(Imagem: Montagem Canva Pro)
Na última terça-feira (7), horas antes do fim do prazo do “ultimato” de Donald Trump, um acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã “costurado” pelo Paquistão fez os mercados respirarem mais aliviados.
O acordo prevê uma trégua de duas semanas na troca de hostilidades entre os países e a reabertura do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% da produção global de petróleo.
A notícia gerou uma mudança de quase 180 graus no humor do mercado no pregão de quarta-feira (8). O petróleo dos tipos brent e WTI encerraram o dia com queda de 13% e 16%, respectivamente. O mesmo era observado no dólar. A moeda voltou a perder força diante do arrefecimento das tensões.
Em contrapartida, os ativos de risco voltaram a valorizar ao redor do mundo. Por aqui, o Ibovespa fechou com alta de 2% e renovou a máxima histórica, encerrando pela primeira vez o pregão acima dos 192 mil pontos.
Contudo, horas depois do anúncio, o acordo já parecia mostrar sinais de fragilidade. Acusações mútuas de violação do cessar-fogo e a manutenção do Estreito fechado, deixaram um sentimento misto entre os investidores.
Mas apesar desse cenário de incerteza, a Empiricus fez a seguinte recomendação: compre SMALL11.
Por que investir em SMALL11 agora?
O SMALL11 é o ETF que replica o índice de ações small cap da bolsa brasileira. Ou seja, tratam-se de ativos de baixo valor de mercado e alta volatilidade, mas com maior potencial de valorização.
Assim, em um ambiente onde o acordo de cessar-fogo parece mais uma “pausa tática”, pode parecer ao investidor que este ainda não é o melhor momento para ter esse tipo de ativo na carteira.
Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus aponta que, de fato, o acordo tem caráter temporário e carrega muitas incertezas. Por outro lado, olhando especificamente para o Brasil, “surfamos a melhora do humor externo proporcionada pelo frágil cessar-fogo”.
Nesse contexto, o analista aponta que ainda há outros fatores que podem contribuir como vetor positivo para os ativos de risco domésticos. Entre eles, um ambiente de dólar mais fraco, rotação de fluxo de capital dos EUA para países emergentes, retomada gradual da discussão do corte de juros e possível rali eleitoral.
De acordo com Spiess, esse cenário “se torna ainda mais favorável para ativos locais, especialmente aqueles mais sensíveis à liquidez e ao ciclo [de juros]”.
Nesse cenário as small caps tendem a se destacar mais que os papéis já consolidados, pois estão mais descontadas e tem maior potencial de valorização em uma melhora de ciclo, segundo o analista.
Assim, Matheus aponta que a compra do SMALL11 é uma “forma eficiente e diversificada de capturar esse movimento, já que o ETF reúne, em um único instrumento, a tese de recuperação doméstica, a reentrada dos fluxos globais e o desconto ainda presente nos ativos locais.
Contudo, o SMALL11 não é a única recomendação da Empiricus para investir agora.
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Diante do cenário que estamos enfrentando, além das oportunidades pontuais com a recomendação de SMALL11, é recomendado que o investidor siga uma estratégia de investimento, tanto para proteger o patrimônio quando para buscar retornos.
Nesse sentido, ter acesso a recomendações de analistas que estão diariamente acompanhando o mercado e o cenário geopolítico para trazer boas ideias de investimento pode fazer a diferença.
Foi pensando nisso que a Empiricus decidiu lançar um modelo de assinatura “streaming”. No Empiricus+ você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.
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