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O Ibovespa (IBOV) apresentou forte alta de 8,53% na última semana. Até o pregão de ontem (29), a valorização desta semana já alcança 2,39%.
Nesse sentido, a tendência de médio prazo segue positiva após a melhor semana do índice desde junho de 2020.
Segundo o BTG Pactual, considerando a análise gráfica do IBOV, a tendência de médio prazo permanece de alta, devido a sequência de topos e fundos ascendentes.
Nível elevado de sobrecompra não indica mudança na tendência de alta, para BTG
O banco aponta que, considerando o Índice de Força Relativa (IFR) acima dos 80 pontos, o mercado apresenta um patamar de sobrecompra, ou seja, há mais compradores no jogo que o comum.
Além disso, há um movimento mais esticado no curto prazo, que indica valores muito mais altos que os preços históricos dos ativos.
Os números podem preocupar em um primeiro momento, mas para o BTG, o alto nível de sobrecompra ainda não indica uma reversão consistente da tendência de alta.
“Em um horizonte mais longo, ao projetarmos o pivô de alta formado entre o fundo de 2020 e o topo de jun-21, as extensões de Fibonacci indicam um objetivo técnico mais amplo na região dos 208.787 pontos, reforçando o viés estruturalmente positivo do índice no longo prazo”, apontam analistas do banco.
Os sinais do Keller Trend Model (Pirâmide de Keller) apontam que as tendências do Ibovespa devem ser do seguinte modo:
- Longo prazo: alta e em aceleração desde abr-25. Ganho de momentum nas últimas semanas;
- Médio prazo: alta, com retomada de momentum nas últimas duas semanas;
- Curto prazo: alta forte nas últimas duas semanas.
*Com informações da Research do BTG Pactual