Não foi desta vez

Ao encerrar este ano, o tema do único sucesso da banda americana The Mighty Mighty Bosstones não me sai da cabeça. Testes, testes e mais testes.
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“I’ve never had to knock on wood
But I know someone who has
Which makes me wonder if I could
It makes me wonder if
I’ve never had to knock on wood
And I’m glad I haven’t yet
Because I’m sure it isn’t good
That’s the impression that I get
I’m not a coward, I’ve just never been tested
I’d like to think that if I was I would pass
Look at the tested, and think ‘There but for the grace go I’
Might be a coward, I’m afraid of what I might find out”

“The Impression That I Get” – The Mighty Mighty Bosstones

Ao encerrar este ano, o tema do único sucesso da banda americana The Mighty Mighty Bosstones não me sai da cabeça. 

Testes, testes e mais testes.

Em um ano em que exames epidemiológicos viraram assunto do nosso dia a dia, cada um de nós se viu testado, não só pela presença do vírus, mas também nos mais diversos aspectos de nossa existência. 

Percebo uma alívio generalizado com o fim de um ano que não deixará saudades. 

Lamentamos muitíssimo as vítimas da Covid-19, bem como aqueles que sofreram e sofrem indiretamente, vítimas das consequências sociais e econômicas do isolamento.

Assim mesmo, não podemos deixar de comemorar que a vasta maioria está passando no teste.

Entramos, portanto, em 2021 mais fortes do que antes, sabendo que não foi desta vez que nos pegaram.  

Lá em março, e parece tanto tempo atrás, vislumbramos o apavorante precipício. 

Escrevi à época que repentinamente perdemos todos os nossos pontos de apoio, desprovidos de qualquer tipo de visibilidade a respeito do nosso futuro próximo. 

Felizmente, nossa espécie, a mais adaptável dentre os animais, tem uma capacidade assombrosa de reagir e lidar com mudanças.

Apesar de as autoridades do mundo todo terem consistentemente batido cabeça, num infindável desfile de incompetência, demonstramos tenacidade, resiliência e, acima de tudo, coragem para encarar o desafio proposto.

Por tudo isso, cada um de nós tem não só o direito, mas também o dever de levar para o fim do ano a preenchedora sensação do dever cumprido.

Foi neste clima, ainda preocupados com a persistência da pandemia, mas confiantes de que já enfrentamos o pior, que fizemos a festa de final de ano aqui da Empiricus na semana passada.

Na verdade, foi uma festa em nova companhia, já que celebramos nosso casamento com a Vitreo e a formação de uma plataforma de investimentos no modelo 3.0 com a criação da Universa.

Seguindo as restrições em vigor, nossa comemoração foi na versão 2020.

Assim, cada um de nós aqui da Universa preparou o seu drinque e, do conforto do seu lar, partiu para a confraternização.

Como presente, ao final, tivemos o privilégio de assistir e ouvir o talento de Nando Reis em uma apresentação especial e exclusiva.

Nosso convidado de fim de ano

Antes do show, porém, coube a cada um dos sócios principais da futura Universa compartilhar algumas palavras sobre o ano que se encerra e o que nos espera depois do dia 31.

Na minha vez, ao lembrar a dureza que foi 2020, parabenizei toda a equipe pela formidável capacidade de adaptação. Bravamente, seguimos cumprindo nosso compromisso inalienável de trazer a melhor orientação de investimentos aos nossos assinantes. Muitas vezes acertamos e muitas vezes erramos, mas jamais nos escondemos, muito menos transferimos a responsabilidade. Passamos no teste enfim.

Nesta newsletter, dentro do mesmo espírito de encerramento de um ciclo, externo o mais profundo e sincero agradecimento por você seguir compartilhando conosco essa inesgotável jornada dentro do mundo dos investimentos. Não teríamos passado no teste se você não tivesse passado também.

Boas festas e um grande 2021 para nós todos!

Deixo você agora com os destaques da semana.

Boa leitura e um abraço,
Caio