1 2019-12-09T13:32:41-03:00 xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 saved xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 2019-12-09T13:32:41-03:00 Adobe Bridge 2020 (Macintosh) /metadata
Investimentos

IPOs vão voltar com tudo em 2024? Confira perspectivas

Analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research, comenta a possibilidade de novas empresas tentarem seus IPOs e serem listadas na B3 ao longo deste ano.

Por Nicole Vasselai

17 jan 2024, 15:23

Atualizado em 17 jan 2024, 15:23

IPO
Imagem: Pexels

Janeiro começou com certa correção nos mercados, após um final de 2023 com recorde histórico da Bolsa e 22% de alta no ano. No entanto, mesmo que o Ibovespa e as Bolsas americanas tenham sofrido neste início de 2024, a perspectiva para a renda variável e para novos IPOs (oferta pública inicial) é positiva neste ano, na visão da analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ela associa esse otimismo ao controle cada vez maior da inflação, tanto lá fora quanto no Brasil, o que permitiria dar continuidade ao corte de juros. “Esse prognóstico tende a favorecer bastante o apetite para risco ao longo do ano”, nas palavras de Quaresma.

“Se isso se confirmar, é um ambiente muito propício não só para IPOs, mas para follow-ons [ofertas adicionais de ações] também”, avalia.

A analista também lembra que antes da janela de ofertas públicas iniciais, o mercado começa colocando “o pé na água” para testar. “Primeiro vêm os follow-ons de empresas que já estão há muito tempo no mercado, muito conhecidas pelo investidores. E aí se os bancos tiverem sucesso nessas OPAs, pode abrir espaço para abertura de capital daquelas companhias que estavam na ‘fila’ há muito tempo”.

Reforça, ainda, que a entrada de capital estrangeiro na B3 pode se intensificar bastante também com o possível corte de juros no horizonte dos EUA. “O interesse tende a crescer não só pelo Brasil, mas por mercados emergentes em geral. Nesse caso, Brasil e México devem ter destaques por terem mais estabilidade política, democracias mais sólidas”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Quaresma, nem todas as empresas interessadas em serem listadas na Bolsa brasileira são boas o suficiente para isso, mas cita três nas quais enxerga um bom potencial: O Boticário, Compass (da Cosan) e Farmácias Araújo.

Para conferir a entrevista completa com a analista sobre IPOs, clique neste vídeo:

Editora do site da Empiricus. Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, com MBA em Análise de Ações e Finanças e passagem por portais de notícias e fintechs.