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A agenda econômica da última semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária e pelo agravamento de tensões geopolíticas, com reflexos diretos sobre os ativos brasileiros. Tanto no Brasil quanto no exterior, os desdobramentos reforçaram a importância do cenário de juros e das commodities para a formação de preços nos mercados.
Por aqui, o principal destaque foi a reunião do Copom, que confirmou o início do ciclo de cortes na taxa básica de juros, com uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic.
A comunicação do Banco Central, ainda que mais dovish (branda) do que o esperado, reforçou a postura cautelosa, destacando a dependência de dados. A autoridade apontou a necessidade de acompanhar a dinâmica inflacionária e as expectativas fiscais.
Para os investidores, o início do ciclo de cortes tende a ser um suporte importante para a bolsa, especialmente para setores mais sensíveis à taxa de juros. No entanto, o cenário externo segue impondo desafios. Os conflitos no Oriente Médio e a disparada do petróleo elevaram a aversão a risco e pressionaram ativos brasileiros, limitando um desempenho mais positivo do Ibovespa no período.
No exterior, o foco também esteve nas decisões de política monetária
Além disso, o mercado acompanhou indicadores econômicos que ajudam a calibrar as expectativas para os próximos passos do Federal Reserve, banco central dos Estado Unidos.
Esse ambiente influencia diretamente o comportamento do dólar, dos juros globais e do apetite por risco, com impactos relevantes para mercados emergentes como o Brasil.
Assim, a próxima semana, entre 23 e 27 de março, a agenda econômica terá importante protagonismo. No Brasil, a divulgação da ata do Copom, do IPCA-15 e da taxa de desemprego deve oferecer sinais importantes sobre inflação, atividade e os próximos passos da política monetária.
Já nos Estados Unidos, os destaques ficam para os PMIs, os dados de estoques de petróleo bruto e os pedidos iniciais de seguro-desemprego. Trata-se de indicadores que podem influenciar as expectativas sobre juros globais e, consequentemente, ajudar o investidor a tomar decisões mais informadas.
Confira os indicadores na agenda desta semana (23 a 27 de março), horário de Brasília
Terça-feira, 24 de março de 2026
- 8h – Ata do Copom – BRA;
- 10h45 – PMI Industrial e Setor de Serviços – EUA.
Quarta-feira, 25 de março de 2026
- 11h30 – Estoques de petróleo bruto – EUA.
Quinta-feira, 26 de março de 2026
- 8h – Relatório trimestral de inflação – BRA;
- 9h – IPCA-15 – BRA;
- 9h30 – Pedidos iniciais por Seguro-Desemprego – EUA
- 17h30 – Balanço patrimonial do Fed – EUA.
Sexta-feira, 6 de março de 2026
- 8h30 – Investimento estrangeiro direto (USD) – BRA;
- 8h30 – Transações correntes (USD) – BRA;
- 9h – Taxa de desemprego – BRA.
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Como visto, a semana traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais.
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