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Na segunda-feira (05/01), a Prio (PRIO3) divulgou o volume diário de produção em dezembro, atingindo o número recorde de 155 mil boepd. Além do número forte, alguns sinais para os próximos meses nos trouxeram uma visão positiva dos resultados.

No campo de Peregrino, observamos em dezembro a primeira produção relativa a 80% do ativo por um mês completo, gerando 82 mil boepd para a companhia. Em novembro, apesar do volume registrado de 84 mil boepd, apenas parte deste número foi convertido para a Prio, já que, por quase metade do mês, a Prio detinha apenas 40% da produção.
Em Albacora Leste, o volume extraído voltou a crescer com a instalação do segundo compressor do campo. Uma falha de um dos compressores, ocorrida em meados de setembro, reduzia a capacidade de processamento do campo. Com a conclusão da instalação em 13/12, o campo operou com a capacidade normalizada por 18 dias, retornando ao patamar de 26 mil boepd.
Já no cluster Polvo + Tubarão Martelo, a maior quantidade de barris diária foi justificada pelo início da operação do novo poço POL-GY, que tem uma produção de aproximadamente 1.500 boepd. O poço passou a contribuir em 18 de dezembro, contribuindo por 13 dias.
No ano, a produção de barris por dia ficou em 106 mil. A média foi elevada no 4º trimestre, que trouxe 127 mil boepd.
Com o incremento produtivo em Albacora e Polvo + Tubarão Martelo, devemos ver um desempenho ainda mais forte nos próximos meses. Para esse ano, a expectativa é que a produção atinja 200 mil boepd, com o início da operação em Wahoo e a incorporação dos 20% restantes de Peregrino, ambos previstos para o primeiro semestre de 2026.
Com as boas perspectivas da empresa e um yield de fluxo de caixa para o acionista de quase 50% no biênio 2026-2027, as ações da Prio seguem na carteira.