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A Prefeitura de São Paulo (SP) anunciou o reajuste na Zona Azul da cidade para 2026, que passará de R$ 6,67 para R$ 6,95 por hora.
O aumento de 4,25% é o mais baixo dos últimos anos, muito por conta da queda da inflação na comparação com os anos anteriores. Por outro lado, está em linha com as nossas estimativas, e não impede a Estapar de apresentar mais um forte desempenho no segmento em 2026.
Para entender essa conclusão, precisamos acessar como a dinâmica de reajustes dos últimos anos afetou os resultados da Zona Azul paulistana, que já representa 10% do faturamento consolidado.
Abaixo mostramos a receita anual desde 2022, e também nossa expectativa para 2026 – bastante conservadora, como ficará claro em breve.

Repare que, mesmo com reajustes da ordem de 5%, a receita da Zona Azul paulistana cresceu pelo menos dois dígitos em cada ano, mesmo com o número de vagas praticamente estático.
Dois efeitos principais explicam essa diferença: aumento da ocupação (que está ligado a uma maior demanda) e principalmente da fiscalização (o que gera maior rotatividade das vagas).
Como podemos observar na tabela abaixo, essa gestão eficiente tem se traduzido em um incremento muito superior ao que aconteceria apenas com a inflação.

Essa observação nos leva a uma outra conclusão: nossa expectativa de crescimento de +5% para a receita Zona Azul em 2026 se mostra bastante conservadora diante da capacidade de execução que a Estapar tem mostrado à frente da operação nos últimos anos.
Como de costume, preferimos premissas pé no chão, mas temos bons motivos para acreditar que a companhia vai superar as nossas estimativas.
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