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Investimentos

Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4) fazem parte do ‘investimento obrigatório’ em tempos de conflito no Oriente Médio

Analista defende que commodities devem valorizar neste cenário e recomenda “investimento obrigatório” que reúne principais empresas do setor em um só veículo

Por Juan Rey

13 abr 2026, 12:52

Atualizado em 13 abr 2026, 12:52

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Imagem: iStock.com/champc | Edição CanvaPro

A essa altura, não é nenhuma novidade que o conflito no Oriente Médio tem ditado o rumo dos mercados globais. Isso se deve, principalmente, aos seus efeitos sobre as commodities, com mais destaque para o petróleo.

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A região abriga o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. O fechamento do Estreito pelo Irã representa um choque na oferta e, consequentemente, eleva os preços da commodity.

Até o último domingo (12), o tipo brent do petróleo apresentava alta de 66% em 2026, cotado na casa dos US$ 103 por barril.

Naturalmente, as empresas petroleiras da bolsa brasileira têm se beneficiado desse movimento. Veja as valorizações em 2026, até o fechamento de sexta (10):

  • Petrobras (PETR3): 65%
  • PRIO (PRIO3): 63%;
  • Brava Energia (BRAV3): 29%;
  • PetroReconcavo (RECV3): 26%.

Além de PETR4, PRIO3 e demais petroleiras, cenário deve beneficiar outras empresas de commodities

Mas para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, essa dinâmica não deve beneficiar apenas as empresas do setor energético.

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As expectativas de inflação também ficaram elevadas e reforçam um movimento mais amplo: a retomada das commodities como um todo.

“As restrições ao fluxo de petróleo, derivados, fertilizantes e outros insumos estratégicos pressionam cadeias globais de suprimento e elevam o risco de um choque de oferta relevante, possivelmente um dos mais significativos da história recente”, explica.

Mesmo em um cenário de eventual normalização, continua o analista, “o pano de fundo global segue marcado por um mundo mais fragmentado, com conflitos mais frequentes e cadeias produtivas mais vulneráveis. Esse ambiente tende a sustentar pressões sobre as commodities, especialmente em um contexto de reorganização produtiva que exige mais investimento em infraestrutura, energia e matérias-primas”.

Conheça o ‘investimento obrigatório’ para o cenário atual

Nesse contexto, o analista destaca um “investimento obrigatório” para o cenário atual. Trata-se de um fundo negociado em bolsa que, além das petroleiras, tem em sua composição outras empresas de commodities, como Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4).

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No total, o investimento conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista, ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio.

Segundo Spiess, ao fazer parte desse “investimento obrigatório”, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Para saber mais sobre qual é este investimento, os motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é simples: basta clicar neste link ou no botão abaixo.

Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), é editor do site da Empiricus. Contato: juan.rey@btgpactual.com.