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Investimentos

Big Techs e bitcoin jogados para escanteio: conheça o primeiro fundo DeFi do Brasil

Na visão de André Franco, essa oportunidade pode transformar todo o sistema financeiro global e carrega um crescimento exponencial parecido com o das big techs e bitcoin, no começo de suas respectivas trajetórias; entenda

Por Matheus Egydio

15 abr 2021, 04:43

Os investidores que compraram as ações internacionais do Google, Apple, Amazon e outras big techs no começo de suas histórias devem estar rindo à toa: a valorização superou 4.000%, 105.000% e 190.000%, respectivamente.

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O bitcoin vai ainda mais longe e humilha esses ganhos — que, por si só, não deixam de ser estratosféricos — e registra, desde sua origem, uma valorização superior a 15.000.000% (considerando US$ 0,39 em 2009 e cerca de US$ 60 mil atualmente).

Não dá para voltar no tempo e comprar bitcoin nos seus primórdios. Mas é possível surfar em uma tendência com o mesmo potencial e que está acontecendo agora: o fundo de investimento focado em finanças descentralizadas da Vitreo, o primeiro a investir apenas em criptoativos DeFi (veja aqui mais informações).

A próxima grande revolução: DeFi

As finanças descentralizadas (ou Decentralized Finance) são aquelas que, por meio de um software, descartam um intermediador nas operações que você faz com o seu dinheiro, ou seja, tiram os bancões e instituições financeiras da jogada.

Isso, é claro, também descarta as taxas exorbitantes que essas empresas cobram.

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Primeiro, o DeFi se deu por meio de uma criptomoeda, o bitcoin, que possibilitou a transação direta e segura entre as pessoas, sem intermediários. Só que agora, o DeFi busca reorganizar tudo no mundo das finanças, oferecendo possibilidades que só podem ser limitadas pela nossa própria criatividade.

Estamos falando de criar moedas, empréstimos, seguros, câmbio, e uma infinidade de outras coisas, sem depender de nenhum player central.

Vamos entender como isso funciona no nosso cotidiano.

Imagine que você coloque R$ 1.000 no seu banco em troca de uma rentabilidade de 115% do CDI ao ano (em 2020, isso foi 3,71%). Por outro lado, outra pessoa, o “Guilherme”, por exemplo, precisa de dinheiro e resolve pedir um empréstimo para o mesmo banco, que o fornece por uma taxa média de 6,08% ao mês ou até mais (frequentemente, é mais).

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O intermediador, nesse caso, lucra com o seu dinheiro e te repassa apenas uma parcela disso.

No entanto, com um sistema de finanças descentralizadas, você poderia emprestar os mesmos R$1.000 com, por exemplo, um rendimento de 0,5% ao mês para quem precisasse. Nesse caso, o “Guilherme” pegaria a quantia pelos 0,5% ao mês.

Simples assim.

Atualmente, tudo isso acontece por meio da plataforma Ethereum, que é uma verdadeira folha em branco para os programadores criarem soluções descentralizadas e as lançarem ao mundo. Assim, a sociedade decide se a criação faz sentido através da boa e velha dinâmica de oferta e demanda.

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Tudo isso não está mais no plano das ideias e foi viabilizado por meio dos softwares descentralizados. Em alguns anos, estamos falando de ativos verdadeiramente transformacionais para a indústria financeira global.

Nessa linha, André Franco descobriu as 12 criptomoedas mais promissoras desse mercado, algumas que até mesmo superaram o bitcoin (descubra quais são enquanto recebe até R$ 100 para comprá-las).

Esqueça o bitcoin: criptomoedas fora do radar bateram o BTC em até 4x

Ainda que a exponencialidade do BTC pareça não ter fim, tendo se valorizado 98,3% nesse primeiro trimestre de 2021, André Franco superou a criptomoeda mais aquecida desse mercado com folga.

O rendimento da sua carteira recomendada atingiu 170% entre janeiro e março deste ano.

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Tudo isso porque ele escolheu criptomoedas que estavam fora do radar e possuíam a mesma exponencialidade do bitcoin. Em 2020, o BTC entregou 420% em reais enquanto essas outras criptomoedas renderam:

  • BAND: +2.624%

  • YFI: +2.636%

  • LINK: +604%

  • XEM: +539%

O nome do jogo, em todas elas, é DeFi. André discorria sobre essas inovações para todos os seus assinantes há anos, mas esse conhecimento não está mais às escuras, ou seja, mais gente sacou a oportunidade.

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A pesquisa da Binance Research apenas confirma a situação: o volume de investimentos nas plataformas DeFi saltou de US$ 697 milhões para US$ 52 bilhões em 2020. Além disso, o número de pessoas também cresceu vertiginosamente (+2.300%) e superou 1 milhão de usuários em 2020.

Muita gente já está surfando nessa potencial revolução.

E agora, finalmente chegou ao Brasil um fundo (o único, até o momento) que permite a exposição ao ecossistema descentralizado que pode multiplicar agressivamente o patrimônio dos seus investidores: o Vitreo Cripto DeFi.

As melhores formas de mergulhar no mundo cripto

Para a gestora, trata-se de uma oportunidade com potencial e riscos semelhantes aos das big techs e do bitcoin no começo de suas histórias, ou seja, o momento de entrada especial que, se pudéssemos voltar no tempo…

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Bom, já deu para entender que houve exponencialidade (leia-se multiplicação estratosférica de patrimônio) para quem investiu no DeFi até aqui e André Franco entende que estamos só no começo.

O produto é, nesse primeiro momento, para investidores qualificados e a aplicação mínima é de R$ 5 mil. Além disso, há uma taxa de administração total de 1,5% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o ICE US Treasury Short Bond Index TR + mais 2% (em reais).

QUERO INVESTIR NO CRIPTO DEFI DA VITREO

Mas, calma, se você não é investidor qualificado, a Vitreo lançou outra solução para surfar na onda de multiplicação das criptos DeFi. Trata-se do fundo Bitcoin DeFi, que investe em um combo de criptomoedas, sendo 20% da sua alocação nas critpomoedas DeFi (veja aqui mais informações).

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A escolha de quais criptomoedas DeFi investir persegue as ideias do André Franco, especialista em criptomoedas da Empiricus, em sua séria Exponential Coins, que entregou 2.250,75% de rentabilidade aos seus assinantes desde que foi criada.

Veja só quando isso significa para o seu patrimônio:

  • Quem investiu R$ 5.000 desde o lançamento da série, hoje tem mais de R$ 115 mil

  • Já o valor de um carro popular (R$ 43 mil) se transformou em R$ 1 milhão

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Para ter acesso ao fundo inédito da Vitreo que te expõe ao mundo DeFi, clique aqui. Além disso, se quiser ter acesso à lista completa das criptomoedas mais quentes do mercado, relatórios semanais e aulas sobre o assunto com André Franco, seu lugar é aqui. E se quiser investir no fundo que traz o Bitcoin e as criptos DeFi para qualquer investidor, este é o caminho.

Escreve para o site da Empiricus, MoneyTimes e Seu Dinheiro.