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Investimentos

Por que comprar Bitcoin (BTC) agora (antes que seja tarde)?

Como a Empiricus Research já vinha reforçando, dados mostram que estamos em um momento pré-bull market de criptoativos. E a hora de entrar na tese é agora.

Por Richard Carboni Camargo

10 jul 2023, 11:30

Atualizado em 10 jul 2023, 11:42

Ciclo pré-halving do Bitcoin talvez seja o último para a pessoa física sair na frente do investidor institucional; entenda por que
Imagem: Freepik

Na semana passada, entre as mudanças na carteira da série Investidor Internacional, da Empiricus Research, esteve a adição de 5 pontos percentuais de risco por meio da compra de Bitcoin (BTC).

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Eu vou poupá-lo de toda a ladainha de Satoshi Nakamoto, descentralização, a queda do dólar e afins, e focar no que interessa.

Os astros parecem alinhados para uma excelente performance do BTC nos próximos meses, e nós queremos estar expostos a esse movimento. 

Me permita elaborar.

Vou começar com um dos indicadores preferidos do mercado sobre o BTC, o índice MVRV Z-Score

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Esse indicador subtrai o valor de mercado do Bitcoin do valor “realizado” no blockchain (ou seja, a soma do valor de negociação final de todos os BTCs) e divide pelo desvio padrão do valor de mercado do Bitcoin. 

Complexo? 

Vamos simplificar: no gráfico abaixo, deixaremos em vermelho os períodos em que esse indicador indicava vender BTC e em verde, os momentos em que ele indicava compra.

Índice MVRV Z-Score indica quando comprar e quando vender Bitcoin
Fonte: Glassnode

Como podemos ver, se você acredita que existe um futuro para as criptomoedas, o MVRV tem uma mensagem clara para você: compre Bitcoin.

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Mas tudo bem, você não precisa tomar a minha palavra, afinal, você sabe que eu (Richard), sou um entusiasta de longa data dessa brincadeira. 

Na semana passada, o senhor Larry Fink, CEO da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, esteve num programa da Fox, onde ele definiu o Bitcoin como um ativo internacional e o ouro digital.

O pano de fundo da entrevista foi a solicitação da BlackRock à SEC para a criação do primeiro ETF de Bitcoin negociado em bolsa nos EUA.

O pedido da BlackRock foi seguido por outras gestoras de relevância americanas, como a Charles Schwab e a Fidelity.

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Todos esses pedidos inundaram as mesas da SEC justamente uma semana depois do crackdown que ela promoveu contra os players nativos de cripto, como a Coinbase e a Binance.

Em certa medida, a mensagem que esses players parecem ter enviado ao regulador é que ele deve exercer o seu papel de regular, porém não proibir essa nova classe de ativos.

Na medida em que esses ETFs forem aprovados, um enorme fluxo de capital alcançará o mercado de criptoativos, especialmente o Bitcoin.

Não fossem suficientes esses dois motivos, outras métricas acompanhadas pela equipe do Vinicius Bazan, analista-chefe de criptoativos na Empiricus, indicam que estamos chegando num ponto muito interessante, antes do mercado tornar-se “extreme bullish”, como já pontuamos nesta outra matéria sobre o ciclo pré-halving do Bitcoin.

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Por exemplo, a volatilidade de negociação do BTC dentro das exchanges centralizadas segue baixa nas últimas semanas, mesmo na esteira de tantas notícias positivas.

Fonte: Glassnode

Já no mercado de futuros listados nos EUA, apesar do preço ainda não ter disparado, o volume de negociação aumentou brutalmente.

Fonte: Kaiko

Ou seja, parece haver um movimento inicial ainda muito mais especulativo do que fundamentalista no posicionamento do mercado. Historicamente, é assim que começam os bull markets em cripto. 

Economista formado pela Universidade de São Paulo (FEA-USP), é analista de ações certificado pelo CNPI, especialista no setor de tecnologia, com foco em ações internacionais. Está na Empiricus há 5 anos, onde é responsável por relatórios nacionais e internacionais, como o MoneyBets Revolution, um portfólio de teses especulativas em segmentos como healthtech, energia sustentável, software e games. Antes da Empiricus, trabalhou por 5 anos no setor de tecnologia.