2020 foi o ano em que o investidor pessoa física decidiu ir à Bolsa. E essa tendência pode se intensificar nos próximos 12 meses

A presença das ações nas carteiras ganhou representatividade em 2020, um fenômeno global que se intensificou no nosso país. Esse movimento é algo estrutural e tem tudo para se ampliar em 2021.
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Marcado pela maior epidemia dos últimos tempos e pela ameaça de uma grande depressão, 2020 também foi o ano em que o brasileiro decidiu ir à Bolsa.

Se, para colocar 800 mil CPFs na B3 foram necessárias décadas, apenas neste ano foram gerados quase 2 milhões de cadastros.

A queda da Selic para patamares historicamente baixos, mais facilidade para investir graças às novas plataformas digitais e o maior acesso à informação estão por trás de um novo fenômeno no Brasil: a "equitydization".

Ou seja, uma maior participação das ações no portfólio da pessoa física.

Com as pessoas perdendo dinheiro em termos reais na poupança e nas aplicações de renda fixa tradicionais, a realocação de recursos em direção às ações tem sido acelerada, e não há razões para crer que essa tendência mude em 2021.

Ao contrário, a perspectiva é de que haja continuidade e até mesmo um aprofundamento do processo.

Como herança de 2020, temos uma liquidez sem precedentes, uma quantidade de dinheiro em circulação nunca antes vista. 

Depois de um ano duro, a economia se recupera com intensidade superior ao esperado.

E com as vacinas permitindo a retomada de uma vida mais normal e a demanda de consumo reprimida de 2020, podemos ter um crescimento sincronizado no próximo ano, como há muito tempo não se via.

Este é o cenário colocado na mesa:

  • Muita liquidez
  • Juros baixos como nunca se viu
  • Milhões de novos investidores
  • Perspectivas de economia aquecida

Diante disso, a pergunta que se coloca é:

AINDA EXISTEM OPORTUNIDADES DE AÇÕES BOAS E BARATAS?

Para Max Bohm, analista de ações da Empiricus, sim - mas por pouco tempo.

"Diante do cenário atual, não temos propriamente barganhas. Mas algumas ações de muita qualidade ainda estão com preços de entrada bem atrativos".

ACESSE AGORA POR 7 DIAS SEM COMPROMISSO A LISTA DAS MELHORES AÇÕES PARA LUCRAR EM 2021, SELECIONADAS PELO MAX BOHM

Mas essa oportunidade de ponto de entrada não deve durar muito tempo.

"Os juros devem continuar baixos, as empresas listadas em Bolsa ganharam muito market share, e os lucros corporativos voltaram a crescer. O ambiente se mostra muito positivo às ações, e os preços devem continuar subindo", completa Max.

A PERSPECTIVA PARA 2021: MAIS AÇÕES NA CARTEIRA

Sob esse cenário, a Empiricus entra em 2021 com a perspectiva de aumentar as alocações em Bolsa, adicionando mais renda variável às carteiras dos clientes.

Justamente a especialidade do Max Bohm, no mercado há quase vinte anos.

Para que você tenha noção do que estamos falando, Max e a sua equipe já conseguiram entregar para os seus assinantes lucros como por exemplo:

+160%
+144%
+143%
+115%
+102%


Fonte: Empiricus, com dados da Economatica

Tais resultados expressivos não foram obtidos com ações altamente arriscadas, e sim com ações de empresas sólidas e lucrativas, que estavam com preços de entrada interessantes.
 
E o potencial que o Max enxerga para as ações que ele selecionou para 2021 supera tudo o que ele já entregou de lucros até aqui.

A confiança do analista da Empiricus é tão grande que ele disponibilizou 7 dias de acesso sem compromisso à lista de ações. Nas palavras dele:

"Faça de tudo para começar o ano novo de posse dessas ações. Talvez você nunca mais encontre ações tão boas por preços tão atrativos na sua vida. E estou falando da possibilidade de pelo menos dobrar seu investimento".

Este ano novo tem tudo para superar 2020 e se tornar "O"ano da Bolsa no Brasil.

E, se você quiser saber quais são as ações de maior potencial para 2021, não deixe de conferir o documento que o Max preparou.