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Empiricus 24/7

Investimentos 3.0

Decorrido pouco mais de um mês do anúncio da criação da Universa, holding que combina as participações dos sócios da Empiricus e da Vitreo, entendo ser oportuno compartilhar com você nossa visão para o futuro das plataformas de investimento no Brasil e por que estamos tão confiantes de que a nossa solução seja superior aos formatos tradicionais. 

Por Caio Mesquita

14 nov 2020, 15:00

Decorrido pouco mais de um mês do anúncio da criação da Universa, holding que combina as participações dos sócios da Empiricus e da Vitreo, entendo ser oportuno compartilhar com você nossa visão para o futuro das plataformas de investimento no Brasil e por que estamos tão confiantes de que a nossa solução seja superior aos formatos tradicionais. 

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Antes de tratarmos da Universa e do seu formato 3.0, cabe aqui mostrar como os modelos tradicionais (mal)tratam os investidores. 

Por décadas, nossos investimentos estavam confinados dentro da indústria bancária. 

Partindo da necessidade de usarmos serviços bancários, como conta-corrente, crédito, etc., instituições financeiras se aproveitavam desse relacionamento para oferecer “soluções” para nossos investimentos. 

Dentro de um confortável oligopólio, os bancos ofereciam basicamente produtos próprios, caros e de baixa qualidade.

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A comunicação dos bancos utilizava o medo e a falta de educação financeira para proteger o seu cartório, com slogans como “tradição e solidez” e “fique tranquilo, aqui cuidamos do seu dinheiro”.

As altas taxas de juros praticadas no Brasil camuflavam a baixa qualidade dos produtos ofertados. Acomodadas, as pessoas seguiam na inércia, deixando suas economias aplicadas na indústria bancária. Foi assim que os bancos chegaram a deter mais de 90% dos investimentos dos brasileiros, um dos maiores índices de concentração no mundo.

O gerente do banco, neste formato 1.0, tratava de atingir suas metas vendendo aos seus clientes o que a campanha da ocasião decidisse, sem qualquer alinhamento com os interesses de quem investe.

Felizmente, na última década, este modelo começou lenta, mas progressivamente a ruir.

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As plataformas abertas, exemplificadas pela XP e suas demais marcas, abriram os horizontes das pessoas físicas a diferentes classes de ativos e a inúmeras possibilidades de investimentos.

Com mais e melhores produtos, é inegável que este formato 2.0 é superior ao primeiro, e o sucesso empresarial da XP demonstra o valor percebido pelos clientes que migraram para sua plataforma.

A própria Empiricus contribuiu para esse movimento. Com nosso trabalho de educação financeira, despertamos centenas de milhares de pessoas para as possibilidades e oportunidades de investir fora dos grandes bancos.

Apesar de superiores, as plataformas de investimento 2.0 não resolveram os conflitos de interesses da indústria, muito pelo contrário. A estrutura de remuneração dos agentes autônomos os incentiva a recomendar produtos e estratégias que rendam mais comissão, desconsiderando o melhor interesse do cliente.

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A análise de investimentos (research) e os conteúdos de educação financeira são usados, no formato 2.0, como mero apoio para o trabalho de venda dos produtos financeiros, vindo a reboque das estratégias comerciais da plataforma.

Para piorar, o oligopólio confortável dos bancos foi aos poucos substituído pelo domínio monopolista da XP e suas demais marcas. E atrás delas vêm outros players menos relevantes, mas que seguem o mesmo modelo de negócio.

Aqui na Empiricus há tempos notamos o desafio que nossos assinantes tinham ao implementar nossas recomendações, obrigados a usar necessariamente as plataformas disponíveis no mercado.

Preocupava-nos relatos em que os assessores sugeriam modificações em nossas recomendações, invariavelmente substituídas por opções que gerassem mais comissões.

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Foi daí que surgiu a ideia de nossa parceria com a Vitreo, inaugurada no fim de 2018, e que culminou mais recentemente com a criação da Universa.

O formato 3.0 da nossa plataforma está apoiado em dois pilares.

De um lado, a Empiricus contribui com sua capacidade única em identificar e comunicar as melhores ideias de investimento dentro de um modelo independente de análise de investimentos. Aqui o research não é ferramenta de vendas, mas sim nosso objetivo empresarial. A Empiricus prospera em linha com a qualidade do conteúdo que produzimos. Quanto maior for a percepção de valor do nosso assinante, maior será sua retribuição na forma de engajamento e fidelidade no longo prazo. Uma verdadeira relação “ganha-ganha”.

De nada, porém, adiantaria o nosso trabalho caso fosse diluído e desperdiçado em plataformas conflitadas. É aí que vem o segundo pilar do formato 3.0, representado pela Vitreo.

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Operando dentro de um formato digital, longe da influência dos assessores, o cliente da Vitreo está livre para implementar suas estratégias seguindo as orientações dos especialistas da Empiricus, bem como do time da própria Vitreo.

O foco está no cliente e nas recomendações que realmente fazem sentido.

Aqui a análise jamais se curvará aos interesses comerciais, pois está no centro do nosso negócio. Recomendar um produto porque gera mais comissões e não por sua qualidade como investimento seria jogar areia no motor que dinamiza nossa plataforma.

Assim, o nosso próprio modelo de negócios promove o melhor alinhamento de interesses com nossos assinantes e com nossos clientes. É isso o que chamamos de formato 3.0.

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A Universa já nasce relevante, com 400 mil clientes. Temos escala e tamanho para mudar novamente a relação do brasileiro com seus investimentos, com mais orientação e menos conflito.

Deixo você agora com os destaques da semana.

Boa leitura e um abraço,
Caio

O agente autônomo, mais bem preparado e mais focado, substituiu o gerente de banco na relação com o investidor.