1 2019-12-09T13:32:41-03:00 xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 saved xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 2019-12-09T13:32:41-03:00 Adobe Bridge 2020 (Macintosh) /metadata
Investimentos

Microsoft (MSFT34) comunica demissão de 10 mil funcionários: entenda o caso e veja 5 ações internacionais melhores que a Big Tech para investir em 2023

Inflação, juros altos e queda na receita fizeram a Microsoft (MSFT34) demitir cerca de 5% da força de trabalho – veja outras empresas internacionais melhores para investir no momento

Isabelle Santos

Por Isabelle Santos

20 jan 2023, 13:19

Atualizado em 20 jan 2023, 13:19

microsoft CAPA EMP MSFT34
Imagem: Shutterstock

Nem mesmo a gigante Microsoft (MSFT34) escapou da onda de demissões em massa que atinge as empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última quarta-feira (18), a empresa fundada por Bill Gates comunicou o corte de quase 5% da sua força de trabalho, ou seja, cerca de 10 mil funcionários

A decisão da companhia segue uma tendência entre as empresas de tecnologia ao redor do mundo. No ano passado, Meta (M1TA34), Twitter (TWTR34) e Tesla (TSLA34), também despediram funcionários. 

E já nos primeiros dias de 2023, Amazon (AMZO34) e Salesforce (SSFO34) anunciaram cortes expressivos nas equipes. 

Diante do cenário de juros altos e inflação crescente, este segmento tem sido um dos mais penalizados nas bolsas de valores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por conta disso, muitos analistas estão preferindo manter ações de tecnologia fora das carteiras. O CEO e estrategista-chefe da Empiricus Research, Felipe Miranda, compartilha da mesma visão. 

Para o analista, o melhor a se fazer é investir nas ações chamadas “quality”. Ou seja, empresas de crescimento sólido, balanço forte e boas pagadoras de dividendos. 

Ele prefere outras ações internacionais para quem deseja buscar lucros em dólar. 

Microsoft não está imune à crise

Embora tenha sido uma das últimas big techs a anunciar a demissão de funcionários, o CEO da companhia, Satya Nadella, disse durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, que a empresa não estava imune a uma economia global mais fraca. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A decisão é parte das medidas adotadas pela empresa para reduzir custos, visto que as vendas caíram no último ano. De acordo com o CEO, os clientes estão otimizando gastos com tecnologia para “fazer mais com menos”, pontua. 

A queda nas vendas é um reflexo do que está acontecendo com a economia mundial. Nos Estados Unidos, a taxa básica de juros, que estava zerada, saltou para quase 5% em um curto espaço de tempo. Esse movimento tende a fazer com que os consumidores diminuam o ritmo de compra. 

Por consequência, as empresas geram menos receita. Para se ter uma ideia, em 12 meses algumas “big techs”, incluindo Apple, Microsoft, Meta e Alfabet (Google), perderam juntas quase US$ 4 trilhões

No caso específico da Microsoft, a companhia apresentou uma queda de 31% no seu valor de mercado em 1 ano (de 4 de janeiro de 2022 a 4 de janeiro de 2023).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perda também se reflete no desempenho das ações na bolsa. A Nasdaq, bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, teve uma queda superior a 30% nos últimos 12 meses.

Acontece que, com a taxa de juros alta, muitos investidores acabam optando por títulos de renda fixa que passam a pagar prêmios maiores e são mais seguros.

Além disso, em um cenário de juros altos a expectativa de crescimento diminui, e o preço das ações tendem a cair. E, com a expectativa de recessão, é provável que as ações de tecnologia sofram ainda mais ao longo deste ano.Por isso, Miranda acredita que o investidor deve buscar ações de empresas quality. Isto é, companhias sólidas, com margens “gordas” e crescimento consistente no longo prazo.

Veja 5 ações internacionais para investir em 2023

Felipe Miranda revelou, em um relatório recente, as 5 ações internacionais que ele “garimpou” para quem deseja expor parte da carteira aos mercados estrangeiros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os ativos selecionados, estão:

  • Uma empresa de semicondutores que pode crescer 30% nos próximos dois anos;
  • A ação de um conglomerado de empresas que faturou US$ 254 milhões no ano passado;
  • Uma petroleira americana que está barata e pode pagar dividendos em dólar de 3,37% em 2023; 
  • Uma ação do setor alimentício que cresceu cerca de 7,9% ao ano nos últimos 5 anos; 
  • Uma ação de turismo que pode aumentar o seu marketshare nos próximos anos.

Todas essas ações contam com BRDs. Ou seja, é possível investir nelas na bolsa brasileira e em reais, com a mesma praticidade de quem compra ações da Vale e da Petrobras. 

Em geral, apenas assinantes têm acesso às recomendações do analista. Contudo, a Empiricus Investimentos, corretora do grupo, está oferecendo como cortesia o relatório que revela o nome das 5 ações globais para investir em 2023

Ou seja, você pode ter acesso às recomendações do analista sem ter assinatura e de graça. Basta clicar neste link e seguir as instruções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja também outras 20 recomendações de investimento para 2023

Além das 5 ações ações globais, Felipe Miranda recomenda outros 20 ativos para investir em 2023

O analista acredita que há pelo menos outras quatro classes de ativos que todo investidor precisa ter na carteira este ano:

  • Fundos imobiliários;
  • Títulos de renda fixa privados; 
  • Ações para buscar dividendos; 
  • Fundos de investimentos.

Ele separou os 5 melhores ativos de cada categoria e revelou neste relatório, que você pode acessar gratuitamente como cortesia da Empiricus Investimentos. Basta clicar no botão abaixo para conhecer: 

Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.