1 2019-12-09T13:32:41-03:00 xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 xmp.did:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 saved xmp.iid:217a1f9b-69a9-426f-a7e6-7b9802d22521 2019-12-09T13:32:41-03:00 Adobe Bridge 2020 (Macintosh) /metadata
Investimentos

Não dá para negar o bear market do bitcoin, diz especialista que prefere outras criptomoedas para investir agora; veja quais

Enquanto BTC passa por dias amargos, outra classe de criptomoedas faz os olhos de head de ativos digitais da Empiricus brilharem. Veja quais são e como investir de forma automatizada.

Camila Paim Figueiredo Jornalista

Por Camila Paim

20 fev 2026, 12:05

Atualizado em 20 fev 2026, 12:05

O bitcoin (BTC) já acumula uma queda próxima de 50% desde a máxima de US$ 120 mil em outubro de 2025 para o patamar atual ao redor de US$ 60 mil. Na visão do head de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo, “não dá para negar que este momento se trata de um bear market.”

“Não temos evidências de que estamos aqui em um momento de compra apostando em alta, mas sim de mais cautela”, afirma o analista.

Embora o Bitcoin esteja com preços mais pressionados, segundo o especialista existem moedas menores que, mesmo diante de um cenário adverso, ainda podem gerar lucros interessantes.

Bitcoin hoje: o que interpretar da queda e onde investir nas criptos

Olhando para o histórico da criptomoeda, de novembro de 2010 a novembro de 2025, o bitcoin já tinha passado por 18 grandes quedas de pelo menos 30% de desvalorização, após períodos de máxima histórica (“all-time high”).

De acordo com levantamento do estrategista Charlie Bilello, em média, as correções históricas do bitcoin foram de aproximadamente -55%, com mediana em torno de -45%.

Nos bear markets do bitcoin anteriores, o tempo até um novo topo também foi longo. A queda de 2013/15, de -85%, levou 1.181 dias até que a criptomoeda voltasse a registrar um novo all-time high. Já na de 2017/18, de -84%, exigiu 1.079 dias para a recuperação completa.

A diferença desses momentos para o de agora, segundo Rebelo, é que nos episódios passados as quedas aconteceram por contrações de liquidez e deterioração de indicadores macroeconômicos globais. “Desta vez, porém, a queda ocorre mesmo diante de condições financeiras acomodatícias e de uma economia ainda resiliente.”

O que acontece nesse momento é uma reavaliação do mercado acerca de um descompasso entre o investimento das empresas em IA e a geração de receita e quais novas tendências devem predominar na economia, conforme explica o Rebelo.

Nessa toada, moedas de destaques, como o bitcoin, solana (SOL) e ethereum (ETH) tendem a ser mais afetadas pela volatilidade. Por consequência, elas também podem demorar mais tempo para ter uma recuperação consistente de valor.

Apesar da maré baixa para essas “protagonistas”, outras criptomoedas “coadjuvantes” seguem despertando o interesse de Valter Rebelo por seu potencial de valorização em ciclos específicos.

Memecoins: o que são e como investir nessas criptos já

São ativos que não possuem tese de investimento e, portanto, independem do clima macro. Esses ativos sofrem muito mais oscilações pontuais, que podem capturar multiplicações valiosas em um curto período – as memecoins.

Esses ativos digitais são inspirados normalmente em piadas da internet (memes) e criadas como brincadeiras. Diferente do BTC ou ETH, que são usadas para aplicações ou fins financeiros, estes criptoativos não tem nenhum propósito sério.

O segredo, neste caso, está em saber exatamente em quais moedas investir, visto que muitas delas estão de fora do grupo das mais conhecidas e vão oscilar muito com as tendências das redes sociais. É o caso da TRUMP$, uma memecoin associada ao presidente norte-americano e cujo valor pode variar drasticamente com as notícias que circulam nas redes.

Segundo Valter Rebelo, para esse tipo de investimento é preciso contar com um sistema eficiente de detecção desses ativos que carregam alto potencial lucrativo.

Sem isso, investir em memecoins “é arriscado e não passa de uma jogatina”. Por isso, Rebelo desenvolveu o Memebot, uma ferramenta que pode ajudar investidores nessa verdadeira “caça ao tesouro”.

São esses ativos que o Memebot One Million foi criado para encontrar, identificando o potencial de multiplicação antes que entrem no radar “popular”.

Mesmo com o preço do BTC abaixo de suas máximas históricas, conseguir uma multiplicação relevante com a criptomoeda ainda requer um alto investimento. Em contrapartida, com aportes iniciais de cerca de R$ 3,5 mil, o Memebot já está apto a buscar lucros de até seis dígitos com suas operações.

O robô é 100% automatizado, começando a buscar novas oportunidades de capturar lucros assim que o investidor seguir algumas etapas:

  • Instalar a ferramenta;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez;
  • Deixar o restante ser feito de forma automática.

Vale lembrar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos. Por isso, essa é uma ferramenta desenvolvida por experts em criptomoedas, que configuram os algoritmos da ferramenta com as estratégias certas para o momento.

Ferramenta de investimento em cripto automatizada: veja como acessar

Os investidores que desejam utilizar a ferramenta terão a oportunidade de garantir uma vaga na próxima terça-feira (24). Às 19h, será realizado um evento online e gratuito para apresentar o funcionamento do Memebot One Million.

O objetivo da ferramenta é operar para buscar retornos de até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil.

Para participar do evento e descobrir como destravar o acesso à ferramenta, é necessário inscrever-se previamente na lista de interessados. Basta clicar no botão indicado e seguir o passo a passo exibido na tela:

Jornalista formada na Universidade de São Paulo (USP), com mobilidade acadêmica na Université Lumière Lyon 2 (França). Trabalhou com redação de jornalismo econômico e mercado financeiro, webdesign e redes sociais, além de escrever sobre gastronomia e literatura.