Não saia comprando tudo que vir na Bolsa agora

Na semana passada, quando o Ibovespa fechou sexta-feira a 82.677 pontos, eu escrevi um texto chamado “Uma conversa séria sobre como a Bolsa ainda pode piorar”. Ou seja, dizia que o pior poderia ainda não estar precificado. 

Prezado leitor,

Na semana passada, quando o Ibovespa fechou sexta-feira a 82.677 pontos, eu escrevi um texto chamado “Uma conversa séria sobre como a Bolsa ainda pode piorar”. Ou seja, dizia que o pior poderia ainda não estar precificado. 

A pergunta que não quer calar: a 67.069 no fechamento desta sexta, chegamos à hora de comprar?

Existe um certo desespero para sair comprando. Tem muita gente falando em “liquidação da Bolsa”. Pode ser, mas calma.

Ninguém sabe qual o ponto mais fundo desse negócio; quem disse que sabe é mentiroso. Um dos maiores investidores do Brasil, Luis Stuhlberger, que é brilhante, admitiu nesta semana que começou a comprar cedo demais. Se o Stuhlberger erra, quem é que não pode errar?

O que se pode dizer é que a história das crises mostra que ninguém precisa sair correndo para comprar na segunda semana de queda. Veja a comparação do crash atual, em vermelho, com o de 2008, em verde, considerando como 100 o último pregão antes do derretimento do mercado.

Após uma crise, o mercado fica bastante tempo em patamares muito baixos: a distância de cada linha vertical para a próxima representa três meses. Em 2008, teria sido um desperdício (aliás, um erro!) queimar todo o seu caixa logo na largada.

Veja no gráfico as ações já tinham caído mais de 30% e estavam mais ou menos estáveis há mais de três meses quando, no primeiro trimestre de 2009, desceram mais 20%.

Talvez você diga: ah, mas isso foi em 2008, quando havia risco de quebradeira bancária, e até o momento não há nenhum sinal de que essa possibilidade esteja na mesa agora. 

É verdade. Mas veja então o gráfico refere a 1987:

Novamente, as oportunidades de compra não vão desaparecer amanhã. Recessões duram meses. A volatilidade da Bolsa está altíssima. Vai haver dias de grande subida, vai haver dias de grande descida. Não há motivo para afobação.

Se quiser fazer o “all in” agora, pode fazer besteira. Faça as coisas no médio prazo. A verdade é que não sabemos o tamanho da recessão pela frente. E se essa crise for pior que a de 2008? A crise de 2008 não teve esse impacto brutal e assustador sobre os pequenos negócios. Nenhum restaurante saiu ferido. A vida fora de Wall Street, talvez um pouco mais assustada, continuou. 

Não é o caso agora. Nós nunca vivemos uma situação assim. Nem na Guerra: de uma forma ou de outra, as pessoas estavam lá produzindo. Aliás, o esforço de guerra aumenta brutalmente a demanda, uma vez que o governo passa a gastar com equipamentos militares como se não houvesse amanhã, o que gera empregos e renda. Isso é exatamente o oposto da atual situação. Não se iluda achando que o pior cenário necessariamente já está precificado.

Nesse momento, vale ler o livro “The Tao of Charlie Munger” (em português, “O Tal do Charlie Munger” --brincadeira, claro, “tao” no sentido de “caminho”, “jeito”), de David Clark. Como aponta o pessoal da Dynamo, a melhor gestora de ações do país, Munger é o intelectual por trás do carisma de Warren Buffett, seu sócio. Em outras palavras, ele é cérebro por trás do rostinho bonito de Buffett.

Munger atribui o sucesso que ele e Buffett tiveram a um grande fator: paciência. O mercado, ele diz, transfere dinheiro dos impacientes para os pacientes. É preciso ter calma, muita calma.

Munger em nenhum momento questiona a importância de comprar barato. Pelo contrário, “eu compro quando os outros estão desesperados para vender”, ele diz.

“Buffett e Munger compram tudo que podem quando algum evento macroeconômico faz os preços das ações colapsarem”, escreveu Clark, o autor do livro. “Eles entram na hora do crash. E um crash acontece a cada oito ou dez anos.”

“Eles ficaram fora do mercado no fim dos anos 1960, porque tudo estava muito caro, e esperaram cinco anos até voltar a comprar, no crash de 1962. Do mesmo modo, no fim dos anos 1990, eles também deixaram de comprar, e só voltaram após o estouro da bolha da internet, e igualmente em 2009.”

Assim como Munger, quase todos os melhores investidores do mundo já falaram sobre a importância de comprar em meio ao caos.

Ray Dalio: “A hora de comprar é quando tem sangue nas ruas.” 

O próprio Buffett: “Seja ganancioso quando os outros estão medrosos e medroso quando os outros são gananciosos”. 

Nathan Rothschild: “Compre ao som dos canhões, venda ao som dos violinos”. 

Howard Marks: “O mundo de verdade oscila entre o okzinho e o ligeiramente ruim, mas as pessoas percebem a realidade como sendo perfeição-paraíso-na-terra ou o fim do mundo.”

Jack Bogle: “Investir é ter culhões para perceber que o desespero do mercado vai passar.”

O ponto fundamental aqui é o seguinte: se há uma chance razoável de a coisa piorar, e não há dúvida de que há, não faz sentido pisar com tudo no acelerador antes da hora. Lembre-se: paciência é a maior virtude, e a crise não vai acabar amanhã.

Na última semana, a Bolsa chegou por algumas horas a cair para perto de 60 mil pontos. “Nesse patamar e abaixo disso, aí sim, é a chance de uma vida, hora de entrar tremendamente na Bolsa”, diz Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus.

Felipe foi o único analista voltado para o varejo que 1) recomendou a redução da alocação em Bolsa antes da crise e 2) consistentemente recomendou nos últimos anos que seus clientes comprassem proteções como ouro e dólar para amortecer uma eventual queda do mercado. É o caso de ouvi-lo neste momento.

“Se a Bolsa chegar a um patamar realmente baixo, será a chance da vida para formar posições que, em dois a três anos, podem se multiplicar algumas vezes. Aí é realmente a oportunidade da vida para ficar rico de verdade”, diz Felipe. “O que precisamos, e isso é essencial, é estarmos vivos até lá.”

Felipe tem um plano, que gostaria de compartilhar com você.

O plano inclui tanto estratégias para blindagem de patrimônio neste momento quanto os eventuais gatilhos para começar a comprar e uma lista de ações com maior componente de multiplicação para quando for a hora de virar a mão.

Felipe vai lhe passar as instruções do que você deve fazer neste momento e abrir o seu plano pessoal para você.

A Empiricus está oferecendo tudo isso gratuitamente neste primeiro momento. Com acompanhamento pessoal de Felipe Miranda e o máximo de segurança.

Você ganhará:

1. Uma aula especial em vídeo: Como montar um portfolio e tomar conta da sua carteira de investimentos. Tudo que você precisa saber sobre alocação de ativos.

2. Publicação exclusiva: Oportunidades de uma vida. São as ações que, na opinião de Felipe Miranda, podem te alçar a um novo patamar financeiro com as oportunidades que surgem agora com a queda brusca da Bolsa.

3. Publicação Quinzenal de Acompanhamento Pessoal. Esse será o veículo de comunicação pelos próximos doze meses entre você e Felipe.

Quanto vai custar o ingresso a todo esse conteúdo?

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