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Os investimentos dos bancos brasileiros em inteligência artificial, analytics e big data devem chegar a R$ 3 bilhões em 2026, um avanço de 8% na comparação com o ano anterior, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, realizada em parceria com a Deloitte.
O movimento ocorre em um contexto em que a tecnologia já começa a gerar resultados percebidos pelas instituições. Entre os bancos consultados, 92% apontam o ganho de velocidade na execução de tarefas rotineiras como o principal benefício obtido com o uso da inteligência artificial.
Na prática, isso significa reduzir o tempo gasto em atividades operacionais para que as equipes possam direcionar mais atenção a funções analíticas e estratégicas.
O que os dados revelam sobre a IA no mercado financeiro?
Os números mostram que, nos bancos, a inteligência artificial já faz parte da operação. Entre os usos mais frequentemente mencionados pelas instituições participantes da pesquisa, estão a automação de processos internos, citada por 76% dos bancos, e a geração de relatórios e documentos, apontada por 71%.
A IA pode auxiliar em atividades comuns a diversas áreas do mercado financeiro, que fazem parte da rotina operacional de equipes de análise, assessoria e acompanhamento de investimentos:
- Extrair números de balanços;
- Atualizar bases de dados;
- Revisar planilhas; e
- Organizar relatórios.
Isso porque, embora sejam tarefas importantes, muitas delas seguem processos repetitivos e demandam tempo que poderia ser direcionado à análise e à tomada de decisão.
Além disso, o setor prevê investir R$ 29,4 milhões em capacitação em IA e IA generativa neste ano, uma alta de 31%. O movimento sugere que ter acesso à ferramenta não basta: para extrair valor dela, é preciso desenvolver processos e conhecimentos específicos.
VEJA MAIS: Como usar o Claude para gastar menos tempo com tarefas operacionais
Por que a IA continua te entregando respostas genéricas?
Em contrapartida, para muitos outros profissionais do mercado financeiro, é possível que a experiência com IA ainda não seja tão produtiva no dia a dia. Quem já pediu uma análise de uma empresa e recebeu um resumo genéricoconhece bem a frustração.
A resposta parece até bem escrita, com números e conclusões organizados. Mas, na hora de tomar uma decisão, muitas vezes não oferece insights capazes de aprofundar a análise.
Em muitos casos, o problema não está na ferramenta. Isso porque a IA responde no nível do pedido que recebe; um comando vago tende a gerar uma resposta igualmente vaga.
A diferença está no método. Fazer a pergunta certa, analisar os documentos na fonte, validar os números e, só então, construir a tese, muda a qualidade do resultado. Quando esse processo se torna repetível, a IA deixa de ser um atalho ocasional e passa a funcionar como uma extensão do seu próprio raciocínio.
Como transformar a IA no seu especialista do mercado financeiro?
Foi justamente para ensinar um método de uso da IA aplicado ao mercado financeiro que Leonardo Dawadji, especialista na área e integrante do ecossistema do Market Makers, escreveu o e-book “Do Prompt ao Sistema”. No material, ele apresenta um guia para:
- Estruturar análises, fazendo as perguntas certas;
- Organizar processos, validando informações direto na fonte; e
- Utilizar o Claude de forma mais eficiente no dia a dia.
A proposta não é entregar uma coleção de prompts prontos, mas um método que pode ser repetido, conferido e aprimorado. Para isso, o material acompanha a análise de uma empresa real, do primeiro prompt ao relatório final.
Você vai aprender a transformar o seu próprio método em uma skill, dar a ela memória e contexto, e automatizar tarefas repetitivas com o Claude.
E não precisa se preocupar, porque você não precisa ter habilidades prévias em programação para acompanhar o conteúdo. Quer descobrir como economizar horas de trabalho repetitivo e construir análises profissionais usando o Claude? Clique no botão abaixo: