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Empiricus Educação

Você é louco de ter vindo até aqui

Se você já teve o prazer de ler ou reler “Alice no País das Maravilhas”, sabe que não é um livro só para crianças. Na […]

Por Rodolfo Amstalden

10 fev 2019, 03:00

Se você já teve o prazer de ler ou reler “Alice no País das Maravilhas”, sabe que não é um livro só para crianças.

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Na época da publicação, em 1864, a própria rainha Vitória se empolgou tanto com a história que quis conhecer mais sobre o autor.

Lewis Carroll recebeu então o pedido oficial para que enviasse ao palácio real algum outro livro de sua autoria.

O que a rainha não sabia é que Lewis Carroll era o pseudônimo literário usado pelo matemático Charles Dodgson.

Vitória recebeu em mãos o “Tratado Elementar da Teoria dos Determinantes e Aplicação à Teoria das Equações Simultâneas Lineares e Algébricas”.

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Como pode um matemático produzir literatura?

Como pode um cientista produzir arte?

Aqui na Empiricus, a cada novo dia de labuta, aprendemos que Arte e Ciência não só vivem juntas como dificilmente sobrevivem separadas.

Queremos publicar as melhores ideias financeiras e queremos que você as compreenda de maneira prazerosa.

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Não basta uma coisa ou outra. Bastam ambas. Elas se olham no espelho e nós temos que atravessar o espelho, assim como fez a Alice.

Principalmente ao começar a investir, você não terá ainda o conhecimento técnico necessário para entender todas as características de uma aplicação.

Isso é natural, acredite.

Se formos esperar para ter 100 por cento do conhecimento técnico antes de experimentarmos as coisas, vamos aprender a andar de bicicleta só depois de muito velhos.

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A Ciência, por ela mesma, não faz ninguém tirar o dinheiro da poupança para começar a investir de verdade.

O argumento algébrico de que o rendimento da poupança perde para dezenas de outras classes de ativos não toca o coração dos pré-investidores.

Para essa quebra de paradigma, dependemos da Arte.
Dependemos de uma imagem que faça as pessoas perceberem que estão perdendo algo, ou deixando de ganhar algo importante.

Essas pessoas (os pré-investidores) então enxergam que poderiam estar em situação muito melhor do que a atual, sem precisar recorrer a superpoderes.

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Eis o gatilho, eminentemente artístico, que desperta a catarse financeira, como no caso das Três Melhores Ações para 2019.

É claro que a Arte pela Arte não chega ao final da história. Depois de disparado o gatilho inicial, recorremos à Ciência para provar, com números, que é perfeitamente possível que uma ação se multiplique por 5x.

Isso lhe parece loucura?

“Somos todos loucos por aqui” – disse o gato de Cheshire.

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“Eu sou louco, e você é louca também”.

“Como você sabe que eu sou louca?” – disse Alice.

“Você tem que ser”, respondeu o gato, “ou você não teria vindo até aqui”.

Sócio-fundador e CEO da Empiricus, é bacharel em Economia pela FEA-USP, em Jornalismo pela Cásper Líbero e mestre em Finanças pela FGV-EESP.