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O 2º turno das eleições presidenciais no Brasil foi confirmado: Lula e Flávio Bolsonaro levarão o país às urnas mais uma vez no próximo dia 25 de outubro.
Nos próximos dias, ambos trabalharão na consolidação das alianças com os partidos derrotados (que já estão sendo formadas), além de convencer eleitores indecisos e que não foram às urnas no último domingo (4).
Lula saiu atrás no 1º turno, e precisa de, no mínimo, 3 milhões de votos a mais para superar Flávio. Já para Flávio, basta apenas ampliar um pouco mais sua vantagem.
Mas falando em vantagem, uma mudança no pêndulo político, à direita, já foi confirmada antes mesmo de sabermos quem será Presidente da República: o PL (partido de Flávio) será, de longe, a maior bancada do Congresso Nacional a partir de 2027.
E o Ibovespa, no meio de tudo isso, decidiu fazer história, ultrapassando os 200 mil pontos pela primeira vez no pregão da segunda-feira (5). Ou seja, algum desses desdobramentos parece ter animado o mercado.
No novo episódio do Contagem Regressiva, Matheus Spiess, estrategista e analista macroeconômico da Empiricus, explica:
- Por
que o mercado reagiu tão positivamente ao 1º turno das eleições; - O que está em jogo para que Lula ou Flávio Bolsonaro sejam bem-sucedidos;
- Como a “guinada à direita” do Brasil nas eleições faz parte de um movimento maior, que toma conta de toda a América Latina; e
- Como alguns investidores já lucraram com as eleições.
Matheus também responde se ainda dá tempo de surfar esse cenário, em meio às oportunidades abertas na bolsa brasileira.
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