Onde uns enxergam crise, outros enxergam oportunidade

Esses dias compramos uma caixa registradora de brinquedo para o Theodoro, meu filho de três anos. Como ele, desde pequeno, gosta de brincar de vender […]

Onde uns enxergam crise, outros enxergam oportunidade

Esses dias compramos uma caixa registradora de brinquedo para o Theodoro, meu filho de três anos. Como ele, desde pequeno, gosta de brincar de vender as coisas, achamos que o brinquedo era apropriado.

Com a caixa registradora, vieram também alguns produtos para a venda, algumas moedas de plástico e um cartão de crédito.

Apesar de gostar de comprar no mercado dele, às vezes o acho meio careiro. Outro dia fui cobrado em R$ 300 por uma mera beterraba! Um verdadeiro roubo.

Mas o que achei mais legal da brincadeira toda é que, outro dia, ele me disse que “o cartão não tá funcionando, só dá para pagar com bitcoin”.

Três aninhos, gente… Dá para acreditar?

É óbvio que o papai babão ficou cheio de orgulho.

 

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Luciana Seabra mostra como lucrou (e ajudou os leitores a lucrarem) muito com ações sem precisar comprar ações. Ela ensina os assinantes da sua séria a investirem da mesma forma que os maiores investidores profissionais do mercado financeiro. E tudo depende de uma simples atitude, que pode te mostrar esse novo mundo de rentabilidade em menos de 24 horas. Veja aqui o recado que ela gravou.
 

Principalmente porque isso ilustra uma realidade que pouca gente está enxergando: o bitcoin veio para ficar. Isso está cada dia mais claro.

Por mais inocente que soe a frase do Theodoro, ela ilustra que as criptomoedas, enquanto meio de pagamento, já começam a fazer parte do imaginário da geração alpha (nascidos após 2010).

Algumas figuras das gerações mais antigas, muito bem representadas por Warren Buffett, Jamie Dimon e Nuriel Roubini (também conhecido como Dr. Doom), ainda não se habituaram à ideia.

Normal, nem todo mundo se debruça sobre os novos conceitos com o objetivo de entender o real impacto que eles podem causar na sociedade. É mais fácil criticar.

Pegue o caso do Dr. Doom como exemplo. Ele é presidente de um grupo especialista em análise financeira tradicional. Percebe o viés?

Enquanto puder ser parcial e defender os ativos tradicionais, que pagam suas contas, ele o fará com o maior prazer. O mesmo vale para Buffett e Dimon.

Ontem foi realizada a segunda edição da Consensus Invest, em Nova York. Talvez te cause estranheza saber que o evento recebeu grandes e tradicionais instituições, como Fidelity, Susquehanna International Group (SIG), Intercontinental Exchange (ICE, a dona da NYSE), Allianz, VanEck Securities Corporation, TD Ameritrade, Goldman Sachs e Ernst & Young.

Pois é, meu caro (ou minha cara, se for o caso), esses caras não brincam em serviço. Deixaram os estereótipos de lado e fizeram o dever de casa.

Todas essas grandes empresas já entenderam o verdadeiro potencial dos criptoativos e estão se posicionando para não perder o bonde.

Em meio a sucessivas quedas de preços, o que mais vemos nas manchetes de sites de finanças por aí é a pergunta: “Os ativos digitais sobreviverão?”.

Segundo Kelly Loeffler, CEO da Bakkt, a bolsa regulada de ativos digitais da ICE, que tem lançamento previsto para o início do ano que vem, “a resposta inequívoca é: SIM!”.

No Empiricus Crypto Alert, desenhamos toda a estratégia para que você possa se posicionar da maneira correta neste mercado.

Com os preços em baixa, essa pode ser uma das melhores oportunidades de se posicionar. Tem certeza de que você quer ficar de fora?

Um abraço,

Nicholas Sacchi