mais sobre Resultados Trimestrais
  • Risco de Liquidez

    O risco de liquidez é o nível de dificuldade de transformar um ativo em dinheiro no mercado financeiro. Quanto mais difícil, maior o risco. Dessa forma, se o investidor precisa do valor imediatamente, mas o risco do ativo é alto, ele terá dificuldades em liquidá-lo ou resgatá-lo.

    Saiba mais sobre Risco de Liquidez
  • Recuperação Extrajudicial

    A recuperação extrajudicial é um procedimento previsto na legislação brasileira que permite a renegociação de dívidas de uma empresa com seus credores, fora do âmbito judicial. Este processo é regulamentado pela Lei de Falências e Recuperação de Empresas (Lei nº 11.101/2005) e representa uma alternativa para as empresas que enfrentam dificuldades financeiras, mas ainda possuem condições de reestruturar suas dívidas.

    Saiba mais sobre Recuperação Extrajudicial
  • Reservas Internacionais

    Reservas internacionais são ativos detidos pelos bancos centrais em moedas estrangeiras como dólar, ouro, Direitos Especiais de Saque (DES) e outros ativos de reserva reconhecidos internacionalmente.

    Saiba mais sobre Reservas Internacionais
  • Rent Seeking

    O termo "Rent Seeking" refere-se a atividades econômicas e comportamentos que buscam obter ganhos para o setor privado por meio da manipulação de políticas governamentais e regulamentações, ao invés de criar atividades produtivas ou inovadoras.

    Saiba mais sobre Rent Seeking
  • Roic

    O ROIC (Return on Invested Capital), ou Retorno sobre o Capital Investido, é uma métrica financeira que mede a eficiência com que uma empresa listada na Bolsa de Valores gera lucros a partir do capital total investido em seu negócio.

    Saiba mais sobre Roic
  • Recompra de Ações

    Também conhecida como buyback, a recompra de ações é uma prática financeira na qual uma empresa de capital aberto adquire suas próprias ações no mercado aberto. A prática pode ser considerada altamente útil para algumas empresas, uma vez que oferece uma série de benefícios estratégicos e econômicos.

    Saiba mais sobre Recompra de Ações
  • ROE

    O ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) de uma empresa é um indicador que mede a rentabilidade de uma organização em relação ao seu patrimônio líquido, demonstrando a eficiência com que ela utiliza o capital dos acionistas para gerar lucros.

    Saiba mais sobre ROE
  • ROA

    O ROA (Retorno sobre Ativos) é um indicador financeiro que mede a eficiência com que uma empresa utiliza seus ativos para gerar lucro. Ele é calculado dividindo o lucro líquido de uma organização pelo valor total dos seus ativos. O indicador é expresso como uma porcentagem e serve como uma ferramenta útil para analisar a rentabilidade e a eficácia da gestão de ativos de uma companhia.

    Saiba mais sobre ROA
  • Renda Variável

    Como o próprio nome sugere, a renda variável é um tipo de investimento com possibilidades de retorno altamente variáveis. Ou seja, mesmo que você faça uma boa análise de mercado, não há como saber exatamente quanto um determinado ativo irá render em um período e nem mesmo se ele vai render. Esse investimento é o oposto do que chamamos de renda fixa, em que há poucas chances de que o investidor saia no prejuízo e os potenciais lucros são menores, mas previsíveis. É o ideal para quem quer investir, mas arriscando pouco.

    Saiba mais sobre Renda Variável
  • Recuperação judicial

    A recuperação judicial é um processo no qual uma organização que está passando por uma crise financeira cria um planejamento de pagamento dos credores com o objetivo de superar as dificuldades enfrentadas naquele momento.

    Saiba mais sobre Recuperação judicial
  • Recessão econômica

    A recessão econômica é uma fase de encolhimento no qual o PIB de um país apresenta uma queda por pelo menos dois trimestres consecutivos. Isso representa uma retração da demanda frente a oferta de produtos e serviços. Como consequência há uma redução na atividade econômica, aumentando o desemprego e piorando a qualidade de vida de todos os agentes econômicos do país.

    Saiba mais sobre Recessão econômica
  • Risco país

    Risco país é um indicador econômico usado para saber qual é a possibilidade de um país ficar insolvente, ou seja, deixar de honrar com seus compromissos. Nesse sentido, quanto mais elevado o risco, maior será a chance dele não ter capacidade para arcar com suas dívidas, e consequentemente, deixar de pagar os seus credores.

    Saiba mais sobre Risco país
  • Ripple

    O protocolo de pagamentos Ripple consiste em uma rede descentralizada de transações financeiras que auxilia a transferência de dinheiro entre países. Diferente de outros mecanismos de transferência bancária, este se utiliza da tecnologia blockchain como base para o seu desenvolvimento e expansão.

    Saiba mais sobre Ripple
  • Ratings

    Rating significa classificação de risco. Portanto, o termo faz referência a uma nota de classificação que é dada a um título ou até mesmo uma empresa para avaliar o seu grau de risco de crédito.

    Saiba mais sobre Ratings
  • RDB

    A sigla RDB corresponde a Recibo de Depósito Bancário e é um investimento em renda fixa emitido por bancos ou outras instituições financeiras com o intuito de captar recursos. De forma simplificada, o investidor que possui esse ativo, empresta dinheiro às instituições e recebe com juros após o prazo acordado.

    Saiba mais sobre RDB
  • Reserva de emergência

    A reserva de emergência é um investimento de curto prazo que funciona como um fundo de acesso facilitado para ser utilizado em urgências, imprevistos e situações onde a renda principal do investidor é afetada.

    Saiba mais sobre Reserva de emergência
  • Recebíveis

    Os recebíveis são ativos financeiros que compõem o caixa de uma empresa, mas que ainda não foram recebidos. Esses recursos dizem respeito a vendas a prazo, representando assim um valor que será recebido no decorrer dos meses seguintes.

    Saiba mais sobre Recebíveis
  • Renda fixa

    Renda fixa é uma modalidade de investimento onde a rentabilidade é negociada no momento da contratação. Ou seja, em um produto de renda fixa, é possível ter uma perspectiva de quanto ele vai render, além de também se saber as taxas e prazos que esse investimento terá dependendo da modalidade escolhida e do passar do tempo. Normalmente, todo produto de renda fixa vai ser, no final das contas, um título de crédito, onde o investidor empresta dinheiro aos emissores desses títulos. Quando o prazo estipulado no início do contrato encerrar e houver o resgate, o dinheiro investido contará com os juros que já foram negociados.

    Saiba mais sobre Renda fixa

S

  • Saldo de conta corrente no Imposto de Renda

    Todo mundo que possui conta corrente, seja ela conjunta ou não, com um saldo superior a R$ 140 no último dia do ano precisa declará-la no seu imposto de renda. Vale destacar, porém, que não haverá incidência de imposto de renda sobre o valor que está na conta. Só é necessário, no entanto, fazer a declaração para que a Receita Federal tenha ciência do quanto você tem.

    Saiba mais sobre Saldo de conta corrente no Imposto de Renda
  • Same Store Sales

    Same Store Sales (SSS), traduzido como “vendas nas mesmas lojas”, é um indicador de desempenho amplamente utilizado no setor varejista. Ele oferece uma análise específica do crescimento ou declínio das vendas em lojas já existentes, excluindo as receitas provenientes de aberturas ou fechamentos de novas lojas durante o período analisado.

    Saiba mais sobre Same Store Sales
  • Stakeholder

    O termo stakeholder foi criado nos anos 1980 pelo filósofo norte-americano Robert Edward Freeman, e é qualquer indivíduo, grupo ou organização que possa ser afetado por ou ter interesse nos resultados de um projeto, atividade ou negócio. Quando traduzido ao português, o termo significa parte interessada. Por isso, eles podem ser internos, como funcionários e acionistas, e externos, como clientes, fornecedores, a comunidade e o governo.

    Saiba mais sobre Stakeholder
  • Spin-Off

    Spin-Off é o nome que recebe uma empresa que nasceu a partir de outra, separando-se parcial ou totalmente da empresa de origem. Este é um movimento comum e pode ser extremamente benéfico para os negócios e para os acionistas.

    Saiba mais sobre Spin-Off
  • Superávit Primário

    O superávit primário é um termo utilizado para descrever uma situação em que a receita do governo, excluindo os juros da dívida pública, é maior do que suas despesas. Em outras palavras, é o excesso de receita sobre as despesas antes do governo pagar os juros.

    Saiba mais sobre Superávit Primário
  • Score de Crédito

    O score de crédito é uma pontuação fornecida por empresas de crédito para medir as chances de uma pessoa pagar ou não suas contas em dia. Para isso são considerados diversos comportamentos financeiros.

    Saiba mais sobre Score de Crédito
  • Smart Contracts

    Como o próprio nome sugere, smart contracts (contratos inteligentes) são softwares que executam automaticamente e o cumprimento de termos de um acordo assim que as condições predefinidas são atendidas.

    Saiba mais sobre Smart Contracts
  • Staking

    Staking é um mecanismo inovador de incentivo para depósitos em criptomoedas que recompensa os usuários com base no tempo em que mantêm ativos digitais em suas carteiras. A prática representa uma abordagem inovadora no mercado cripto, já que tem o objetivo de não só incentivar a participação ativa dos usuários, mas também “fidelizá-los”.

    Saiba mais sobre Staking
  • Stablecoins

    Stablecoins são criptomoedas projetadas para manter um valor estável, muitas vezes vinculado a moedas fiduciárias como dólar ou euro. Funcionam por meio de lastro em ativos tangíveis, como dinheiro ou cripto, mantendo uma paridade fixa para garantir estabilidade.

    Saiba mais sobre Stablecoins
  • Sell Side

    Em tradução livre sell side significa “lado da venda”. Ou seja, são pessoas ou organizações no mercado que focam em criar, promover e vender diversos ativos, como ações, câmbio e títulos.

    Saiba mais sobre Sell Side
  • Stop Gain

    O Stop Gain é uma opção de saída de uma operação no mercado financeiro quando o valor de um ativo chega ao ponto desejado. É uma forma de encerrar uma operação e garantir o ganho de forma automática e não ficar mais exposto aos riscos do mercado.

    Saiba mais sobre Stop Gain
  • Stop Loss

    O stop loss é uma ordem de saída registrada no início de uma operação no mercado financeiro. Ela é acionada no ponto máximo de perda a qual o investidor está disposto a se submeter naquele momento.

    Saiba mais sobre Stop Loss
  • Swap Cambial

    O Swap Cambial é um acordo firmado entre duas partes com o objetivo de trocar moedas estrangeiras, principalmente dólares americanos, pelas moedas nacionais, no nosso caso o real brasileiro. Esta troca acontece por um período pré-determinado e ao final do contrato as moedas são devolvidas com juros.

    Saiba mais sobre Swap Cambial
  • Short squeeze

    Short squeeze é o movimento anormal do mercado que faz com que os preços de um ativo disparem. Ao mesmo tempo, os investidores que estão posicionados com uma venda a descoberto veem seus objetivos ficarem cada vez mais distantes e são obrigados a encerrar suas posições para não ter um prejuízo ainda maior.

    Saiba mais sobre Short squeeze
  • Scalpers

    O scalping consiste em abrir e fechar uma operação rapidamente. Embora não exista um padrão de tempo, os investidores que atuam dessa forma muitas vezes realizam operações de poucos segundos. Para lucrar em tão pouco tempo, os scalpers dão preferência a ativos com alta volatilidade, ou seja, aqueles em que os preços caem e sobem sem parar durante todo o dia.

    Saiba mais sobre Scalpers
  • Spoofing

    Spoofing é uma prática ilegal de manipulação dos preços do mercado, em que o investidor lança ordens atraentes de compra e venda, mas que são falsas. O objetivo é fazer com que outros investidores se movam em uma determinada direção para gerar lucro para quem está cometendo a fraude.

    Saiba mais sobre Spoofing
  • Sistema Financeiro Nacional

    O Sistema Financeiro Nacional é um conjunto de instituições, normas e regulamentações que têm como objetivo organizar e regular as atividades financeiras do país. Ele é responsável por intermediar a relação entre os agentes econômicos que têm recursos financeiros disponíveis e aqueles que precisam deles para investir em suas atividades. No Brasil, o SFN é regulado e supervisionado pelo Banco Central, que é a autoridade monetária do país.

    Saiba mais sobre Sistema Financeiro Nacional
  • Small Caps

    Small caps é um termo usado no mercado financeiro para descrever empresas com capitalização de mercado relativamente pequena. Isso significa que essas empresas têm um valor total de mercado menor do que as grandes empresas que são conhecidas como blue chips. Embora não haja uma definição exata para o que constitui uma small cap, muitas vezes é considerada qualquer empresa com uma capitalização de mercado abaixo de US$ 2 bilhões. Essas empresas geralmente têm menos liquidez e são menos conhecidas do que as blue chips, mas podem ter um potencial maior de crescimento.

    Saiba mais sobre Small Caps
  • S&P 500

    O S&P 500 é um índice que reflete o desempenho das 500 maiores empresas norte-americanas de capital aberto. Esse é um dos índices mais antigos do mundo, criado em 1957 pela Standard & Poor’s com a versão de 500 ativos. A principal função do S&P 500 é funcionar como indicador econômico do mercado americano, assim como funciona o Ibovespa na B3. Atualmente, o S&P 500 tem seu patrimônio estimado em $20 trilhões de dólares na bolsa de Nova York.

    Saiba mais sobre S&P 500
  • Swap

    Um swap é um contrato financeiro que permite que duas partes troquem fluxos financeiros futuros. Ele é classificado como um derivativo, ou seja, um instrumento cujo valor deriva de outro ativo ou indicador subjacente.

    Saiba mais sobre Swap
  • Subscrição

    O direito à subscrição é uma oportunidade oferecida para os acionistas que já possuem cotas ou ações de alguma empresa. Nesse sentido, a partir do momento em que a empresa decide aumentar o seu capital na bolsa de valores, ela entra em contato com o acionista oferecendo uma oportunidade para que ele aumente a sua carteira de investimentos, adquirindo novas ações ou cotas.

    Saiba mais sobre Subscrição
  • Stock Options

    Stock Options são opções de compra ou venda de ações, que permitem aos detentores dos direitos de compra ou venda, adquirir ou vender ações a um preço pré-estabelecido, chamado de preço de exercício, em uma data futura. Essa modalidade é amplamente utilizada como uma forma de remuneração para funcionários de empresas, permitindo que eles participem do sucesso do negócio ao longo do tempo, sem a necessidade de investir grandes quantias de dinheiro. Além disso, ele também é usado como instrumento de hedge ou de especulação financeira.

    Saiba mais sobre Stock Options
  • Sociedade Anônima

    Sociedade anônima, ou simplesmente SA, é uma das modalidades possíveis para abertura de empresa, e está regulada pela Lei 6.404/76, a chamada Lei das SA. A classificação diz respeito à responsabilidade dos sócios, pois é preciso saber precisamente o que ocorre com o patrimônio da empresa e dos sócios na hipóteses de sucesso ou fracasso.

    Saiba mais sobre Sociedade Anônima
  • Sociedade de economia mista

    A sociedade de economia mista é uma empresa na qual a estrutura societária é igual a sociedade anônima. Entretanto, as ações da companhia são compartilhadas entre o mercado e o Estado. A regulação da sua estrutura é feita pelo artigo 5º, inciso III, do Decreto-Lei nº 200/1967 que trata sobre a organização da administração pública federal.

    Saiba mais sobre Sociedade de economia mista
  • Solana

    A Solana é uma plataforma em blockchain de código aberto e descentralizada que permite a construção de aplicativos e outros tokens de forma escalável. A arquitetura é toda pensada para ser extremamente rápida, barata e sustentável. Ao passo que SOL é o token nativo da Solana, que pode ser negociado nas corretoras como acontece com o Bitcoin, por exemplo. É com os tokens que é possível realizar atividades na rede, como a execução de contratos inteligentes.

    Saiba mais sobre Solana
  • Smartcoins

    Smartcoins, ou moedas inteligentes, são as criptomoedas nativas de cada projeto de blockchain baseadas em smart contracts.

    Saiba mais sobre Smartcoins
  • Swing trade

    Swing trade é a nomenclatura dada à estratégia usada na bolsa de valores, que está concentrada em investimentos de curto e médio prazo. Nesse sentido, tal estratégia visa encontrar oportunidades nas tendências do mercado, para então lucrar com o desempenho das ações, contratos futuros e demais tipos de ativos.

    Saiba mais sobre Swing trade
  • Suitability

    Suitability é um tipo de teste aplicado pelas corretoras no momento em que novos clientes abrem suas contas. Seu objetivo principal é definir o perfil do investidor, para que ele receba indicações mais precisas de investimentos no mercado financeiro. O teste é formado por diversas perguntas que visam identificar a situação financeira do cliente, sua experiência com investimentos anteriores e até mesmo sua expectativa com o mercado. Informações sobre a forma como o investidor lida com o risco também são levantadas.

    Saiba mais sobre Suitability
  • Securitização

    A securitização é uma ferramenta do mercado financeiro que visa garantir que uma empresa receba valores pendentes de forma antecipada, com descontos, podendo usá-lo para investir no negócio e realizar projetos. Esses valores podem ser oriundos de pessoas ou instituições que possuem algum tipo de dívida com a empresa, seja pela compra de algum produto, empréstimo ou outro tipo de conta em atraso.

    Saiba mais sobre Securitização

T

  • Tributação dos Fundos Imobiliários (FIIs)

    A tributação dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) é regida pela Lei nº 8.668/93, que instituiu a isenção de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos distribuídos pelos FIIs a seus cotistas pessoas físicas. Ou seja, não há cobrança de IR sobre os rendimentos distribuídos por esses fundos – desde que eles cumpram algumas regras específicas. Dessa forma, para que um FII possa ser considerado isento de IR, é necessário que ele atenda aos critérios estabelecidos pela Receita Federal, como a distribuição de pelo menos 95% dos rendimentos obtidos com a locação ou venda dos imóveis que compõem a carteira do fundo.

    Saiba mais sobre Tributação dos Fundos Imobiliários (FIIs)
  • Tributação sobre Day Trade

    No Brasil, as operações de day trade são tributadas pelo Imposto de Renda (IR) com uma alíquota de 20% sobre o lucro líquido obtido em cada mês. O lucro líquido é calculado a partir da diferença entre o valor de compra e o valor de venda das ações, descontadas as taxas de corretagem e outros custos operacionais.

    Saiba mais sobre Tributação sobre Day Trade
  • Tributação sobre ações no exterior

    No Brasil, a tributação sobre ações no exterior é regida pela Receita Federal e deve ser declarada no Imposto de Renda (IR). O imposto é cobrado sobre o ganho de capital (a diferença entre o valor de compra e de venda das ações) e a taxa é de 15%. No entanto, é importante lembrar que esse valor pode variar de acordo com o país onde as ações foram compradas e vendidas. Além disso, é importante ficar atento às taxas cobradas pelas corretoras e bancos na hora de realizar transações no exterior. Essas taxas podem variar de acordo com o tipo de investimento, o valor negociado e a instituição financeira escolhida.

    Saiba mais sobre Tributação sobre ações no exterior
  • Tributação sobre ações

    A tributação de ações é um tema relevante para investidores e para o mercado financeiro como um todo. Isso porque, ao comprar ou vender ações, é necessário considerar as obrigações tributárias que incidem sobre essas operações. No Brasil, as ações são tributadas de acordo com a tabela progressiva de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas. Isso significa que quanto maior o valor do ganho obtido com a venda de ações, maior será a alíquota do IR a ser paga. A alíquota máxima é de 15% para ganhos acima de R$ 1 milhão.

    Saiba mais sobre Tributação sobre ações
  • Tributação de Dividendos

    A tributação de dividendos é um tema bastante debatido na área econômica e política. Trata-se da cobrança de impostos sobre os lucros distribuídos pelas empresas aos seus acionistas, na forma de dividendos. No Brasil, atualmente, a tributação de dividendos é isenta de impostos. Ou seja, não há cobrança de Imposto de Renda sobre esses valores. No entanto, essa isenção é alvo de discussões por parte de economistas e políticos, que argumentam que a tributação dos dividendos poderia trazer mais justiça fiscal ao país.

    Saiba mais sobre Tributação de Dividendos
  • Tributação sobre VGBL

    O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é um tipo de plano de previdência complementar que tem se popularizado cada vez mais no Brasil. Ele é oferecido por diversas instituições financeiras e pode ser uma opção interessante para quem deseja fazer uma reserva financeira para o futuro. No entanto, muitas pessoas têm dúvidas em relação à tributação do VGBL. Afinal, como funciona a cobrança de impostos nesse tipo de investimento?

    Saiba mais sobre Tributação sobre VGBL
  • Tributação do Tesouro Direto

    É importante destacar que a tributação do Tesouro Direto é muito simples e transparente. Existem dois impostos que incidem sobre os rendimentos desse tipo de investimento: o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A tributação do tesouro direto, no que diz respeito ao imposto de renda, funciona de maneira similar a outros investimentos do gênero, pois ela ocorre de forma regressiva. Então, quanto mais tempo você manter o investimento, menores serão as taxas pagas.

    Saiba mais sobre Tributação do Tesouro Direto
  • Tributação da Renda Fixa

    A tributação de renda fixa é um assunto muito importante para investidores que desejam aplicar seu dinheiro em títulos de renda fixa. Existem diversos tipos de títulos de renda fixa, como CDBs, LCI/LCA, debêntures, entre outros, e cada um deles possui uma forma de tributação específica. No Brasil, a tributação de renda fixa é feita através do Imposto de Renda (IR). O imposto incide sobre os rendimentos das aplicações e é retido na fonte pelo próprio banco ou corretora no momento do resgate ou vencimento do título.

    Saiba mais sobre Tributação da Renda Fixa
  • Tributação da previdência privada

    A tributação da previdência privada varia de acordo com a categoria escolhida (PGBL ou VGBL) e a forma de tributação selecionada (tabela regressiva ou progressiva). Por isso, é importante avaliar as opções e considerar a estratégia tributária para evitar surpresas no futuro e garantir um investimento rentável e seguro para a aposentadoria.

    Saiba mais sobre Tributação da previdência privada
  • Tributação do PGBL

    A tributação do PGBL funciona levando-se em consideração a tabela regressiva e a progressiva. A regressiva tem uma redução da taxa para aqueles que mantêm o investimento por mais tempo. Sendo assim, é a melhor opção para quem deseja participar da aplicação por um longo período. A tabela progressiva não considera o tempo, mas apenas o montante final no momento do resgate. Então, quanto mais dinheiro você tiver aplicado, maior serão as taxas. Esse tipo de tabela é indicado para quem pretende investir valores menores e por um curto espaço de tempo.

    Saiba mais sobre Tributação do PGBL
  • Tributação de Opções

    A tributação sobre as opções irão ocorrer em algumas situações distintas. A primeira delas é quando o comprador exerce o seu direito de compra e vende o ativo em seguida no mercado à vista. Neste caso, se houver lucro, o imposto de renda incidirá sobre ele. A segunda situação em que é necessário fazer o recolhimento é popularmente chamada de “Quando a opção vira pó”. Nesse caso, o comprador negocia o ativo definindo seu valor e o valor do prêmio, mas não exerce seu direito de compra no dia do vencimento.

    Saiba mais sobre Tributação de Opções
  • Tributação sobre juros sobre capital próprio (JCP)

    Os juros sobre capital próprio (JCP) são uma forma de remuneração aos acionistas de uma empresa. A tributação dos JCP é um tema de grande importância para investidores e para a própria empresa, uma vez que a forma como eles são tributados pode influenciar a decisão de distribuí-los ou não. Os JCP são uma despesa dedutível do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas. Isso significa que, ao pagar JCP aos seus acionistas, a empresa pode reduzir a base de cálculo desses impostos, o que resulta em uma economia tributária.

    Saiba mais sobre Tributação sobre juros sobre capital próprio (JCP)
  • Tributação sobre Fundos de Investimento

    A tributação sobre os fundos de investimento no Brasil é regulada pela Receita Federal, e possui algumas particularidades em relação a outros tipos de investimento. Existem duas principais modalidades de tributação que podem ser aplicadas aos fundos de investimento: a tributação sobre as movimentações e a tributação sobre o patrimônio investido.

    Saiba mais sobre Tributação sobre Fundos de Investimento
  • Trader

    O trader é um profissional que atua na bolsa de valores comprando e vendendo instrumentos financeiros, como ações, moedas, commodities e derivativos. Para isso, o mesmo precisa analisar gráficos, indicadores e padrões de mercado, e então definir qual a melhor estratégia para conseguir lucrar com a queda ou alta do preço.

    Saiba mais sobre Trader
  • Tributação sobre ETFs

    Os ETFs, ou fundos de índice negociados em bolsa, são uma forma popular de investimento que permite aos investidores diversificar seu portfólio com facilidade. Esses fundos são compostos por uma variedade de ativos, como ações, títulos e commodities, e são negociados em bolsas de valores, como se fossem ações. Quando se trata de tributação dos ETFs, existem algumas considerações importantes que os investidores devem ter em mente. Em geral, a tributação dos ETFs funciona de forma semelhante à tributação de outros tipos de investimentos em bolsa, como ações individuais.

    Saiba mais sobre Tributação sobre ETFs
  • Tributação do CDB

    A tributação do CDB ocorre sobre os rendimentos obtidos pelo investidor e segue a tabela regressiva do Imposto de Renda (IR). A alíquota do imposto varia conforme o prazo de permanência do investimento. Como ele é um imposto retido na fonte, não é preciso fazer o seu pagamento no momento da declaração do IR, visto que apenas é necessário fazer o seu lançamento.

    Saiba mais sobre Tributação do CDB
  • Tributação sobre Bitcoin e criptomoedas

    A Tributação de Bitcoin e criptomoedas é um tópico complexo e em evolução. Embora a maioria dos governos concorde que esses ativos devem ser tributados como propriedade, ainda há muitas questões a serem resolvidas em relação à tributação de mineração de criptomoedas e transações transfronteiriças. É importante que os indivíduos que possuem ou negociam criptomoedas estejam cientes das leis e regulamentos fiscais em sua jurisdição e consultem um profissional tributário qualificado para obter orientação específica.

    Saiba mais sobre Tributação sobre Bitcoin e criptomoedas
  • Tributação sobre BDRs

    Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são títulos que permitem que investidores brasileiros possam adquirir ações de empresas estrangeiras, negociadas em bolsas de valores fora do Brasil. A tributação dos BDRs é um assunto que gera muitas dúvidas entre os investidores, uma vez que envolve a interação entre as leis brasileiras e estrangeiras. No Brasil, a tributação dos BDRs é regida pela Instrução Normativa RFB nº 1.585/2015, que estabelece as regras para a apuração e o recolhimento do Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos obtidos com a negociação desses títulos.

    Saiba mais sobre Tributação sobre BDRs
  • Taxa de Retorno

    Como o próprio nome sugere, a taxa de retorno, também conhecida como taxa interna de retorno (TIR) é um indicador fundamental para avaliar o desempenho e a rentabilidade de um investimento.

    Saiba mais sobre Taxa de Retorno
  • Tesouro Renda +

    O Tesouro Renda+, também conhecido como RendA+, é um título público brasileiro, desenvolvido especialmente como uma opção de investimento voltada para o planejamento da aposentadoria. Lançado em janeiro de 2023 pelo Tesouro Nacional, oferece um baixo investimento inicial, de aproximadamente R$ 30.

    Saiba mais sobre Tesouro Renda +
  • Taxa Mínima de Atratividade

    A taxa mínima de atratividade representa a rentabilidade mínima que um investimento precisa ter para se tornar interessante ao investidor.

    Saiba mais sobre Taxa Mínima de Atratividade
  • Taxa Livre de Risco

    A taxa livre de risco é um conceito fundamental no mundo dos investimentos, uma vez que representa a taxa de retorno que um investidor pode obter ao aplicar seu dinheiro em ativos considerados mais seguros – como títulos públicos emitidos pelo governo. Assim, a taxa tem um papel crucial na avaliação de um retorno mínimo sem risco de inadimplência.

    Saiba mais sobre Taxa Livre de Risco
  • Trading

    O trading é uma prática de investimento que se concentra na compra e venda de ativos financeiros com o objetivo de lucrar com as variações de preço em um curto período de tempo – esse período pode variar de segundos a dias. Ou seja, trata-se de uma estratégia dinâmica que requer análise constante, agilidade e tomada de decisões rápidas.

    Saiba mais sobre Trading
  • Taxa de Vacância

    A taxa de vacância corresponde ao total da área não locada de um empreendimento, ou de um conjunto específico de imóveis, como, por exemplo, salas e galpões que fazem parte do mesmo fundo imobiliário.

    Saiba mais sobre Taxa de Vacância
  • Taxa de Câmbio

    A taxa de câmbio é um conceito fundamental no mundo das finanças e economia, já que representa o valor de uma moeda em relação a outra. Em outras palavras, ela indica quantas unidades da moeda nacional (no caso do Brasil, o Real) são necessárias para adquirir uma unidade da moeda estrangeira.

    Saiba mais sobre Taxa de Câmbio
  • Tickers

    Os tickers são códigos (formados por quatro letras e até dois números) que identificam determinada ação em negociação na Bolsa de Valores. As letras indicam o nome da empresa, enquanto o número representa o tipo de ativo que está sendo negociado.

    Saiba mais sobre Tickers
  • Títulos Privados

    Os títulos privados são títulos de renda fixa são emitidos por instituições privadas, podendo essas ser financeiras, como bancos, ou não-financeiras, como empresas e instituições de diversos tipos.

    Saiba mais sobre Títulos Privados
  • TJLP

    TJLP significa Taxa de Juros de Longo Prazo. Ela era cobrada pelo governo nas operações realizadas pelo BNDES e, por isso, qualquer operação de empréstimo realizada pelo banco levava em consideração a TJLP sobre o montante concedido.

    Saiba mais sobre TJLP
  • Tape reading

    Tape reading é conhecida como a análise do fluxo de ordens. Essa é uma técnica de operação no mercado financeiro pela qual o trader analisa o book de ofertas.

    Saiba mais sobre Tape reading
  • Títulos prefixados

    Os títulos prefixados são um tipo de investimento atrelado a uma taxa de juros fixa, que já é conhecida no momento em que a operação se inicia. Dessa forma, o investidor tem mais segurança, já que pode calcular com exatidão qual o valor a ser recebido ao final do período sem estar exposto às oscilações do mercado.

    Saiba mais sobre Títulos prefixados
  • Títulos pós-fixados

    Títulos pós-fixados são um tipo de investimento onde a remuneração é atrelada a um indicador econômico e sua rentabilidade é determinada apenas no momento do resgate ou do pagamento de juros. Ao investir em um título pós-fixado, o investidor não sabe exatamente qual será a rentabilidade final, pois esta dependerá da variação do indicador econômico ao qual o título está atrelado.

    Saiba mais sobre Títulos pós-fixados
  • Títulos de crédito

    Os títulos de crédito são uma representação de uma dívida. Assim, quem o emitiu tem a obrigação de efetuar o pagamento, enquanto o portador tem o direito de recebê-la.

    Saiba mais sobre Títulos de crédito
  • Trade Off

    O termo trade off refere-se à situação em que é necessário fazer uma escolha entre opções mutuamente exclusivas, onde ganhos em uma área implicam perdas em outra. Essa escolha geralmente envolve a ponderação dos benefícios e custos de cada opção e a seleção da melhor alternativa com base nos objetivos e prioridades estabelecidos.

    Saiba mais sobre Trade Off
  • Turnaround

    No contexto corporativo, turnaround é um termo usado para descrever um processo de recuperação de uma empresa em dificuldades financeiras. O objetivo dessa estratégia é reverter a situação financeira negativa da empresa, recuperando sua rentabilidade e solvência. O turnaround pode envolver uma série de mudanças, como redução de custos, aumento da eficiência operacional, reestruturação de dívidas, reposicionamento de mercado e mudança na gestão.

    Saiba mais sobre Turnaround
  • Títulos Públicos

    Como o próprio nome sugere, os títulos públicos são ativos financeiros emitidos pelo governo. No Brasil, esses títulos são emitidos através do Tesouro Nacional. O objetivo, por parte do governo, é captar recursos para financiar diferentes demandas. Esses títulos são parte integrante da dívida pública, o montante de dinheiro que o governo deve aos investidores que adquiriram seus títulos.

    Saiba mais sobre Títulos Públicos
  • Tributação da Poupança

    No Brasil, os rendimentos da cadernetade poupança são isentos de impostos para pessoas físicas residentes no país, o que significa que os rendimentos obtidos com a aplicação não estão sujeitos à cobrança de imposto de renda (IR) e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

    Saiba mais sobre Tributação da Poupança
  • Taxa de corretagem

    A taxa de corretagem no mundo dos investimentos é uma cobrança pelo serviço prestado por uma corretora, que consiste em intermediar as transações financeiras entre compradores e vendedores.

    Saiba mais sobre Taxa de corretagem
  • Títulos de capitalização

    Os títulos de capitalização são produtos financeiros que efetuem aplicações programadas durante um período. Neles, o contratante autoriza, por meio de contrato, que o banco realize a retirada de aportes de sua conta bancária e aloque no título de capitalização. O aporte pode ser pago em parcelas, ou somente um valor inteiro, dependendo do que foi acordado entre as partes. Durante o tempo em que esse patrimônio fica aplicado, o título oferece sorteios de prêmios em dinheiro para os contratantes. Após o término do período acordado em contrato, o cliente pode resgatar o título de capitalização com correções.

    Saiba mais sobre Títulos de capitalização
  • Tag along

    Tag along é um mecanismo, criado para acionistas minoritários protegerem suas carteiras em caso de mudança no controle acionário. Ou seja, se uma mudança na gestão ou os controladores das empresas não agradar aos minoritários, o capital dos mesmos estará protegido. Essa proteção se dá através de uma garantia que os acionistas minoritários tem de vender suas ações a um preço similar ao que os acionistas majoritários pagaram, quando não um preço igual.

    Saiba mais sobre Tag along
  • Tokens

    Um token nada mais é que um dispositivo de geração de senhas automáticas. Em tradução do inglês, significa ficha ou símbolo. Nesse sentido, tal dispositivo pode ser físico ou digital, e é amplamente utilizado por empresas bancárias e em logins de plataformas online. Já no mercado de criptoativos, o termo token ganha outro significado, representando de forma digital (online) algum tipo de ativo financeiro do mundo real, presente em uma plataforma de rede blockchain.

    Saiba mais sobre Tokens
  • Taxa DI

    A taxa DI representa os juros que um banco paga para outro quando tomam empréstimos entre si. A sigla DI faz referência às iniciais Depósito Interbancários, um tipo de empréstimo feito entre bancos. A média das taxas praticadas pelos bancos nesse tipo de empréstimo é chamada de taxa DI. E normalmente ela costuma ser muito próxima da taxa Selic.

    Saiba mais sobre Taxa DI
  • Taxa Referencial (TR)

    A Taxa Referencial, também conhecida como TR, é uma taxa de juros de referência para diversas modalidades de investimentos disponíveis no mercado brasileiro. Criada em 1991, a TR está muito presente no cotidiano dos brasileiros, uma vez que é o principal referencial para a poupança. Além disso, ela também influencia diretamente o rendimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e corrige o saldo de alguns financiamentos imobiliários – especialmente aqueles atrelados a bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal.

    Saiba mais sobre Taxa Referencial (TR)
  • Tributação regressiva

    A tributação regressiva é um formato de pagamento em que o investidor paga uma menor taxa de Imposto de Renda, de acordo com o tempo que o investimento é realizado. Nesse sentido, quanto maior o tempo da aplicação financeira, maior o seu rendimento e menor o pagamento da taxa, já que a mesma sofrerá um desconto progressivo decrescente.

    Saiba mais sobre Tributação regressiva
  • Taxa de custódia

    A taxa de custódia é uma porcentagem cobrada ao investidor pelos bancos, corretoras, ou até mesmo pela B3, a Bolsa de valores brasileira, para arcar com os custos de manter as aplicações financeiras seguras e registradas na plataforma. Logo, é um valor cobrado pelas instituições financeiras que cobre os custos administrativos de registro e de possíveis atualizações dos investimentos.

    Saiba mais sobre Taxa de custódia
  • Taxa de administração

    A taxa de administração é que um valor cobrado para custear os serviços prestados pelos profissionais envolvidos na gestão de um fundo de investimento. Em fundos de gestão ativa, por exemplo, essas taxas são voltadas para os gestores e/ou administradores do fundo.

    Saiba mais sobre Taxa de administração
  • Taxa de juros

    A taxa de juros é um valor percentual usado para calcular quanto o dinheiro vai render em um determinado empréstimo ou investimento. Assim, é pago o total do valor investido, acrescido do percentual definido pela taxa de juros. Basicamente, a taxa de juros é uma compensação pelo tempo em que alguém disponibiliza seu dinheiro para outras pessoas ou instituições.

    Saiba mais sobre Taxa de juros
  • Tributação progressiva

    A tributação progressiva é uma forma de cobrança de imposto que cresce junto com o valor aplicado, ou seja, aumentando a medida que base de cálculo aumenta. Nesse regime de tributação, quanto maior for o montante que será resgatado, maior será a incidência da alíquota do Imposto de Renda.

    Saiba mais sobre Tributação progressiva
  • Tesouro Nacional

    O Tesouro Nacional é o departamento do governo ligado ao Ministério da Economia que recebe e administra o dinheiro do país. Em outras palavras, ele é o caixa da nossa nação. Cabe aos responsáveis pelo órgão avaliar a situação fiscal do Brasil, e definir as estratégias de emissão de dívidas públicas, além de elaborar relatórios periodicamente.

    Saiba mais sobre Tesouro Nacional
  • Tesouro IPCA+

    O Tesouro IPCA (anteriormente conhecido como NTN-B) é um título público emitido pelo Tesouro Nacional. Ele é considerado um investimento de renda fixa e recebeu esse nome por ter o rendimento atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que é o principal indicador da inflação no Brasil). Além disso, o Tesouro IPCA possui uma outra taxa fixa de juros, que é determinada de acordo com o tempo da aplicação.

    Saiba mais sobre Tesouro IPCA+
  • Taxa CDI

    CDI é a sigla para Certificado de Depósito Interbancário que representa um título adquirido por um banco por emprestar dinheiro para outro banco em um curtíssimo espaço de tempo. A rentabilidade deste título é amparada na taxa DI que significa depósito bancário, e demonstra os juros pagos por bancos quando fazem empréstimos entre si. Logo, DI é a taxa, e CDI o título adquirido.

    Saiba mais sobre Taxa CDI
  • Tesouro Prefixado

    O Tesouro Prefixado é um título disponibilizado pelo Tesouro Nacional que possui taxas de juros determinadas no momento da contratação. Portanto, ao escolher essa opção, o investidor sabe exatamente quanto receberá. Há dois tipos de títulos do Tesouro Prefixado: um no qual os juros são pagos somente no resgate e outro onde os juros são depositados semestralmente para os investidores.

    Saiba mais sobre Tesouro Prefixado
  • Tesouro Selic

    O Tesouro Selic é um título público atrelado à taxa básica de juros da economia brasileira – a Selic. Também conhecido como Letra Financeira do Tesouro (LFT), é considerado um dos investimentos de renda fixa mais seguros do país, já que a sua rentabilidade é garantida pelo Tesouro Nacional do Brasil.

    Saiba mais sobre Tesouro Selic
  • Tesouro Direto

    Tesouro Direto é uma plataforma na qual são oferecidos títulos de renda fixa emitidos pelo governo brasileiro. O programa foi criado no ano de 2002 pelo Tesouro Nacional que é o órgão responsável pela gestão da dívida pública brasileira. Na plataforma do Tesouro dá para encontrar inúmeras opções de títulos públicos para perfis variados de investidores, sendo que eles possuem indexação em diferentes indicadores, assim como prazo de vencimento e fluxos de remuneração próprios.

    Saiba mais sobre Tesouro Direto
  • Taxa Selic

    A taxa Selic nada mais é que a taxa básica de juros da economia brasileira, servindo ela de parâmetro para todas as demais taxas de juros praticadas no país. Ela é o principal instrumento da política econômica para conter a inflação no país. O termo Selic é a abreviação de Sistema Especial de Liquidação de Custódia, que é um sistema do Banco Central que tem como objetivo registrar as operações relacionadas aos títulos da dívida do governo que são emitidos pelo Tesouro Nacional.

    Saiba mais sobre Taxa Selic

U

  • Unicórnio

    Empresas unicórnio são organizações privadas de tecnologia ou novos negócios que alcançam uma avaliação de mercado de 1 bilhão de dólares ou mais. Elas normalmente são caracterizadas por um rápido crescimento, inovação disruptiva em seus respectivos campos e, muitas vezes, têm um modelo de negócio escalável que permite um rápido aumento no valor de mercado.

    Saiba mais sobre Unicórnio
  • Units

    Units são pacotes de classes de ações negociadas em conjunto. Esse agrupamento contempla os dois tipos de ações mais comuns do mercado: as ordinárias e as preferenciais. Ao investir neste ativo, o investidor compra dois tipos de ações de uma mesma empresa. Essa tática é utilizada como forma de diversificar as frentes da companhia para equilibrar o desempenho no mercado. Dessa forma, o risco de oscilações e perda de valor é reduzido conforme as ações trabalham em conformidade.

    Saiba mais sobre Units

V

  • Venda de ações no Imposto de Renda

    Todos que tenham vendido ações na bolsa de valores em algum momento do ano precisam declarar isso no Imposto de Renda. Essa é uma regra estabelecida pela Receita Federal, sujeita a sanções e multas quando não cumprida. É importante aprender como declarar venda de ações no Imposto de Renda, pois não importa o valor ganho, ou se você teve apenas prejuízos operando na bolsa de valores. Se você fez qualquer movimentação, já se enquadra no perfil obrigatório para a declaração do IR.

    Saiba mais sobre Venda de ações no Imposto de Renda
  • Valor de Mercado

    O Valor de Mercado das empresas é uma medida do valor total de mercado de todas as ações ordinárias de uma organização. É calculado multiplicando o preço atual das ações pelo número total de ações em circulação.

    Saiba mais sobre Valor de Mercado
  • Venda a Descoberto

    A venda a descoberto, também conhecida como operação short, é uma abordagem utilizada no mercado financeiro que consiste na venda de ativos sob a expectativa de que o preço diminuirá no futuro. A prática permite aos investidores lucrar com a queda dos preços das ações, proporcionando uma forma alternativa de lucro no mercado de ações.

    Saiba mais sobre Venda a Descoberto
  • Valor patrimonial

    Também conhecido como valor contábil, o valor patrimonial (VP) é um indicador financeiro que revela a relação direta entre os ativos de uma empresa e o valor de suas ações.

    Saiba mais sobre Valor patrimonial
  • Valuation

    Valuation, ou avaliação de empresas, é um processo fundamental no mundo dos negócios e investimentos, cujo principal objetivo é determinar o preço justo de uma companhia. Esse processo emprega uma série de indicadores e cálculos para estimar o valor intrínseco de uma empresa.

    Saiba mais sobre Valuation
  • Vesting

    O vesting empresarial é um termo utilizado no mercado financeiro, que refere-se a um processo pelo qual um empregado ganha direito a benefícios de um plano de incentivo de longo prazo, que geralmente inclui opções de ações ou participação acionária, ou seja, torna-se sócio da empresa.

    Saiba mais sobre Vesting
  • VIX

    Também conhecido como “Índice da Volatilidade”, o VIX é um indicador que quantifica a volatilidade esperada no mercado de ações, mais especificamente nas 500 maiores ações negociadas no mercado americano, representadas pelo índice S&P 500.

    Saiba mais sobre VIX
  • Value Investing

    O Value Investing é uma estratégia de investimento que busca identificar ações subvalorizadas no mercado. Os investidores de Value Investing procuram comprar ações por um preço inferior ao seu valor intrínseco, acreditando que esses ativos têm potencial de valorização a longo prazo.

    Saiba mais sobre Value Investing
  • Valor Venal

    O valor venal do imóvel é um conceito muito importante no mercado imobiliário e na administração pública. Ele é utilizado como base para a cobrança de impostos, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), e é uma referência para a avaliação de imóveis em processos de desapropriação, indenizações ou transações imobiliárias. Ele é uma estimativa do valor do imóvel, baseado em critérios estabelecidos pelo município, que podem variar de acordo com a legislação de cada localidade.

    Saiba mais sobre Valor Venal
  • Venture Capital

    O Venture Capital, ou Capital de Risco, é uma forma de financiamento de empresas, geralmente startups, que possuem alto potencial de crescimento e inovação. Elas são consideradas de alto risco, já que ainda estão em estágios iniciais de desenvolvimento e não possuem histórico financeiro comprovado. Os investidores injetam dinheiro em troca de participação acionária e potencialmente altos retornos financeiros no futuro caso a empresa se torne bem-sucedida.

    Saiba mais sobre Venture Capital
  • Volatilidade

    A volatilidade no mercado financeiro é um termo usado para descrever a quantidade de flutuação do preço de um ativo, geralmente um estoque, título, moeda ou índice. Quando um mercado é volátil, isso significa que o preço de um ativo pode flutuar de modo significativo durante um curto período de tempo. A volatilidade geralmente se mensura pelos indicadores de desempenho.

    Saiba mais sobre Volatilidade
  • Vantagem competitiva

    Vantagem competitiva é o que uma empresa tem de diferente a oferecer e que o concorrente não tem. Isso pode ser relacionado a serviços, produtos e até atendimentos. Muitas situações podem se enquadrar em vantagens competitivas. Tudo que agrega valor ao público alvo e faz com que o cliente escolha uma determinada empresa e não outra pode ser considerado uma vantagem competitiva.

    Saiba mais sobre Vantagem competitiva
  • VGBL

    VGBL é uma modalidade de previdência privada existente no Brasil. Também conhecido como Vida Gerador de Benefício Livre, o VGBL também pode funcionar como seguro de vida e é indicado para pessoas que declaram o Imposto de Renda de forma simplificada.

    Saiba mais sobre VGBL

W

  • WACC

    O Weighted Average Cost of Capital (WACC) – Custo Médio Ponderado de Capital – é uma métrica financeira que representa a taxa de retorno mínima exigida pelos investidores e credores para financiar uma empresa. Essa medida incorpora o custo de diferentes fontes de capital, ponderado pela proporção de cada uma no total do capital da empresa.

    Saiba mais sobre WACC
  • Wealth Management

    Wealth Management é uma combinação de serviços de consultoria, planejamento e gestão de investimentos para pessoas físicas e jurídicas que normalmente possuem um capital superior a R$ 10 milhões.

    Saiba mais sobre Wealth Management
  • Wallet

    Uma carteira de criptomoedas, também conhecida como wallet, é uma forma de "guardar" os ativos e moedas digitais do investidor. Composta por softwares ou dispositivos físicos, toda carteira tem como objetivo proporcionar ao investidor o acesso seguro e pleno aos seus ativos cripto.

    Saiba mais sobre Wallet

Y

  • Yield

    Traduzido para o Português, Yield significa rendimento. Sendo bem direto, o Yield consiste na diferença entre o valor investido e o que retornou após o investimento na forma de lucro.

    Saiba mais sobre Yield

Z

  • Zona de livre comércio

    A Zona de Livre Comércio (ZLC) é uma área geográfica que permite a livre circulação de bens, serviços e fatores de produção entre seus países membros.

    Saiba mais sobre Zona de livre comércio

SELECIONAR

  • A

  • B

  • C

  • D

  • E

  • F

  • G

  • H

  • I

  • J

  • K

  • L

  • M

  • N

  • O

  • P

  • Q

  • R

  • S

  • T

  • U

  • V

  • W

  • X

  • Y

  • Z