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Empiricus Educação

Agro é pop, Agro é cash

O Brasil é reconhecido globalmente pelo agronegócio. O país conta com enormes fazendas de soja, milho e outras culturas, dotadas de máquinas e tecnologias de ponta. Há ainda os grandes produtores de proteínas animais.

Por Rodolfo Amstalden

21 jun 2021, 09:29

O Brasil é reconhecido globalmente pelo agronegócio. O país conta com enormes fazendas de soja, milho e outras culturas, dotadas de máquinas e tecnologias de ponta. Há ainda os grandes produtores de proteínas animais.

Há inúmeras histórias de pessoas que saíram praticamente do zero, decidiram empreender e conseguiram crescer absurdamente neste segmento.

Hoje, quando falamos em prosperidade, não dá para não pensarmos em fazendeiros de estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
O fato é que há muita geração de valor desde os pequenos aos grandes negócios. E mesmo no período mais desafiador da pandemia, os resultados foram positivos.
Em 2020, a cadeia produtiva do agronegócio teve uma expansão de 24,31%, conforme a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

O país tem mesmo êxito nessa área e vejo que agora podemos estar diante de uma janela de oportunidades.
Com a retomada da economia e aumento da demanda, após um longo período de crise, as cotações dos produtos agropecuários poderão se manter elevadas por um período prolongado.
Devo dizer que essa é uma situação que não favorece apenas o Brasil, mas outros países que são grandes produtores e exportadores.

Nosso radar está ligado
Aqui na Empiricus, estamos acompanhando de perto esse segmento para selecionar as melhores alternativas para as nossas carteiras. Por exemplo, a BrasilAgro (AGRO3) retornou ao portfólio da Microcap Alert no final de abril. Os analistas Max Bohm e Cristiane Fensterseifer me disseram que veem um excelente upside, potencial de valorização de 54% nessa ação.
Para quem ainda não conhece, a BrasilAgro é uma das maiores companhias em quantidade de terras agricultáveis. A companhia atua na aquisição e comercialização de propriedades, bem como cultiva cana de açúcar, soja, milho, algodão e feijão.
Outro exemplo é a Kepler Weber (KEPL3), especializada em armazenagem e movimentação de granéis, que está na Vacas Leiteiras desde março.

Eu conversei com o analista Sergio Oba que lidera essa carteira sobre o potencial da companhia. Ele me contou que ela está na liderança com quase 50% de market share – uma capacidade instalada 4 vezes maior que a do segundo player.

Esse é um segmento importante, pois somente 16% dos produtores de grãos possuem capacidade de armazenagem própria. Nos Estados Unidos, essa taxa é de 56% e na Argentina, de 21%.

Sergio Oba me disse também que KEPL3 tem um upside de cerca de 30%, sendo que o dividend yield (retorno em dividendos) é de pouco mais de 3%. Porém, ao analisar o cenário, ele prevê que o payout, percentual do lucro distribuído pela companhia tende a subir nos próximos meses e, desse modo, o retorno do dividendo poderá ir para 5%.

Um combo para investir em agro

As ações que eu citei acima são apenas algumas das oportunidades do agronegócio. Há diversas opções interessantes na bolsa e também nos mercados futuros de commodities.

Em poucos dias, será possível comprar de uma vez só uma carteira completa que combina ações de empresas do setor, ETFs e contratos futuros (soja, milho, boi etc).

É o fundo agro com ativos criteriosamente escolhidos pelos gestores da Vitreo.

O mais interessante é que o investimento mínimo é de apenas R$ 100.

Assim, fica muito fácil para você aproveitar o crescimento do agronegócio e o superciclo das commodities. Deixo abaixo o link para você conhecer melhor essa oportunidade.

Um abraço!

Sócio-fundador e CEO da Empiricus, é bacharel em Economia pela FEA-USP, em Jornalismo pela Cásper Líbero e mestre em Finanças pela FGV-EESP.