Bitcoin é bolha? É fraude? Especialista responde sem medo às perguntas

Ricardo Mioto entrevista André Franco, editor de criptomoedas da Empiricus, fazendo as perguntas mais comuns sobre essa classe de ativos.

Começando o bate-papo, Mioto já pergunta o porque devemos investir em criptomoedas. André responde que é preciso entender que o momento do ciclo que estamos vivendo hoje é muito positivo para o bitcoin, bem diferente do que foi 2017 e ainda reserva algo muito maior.

A primeira objeção trazida por Ricardo, e talvez a mais comum, é: critpomoedas é bolha?

Franco fiz que tivemos sim esse comportamento por volta de 2017 e 2018, de uma supervalorização e uma super queda, mas olhando o histórico do bitcoin, isso sempre aconteceu. A busca pelo preço real desse ativo acontece a todo momento. É necessário entender que ainda estamos na construção dessa classe ativos e que provavelmente, nos próximos anos, fará a diferença na vida das pessoas.

A segunda pergunta aborda a segurança. Não existem esquemas de fraude e pirâmide nesse mercado? O assinante não deveria ficar receoso?

Em 2018 e 2019 esses esquemas de fato aconteciam. Por ser uma classe de ativos ainda “desconhecida”, existe uma chance muito maior de enganar as pessoas. O que acontecia é que os investidores conseguiam muito dinheiro e o mercado de certa forma, lateralizado, atraía muitas pessoas. O que é importante lembrar é que pirâmides e esquemas fraudulentos não começaram depois do bitcoin. A tecnologia pode trazer o pior das pessoas, mas promove também muitos benefícios.

E continuando nesse tema, como eu, investidor, sei que estou entrando em um investimento seguro?

André responde que hoje em dia existem diversas plataformas, seja onde você compra, pessoas que já estão profissionalmente inseridas nesse ambiente ou por meio de fundos, por exemplo, que te ajudam a fugir desses determinados esquemas e te garantem a mesma segurança do mercado tradicional. O principal ponto a se lembrar é: quando for bom demais para ser verdade, geralmente é. É preciso entender melhor como funciona.


Seguindo com o bate-papo, Ricardo pergunta se não é complicado investir em cripto e como fazer.

Franco coloca que todo processo novo, é assustador. A chave é investir uma quantidade que faça você se sentir seguro e que o processo é muito parecido com os ativos tradicionais.

Caminhando para o final, Mioto pergunta o que não quer calar: por que comprar criptomoedas?

Nesse momento chegamos na diversificação. André traz o fato de que quando pensamos em um portfólio diversificado, pensamos em coisas que sejam negativamente correlacionadas ou de baixa correlação. E pensando nisso, cripto carrega uma coisa que não existe no mercado tradicional que é a descorrelação com qualquer outro ativo. Como diversificação de carteira, ele é extremamente positivo.

Para terminar, na próxima segunda-feira, André preparou uma surpresa para que você consiga barrar todas as objeções e entrar com o pé direito no mercado de criptomoedas. Para isso, fique atento ao seu e-mail. Você receberá uma explicação de como entrar nesse meio, de uma forma mais simples do que você imagina.

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