Imagem criada com auxílio de inteligência artificial e edição da equipe Empiricus.
A correção recente em tecnologia não decorre de uma única ruptura na tese de inteligência artificial. Ela resulta da sobreposição de três forças: juros longos ainda elevados, risco geopolítico sobre energia e inflação, e um posicionamento excessivamente concentrado entre investidores. Os fundamentos seguem fortes em partes importantes da cadeia, mas o mercado passou a cobrar monetização, fluxo de caixa e retorno sobre o capital com muito mais rigor.
Também comentamos os resultados de Alphabet, Microsoft, Meta, Amazon, Vertiv e SAP. Além disso, trazemos atualizações sobre Nvidia, Alibaba, Nebius e TSMC. Boa leitura!
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