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O cofundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, está convencido de que 2026 pode marcar um “superciclo” para as ações da Bolsa brasileira, em especial para uma classe de ativos: as microcaps.
Ao longo da história, os ativos locais tiveram quatro “superciclos” capazes de transformar substancialmente o patrimônio dos investidores:
- 1965 a 1971;
- 1983 a 1986;
- 1991 a 1997; e
- 2002 a 2008.
Para que movimentos como esses ocorram, é necessário um alinhamento entre uma série de fatores. E é isso que Amstalden enxerga para 2026.
“Esta é definitivamente uma das maiores oportunidades que nós, aqui da Empiricus, já vimos”, afirmou.
Por que podemos estar à beira de um Superciclo das Microcaps?
Para entender os motivos que podem justificar uma alta vigorosa dos ativos brasileiros, é importante voltar um pouco no tempo.
O ano de 2025 começou com perspectivas pessimistas para a Bolsa local. Isso se devia, principalmente, a dois fatores: uma grande preocupação com a questão fiscal brasileira e a possibilidade de a eleição de Donald Trump sugar ainda mais recursos para os Estados Unidos, movimento que já vinha ocorrendo nos últimos anos.
Esses vetores fizeram com que diversas ações domésticas iniciassem o ano passado negociadas a preços extremamente descontados.
No entanto, as expectativas negativas para a Bolsa brasileira não se confirmaram. A postura imprevisível de Trump fez com que os investidores reduzissem a exposição em dólar e nos ativos norte-americanos.
Parte desses recursos foram destinados a países emergentes, como o Brasil, e sustentou a alta do Ibovespa durante boa parte do ano. As ações locais, que estavam extremamente depreciadas, valorizaram e o índice passou a renovar suas máximas históricas em termos nominais constantemente.

Se em um primeiro momento o Brasil foi apenas mais um beneficiado da rotação de recursos em direção aos mercados emergentes, a partir de novembro alguns fatores fizeram o país se destacar.
Em primeiro lugar, o prognóstico de corte da taxa Selic, previsto para o primeiro trimestre deste ano – um gatilho importante para o mercado de ações.
Depois, uma “chuva” de anúncio de dividendos das empresas brasileiras para “escapar” da reforma tributária, que passou a taxar em 10% os proventos anunciados a partir de 2026 que ultrapassarem R$ 50 mil por beneficiário.
Mais de R$ 125 bilhões em dividendos foram programados pelas companhias da B3, e um reinvestimento de parte desse dinheiro foi – e deve continuar sendo – suficiente para uma grande injeção de capital nos ativos locais.
O resultado dessa combinação de fatores foi o melhor desempenho do Ibovespa nos últimos nove anos. O índice encerrou 2025 acima dos 161 mil pontos, com uma valorização de 34%.

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Alta de 2025 pode ter sido apenas um aperitivo
Mas, para Rodolfo Amstalden, a alta de 2025 foi só um aperitivo do que pode vir por aí. “Na minha opinião, é apenas a primeira fase de um movimento que pode ser muito maior”, avalia.
Segundo ele, a busca por uma alternativa ao dólar deve continuar a injetar capital estrangeiro na Bolsa brasileira, o ciclo de juros deve continuar a fazer preço, assim como o reinvestimento de parte dos dividendos bilionários distribuídos pelas empresas.
“Isso cria uma pressão compradora que empurra os preços para cima. Ao longo do ano, devemos iniciar o rali das eleições que pode sim provocar uma oscilação nos preços, mas, na minha opinião, não deve reverter o movimento de alta.”
Além disso, mesmo com o Ibovespa perto da máxima histórica, o investidor local segue fora da Bolsa, aproveitando o conforto dos juros altos na renda fixa.
Mas isso tende a mudar com o ciclo de queda da Selic esperado para 2026. Com isso, os investidores “caseiros” devem retornar à renda variável, movimento que deve trazer ainda mais fluxo comprador para a Bolsa.
E, para completar, os ativos locais ainda estão sendo negociados a preços atrativos, com o múltiplo preço/lucro abaixo dos índices Ibovespa e SMLL abaixo da média histórica.
“A hora de se posicionar é agora, antes do efeito manada”, alerta Amstalden.

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Por que uma ‘porrada’ de valorização pode ocorrer nas microcaps?
Todos esses fatores citados nesta matéria devem beneficiar as ações como um todo. No entanto, a verdadeira “porrada”, na visão de Amstalden, pode estar nas microcaps.
Ele avalia que o fluxo estrangeiro deve continuar a alimentar a Bolsa brasileira em 2026. No entanto, o “gringo” costuma investir em empresas grandes, que oferecem mais liquidez, como é o caso de Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Itaú (ITUB4), entre outras.
Mas com o início do ciclo de queda de juros, a perda da atratividade atual da renda fixa, o retorno do brasileiro à Bolsa e as gigantes da B3 já infladas pelo capital estrangeiro, o investidor local busca alternativa nas empresas menores, as chamadas small caps.
E, dentro desse universo, existe uma série de companhias ainda menores. “São empresas pequenas, mas com grande potencial de crescimento, que aqui na Empiricus chamamos de microcaps”, explica Amstalden.
Essas ações, embora tenham valorizado em 2025, ainda estão comprimidas e necessitam de uma entrada de capital muito menor para dispararem.
Explico: a Petrobras, por exemplo, tem um valor de mercado superior a R$ 425 bilhões. Uma entrada hipotética de R$ 5 bilhões em investimentos nos papéis PETR4 pode até fazer preço, mas está longe de mudar o jogo para a companhia.
Agora imagine o que aconteceria caso o mesmo valor entrasse em uma empresa com valor de mercado de R$ 2 bilhões? O movimento seria capaz de multiplicar o preço do papel.
“Algumas delas têm potencial para supervalorizações. É aqui que moram as maiores oportunidades da Bolsa”, avalia o analista.
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Mas em quais Microcaps investir?
É claro que nem todas as small caps disponíveis na Bolsa brasileira vão disparar. É necessária uma análise criteriosa para buscar os ativos que podem representar as maiores valorizações.
E é exatamente isso que o cofundador da Empiricus quer oferecer aos investidores. Na segunda-feira (19), às 10h, Rodolfo Amstalden vai falar mais sobre a tese do Superciclo das Microcaps em um evento online e gratuito e explicar onde obter maiores informações para ter a chance de capturar este movimento da melhor maneira.
“Tudo indica que não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ essas altas vão começar”, afirma.
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