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Investimentos

Selic a 14,75% ao ano, Ibovespa em queda e IPCA + 8% ao ano: como investir após o Copom?

Em meio às incertezas de mercado, a estratégia defensiva ganha força e a renda fixa continua indispensável

Isabelle Santos

Por Isabelle Santos

20 mar 2026, 14:58

Atualizado em 20 mar 2026, 14:58

ações selic

Imagem: iStock.com/simoncarter

Na última quarta-feira (18), o Banco Central anunciou uma redução de 0,25 ponto percentual(p.p.) na taxa básica de juros, a Selic, levando-a de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de uma verdadeira “montanha-russa” que fez os mercados mudarem de opinião algumas vezes a respeito da magnitude do corte.

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Ao longo dos últimos dias, as apostas registradas pelas opções de Copom da B3 passaram de uma queda de 0,50 p.p. para redução de 0,25 p.p. e, em alguns momentos, a possibilidade de manutenção também ganhou força.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

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Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Renda fixa continua sendo uma posição importante, mesmo com o corte na Selic

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

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Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

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4 oportunidades na renda fixa para buscar até 7,9% ao ano, acima da inflação, com isenção de IR, com a Selic a 14,75% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

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Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.