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‘2024 é um grande ano para estar investido no fundo Carteira Universa’, afirma analista-chefe da Empiricus Research; confira 8 ‘previsões’

Em live, a equipe de Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus, junto de João Piccioni, Head da Empiricus Gestão, explicam por que estão otimistas com os mercados

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Data de publicação
8 de fevereiro de 2024
Categoria
Investimentos

O ano de 2024 começou a todo vapor. As Bolsas americanas já tiveram direito a máximas (índice S&P 500 bateu o recorde de 5 mil pontos); as Big Techs têm entregado retornos estelares e o Fed tenta conter a inflação aos poucos.

No cenário doméstico, a Selic continuando sendo reduzida conforme, a duras penas, a inflação brasileira consegue se manter dentro do teto máximo aceito (4,5%).

Sem contar a mudança nas regras de emissão dos títulos de renda fixa isentos de Imposto de Renda, que, segundo Felipe Miranda, sócio-fundador e analista-chefe da Empiricus Research, pode estimular o financial deepening e incentivar o investimento em fundos e ações.

Na visão do especialista, todos esses fatores corroboram para aumentar cada vez mais o apetite ao risco dos mercados: “Este tem tudo para ser um grande ano para o investidor”, afirmou na live do fundo Carteira Universa, realizada na última quarta-feira (7).

Inclusive, durante o programa, ele provoca o investidor a olhar 6 meses à frente e imaginar o que poderá ter acontecido ate lá. Para isso, Miranda lista 8 fatos que acredita terem se concretizado até o meio do ano de 2024. Confira!

8 “previsões” macroeconômicas que poderão acontecer até julho de 2024, segundo Miranda

  1. Fed (banco central americano), Banco Central Europeu e Banco da Inglaterra terão cortado as respectivas taxas de juros;
  2. A China terá estimulado um pouco mais sua economia;
  3. A Selic estará no patamar de 9% ao ano;
  4. A inflação brasileira vai estar convergindo para o centro da meta;
  5. Lucro por ação vai estar crescendo de 20% a 25% até o final de 2025;
  6. Não teremos mais LCI/LCA;
  7. Inteligência artificial estará penetrando mais fortemente os lucros corporativos, com impacto inclusive mais forte sobre mercados emergentes;
  8. Eleições americanas: com a probabilidade de 70% de Donald Trump ser eleito e cortar impostos, as Bolsas nos EUA tendem a disparar no segundo semestre.

“Dito tudo isso, a hora de investir e ter uma carteira diversificada é agora, e no fundo Carteira Universa estaremos expostos a todos esses vetores”, complementa o analista-chefe.

Na live, também os analistas João Piccioni, da Empiricus Gestão, Fernando Ferrer e Larissa Quaresma, da Empiricus Research, também abordam temas micro, como os resultados corporativos do 4T23, a fusão entre Arezzo e Soma e o bom andamento das big techs no S&P 500.

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